Categoria: Tecnologia

Roda

Roda-gigante: história e curiosidades sobre as maiores do mundo

Maior roda-gigante da América Latina recebeu o acabamento fornecido pelas tintas WEG.

Quando George W. Ferris, um engenheiro civil americano, construiu a primeira roda-gigante do mundo para a exposição World’s Columbian, em Chicago no ano de 1893, começou uma tendência. 

Para se ter uma ideia, a primeira roda-gigante criada pesava 2000 toneladas e podia levar 2.160 pessoas por vez. A roda de Ferris foi a maior atração da exposição, possuía 80 metros de altura e era impulsionada por dois motores a vapor de 1000 HP. Com 36 cabines, cada uma do tamanho de um ônibus escolar, levava 20 minutos para dar duas voltas – a primeira fazendo seis paradas, para permitir que os passageiros entrassem e saíssem, e a segunda, uma volta completa e sem paradas.

De lá para cá as rodas-gigantes tomaram parques de diversões, eventos e pontos turísticos de cidades pelo mundo todo.

 

Maior roda-gigante da América Latina recebe proteção máxima com tintas WEG

Recentemente, no dia 06 de dezembro de 2019, foi inaugurada no Rio de Janeiro a roda-gigante Rio Star, o novo cartão-postal da Cidade Maravilhosa é considerada a maior roda-gigante da América Latina, com 88 metros de altura e a expectativa de atrair mais de 1 milhão de visitantes por ano. Com 54 gôndolas e a capacidade de acomodar 432 pessoas, leva cerca de 20 minutos para completar a volta.

A estrutura de toda a roda-gigante Rio Star, montada pela empresa JLCMT, veio da China com um revestimento rico em zinco e recebeu em sua montagem final o acabamento fornecido pelas tintas WEG. Veja no vídeo:

 

E a maior do mundo, qual é?

Um dos maiores objetos em terra feito pelo homem está localizado em Dubai, nos Emirados Árabes, a cidade riquíssima em atrações turísticas nos mostra que os árabes realmente não brincam em serviço. A Ain Dubai deve ser inaugurada ainda em 2020, tornando-se a maior roda-gigante do mundo. Com 210 metros de altura e 250 metros de diâmetro, a estrutura possui 48 cabines e capacidade para 1.440 pessoas.

c5cfe704b092cc05_ain_dubai

Ain Dubai

 

Curiosidades:

  • Se forem unidos de ponta a ponta, os fios de cabo utilizados dentro dos raios somam 2.400 km. Essa é a mesma distância de Dubai ao Cairo;
  • Foram usados 25% a mais de aço na construção da Ain Dubai do que o ferro usado na Torre Eiffel;
  • Foram usados 9.000 toneladas de aço na construção;
  • O peso da roda é equivalente a 16 Airbus A380s.

 

O posto de segundo lugar fica para a New York Wheel, com 191 metros e capacidade para 1.440 passageiros por passeio. Também nos Estados Unidos, o posto de terceiro lugar pertence a High Roller, que fica em Las Vegas, Nevada, com seus 168 metros de altura, 28 cabines e espaço para 40 pessoas no total — 1.000 a menos que as anteriores. 

 

E aí, você teria coragem de encarar as maiores rodas-gigantes do mundo? Que tal começar pela Rio Star? ;)

Robôs

Robôs serão colegas dos seres humanos, não rivais

Segundo um estudo do MIT, robôs serão colegas dos humanos, e não rivais.

Ao pensar no futuro do trabalho, a automação, inteligência artificial e robótica são assuntos corriqueiros, já que muitas pessoas acreditam que seu trabalho poderá ser substituído pela tecnologia. 

Segundo um estudo do MIT, robôs serão colegas dos humanos, e não rivais. A pesquisa aponta que o futuro do trabalho está na colaboração entre seres humanos e máquinas — os robôs vão executar muitas tarefas hoje desempenhadas por humanos, mas também vão criar novos tipos de empregos.

O estudo apresenta algumas razões para acreditar que os robôs não vão roubar nossos empregos. Por exemplo, mesmo em situações que a tecnologia pode executar os serviços, não é proveitoso para a empresa demitir os funcionários e formar equipes 100% robóticas. A prova disso aconteceu no século 20, quando os robôs começaram a ser inseridos na indústria e a demissão em massa dos trabalhadores causou um forte impacto financeiro para as fábricas.

Outro argumento é que os humanos são a parte “viva” de uma empresa. É a parte que traz inovações para os negócios. A inteligência artificial é incapaz de tomar decisões complexas ou decidir o melhor rumo em disputas comerciais, por exemplo. Na visão de alguns participantes do estudo, a introdução de novas tecnologias gera o crescimento do negócio, gerando mais empregos, não menos, afirmam também que os robôs não substituem os humanos, mas os completam.


robôs

Segundo estudo do MIT, não é proveitoso demitir os funcionários e formar equipes 100% robóticas

Acredita-se que no futuro os robôs vão dominar os setores de estocagem, transporte, limpeza; além de tarefas físicas que exigem colheita, inclinação ou agachamento. Eles vão fazer tudo o que chamamos de os 5 ‘Ds’: dirty, dangerous, difficult, dull and distant (sujo, difícil, perigoso, maçante e distante). O uso eficiente da tecnologia otimiza as funções do trabalhador, que pode então usar todo o seu potencial e se tornar mais produtivo. Muitos sistemas robóticos são eficazes, mas não funcionam sem o trabalho dos funcionários no comando.

 

WEG Automação

É provável que a automação se torne decisiva para o crescimento das corporações. Sabendo disso, a WEG oferece soluções para a indústria 4.0, unindo tecnologia, processos e pessoas de uma forma única.

pt-industry-40WEG oferece soluções para indústria inteligente

Essa integração entre máquinas, capazes de tomar decisões descentralizadas e cooperar entre elas e com humanos, é possível graças a ferramentas como big data, computação na nuvem e Internet das Coisas – Internet of Things (IoT). Esta última, combinada com sistemas automatizados, permite conectar a internet com objetos, para muito além de smartphones, tablets e computadores. Com soluções como essa, a indústria ganha em eficiência, resultado da economia de recursos, aumento de produtividade e redução do tempo de inatividade.

Graças ao trabalho vital dos seres humanos, é possível combinar pessoas, empresas, softwares e produtos inteligentes. Conheça mais sobre as soluções de automação e indústria 4.0 oferecidas pela WEG em: https://www.weg.net/institutional/BR/pt/solutions/industry-40 

Pisca-pisca

Como funciona um pisca-pisca, o que faz ele piscar?

Existem dois tipos principais: os pisca-piscas com ligação em série e os com ligação em paralelo. Vamos conhecer?

O pisca-pisca é um item que se tornou indispensável na decoração de Natal, suas luzes e efeitos colorem e iluminam as cidades durante todo o final de ano. Com a produção em larga escala e o desenvolvimento da tecnologia, elas se tornaram populares e mais baratas, resultando em uma invasão de pisca-piscas. Mas o que vamos falar hoje é sobre o seu funcionamento: como todas as luzes acendem? Como elas piscam? O segredo é relativamente simples e existem dois tipos principais: os pisca-piscas com ligação em série e os com ligação em paralelo. Vamos conhecer?

 

Pisca-pisca com funcionamento sem série

Neste tipo de pisca-pisca as lâmpadas são ligadas a fonte de energia uma após a outra, dessa forma a corrente elétrica sai de um dos pólos, vai passando por todas as lâmpadas e entra no outro pólo, tendo um único caminho a seguir. Nesse caso a corrente passa com a mesma intensidade por todas as lâmpadas, uma vez que há um fluxo contínuo de elétrons através de todos os elementos do circuito, fazendo com que o brilho tenha a mesma força e todas as luzinhas funcionem juntas — estando todas acesas ou todas apagadas. O segredo para fazer as lâmpadas piscarem é um sistema interruptor que abre e fecha o circuito, ele permite e também interrompe a passagem da corrente.

E se uma das lâmpadas queima? Bem, nesse tipo de circuito todas as outras lâmpadas também se apagam, uma vez que todo o circuito é interrompido. Aliás, quando isso acontece, se não for possível identificar a lâmpada queimada visualmente, é necessário testar uma a uma, trocando a lâmpada atual por outra seguramente em funcionamento, até descobrir qual “pifou”.

luzes

Nos pisca-piscas com funcionamento em série, se uma lâmpadas queima, todas as outras também se apagam

 

Pisca-pisca com funcionamento em paralelo

Esse tipo de pisca-pisca apresenta uma vantagem imediata, nele, as lâmpadas estão ligadas separadamente a fonte. Dessa maneira, se uma das luzes queima, as outras continuam ligadas, submetidas à mesma tensão, e portanto funcionando. Um simples interruptor controla o piscar do circuito como um todo, mas é possível chavear cada uma das lâmpadas, que pode ligar ou desligar independente das outras.

Para esse controle separado das lâmpadas é necessário um circuito eletrônico, geralmente baseado em um chip capaz de controlar a passagem da corrente por diversos canais, fazendo a alternância entre o sistema ligado e desligado. O chip controla qual canal terá energia elétrica e, portanto, qual cor de lâmpada será acesa num dado momento. Por exemplo, imaginemos um chip que controla 3 canais de energia e que cada um é ligado a uma cor de lâmpadas, azul, vermelha e amarela, o chip libera a passagem de energia em cada canal em separado de forma que as 3 cores acendem de maneira independente umas das outras. O controle vai além da simples alternância de cores, o tempo que cada uma fica acesa, a frequência, sequência e forma de pisque também podem ser alterados. Além disso, um chip com mais canais pode ser utilizado para controlar cada uma das lâmpadas separadamente.

pisca-pisca-colorido

Nos pisca-piscas com funcionamento em paralelo, se uma lâmpadas queima, as outras continuam funcionando

 

Você já tinha parado para pensar  no funcionamento das belíssimas luzes natalinas? Agora que você já conhece os dois principais tipos de pisca-piscas e como eles funcionam, que tal ler este artigo sobre como economizar energia e evitar acidentes com as luzes de Natal? Aproveite! Boas festas!

Aprenda

#AprendaNasFérias — Ciência e Tecnologia para as crianças

Listamos alguns livros e canais para que as crianças entrem num mundo mágico, aprendam e também se divirtam!

Durante o processo de ensino, a alfabetização é marcada pelas descobertas onde, muitas vezes, o lúdico se faz presente. Neste cenário, podemos encontrar livros, desenhos, canais no YouTube e até jogos digitais que podem alavancar a aprendizagem e estimular a curiosidade das crianças sobre determinados assuntos.

Pensando no período de férias, listamos alguns livros e canais para que as crianças entrem num mundo mágico, aprendam e também se divirtam!

Livro: 30 Conceitos Essenciais Para Crianças: Ciência

livro1

Uma divertida introdução ao universo da ciência, esse livro explora 30 descobertas e teorias fundamentais do pensamento científico. A obra aborda seis períodos – Grécia Antiga; A Revolução Científica; Era da Razão; Indústria Moderna; Ciência Moderna; Ciência Atual –, introduzidos por um glossário. Apresentados de forma clara e o objetiva, os textos são acompanhados de ilustrações que facilitam a compreensão. A obra aborda temas como a velocidade do som, a modificação genética, a teoria da relatividade, o “big bang” e muitos outros. O pequeno cientista poderá fazer experimentos interessantes, como combinar os elementos químicos da tabela periódica, construir um eletroímã, descobrir o centro de gravidade, ou extrair seu próprio DNA.

 

Livro: Isaac Newton e sua maçã

livro2

Isaac Newton viveu há trezentos anos e vai ser famoso até o fim dos tempos. Mas por quê? Muitos sabem que um dia ele se sentou à sombra de uma macieira e uma maçã caiu na sua cabeça, o que o levou a descobrir a lei da gravidade. Só que a história é mais comprida e muito, mas muito mais interessante. Poucos sabem, por exemplo, que Isaac foi o último da classe. Logo nas primeiras páginas, o autor relaciona algumas coisas que contará sobre o grande sábio: Por que ele enfiava coisas embaixo do globo ocular e quase ficou cego; como ele conseguiu decompor a luz; como ele inventou todo um novo sistema matemático; por que ele sempre queria guardar para si suas brilhantes descobertas; por que quase todo mundo o odiava; por que newtons demais matariam você; de quem era o nariz que ele esfregou na parede de uma igreja, e como ele conseguiu, acima de tudo, ser tão inteligente. 

 

Livro: Ciência para crianças: uma viagem alucinante!

LIVRO3

Um livro divertido que interage constantemente com o leitor e o envolve nas maravilhas da ciência. O principal objetivo é aproximar as crianças do conhecimento científico em uma viagem pela ciência e pela tecnologia. Trata-se de uma excursão pelo tempo, da atualidade até a antiguidade, por diferentes cantos da terra e pela imensidão do universo. Com este livro, as crianças vão conhecer muitas descobertas científicas que mudaram o rumo da história e também o contrário, os acontecimentos históricos que favoreceram descobrimentos e invenções.

 

Livro: Brevíssima história de quase tudo

livro4

Você sabia que cada átomo de seu corpo provavelmente fez parte de milhões de organismos, e de várias estrelas, antes de vir a ser você? Que uma pessoa de tamanho médio contém energia comparável à força de várias bombas de hidrogênio? Entre esses “comos” e “quens” das descobertas científicas, em Brevíssima história de quase tudo as crianças conhecem cientistas bizarros, teorias malucas que vigoraram por muito tempo e descobertas acidentais que mudaram os rumos da ciência. Grande contador de histórias, Bill Bryson um dia se deu conta de que conhecia muito pouco o planeta em que vivia. Essa constatação foi o empurrão necessário para que ele reunisse todas as suas perguntas sobre ciência e saísse em busca de respostas. Durante três anos, leu centenas de livros e revistas e entrevistou especialistas das mais diversas áreas. O resultado desse esforço para entender – e explicar – tudo sobre o mundo apareceu primeiro em Breve história de quase tudo, e agora ressurge adaptado para o público infantojuvenil. Ao contrário do texto didático tradicional, a prosa de Bill Bryson descarta a linguagem difícil, mas não abre mão da abordagem detalhada de cada tema. A preocupação do autor está em entender como os cientistas realizam suas descobertas e explicar para o leitor comum não só os mistérios da ciência mas também como, contra todas as possibilidades, a vida conseguiu prosperar nesse planeta maravilhoso que chamamos lar.

 

Livro: O guia dos curiosos

livro5

O livro traz curiosidades sobre o Universo, o reino animal, a literatura, as religiões, os esportes e muito mais. A diversidade de temas abordados o tornam um eficiente material de consulta, seja qual for o assunto. Em dez anos de vida, o grande almanaque de informações úteis e inúteis ficou 16 semanas em primeiro lugar na lista dos mais vendidos e foi o livro de não-ficção mais vendido em 1995. Vendeu cerca de 189.000 exemplares.

 

Canal: O show da Luna 

O Show da Luna é uma série brasileira sobre Luna, uma menina de 6 anos totalmente apaixonada por ciências! Para Luna, o planeta Terra é um laboratório gigante. O que a maioria de nós poderia ignorar, Luna observa e não sossega enquanto não descobrir “O que está acontecendo aqui?”

 

Canal: Manual do Mundo

O canal do Manual do Mundo é o lugar para aprender de tudo: experiências, curiosidades científicas, dicas de sobrevivência, o que tem dentro das coisas, explicações impossíveis, viagens imperdíveis e muito mais! 

 

Canal: Minuto da Terra

Mais um canal de ciência para os pequenos! O Minuto da Terra ensina ciência e explica curiosidades, fenômenos e características da Terra para as crianças com animações. O conteúdo é rápido e didático.

 

Jogo online: Ludo Primeiros Passos 

ludo

Desenvolvido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia, do CNPq e o Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos, da Fapesp, o jogo online permite recursos interativos que auxiliam as crianças em diferentes níveis de alfabetização. O jogo busca associar sons a imagens e conforme o jogador acerta, aumenta o grau de dificuldade, completando sílabas ou palavras.

Viu só?! Esses são só alguns entre muitos materiais incríveis para ajudar no desenvolvimento da aprendizagem infantil e infantojuvenil! Escolha oferecer aos pequenos conteúdos interessantes e ajude a criar novos cientistas por aí. Boas férias! ;)

Energia-blog

Os benefícios da energia solar

Um dos principais benefícios da energia solar fotovoltaica é a economia, mas escolher esta energia limpa traz muitas outras vantagens.

Se você acompanha nosso blog, já sabe que é possível gerar energia através da luz do sol, certo? Sem dúvidas, um dos principais benefícios da energia solar fotovoltaica é a economia, mas escolher esta energia limpa traz um conjunto de benefícios, sejam eles sustentáveis ou econômicos, para o consumidor e também o resto da população.

Basicamente, a energia solar fotovoltaica é produzida por painéis instalados nos telhados das construções. Esses painéis absorvem a luz proveniente do sol e a transformam em energia elétrica que é diretamente utilizada nas residências. Neste artigo explicamos com mais detalhes sobre seu funcionamento.

Vamos agora aos principais benefícios da energia solar!

 

  1. Compromisso com o meio ambiente

A energia solar é considerada limpa (em oposição aos combustíveis fósseis) porque não produz resíduos poluentes e gases de efeito estufa. Ela é sustentável porque é gerada por um processo natural que se repõe constantemente, necessitando apenas da emissão de raios solares para existir.

Além disso, a instalação de sistemas fotovoltaicos não impacta negativamente a natureza — diferente das hidrelétricas, por exemplo, que precisam inundar áreas quilométricas, destruindo o ecossistema de um lugar.

Em resumo, os benefícios para o meio ambiente são:

  • Capacidade de renovação;
  • Redução das emissões de gases de efeito estufa;
  • Energia limpa, renovável e sustentável;
  • Baixo impacto ambiental;
  • Não faz barulho;
  • Energia inesgotável;
  • Manutenção mínima;
  • Ocupa pouco espaço.

 

  1. Economia

Imagina reduzir até 98% o valor da conta de luz, todos os meses? É possível com a energia solar fotovoltaica. Também é importante frisar que o sistema instalado de forma adequada tem vida útil de 25 anos, os custos que envolvem o sistema são a limpeza periódica dos painéis e a taxa obrigatória da concessionária. Ainda assim, o usuário possui uma economia considerável em seu orçamento.

Mesmo variando de acordo com o consumo, o retorno sobre o investimento costuma ser obtido em um prazo médio de seis anos. Se levarmos em consideração que o equipamento tem uma durabilidade de 25 anos, são 19 anos para produzir energia solar com todo seu investimento já pago.

 

  1. Manutenção mínima

Compostos por apenas dois principais elementos — painéis solares e inversores —, os sistemas de energia solar apresentam pouco trabalho em relação à manutenção. Depois de instalados, a manutenção preventiva dos sistemas fotovoltaicos se resume na limpeza periódica dos painéis solares, variando de a cada dois a três anos, dependendo do clima da região. 

 

  1. Energia compartilhada

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou, em 2015, a geração compartilhada de energia elétrica. Na prática, isso quer dizer que dois ou mais consumidores podem se unir para dividir os custos e a energia gerada por um único sistema.

Assim, imagine que você tem interesse em instalar um sistema fotovoltaico, mas em sua residência não há espaço suficiente. Dessa forma, é possível formar um consórcio com vizinhos para a instalação de um sistema onde a produção de energia solar estará centralizada em apenas um local, mas fornecerá eletricidade para as casas de todos os membros.

 

  1. Valorização do imóvel

Ao investir em energia solar, seja um imóvel comercial ou residencial, você aumentará o valor de mercado dele. Isso, porque o imóvel será mais eficiente em termos energéticos e sustentáveis e o próximo comprador não precisará passar pelo processo de busca e adequação da energia solar.

Um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, financiado pelo Departamento de Energia dos EUA, demonstra que os imóveis que possuem sistema solar fotovoltaico têm valorização de 3% a 6%.

 

  1. Energia finita

Já que a fonte da geração de energia fotovoltaica é o sol, podemos afirmar que essa alternativa nunca acabará. Mesmo que alguns dias o sol apareça com menos força, ele sempre será a estrela central do nosso sistema.

 

  1. Criação de empregos

A expansão do mercado de energia solar no Brasil, tanto nas instalações como nos projetos de geração de energia, tem demandado um número cada vez maior de profissionais capacitados para atuar nas diversas frentes do negócio, seja na comercialização, projeto ou instalação. Uma oportunidade para milhares de brasileiros que sofrem com a falta de emprego e buscam no setor uma recolocação no mercado.

energia-solar-emprego

Instalação dos painéis solares

O maior obstáculo para a implantação de um projeto de energia fotovoltaica ainda é o investimento relativamente alto no Brasil. Logo, apesar de hoje em dia existirem vários facilitadores para a aquisição desse tipo de sistema, a energia solar faz parte de um pequeno grupo de consumidores.

Mas, como mostramos neste artigo, a energia solar implica diversos benefícios para o usuário e também para o meio ambiente, impactando a vida de todos a nossa volta. Você economiza dinheiro, seu imóvel valoriza e o ecossistema é preservado. Quanto mais energia limpa, melhor! =)

Motor-homopolar

Motor elétrico homopolar: o mais simples do mundo

O motor homopolar tem um funcionamento muito simples, é fácil de construir e uma ótima opção para comprovar os princípios do eletromagnetismo.

Para falar sobre o motor elétrico homopolar e aprender como fazer um em casa, precisamos voltar no tempo e lembrar de alguns detalhes da história do motor elétrico. Vamos lá?

Os fenômenos relacionados à eletricidade e ao magnetismo eram observados e estudados desde muito tempo, na Grécia Antiga. Os primeiros registros datam do séculos 6 a.C por Tales de Mileto. Mas foi somente a partir do século XVI que novas pesquisas foram desenvolvidas nessa área, porém, sem que ninguém conseguisse estabelecer uma ligação entre os fenômenos elétricos e magnéticos.

Com as experiências realizadas pelo professor dinamarquês Christian Oersted, já no começo do século XIX, esse panorama começou a mudar. Durante uma de suas aulas, o pesquisador demonstrava aos seus alunos como se dava o aquecimento de um fio condutor durante a passagem de uma corrente elétrica. Ao lado do seu experimento, havia uma bússola. Quando o professor liberou a passagem da corrente elétrica pelo fio, reparou que a agulha da bússola desviou-se de sua posição natural.

Por se tratar de um ímã alinhado ao campo magnético da Terra, a mudança na posição da agulha só poderia ocorrer com a presença de outro campo mais intenso. Assim, mais tarde, Oersted verificou que o movimento da agulha dependia da posição da bússola em relação ao fio pelo qual passava a corrente elétrica. Essas observações representaram um grande avanço científico, ajudando o professor a demonstrar que a corrente elétrica em um condutor está diretamente relacionada a um campo magnético que se cria ao seu redor, fazendo com que o condutor funcione como um ímã.

Anos mais tarde, o cientista inglês Michael Faraday trabalhava em pesquisas que consideravam a possibilidade de gerar eletricidade a partir de campos magnéticos, ou seja, o oposto ao experimento realizado por Oersted. O pesquisador descobriu então que uma corrente elétrica era gerada no momento que se posicionava um ímã no interior de uma bobina feita com fios condutores.

Michael Faraday, British physicist

Michael Faraday (1791-1867)

Foi assim que Faraday provou que a variação de um campo magnético é capaz de criar uma corrente elétrica em um fio condutor, mesmo sem estar conectado a nenhuma fonte de energia. Ele deduziu que se houvesse um movimento da bobina em relação ao ímã, seria possível obter uma corrente elétrica contínua, efeito que ficou conhecido como indução eletromagnética. Esse é o princípio básico do funcionamento de geradores e motores elétricos até hoje.

As descobertas de Oersted e Faraday tiveram grande impacto nos avanços tecnológicos desde então. Os princípios do eletromagnetismo são a base de grande parte da tecnologia mecânica e eletroeletrônica que conhecemos, de secadores de cabelos até os sistemas de telecomunicações.

 

Motor Elétrico Homopolar

Para realizar seus estudos e comprovar os resultados, Faraday construiu um dispositivo com o objetivo de mostrar o efeito magnético circular ao redor de um fio condutor, a que ele chamava de rotação eletromagnética. Esse aparelho ficou conhecido como Motor de Faraday e foi o primeiro motor elétrico construído.

Esse dispositivo criado por Faraday também é conhecido como motor homopolar. Essa denominação se dá pois não há nenhuma alteração na polaridade dos seus componentes durante seu funcionamento. Ao se fechar o circuito, o campo magnético do ímã exerce uma força sobre as cargas elétricas do material condutor, gerando uma corrente elétrica. Esse é o princípio do funcionamento dos motores elétricos.

 

Construindo um motor homopolar

O motor homopolar proposto por Faraday tem um funcionamento muito simples, é fácil de construir e uma ótima opção para comprovar os princípios do eletromagnetismo, mesmo tendo pouca utilidade na prática hoje em dia.

Pensando nisso, trouxemos um vídeo que mostra a construção de um motor elétrico homopolar, que você pode fazer em casa, na escola ou universidade.

Eis o motor mais simples do mundo em pleno funcionamento!

Biomassa

Energia renovável: como é produzida a energia a partir da biomassa

Biomassa é toda matéria orgânica, de origem vegetal ou animal, utilizada na produção de energia.

Biomassa é toda matéria orgânica, de origem vegetal ou animal, utilizada na produção de energia, como plantas, lenha, bagaço de cana-de-açúcar, resíduos agrícolas, restos de alimentos, excrementos e até do lixo. Para definir a biomassa no contexto da geração de energia, não são contabilizados os tradicionais combustíveis fósseis, apesar de serem também derivados do ramo vegetal e mineral (são exemplos disso o carvão mineral, do ramo vegetal, e o petróleo e gás natural, do ramo mineral), e é por isso que pode ser considerada um recurso natural renovável.

O Brasil possui situação privilegiada para produção de biomassa em larga escala, pois existem extensas áreas cultiváveis e condições climáticas favoráveis ao longo do ano. Cerca de 9% da energia elétrica produzida no país é gerada a partir de biomassa. Você já sabe como a WEG está gerando energia a partir de resíduos sólidos urbanos?

Vantagens e desvantagens da Biomassa

Por meio da intervenção humana adequada, a biomassa é uma alternativa viável para substituir os combustíveis fósseis e poluentes, como o petróleo e o carvão, por exemplo. Além disso, a biomassa é comumente utilizada em usinas termelétricas para gerar eletricidade, tem baixo custo de aquisição, as emissões não contribuem para o efeito estufa, é menos agressiva ao meio ambiente, diminuindo assim o risco ambiental.

Resumidamente, suas vantagens incluem: alternativa de energia renovável; baixo custo; baixa emissão de gases poluentes; produzida a partir de uma grande variedade de materiais.

Porém a produção de biomassa também por comprometer a conservação das florestas e originar novas áreas desmatadas. Existe ainda a dificuldade logística de armazenar os seus resíduos sólidos.

Dentre as principais desvantagens, estão: eficiência reduzida; biocombustíveis líquidos podem emitir enxofre e contribuir com o fenômeno da chuva ácida; pode resultar em impactos ambientais em florestas; elevado custo financeiros de equipamentos; a queima da biomassa é relacionada com aumento de casos de doenças respiratórias; dificuldade de armazenar a biomassa sólida.

 

Fontes de Biomassa

As fontes de biomassa podem ser classificadas como: vegetais lenhosos (madeiras), vegetais não lenhosos (sacarídeos, celulósicos, amiláceos e aquáticos), resíduos orgânicos (agrícolas, industriais, urbanos) e biofluidos (óleos vegetais).

Entre os principais produtos agrícolas usados como fonte energética alternativa geradora da biomassa encontra-se a cana de açúcar, que é aproveitada para a produção de álcool.

O bagaço da cana de açúcar, a casca do arroz, da castanha e do coco também são utilizados para gerar energia para as caldeiras. No Brasil, o bagaço da cana de açúcar é o principal recurso potencial para geração de energia elétrica.

A mandioca, os amidos, os óleos vegetais (dendê, babaçu, mamona etc.) e a celulose, entre vários outros materiais, podem ser utilizados para a produção de combustíveis para os motores.

Os dejetos urbanos, industriais e agropecuários são matérias orgânicas que podem ser transformadas em biogás, usado na produção de energia nas residências, na indústria, nos motores, com alto poder calorífico, semelhante ao gás natural. A queima da madeira ainda é bastante usada na indústria, para geração de energia. 

 

Como a biomassa é utilizada e transformada em energia utilizável?

A biomassa é utilizada diretamente como combustível ou através da produção de energia a partir de processos de pirólise, gasificação, combustão ou co-combustão de material orgânico que se encontra presente num ecossistema. É graças a essas tecnologias de conversão que é possível obter diversas variedades de biocombustíveis como o etanol, o metanol, o biodiesel e o biogás. Conheça os principais processos de conversão da biomassa:

Pirólise: através dessa técnica, a biomassa é exposta a altas temperaturas sem a presença de oxigênio, acelerando a decomposição da mesma. O que sobra da decomposição é uma mistura de gases, líquidos (óleos vegetais) e sólidos (carvão vegetal).

Gasificação: assim como na pirólise, nesse processo a biomassa também é acalorada na ausência do oxigênio, originando como produto final um gás inflamável. Esse gás ainda pode ser filtrado, visando remover componentes químicos residuais. A diferença básica em relação à pirólise é o fato de a gaseificação exigir menor temperatura e resultar apenas em gás.

Combustão: a queima da biomassa é realizada em alta temperatura na presença abundante de oxigênio, produzindo vapor a alta pressão. Esse vapor geralmente é usado em caldeiras ou para mover turbinas. É uma das formas mais comuns hoje em dia e sua eficiência energética situa-se na faixa de 20 a 25%.

Co-combustão: esse processo propõe a substituição de parte do carvão mineral, utilizado em urnas termelétricas, por biomassa. Assim, é reduzida significativamente a emissão de poluentes. A faixa de desempenho da biomassa encontra-se entre 30 e 37%, por isso é uma escolha bem atrativa e econômica atualmente.

energia-da-biomassa-como-funciona

Energia da Biomassa – Esquema de funcionamento

Por ser uma fonte de energia muito ampla e de baixa eficiência, utilizada, principalmente, em países pouco desenvolvidos, existem poucos dados referentes à representatividade dessa fonte de energia para a matriz energética mundial. No entanto, segundo relatório da ANEEL, cerca de 14% da energia consumida no mundo é proveniente da biomassa. Falando nisso, você conhece a matriz energética brasileira? Leia aqui! ;)

Lixo

WEG lança solução para a geração de energia elétrica a partir do lixo

Um novo jeito de produzir energia e colaborar com o planeta!

Já imaginou como a WEG, uma empresa presente no mundo todo, poderia trabalhar para a diminuição do consumo e produção de lixo, incentivando o aproveitamento de Resíduos Sólidos Urbanos?

Gerando energia a partir do lixo!

A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece princípios, objetivos, metas e ações, tais como o  Plano Nacional de Resíduos Sólidos — elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente, com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) —, para contemplar os diversos tipos de resíduos gerados, e buscar alternativas de gestão e gerenciamento dos mesmos. Suas propostas refletem entre os diversos setores da economia colaborando com o crescimento econômico e a preservação ambiental com desenvolvimento sustentável.

No Brasil mais de três mil municípios precisam se ajustar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O Programa Lixão Zero, lançado recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente, vem sendo difundido, com ações bem sucedidas, no mundo todo. O movimento debate a diminuição do consumo e produção de lixo, o incentivo ao aproveitamento de recicláveis e orgânicos, educação ambiental, práticas sustentáveis, entre outros temas.

Buscando se adequar a estes programas, a WEG apresentou recentemente uma solução de geração de energia elétrica a partir da gaseificação de resíduos sólidos urbanos (RSU). A solução, que começará a ser comercializada na modalidade EPC (Engineering, Procurement and Construction), além de turbinas, redutores, painéis, condensadores, geradores e transformadores, prevê ainda o fornecimento de toda a engenharia, gestão de compras, integração e construção de usinas de gaseificação de resíduos sólidos.

A solução para a geração de energia elétrica a partir da gaseificação de resíduos sólidos urbanos representa uma oportunidade concreta para o atendimento da legislação brasileira, com alto impacto ambiental, econômico e social para os municípios brasileiros.

 

Como funciona?

Na tecnologia oferecida, o RSU é processado em várias etapas, transformado o gás combustível em um processo de gaseificação, totalmente livre de gases tóxicos, que ao ser queimado gera calor em uma caldeira de vapor. Este vapor pode ser utilizado no acionamento de uma turbina para produção de energia elétrica. O processo possibilita o total aproveitamento do poder calorífico dos resíduos reduzindo a geração de passivo ambiental.

usina

Usina Waste-to-Energy

Diferente do processo de incineração (mais indicado para grandes centros urbanos) e do processo de produção de biogás (utilizado em aterros ou biodigestores), o método de aproveitamento energético através da gaseificação é o mais indicado para o lixo brasileiro, rico em orgânicos, com elevado grau de umidade e com alto potencial de geração de gases. O sistema de geração aqui apresentado é ideal para cidades de pequeno e médio porte, reduzindo ou eliminando a necessidade de aterros sanitários.

“Atenderemos integralmente ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos, incluindo os requisitos de emissões de gases dentro das diretrizes exigidas, com comprovada viabilidade técnica e ambiental”, explica Eduardo de Nóbrega, Diretor Superintendente da WEG Energia. “Nossa solução também vai ao encontro do Programa Lixão Zero”, acrescenta.

A tecnologia é 100% nacional e, além de endereçar a questão ambiental, é totalmente viável do ponto de vista econômica e financeira. “O custo de operação de uma planta de gaseificação está alinhado com a realidade das cidades brasileiras. O payback de uma usina de 2,5 MW é de aproximadamente 45 meses”, enfatiza Eduardo.

Outras vantagens do processo de gaseificação são: a possibilidade do uso de todo o lixo, sem necessidade de separação, a redução do custo logístico de destinação dos resíduos, podendo-se construir plantas em locais estratégicos e a produção de gás totalmente livre de furanos e dioxinas, o que dispensa a necessidade de sistemas complexos de tratamento dos gases.

Veículos-elétricos

A história da Mobilidade Elétrica

O primeiro carro elétrico que se tem notícias foi construído por William Morrison, nos EUA, em 1891.

A história da Mobilidade Elétrica começa nos anos de 1800, quando inovadores da Hungria, Holanda e Estados Unidos trabalharam no primeiro veículo movido a bateria. O primeiro carro elétrico que se tem notícias foi construído por William Morrison, nos EUA, em 1891. Logo, em 1900 os veículos elétricos ganharam popularidade, somando 38% de todos os veículos nas ruas dos EUA, comparados a 22% movidos a gasolina. Thomas Edison e Henry Ford trabalharam juntos para construir um veículo elétrico comprável. Em 1912, o estoque global de veículos elétricos alcançou 30.000 unidades.

Em 1908, a produção em série do Ford Model T baixou o custo dos carros a gasolina, que, por sua vez, baixou em um terço do preço de um carro elétrico. Em 1912 o preço de um carro a gasolina era por volta de US$ 650, um carro elétrico ficava em torno de US$ 1750.

history-electric-car

Primeiro veículo elétrico a chegar a 100 km/h.

Mais para frente, durante a década de 1920, devido ao aumento da quantidade de postos de gasolina nos EUA, a construção de um sistema de rodagem mais desenvolvido para conectar as cidades que permitia os motoristas realizarem longas distâncias, e a descoberta doméstica de petróleo (o petróleo barato do Texas), os carros elétricos perderam valor de mercado, já que esses fatores contribuíram para que os carros a gasolina dominassem a indústria.

Com novas rodovias construídas se estendendo de oceano a oceano e de Norte a Sul, abrindo os interiores para negociantes urbanos, o automóvel se tornou um “agente de férias” para os norte-americanos. Como os carros elétricos tinham uma dirigibilidade de 30 a 40 milhas (50 a 65 km) e infraestrutura de carga limitada, eles acabavam sendo impróprios para longas viagens.

Com a expansão dos postos de gasolina em todo lugar, o combustível se tornava barato e facilmente disponível no interior do país, e apenas alguns poucos norte-americanos fora das cidades tinham acesso à eletricidade naquela época. Em 1935, os carros elétricos foram extintos com o domínio do mercado pelos carros a gasolina.

Com a precoce expansão e queda dos carros elétricos, as pesquisas e o desenvolvimento sobre os mesmos continuaram, pois já na década de 1960 era preciso pensar em meios para reduzir a poluição do ar e diminuir a dependência do petróleo no rastro da crise de 1973. 

Em 1990 foram iniciadas as exigências dos  Veículos Emissão Zero da Califórnia (VEZ), que incentivaram os fabricantes automotivos a se comprometerem com um limite anual de vendas de carros elétricos através da distribuição de créditos VEZ.

Foi apenas ao final do século que os veículos elétricos começaram a voltar ao cenário. Em 1997, o Toyota Prius se transformou no primeiro veículo elétrico híbrido produzido em série. Em 2006, o Tesla Roadster foi introduzido pela fabricante automotiva novata Tesla Motors, localizada no Vale do Silício, e o carro esporte de luxo elétrico começou a alterar as percepções do público. Em 2011, a  Nissan produziu o Leaf, comercializado como “carro de família, ecológico, líder e de preço popular”.

Em 2017, as montadoras tradicionais passaram a investir em veículos elétricos. Após uma década da aceitação inicial, espera-se que os carros elétricos virem tendência de mercado até o início da década de 2020.

Novos planos foram registrados pelo mundo todo, a Inglaterra e a França, por exemplo, anunciaram planos para banir a venda de novos carros a gasolina e a diesel até 2040, enquanto a Noruega propôs a meta ambiciosa de substituir totalmente os carros a gasolina até 2025.

  

WEG na indústria da Mobilidade Elétrica

Está no DNA da companhia acompanhar as tendências de mercado e antecipar oportunidades. Na área de mobilidade elétrica, A WEG tem uma longa tradição no fornecimento de sistemas de tração elétrica para ônibus, caminhões, trólebus, trens, navios e embarcações, além de sistemas para recarga de veículos elétricos.

Recentemente a WEG apresentou ao mercado uma parceria com a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO), para o desenvolvimento do primeiro Híbrido Volksbus e-Flex projetado no Brasil e do primeiro caminhão com tração elétrica fabricado no Brasil. Ambos são tracionados por motores elétricos e controles eletrônicos fabricado pela WEG.

volksbus-e-flex

Ônibus e-Flex da VWCO conta com tecnologia WEG

A experiência da companhia neste mercado de tração e mobilidade elétrica lhe rendeu também a oportunidade de participar do desenvolvimento da primeira aeronave com propulsão elétrica do país, junto com a Embraer. O projeto está em desenvolvimento e já tem data para decolar.

A tecnologia de powertrain da WEG, desenvolvida ao longo de anos, testada e em constante inovação, habilitou a WEG para estes grandiosos projetos de cooperação científica e tecnológica.  

Junto com grandes parceiros a Companhia está trabalhando não só para viabilizar a propulsão elétrica de veículos de transporte e aeronaves, mas também para elevar a capacidade tecnológica da WEG, e do Brasil, levando o nosso país a um patamar ainda mais competitivo, referência em tecnologia sustentável.

 

Conheça o último lançamento da WEG neste segmento

estacoes

Estações de Recarga de Veículos Elétricos: WEMOB – WEG Electric Mobility. 

Desenvolvida especialmente para atender as necessidades de potência, velocidade de recarga e segurança que um veículo elétrico precisa, a linha de Estações de Recarga da WEG – WEMOB – está disponível em três diferentes modelos: Wall, projetada para residências e condomínios e com instalação em parede, Parking, desenvolvida especialmente para uso compartilhado em estacionamentos públicos e privados, como shoppings e praças, e Station, voltada para postos de recarga rápida. As linhas estão disponíveis para recarga lenta, semirrápida e rápida, com potências de 7,4 a 150 kW.

 “Os veículos elétricos são uma tendência mundial, e ter estações de recarga adequadas para todas as necessidades será indispensável nesse novo cenário. Estamos ampliando nosso portfólio de soluções para este segmento e nos preparando para atender as principais necessidades da mobilidade elétrica”, enfatiza Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

palestrabann

Você sabia que no calendário nacional existe uma semana dedicada à Ciência e Tecnologia?

E que o período foi criando pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para aproximar o tema da população, por meio de eventos envolvendo instituições de todo o País?

Fique ligado que a “Semana Nacional de Ciência e Tecnologia” é neste mês e acontece entre os dias 21 e 27 de outubro.

Várias instituições estão preparando ações educativas para comemorar a data e é claro que o Museu WEG de Ciência e Tecnologia não poderia ficar de fora, afinal o nosso acervo está totalmente direcionado a esta temática e nós adoramos compartilhar conhecimento com os nossos visitantes.

Para marcar a data vamos oferecer uma palestra sobre: “Geração de Energia através de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)”. O palestrante será o Engenheiro Alexandre dos Santos Fernandes, Gerente do Depto. Centro de Negócios de Energia da WEG.

A apresentação será direcionada para estudantes, colaboradores da WEG e todos que se interessam pelo tema!  A participação é gratuita e a inscrição deve ser feita antecipadamente AQUI.

Não fique de fora, aproveite a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia para atualizar conhecimentos e visitar o maior Museu de Ciência e Tecnologia do Sul do Brasil.

Palestra: Geração de Energia através de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)

Dia: 22/10/2019

Horário: 19h às 20h30

Local: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Inscrições: https://forms.gle/LDHjPX19gxtLwQ2c6