Não é por a tecnologia ser antiga que você precisa conferir as horas em visão analógica.
Já pensou conferir as horas através de um display digital, porém sem usar energia elétrica?
Agora isso é possível com um relógio solar com display. Mas, antes de aprofundar as explicações sobre como este relógio funciona, confira como surgiram os relógios de sol.
Criado para possibilitar que as pessoas soubessem as horas do dia, o relógio solar é uma das invenções mais antigas da humanidade, sendo o mais antigo encontrado, contando com mais de 5 mil anos, tendo sido construído no Antigo Egito!
Desenvolvidos e aprimorados com o passar dos séculos, é possível encontrar diversos modelos retratados na internet, desde os planos até os mais inclinados.
Seu funcionamento é bem simples, tendo seus mostradores divididos em linhas que significam horas e uma haste na vertical que funciona como um ponteiro. Conforme o Sol vai caminhando para o fim do dia, sua posição se altera no céu e, por consequência, também altera a sombra da haste-ponteiro no relógio, mostrando a hora correspondente.
Seguindo o princípio de apresentar as horas com base na luz solar, o Digital Sundial é um projeto para impressão 3D desenvolvido na França pela empresa Mojoptix, sendo extremamente diferente de todos os relógios solares criados nos últimos milhares de anos.
Você não leu errado: você pode fazê-lo em casa se tiver acesso a uma impressora 3D.
Como este relógio não possui motor ou bateria, assim como os relógios solares originais, tudo que você vai precisar é configurá-lo de acordo com as coordenadas geográficas em que você vive.
Essa invenção parece mágica, mas, na verdade, é só a junção entre matemática, criatividade e luz solar.
Projetado para trazer o display digital para os relógios solares, o Digital Sundial é um equipamento de alta precisão que, durante os horários das 10 horas da manhã até às 4 horas da tarde, com intervalos em 20 em 20 minutos, pode apresentar com clareza o horário, sem que haja a necessidade de usar eletricidade ou qualquer outra tecnologia.
Foi desenvolvido para ser prático e fácil de usar, por isso foi projetado para ser acoplado em um pote de vidro de conserva qualquer, além de contar apenas com três peças impressas conectadas por parafusos.
Ficou com vontade de fazer em casa? Então clique aqui para baixar o molde de montagem na impressora 3D e veja na prática como montar:
Albert Einstein foi um célebre cientista que revolucionou o mundo da ciência (mas isso você já sabia). O físico alemão lançou não só uma grande teoria, mas sim duas em pouquíssimo tempo de diferença: as teorias da relatividade restrita e da relatividade geral.
Aqui no blog do Museu WEG temos uma matéria que fala sobre a vida deste grande cientista, para saber detalhes e curiosidades, é só clicar aqui.
A primeira teoria de Einstein levou uma década para ser elaborada. Isso se deve a sua complexidade, já que ia contra a Teoria de Isaac Newton, aceita há 200 anos, de que o espaço e o tempo eram conceitos independentes, defendendo que o tempo fluía livremente enquanto o espaço permanecia o mesmo.
Durante sua vida, com a publicação da Teoria da Relatividade e mais artigos que se tornariam fundamentais para a Física Moderna, Einstein recebeu o Nobel de Física.
Além de um extraordinário físico, Albert Einstein também lutou pela paz mundial, pela justiça e pela liberdade.
Qual a diferença entre a Teoria da Relatividade Restrita e a Teoria da Relatividade Geral?
Einstein não só sugeriu uma teoria revolucionária, ele também sugeriu a teoria que mudaria o mundo da ciência!
Após uma década de pesquisas destinadas à busca pela verdade, ele chegou à Teoria da Relatividade Restrita, a primeira de suas duas grandes teorias.
A Teoria Relatividade Restrita era direcionada ao movimento uniforme de corpos no espaço, sem ligar o movimento ao poder gravitacional.
Essa teoria defendia que espaço e tempo não são duas coisas diferentes, mas, sim, duas direções diferentes das quatro dimensões do espaço-tempo, tem três dimensões de espaço e uma de dimensão de tempo, totalizando quatro dimensões.
Ou seja, se você for mais rápido no espaço, o tempo passará mais devagar para você. Legal, né?
Foi com essa teoria que Einstein trouxe para o mundo da ciência a hipótese de que a velocidade da luz é sempre constante, mesmo para objetos que conseguissem alcançar uma velocidade parecida.
Em outras palavras, mesmo que você viajasse quase na velocidade da luz, você ainda veria a luz sendo propagada em sua velocidade original. Sendo assim, Albert Einstein chegou na famosa fórmula da relatividade.
Mas ele logo percebeu haver uma brecha na solução elaborada e passou a analisar de outra forma.
No vácuo, a luz mantinha sua velocidade constante e permanecia em um referencial inercial local; porém, quando a luz passa por perto de um corpo de massa elevada, há uma variação na sua velocidade.
Então Einstein teve uma nova perspectiva sobre a Lei da Gravitação Universal de Isaac Newton: gravidade é aceleração, sem forças envolvidas. A gravidade agindo sobre um corpo, então, demonstra a aceleração que um corpo menor terá ao passar naquele espaço.
Para entender melhor, pense em uma tela de pano deitada horizontalmente: se você colocar uma bolinha de algodão para rodar em cima do pano, sem nenhum peso extra acrescentado, ela não deformará o espaço em que está localizada (no caso, a tela de pano), ela simplesmente andará em linha reta.
Porém, se você acrescentar uma bola de vôlei no centro da tela, com certo peso, verá que ela esticará as bordas da tela e irá “afundar” no tecido.
Nesse caso, quando você passar a bolinha de gude novamente, sua aceleração será afetada pelo formato da tela e ela desviará o percurso pela curvatura do tecido.
Em suma, a Teoria da Relatividade Geral é a matéria dizendo para o espaço como se curvar e a curva do espaço dizendo para as outras matérias menores como se moverem por ali.
Injustiçada por sua inteligência e por sua liberdade, Hipátia de Alexandria ainda possui sua marca na história como a primeira mulher da história a ser filósofa, matemática e astrônoma.
Ela foi uma mulher de grande intelecto que merece todo o destaque e valorização. E, nada melhor que o Dia Internacional da Mulher para apresentar a história desta brilhante cientista para você.
Neste conteúdo você descobrirá quem foi a primeira mulher a se tornar cientista, mergulhando em sua história, entendendo sua influência na ciência e por que sua fama quase foi apagada dos registros de sua época. Confira!
Ela era filha de Theon, um grande estudioso da época e diretor da Biblioteca de Alexandria e nasceu entre os anos de 355 e 415 d.C. Hipátia também era neoplatonista e filósofa do Egito Romano.
Com apenas 30 anos, se tornou chefe da escola platônica em Alexandria, ensinando seus discípulos a arte da filosofia e da astronomia.
Mas, muito além do que era ensinado em sala de aula, Hipátia também era uma grandíssima matemática, sendo visitada por viajantes e estudiosos para resolver problemas de geometria e álgebra que mais ninguém compreendia.
Ela não só era referência para estudos, como também era procurada para o aconselhamento de políticos e membros de grande poder na sociedade. Durante sua vida, escreveu diversos textos sobre matemática e acrescentou sua visão científica para diversas pesquisas de astronomia da época.
Acredita-se que ela tenha produzido diversas obras publicadas e mantidas na Biblioteca de Alexandria que, após um incêndio, teve quase todos os seus manuscritos perdidos, incluindo os de Hipátia.
Mas como ela ficou lembrada? Pela menção a suas incríveis descobertas por autores da época. Sua inteligência e intelecto foram tão relevantes para a história que, para alguns destes autores, a menção de seus saberes foi eternizada em suas obras.
Encontraram-se relatos de trabalhos da cientista que tratavam de equações quadráticas, aritmética e geometria, desenvolvendo figuras geométricas que se formavam quando um plano passava por um cone.
Graças a essa descoberta, Hipátia auxiliou nos estudos de hipérboles, parábolas e elipses, chegando à conclusão de que a órbita do planeta Terra era, na realidade, elíptica e não circular. E o mais fascinante é que ela descobriu isso apenas analisando as estações do ano!
É possível saber mais sobre a sua história em quatro fontes: História Eclesiástica, de Sócrates Escolástico; Crônica, de João de Niquiu; A Vida de Isidoro de Damáscio em Suda; e, por fim, nas cartas sobreviventes de Sinésio de Cirene, antigo aluno da cientista.
Mesmo que seja possível conhecermos um pouco da brilhante cientista, infelizmente, não é possível conhecermos afundo quem realmente foi esta grande mente da antiguidade. Porém, o que mais pode ser encontrado na história são as informações sobre o seu fim.
A sociedade de sua época considerava-a uma mulher pagã, que se recusava a se casar, Hipátia também tinha um posicionamento muito mais voltado à filosofia e à lógica do que para a religião, afirmando que o universo, na realidade, era regido pelas leis da matemática.
Como neste período o cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano, a oposição religiosa começou a se potencializar em Alexandria. Em 412 d.C., o bispo Cirilo, um grande combatente de heresias da época, foi nomeado patriarca de Alexandria.
Como Hipátia tinha amizade com o governante de Alexandria, Orestes, que era um grande rival político do bispo Cirilo, acabou ficando entre a briga desses homens.
Em uma tarde de março de 415 d.C., quando a disputa se intensificou, seguidores de Cirilo assassinaram a grande cientista.
Hipátia não só foi uma cientista brilhante, ela também foi uma mulher de muita coragem.
Em uma data tão importante quanto o dia de hoje, valorizar a mulher na ciência e trazer a reflexão sobre a necessidade de dar espaço para as mulheres no mundo da lógica é mais que importante: é necessário.
É preciso lutar pela sabedoria como ela fez em sua vida, mas, além da luta intelectual, é preciso lutar por uma maior possibilidade de inserção das mulheres no mundo da ciência.
Sabe aquela sensação gostosa de dar risada depois de assistir a um filme de comédia ou curtir um tempo com os amigos? Hoje, vamos falar sobre isso.
Saber o porquê de rirmos é uma curiosidade que geralmente acaba passando despercebida, já que o riso faz parte do nosso dia a dia.
Dar risada é um comportamento comum que traz muitos benefícios para a saúde de uma pessoa e ainda funciona como uma forma de comunicação entre os seres humanos e diversas outras espécies. Legal, não é?
Neste conteúdo, você descobrirá por que rimos e qual é o efeito do riso no nosso corpo. Continue a leitura!
Você sabe por que as piadas internas são tão engraçadas? Porque você as presenciou anteriormente.
De modo geral, nós rimos daquilo que já experenciamos anteriormente, como se o riso fosse uma confirmação do nosso cérebro de que nos lembramos daquela situação.
É justamente por isso que, às vezes, uma piada que é engraçada para você não é tão engraçada para o seu amigo.
Além disso, o riso também pode ser causado pela quebra de expectativa. Imagine uma pessoa andando na calçada. O roteiro tradicional que já está previsto no seu cérebro é de que essa pessoa continue a caminhar na calçada, mas, no fim, ela acaba tropeçando e caindo no chão. Como houve uma quebra de expectativa e uma mudança inesperada no seu roteiro mental, é comum que você ria da situação.
Tá, mas e quando a gente ri em uma roda de amigos sem nem sequer saber do que estão falando? Isso acontece porque a risada também é uma forma de garantir a comunicação em grupo e a inclusão de todas as pessoas.
Às vezes, esse reflexo é mais forte do que o seu senso crítico de o que é engraçado ou não, por exemplo. Em resumo, tudo depende da vivência e das questões sociais.
Rir, de modo geral, é super benéfico para a saúde. Tanto pela liberação de adrenalina, serotonina e dopamina no cérebro quanto pelo fato de que uma boa risada geralmente é o reflexo de uma sensação de felicidade e alegria.
Mas, falando de ciência, quando o cérebro recebe essa injeção de substâncias “de alegria”, ele espalha pelo corpo uma sensação de bem-estar, relaxamento e de positividade. É por isso que passar um tempo com os amigos ou assistir a um filme engraçado é algo tão prazeroso.
Além disso, quando rimos, o nível de cortisol no nosso corpo diminui gritantemente, causando alívio do estresse e melhorando a qualidade de vida.
Se você nunca riu tanto que chegou a sentir dor na barriga, você não sabe o que é dar uma boa risada.
Brincadeiras à parte, para falar uma curiosidade intrigante sobre o riso que ninguém presta muita atenção no dia a dia, rir é um baita exercício físico.
Calma, não estamos falando que rir é a mesma coisa que ir à academia, mas, de modo geral, quando rimos muito, o nosso diafragma sofre uma tensão maior que o normal, sendo forçado a trabalhar intensivamente.
É graças a esse movimento de “forçar o ar” dos pulmões com o diafragma que o riso se torna uma espécie de exercício aeróbico.
Além da diversão e do relaxamento, rir é extremamente necessário para a vida de uma pessoa. Segundo pesquisa de um psicólogo da Universidade de Kentucky, as pessoas mais alegres vivem cerca de dez anos a mais do que as mais tristes.
Outro fato bem curioso e intrigante é que as substâncias produzidas pelo riso podem contribuir para o processo anti-inflamatório das juntas e dos ossos, o aumento do fluxo sanguíneo e o aumento do sistema imunológico.
De modo geral, rir é sim um ótimo remédio!
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Os mistérios do fundo do Oceano ainda são… bem, um mistério, e não é por falta de esforço dos seres humanos. Na realidade, a pressão das águas é tão grande em seu interior que fica inviável para que qualquer pessoa alcance o fundo sem ser completamente esmagada.
Mesmo assim, com genialidade, persistência e muita física, em 1775, surgiu o primeiro modelo de um transporte que aguentaria a pressão da água e garantiria a segurança das pessoas em uma viagem por baixo da superfície: o submarino.
Se você tem a mente curiosa e sempre se perguntou quem inventou o submarino e como ele consegue ficar debaixo d’água, este conteúdo é para você.
O crédito de desenvolvedor do primeiro submarino vai para David Bushnell, um norte-americano que projetou o modelo “Tartaruga” para destruir navios britânicos durante a guerra de independência dos Estados Unidos.
Mas, antes mesmo de 1700, já existiam projetos que simulavam uma embarcação subversiva.
Em 1578, William Bourne já havia chegado à conclusão de que, para uma embarcação afundar e emergir à sua vontade, seria necessário um mecanismo que possibilitasse que ela diminuísse o seu volume para tornar o barco mais pesado e afundar.
Ao mesmo tempo, precisaria que aumentasse o seu volume para que ele pudesse subir novamente. Porém, Bourne nunca chegou a oferecer um desenho da sua ideia.
O crédito de desenvolvedor do primeiro submarino vai para David Bushnell, um norte-americano que projetou o modelo “Tartaruga” para destruir navios britânicos durante a guerra de independência dos Estados Unidos.
Mas, antes mesmo de 1700, já existiam projetos que simulavam uma embarcação subversiva.
Em 1578, William Bourne já havia chegado à conclusão de que, para uma embarcação afundar e emergir à sua vontade, seria necessário um mecanismo que possibilitasse que ela diminuísse o seu volume para tornar o barco mais pesado e afundar.
Ao mesmo tempo, precisaria que aumentasse o seu volume para que ele pudesse subir novamente. Porém, Bourne nunca chegou a oferecer um desenho da sua ideia.
Em 1623, Cornelius Drebbel realmente criou uma espécie de submarino, dando uma nova função a uma embarcação movida a remo, conectada à superfície por uma tubulação de ar e revestida com couro à prova d’água.
Porém, como a ideia não gerou tanto entusiasmo na época e não foi utilizada para combate, acabou sendo deixada de lado.
Claro que, pensando na pressão do fundo do oceano, contar com um submarino feito de couro seria pouco seguro para os tripulantes, e foi justamente essa a contribuição do padre Marin Mersenne em 1634.
Segundo Pe. Mersenne, para aguentar a pressão da água, um submarino deveria ser feito em forma cilíndrica e com cobre, além de ter pontas afiadas para permitir que não fosse necessário dar uma volta de 180° para retornar a um percurso.
Durante muitos anos, diversos inventores tentaram criar um submarino de qualidade e segurança, mas quem causou grande inovação foi Robert Fulton em 1801.
O famoso inventor do barco a vapor também foi de grande valia para a invenção do submarino como conhecemos hoje.
O Nautilus, o submarino criado por Fulton para o governo francês, era feito de cobre, madeira e uma estrutura de ferro, além de ter uma cúpula com escotilha de vidro em um mastro dobrável que possibilitava a visão.
Mas o submarino Nautilus nunca conseguiu ser usado em combate por culpa da maré e dos ventos.
Em 1863, os franceses criaram o Plongeur, o primeiro submarino movido por um motor e não por uma pessoa. Mas ele também não funcionou muito bem na prática.
Nesse mesmo ano, no Estados Unidos, foi criado o CSS Hunley, um submarino não tão inovador quanto o Plongeur, mas foi o primeiro da história a afundar um navio em combate.
Como nada são flores no mundo da invenção dos submarinos, o CSS Hurley não era nada seguro para os seus tripulantes, tendo perdido duas versões anteriores antes de obter sucesso em batalha, levando todas as pessoas com ele para o fundo do mar.
Com a chegada da 1ª Guerra Mundial, essas invenções foram recebendo melhorias e adaptações, possibilitando que a viagem nesses gigantes de ferro realmente fosse segura para os seus tripulantes.
Foi justamente na 1ª e na 2ª Guerra Mundial que a utilização dos submarinos cresceu.
Mas como o submarino consegue ficar debaixo d’água?
Por incrível que possa parecer, enchendo uma parte da embarcação com água para aumentar o seu peso em relação à água do mar.
Em pleno 2023, você com certeza já ouviu falar em Charles Darwin ou, pelo menos, já se perguntou o que é a Teoria da Evolução que o povo tanto fala por aí – e isso não é à toa!
Charles Darwin revolucionou a ciência com sua teoria defensora de que as espécies existentes no mundo atualmente são descendentes das espécies que foram evoluindo com os milhares de anos para garantir sua sobrevivência. Incrível, não é?
Mas, antes de mergulharmos na teoria criadora dos memes mais criativos, vamos conhecer um pouco sobre Darwin?
Charles Robert Darwin foi um biólogo, naturalista e geólogo que, desde muito novo, sempre alimentou o amor e a curiosidade pelos mistérios da natureza e do mundo.
De ex-acadêmico de medicina a pesquisador, Darwin desenvolveu a Teoria da Seleção Natural em 1838 e, no ano seguinte, foi eleito membro da Royal Society (uma das mais famosas instituições de pesquisa do mundo).
Após 20 anos de pesquisas em uma viagem pelas Ilhas Galápagos, ele chegou à teoria de que todas as espécies descendem de um ancestral em comum.
É graças a essa teoria que existem debates sobre os seres humanos serem parentes distantes dos primatas.
Já existem novas descobertas na área da genética e da biologia molecular que mudaram a compreensão dos cientistas sobre alguns pontos dessa teoria, mas, de modo geral, Darwin ainda é citado para explicar de maneira prática como aconteceu a evolução de todas as espécies.
Dia de Darwin
Você deve estar se perguntando: “Museu, mas por que ele tem um dia só pra ele?”
De modo geral, a data do dia 12 de fevereiro celebra não só a descoberta de Darwin, mas a evolução da humanidade.
É uma data que tem como objetivo gerar a reflexão necessária para que as pessoas tenham a curiosidade de descobrir as verdades do mundo, assim como o próprio Darwin teve.
Diferente do que a maioria dos cientistas e das pessoas da época acreditava no começo do século XIX, Darwin propôs uma visão diferente sobre a origem dos seres humanos.
Indo completamente contra a visão religiosa de que Deus criou o ser humano a sua imagem e semelhança e deu vida a todas as espécies do planeta, a Teoria Evolutiva apresentou a evolução natural das espécies por meio de um descendente em comum.
Antes de Darwin, alguns cientistas já sugeriam essa teoria, mas foi apenas Charles Darwin que conseguiu comprovar o mecanismo que torna a Teoria Evolutiva possível: a Seleção Natural.
Darwin chegou a essa conclusão ao perceber que existiam diferentes variações de todas as espécies de animais e plantas, sendo mais adaptadas para a sobrevivência no habitat em que se encontravam.
No início, ao perceber a semelhança, Darwin associou essas alterações com base na seleção artificial criada pelo homem.
Da mesma forma que criadores de plantas e animais faziam a reprodução de diferentes espécies para chegarem a alguma espécie “melhorada”, digamos assim, ele percebeu que, provavelmente, o mundo natural também fazia o mesmo tipo de seleção.
Mesmo com essa grande sacada, Charles só chegou ao veredito final após ler o trabalho de Thomas Robert Malthus, que relacionou o crescimento da Europa com a falta de alimento disponível para todas as pessoas, provocando uma luta pela sobrevivência.
Foi essa reflexão que possibilitou que Darwin criasse a defesa para a sua teoria, já que, na natureza, há sempre uma luta pela sobrevivência e que, na maioria das vezes, o que geralmente sobrevive não é o mais forte, mas o que melhor se adapta às condições onde vive.
Se um ser vivo (uma pessoa, um coelho, uma planta…) tiver uma característica que o ajude a sobreviver (consegue respirar embaixo d’água, consegue correr…), ele terá mais chances de sobreviver, se reproduzir e passar sua característica para os descendentes.
Já o ser vivo que não consegue se adaptar e não possui uma característica que o auxilie no ambiente em que vive, acaba morrendo e não se reproduz. Essas variações vão acontecendo até que surja uma nova espécie.
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A natureza é tão perfeita que, em cada canto do planeta, existe alguma energia sendo transferida ou transformada a todo instante. É isso mesmo! A energia é transferida de um corpo para outro ou transformada de um tipo para outro. E você nem precisa ir tão longe na imaginação para encontrar exemplos.
É o caso da roda gigante do Beto Carrero. Se nós lhe contássemos que ela funciona por meio da transferência de energia, você acreditaria?
É justamente sobre esta transferência ou transformação de energia que falaremos hoje. Para aprender mais sobre o que é energia mecânica, continue a leitura!
A energia mecânica, de modo bem simples, é a energia produzida pelo trabalho de um corpo e que pode ser transferida para outro. O que isso quer dizer na prática? Significa que a energia contida num corpo em movimento pode ser transferida para outro corpo, que também passa a se mover. Como por exemplo, a água que cai sobre uma roda d’água e faz com que esta gire.
No dia a dia, estamos constantemente rodeados por trabalhos da energia mecânica e, para deixar tudo ainda mais claro, com base nas motivações desses movimentos, essa grandeza foi dividida em três vertentes diferentes: energia cinética, potencial gravitacional e potencial elástica.
A energia cinética está ligada à massa e à velocidade, ou seja, está totalmente ligada ao movimento que um corpo está exercendo no espaço. E esta energia pode ser transferida de um corpo para outro.
Para ficar mais claro, imagine um jogo de sinuca. Você exerce a força no taco acertando a bola branca e, quando a bola branca atinge as demais bolas da mesa, sua energia cinética é transferida para as demais levando-as ao movimento e desacelerando a bola branca.
É como se a bola branca “doasse” parte da sua velocidade para que as outras bolas entrem em movimento. A fórmula da energia cinética é:
Ec = m.v²/2
Tabelinha da nomenclatura:
Ec = Energia cinética
m = Massa
v = Velocidade
Energia Potencial Gravitacional
Já a energia potencial gravitacional é a forma de energia associada à altura do corpo com relação ao solo. Lembra da montanha russa?
Quando o carrinho está subindo, sua energia potencial gravitacional está aumentando, pois sua altura em relação ao solo está aumentando. quando o carrinho desce puxado pela gravidade, ele aumenta sua velocidade, transformando a energia potencial gravitacional em energia cinética.
A fórmula da energia mecânica potencial gravitacional é:
Por fim, a energia potencial elástica é a forma de energia que é adquirida por corpos elásticos ou flexíveis capazes de retornarem ao seu formato original após sofrerem algum tipo de deformação, como por exemplo molas e elásticos.
Um grande exemplo da energia potencial elástica está no uso de um arco e flecha. Ao puxar a corda, o arco deforma-se como uma mola. Ao soltar, volta à sua forma original gerando o movimento da flecha. Neste caso a energia potencial elástica do arco transforma-se em energia cinética transferida para a flecha. A energia potencial elástica depende da constante elástica do corpo, bem como do tamanho da deformação sofrida por ele. A fórmula da energia mecânica potencial elástica é:
Você pode aprender na prática sobre energia mecânica visitando o Museu WEG. Em exposição, contamos com a experiência de uma bicicleta que, ao ser pedalada, transforma energia mecânica de movimento (energia cinética) em energia elétrica. É BEM legal! Chame seus amigos e venha conferir!
Você também pode conhecer o Museu WEG pelo Tour Virtual. Assim você aprende tudo sobre motores elétricos e confere todas as obras em exposição e visita no Museu WEG sem sair de casa. Para acessar o Tour Virtual, é só clicar aqui.
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Quem curte estudar física, com certeza já se deparou com o tema eletrostática em algum momento da vida. Mesmo quem nunca ouviu o termo, com certeza já presenciou algum exemplo prático no seu dia a dia.
Friccionar as meias no tapete, esfregar o balão no cabelo e sentir os pelos do braço se aproximando da televisão são alguns dos diversos exemplos que as pessoas geralmente experimentam, mas que, na maioria das vezes, não associam ao estudo da ciência.
Quer compreender o porquê destas experiências serem tão relevantes para o ensino da eletrostática e finalmente entender o que é eletrostática? Continue a leitura!
Eletrostática é um ramo da física destinado ao estudo do comportamento de cargas elétricas em repouso, ou seja, que se mantém “paradas”. O nome “Eletrostática” literalmente é uma junção entre “eletro” (eletricidade) + “estática” (parada).
Você deve estar se perguntando: mas como uma energia parada, estável, pode gerar ações como arrepiar os pelos do braço ou dar choques em outras pessoas?
A resposta é que a eletrostática acaba sendo alterada quando essas cargas entram em movimento, resultando em uma corrente elétrica.
É justamente nesta etapa em que a “eletrostática” muda para a “eletrodinâmica”. Para ficar bem claro de entender, pense na eletrostática como uma pessoa tirando um cochilo e a eletrodinâmica como a sua reação ao ouvir o despertador.
Antes de entrarmos em um assunto técnico, nada melhor que passear pela história da eletrostática!
Como este ramo da física é bem abrangente e antigo, é difícil apresentar com certeza quem realmente foi o descobridor deste estudo de energias estáticas.
Porém, conforme estudos de Maurício Ruv Lemes, o descobridor da eletrostática foi Tales, em 600 a.C. Tales concluiu a existência da eletrostática ao atrair restos de palha após triturar o âmbar.
Séculos e mais séculos depois, diversos estudiosos publicaram conteúdos relevantes sobre o assunto, mas se formos apresentar todos eles, ficaremos aqui por muito tempo. Então, vamos focar só em Tales!
A eletrostática é composta por algumas propriedades específicas destinadas à compreensão deste ramo da física: a Carga Elétrica, a Força Elétrica, o Campo Elétrico, o Potencial Elétrico e a Energia Potencial Elétrica.
Ficou confuso? Então confira o que cada uma delas abrange:
Carga Elétrica
Representada como Coulomb (C), esta é uma propriedade própria das partículas fundamentais de uma matéria, como a massa de um corpo, os elétrons e prótons presentes, entre outras.
Diferente de outras propriedades físicas, a Carga Elétrica é limitante, abrangendo apenas corpos que possuem um valor mínimo (que é BEM pequeno). A famosa Carga Fundamental. Você pode calcular a Carga Elétrica de um corpo seguindo a equação:
Q = n . e
Tabelinha de nomenclatura:
Q = Carga Elétrica (medido em C)
n = Quantidade de elétrons
e = Carga fundamental
Força Elétrica
Sabe aquele conceito de “os opostos se atraem”? Na física isso também é verdade!
Quando corpos diferentes contam com a mesma carga elétrica, eles se repelem, e o oposto acontece quando a carga elétrica é diferente. Isso ocorre porque todos os corpos estão constantemente tentando se equivaler, energeticamente falando.
É justamente por isso que levamos choques ao tocar em algumas pessoas, por exemplo. Para calcular a Força Elétrica é só seguir a fórmula:
F = k . (q1 . q2) / d²
Tabelinha de nomenclatura:
F = Força Elétrica (medida em N)
k = Constante Eletrostática no Vácuo
q1 e q2 = Cargas Elétricas 1 e 2 (medida em C)
d = Distância entre as Cargas (medida em M)
Campo Elétrico
Como você já deve ter percebido na explicação de Força Elétrica, no mundo da física, toda carga elétrica influencia, de alguma forma, o espaço em que está inserida. Isso acontece graças ao seu Campo Elétrico.
De forma bem resumida e simples, o Campo Elétrico é a influência exercida ao redor de cada corpo, de cada carga elétrica.
E = (k . Q)/d²
Tabelinha de nomenclatura:
E = Intensidade do Campo Elétrico (Medida em N/C)
k = Constante Eletrostática no Vácuo
Q = Módulo da Carga (C)
d = Distância entre a Carga e um Ponto do Campo
Potencial Elétrico
O Potencial Elétrico de um corpo é uma quantidade de energia fornecida por um campo elétrico, ou seja, é a quantidade necessária de força que precisa ser exercida para que a carga elétrica entre em movimento.
A fórmula que possibilita este cálculo é:
U = k . Q/d
Tabelinha de nomenclatura:
U = Potencial Elétrico (medido em V)
k = Constante Eletrostática no Vácuo
Q = Carga Elétrica Geradora (medida em C)
d = Distância entre a Carga e um Ponto do Campo (medida em M)
Energia Potencial Elétrica
E, por fim, chegamos à propriedade de Energia Potencial Elétrica que, nada mais é que a energia gerada pela fixação entre duas cargas elétricas.
Esta propriedade física diz respeito àquela partícula que já está inserida em um campo elétrico, ou seja, que necessitará da realização de um Trabalho para que ela entre em movimento. Para calcular a Energia Potencial Elétrica, é só seguir a fórmula:
No Museu WEG você pode experienciar uma invenção de manifestação da energia eletrostática com o Gerador de Van de Graaff.
Desenvolvido para atingir tensões mais elevadas de energia, Jemison Van de Graaff, em 1929, criou este tão conhecido e querido experimento presente no Museu WEG.
De forma prática, o Gerador Van de Graaff é um motor que, ao movimentar uma correia feita de material isolante, alcança altas tensões. A experiência prática resulta no arrepio dos pelos do corpo, sendo muito divertida e educativa para exemplificar o estudo da eletrostática.
Você pode ver de perto o Gerador Van de Graaff acessando o Tour Virtual do Museu WEG! Assim você aprende mais e conhece este experimento sem sair de casa!
OBS: É bem mais legal experienciar o Gerador Van de Graaff pessoalmente no Museu WEG.
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Hoje em dia é raro encontrar quem nunca recebeu um anúncio no Facebook ou nunca viu um outdoor ao caminhar na rua. A publicidade tomou conta da nossa realidade e, com ela, o consumo ainda mais elevado de produtos e serviços.
Mas, por que as propagandas influenciam as pessoas?
Além do fator determinante “visibilidade”, a publicidade funciona por meio de estratégias comunicacionais que tem como objetivo persuadir outras pessoas a agir de uma determinada forma já pré-estabelecida pela marca.
Mas calma que tudo isso vai ficar bem claro de entender, é só continuar a leitura!
Sabe quando você vê um comercial de hambúrguer e fica com fome instantaneamente? Ou assiste tantas vezes um anúncio de um tênis que acaba comprando? Esses são só alguns exemplos de como a publicidade tem relevância no nosso cérebro.
Se você perceber, somos relativamente mais “atiçados” a comprar algo quando a propaganda se baseia em algum apelo emocional ou em alguma meta que temos a longo prazo.
Ver uma pessoa bem-sucedida comprar um certo notebook, nos faz criar uma falsa ilusão de que, ao adquirirmos o mesmo, nós alcançaremos o patamar de vida deste ator.
Isso acontece porque nosso cérebro, instintivamente, está sempre comparando nossa situação atual com a realidade desejada.
Quando estamos mais dispersos ou distraídos, é comum que sejamos mais efetivamente atingidos por propagandas e anúncios, já que o nosso subconsciente estará quase vencendo a luta pelo controle de nossos pensamentos.
O que na psicologia é chamado de dissonância cognitiva, quando o pensamento da pessoa não se equivale às ações tomadas.
Claro, vale lembrar que a publicidade não tem o poder de nos fazer comprar alguma coisa que não queremos! Ela apenas antecipa e potencializa nossa decisão real de compra.
Gatilhos mentais: por que as propagandas influenciam as pessoas?
Quando o assunto é publicidade e marketing, falar de gatilhos mentais é um tópico obrigatório.
Os gatilhos mentais funcionam como um botão de emergência no nosso cérebro que, quando bem propostos em campanhas publicitárias, influenciam diretamente na compra e nas tomadas de decisão dos consumidores.
A maioria das escolhas que fazemos no nosso dia a dia são extremamente lógicas, porém, em alguns momentos o nosso subconsciente acaba tomando o controle. Esses momentos de tomadas de decisão inconsciente são ativados pelos gatilhos mentais.
Não é que eles sejam totalmente maquiavélicos e que nos façam uma lavagem cerebral, mas, como no nosso dia a dia temos milhares de decisões para tomar, às vezes nosso cérebro decide pegar um atalho e acaba caindo nos gatilhos mentais que nos incentivam a comprar cada vez mais.
Tipos de gatilhos mentais
Para aumentar seu conhecimento sobre o assunto, separamos os 5 principais gatilhos mentais para você ficar atento.
1 – Gatilho mental: autoridade
Pasta de dente é…?
Se você respondeu Colgate ou Sensodyne, tem grandes chances de você ter sido influenciado pelo gatilho mental da autoridade.
Este gatilho mental mostra que você pode confiar na opinião dessa marca, contando com a influência de alguma imagem relevante do segmento para gerar confiabilidade.
A Colgate é uma das marcas de pasta de dente que mais faz uso desse gatilho, sempre reforçando que os “dentistas recomendam”. Parece bobo, mas essa informação fica armazenada no nosso subconsciente.
2 – Gatilho mental: escassez
O gatilho mental da escassez é o terror de qualquer pessoa ansiosa. Como o próprio nome já diz, ele coloca uma pressão ainda maior na sua escolha, reforçando que se você não tomar a atitude de comprar o produto ou serviço naquele exato momento, você não terá mais esta oportunidade.
Aplicativos como a Shein fazem muito uso desse gatilho mental, sempre apresentando informações como “restam apenas cinco peças”.
Você pode ser contra o consumismo em massa, mas se você tem o desejo de adquirir certo produto, com certeza vai ficar mais motivado a efetuar o pagamento.
3 – Gatilho mental: prova social
Sabe aquele “efeito manada” que uma tendência de moda instagramável acaba causando? É efeito do gatilho mental da prova social.
Para o nosso cérebro, este é um dos gatilhos mais fácil de ser acionado, já que é só considerar a opinião da maioria para decidir o que fazer.
Este é o gatilho mental “Maria vai com as outras”, digamos assim. Claro, este gatilho não é só ligado ao lado mais superficial e raso, é também associado a exemplos como “mais de 60 mil alunos se formaram na escola X” ou “todos os dentistas tem escolhido a marca Y”, por exemplo.
4 – Gatilho mental: reciprocidade
O gatilho mental da reciprocidade é fácil de ser identificado no nosso dia a dia, sem que haja a necessidade de um esforço tremendo para encontrá-lo: sabe quando uma pessoa é gentil e você acaba tendo uma inclinação ainda maior para atender a um pedido dela? Então…
O gatilho mental da reciprocidade é acionado pelo sentimento de necessidade, fazendo com que você sinta a necessidade de retribuir de alguma forma uma atitude legal de alguém.
Receber cupons grátis ou promoções exclusivas são grandes exemplos de como este gatilho mental funciona na prática.
5 – Gatilho mental: evitar a dor
De forma geral, o ser humano foge da dor como o Cascão foge da água, valorizando as sensações de prazer e buscando ações que sejam meramente satisfatórias no dia a dia.
Justamente por isso é tão complicado começar a fazer dieta ou entrar para a academia, já que nosso cérebro fica constantemente nos convencendo de que é melhor deixar para lá.
Quando o quesito é publicidade, geralmente a comunicação das campanhas está associada ao que é mais vantajoso para você: “compre o produto Z e economize até R$ 100,00 no fim do mês”.
Atualmente, você encontra diversos materiais confiáveis na internet para estudar sobre gatilhos mentais. É só dar um Google que você acha!
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Sabe aquelas perguntas que simplesmente surgem na cabeça, mas que você nunca parou realmente para pesquisar a resposta? Chegou a hora de você solucioná-las!
Neste conteúdo você irá descobrir 10curiosidades sobre a voz humana. Continue a leitura para saber mais.
Listamos abaixo as 10 principais curiosidades sobre a voz humana. Confira!
1 – Cada voz é única
Não importa quanto você treine ou faça aulas de canto, você jamais conseguirá reproduzir a exata voz de outra pessoa. Isso acontece porque a voz varia entre 50 e 3.400 Hz, sendo diversificada conforme as pregas vocais, os lábios, a língua e diversas outras partes do corpo.
Outro ponto importante é que, assim como não conseguimos reproduzir a voz de alguém, não existem gravações que sejam 100% fiéis ao som gravado originalmente.
2 – Qualquer um pode cantar
Claro, existem pessoas com um talento natural ao dominar sua voz, mas isso não limita o aprendizado de quem não tem o dom bruto do canto. Como qualquer instrumento, com treino e dedicação é possível, sim, que você aprenda a dominar sua a voz e cantar de maneira afinada.
Se você perceber, cantores vão evoluindo o seu nível de canto, alcança técnicas mais elaboradas e controlando melhor a sua respiração gradativamente o. Isso tudo é resultado de estudo e prática.
Essa curiosidade, provavelmente, você pensou ser uma exclusividade sua, né?
Mas, de forma geral, a maioria das pessoas realmente odeia o som da própria voz. Isso acontece porque a voz ressoa e vibra dentro de toda a nossa cabeça quando falamos, ou seja, nós não a ouvimos como ela realmente é.
É justamente por isso que quando gravamos um áudio no WhatsApp e o ouvimos, percebemos que nossa voz está mais aguda e alta que o que pensamos ter ouvido ao falar.
4 – Dá de perceber a atração pela voz
Você não leu errado, a sua voz entrega quando você está gostando de alguém!
Geralmente quando existe algum sentimento de afinidade entre as pessoas, a voz adquire uma personalidade diferenciada. Tanto para homens quanto para mulheres, o maior indicador de atração está na tonalidade da voz: já que uma pessoa apaixonada tende a falar em tom mais baixo.
5 – Voz grave realmente é mais sedutora
Quem é que nunca viu um filme de romance onde o galã força a voz para deixá-la mais grave? Ou nunca se sentiu levemente interessado por uma pessoa que tinha naturalmente esta característica vocal?
Não tem um significado místico ou algo assim, a realidade é que pessoas com voz grave tendem a serem associadas a sentimentos de competência, força física e integridade.
6 – A mudança de voz tem a ver com a laringe
Sabe quando os adolescentes começam a mudar de voz? Isso acontece porque, antes da puberdade, a laringe dos meninos é menor e as cordas vocais são pequenas e finas. Após a puberdade, a laringe cresce e, conseguintemente, as cordas vocais crescem e engrossam, o que faz a voz ficar mais grossa.
Uma mudança bem mais evidente nos meninos que nas meninas. É justamente devido a esta mudança drástica e rápida que alguns meninos têm o famoso “desafinar” da voz ao falar.
7 – Cigarro altera a voz
O cigarro causa diversos problemas na vida de uma pessoa, como o câncer de garganta e dos pulmões, mas isso não é novidade para ninguém.
O que vale a pena ser mencionado é que pessoas que fumam com grande frequência tendem a ter voz mais grossa e rouca devido à inflamação nas cordas vocais.
Ao tragar o cigarro, todas as suas substâncias vão direto para a nossa garganta e, consequentemente, para nossas cordas vocais.
Justamente por isso, a inflamação causada pelo cigarro gera uma espécie de edema (ou acúmulo de muco) que transforma a voz aos poucos. Esta mudança é mais fácil de perceber principalmente nas mulheres, já que possuem cordas vocais mais finas.
8 – Falar na frente do ventilador distribuí a voz em várias direções
Quem nunca falou na frente do ventilador que atire a primeira pedra! Já parou para perceber que quando fazemos isso nossa voz adquire um tom mais “mecanizada” e ao estilo Darth Vader?
Isso acontece porque o ventilador corta as ondas sonoras criadas pela vibração das cordas vocais.
OBS: A gente sabe que você está pensando em ligar o ventilador só para testar…
Sabe aquela frase “pelo tom, já sei que está bravo”? Isso acontece porque, como qualquer outra reação metabólica do nosso corpo, ao sermos atingidos por emoções, acabamos sofrendo alterações significativas no nosso corpo físico, como é o caso das cordas vocais.
10 – Disfonia pode ser causada por postura corporal
Parece besteira, mas é 100% verdade! Falta de postura ou acidentes que afetam a forma óssea, podem, sim, causar disfonia vocal. Isso acontece porque a projeção da voz se deve a um conjunto de várias partes do corpo.
Quando você desalinha algum destes órgãos principais para a emissão da voz, alterações importantes podem acontecer.
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