Categoria: Tecnologia

Conheça a história e o legado de Enedina Alves Marques

Conheça Enedina Alves Marques, a primeira engenheira negra do Brasil

Conheça a história e o legado de Enedina Alves Marques, a primeira mulher engenheira do estado do Paraná.

15 de janeiro de 2024
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Enedina Alves Marques deixou um legado marcante como pioneira na engenharia no Brasil. Nascida em 13 de janeiro de 1913, em Curitiba, ela desafiou barreiras sociais e se tornou a primeira mulher negra a se formar em engenharia no país e a primeira engenheira do Estado do Paraná. 

A sua trajetória inspiradora transcendeu desafios, impactando o campo da engenharia e abrindo caminho para futuras gerações. Descubra mais sobre a sua história! 

Uma jornada de resiliência e conquistas 

Enedina Marques: uma jornada de resiliência e conquistas

Enedina Alves Marques começou sua jornada enfrentando adversidades, trabalhando como empregada doméstica e babá para concluir o ensino médio. 

Determinada a alcançar os seus sonhos, ela se tornou professora sem passar pela graduação, mas o seu verdadeiro objetivo era frequentar a universidade.  

Esse era um desafio e tanto: na época, somente cinquenta anos havia se passado após a abolição da escravatura, e fazia apenas nove anos que as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto. 

Porém, isso não foi um impeditivo para Enedina. Em 1940, ela matriculou-se em engenharia civil na Universidade Federal do Paraná e se formou em 1945, conquistando o título de primeira mulher engenheira do Paraná, acompanhada por outros 32 estudantes do sexo masculino. 

Contribuições marcantes para a engenharia brasileira

Contribuições marcantes de Enedina Marques para a engenharia brasileira

Após a universidade, Enedina iniciou a sua carreira como auxiliar de engenharia na Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas e, logo depois, foi transferida para a Secretaria de Estado de Águas e Energia Elétrica do Paraná. 

A sua atuação comprometida garantiu que o seu nome obtivesse destaque em projetos significativos, incluindo o desenvolvimento do Plano Hidrelétrico do Paraná no qual atuou no aproveitamento das águas dos rios Capivari, Cachoeira e Iguaçu. 

Mas foi o seu papel fundamental no levantamento topográfico e na construção da Usina Capivari-Cachoeira, agora conhecida como Usina Parigot de Souza, que demonstrou a habilidade e a dedicação de Enedina Alves Marques à engenharia. 

Legado e reconhecimento

Legado e reconhecimento de Enedina Marques

Pioneira na sua área de atuação, o legado de Enedina Alves Marques transcende o campo da engenharia. 

O seu nome está escrito no Memorial à Mulher, imortalizada ao lado de outras 53 mulheres pioneiras do Brasil. Em 2006, foi fundado o Instituto de Mulheres Negras Enedina Alves Marques em Maringá. 

Além disso, o CREA-PR, que representa a união dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia do Paraná, criou o Prêmio CREA-PR Engenheira Enedina Alves Marques para celebrar e valorizar o papel das mulheres nas áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências. 

A vida e as conquistas de Enedina são uma fonte de inspiração para todos, pois celebram a coragem, a determinação e a contribuição fundamental das mulheres negras na história brasileira. 

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Junte-se a nós nessa jornada de descobertas e aprendizados! 

Fontes: 

Enedina Alves Marques’ 110th Birthday – Google Doodles 

Enedina Alves Marques – Unifei 

Prêmio CREA-PR Engenheira Enedina Marques  

Museu WEG recebe exposição itinerante do Museu de Ciência e Tecnologia da PUC do Rio Grande do Sul

Evento faz parte das comemorações de 20 anos do Museu WEG e o aniversário de 62 anos da Companhia O…

Evento faz parte das comemorações de 20 anos do Museu WEG e o aniversário de 62 anos da Companhia

O Museu de Ciência e Tecnologia da WEG, localizado em Jaraguá do Sul/SC receberá a exposição itinerante “Explorando as Mudanças Climáticas”, elaborada pelo Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS. O evento, viabilizado pelo Ministério da Cultura, acontecerá nos dias 16 e 17 de setembro (sábado e domingo), com um total de 10 sessões diárias, cada uma com duração de 45 minutos, com início às 9h.

Esta iniciativa é parte integrante das celebrações do 20º aniversário do Museu WEG, que ocorre no dia 16 de setembro, na mesma data em que a Companhia WEG comemora seus 62 anos de existência.

O tema central desta exposição, “Mudanças Climáticas”, é de extrema relevância nos dias de hoje, proporcionando aos visitantes uma oportunidade única de refletir sobre questões críticas. Durante a exposição, os visitantes terão a chance de adquirir conhecimentos valiosos sobre uma variedade de tópicos relacionados às mudanças climáticas, com vários equipamentos interativos onde o visitante poderá duelar (jogar) entre as fontes de energia renováveis e tradicionais, entender de forma divertida como acontece a Emissão de Carbono, Variação da Temperatura da Terra e muito mais, tornando o aprendizado envolvente e estimulante.

A exposição é acessível a todas as idades, com uma classificação indicativa que permite a participação de crianças a partir de três anos de idade. Portanto, é uma excelente oportunidade para toda a família se envolver nesse importante diálogo que impacta o nosso mundo.

Para participar, basta se inscrever através do link: https://forms.gle/s3pLXJ6AHZZSDHHu9. As vagas são limitadas.

ChatGPT na educação: entenda quais são as possibilidades e os impactos dessa IA

Descubra como o ChatGPT na educação pode auxiliar no aprendizado em geral.

A inteligência artificial vem transformando a educação das mais diferentes maneiras; ela auxilia na hora de personalizar o ensino, oferece feedbacks imediatos e é uma ótima aliada se for utilizada corretamente.

Depois dos smartphones e das casas inteligentes, a tecnologia evoluiu ainda mais, alcançando criações que antes eram consideradas impossíveis, como é o caso do ChatGPT. 

No entanto, ela deve ser utilizada de maneira responsável e ética na educação. Neste conteúdo, você saberá o que é, como usar o ChatGPT na educação e como ele pode ser aplicado na realidade educacional. 

O que é o ChatGPT?

O ChatGPT é uma tecnologia de inteligência artificial criada pela OpenAI, uma empresa norte-americana que promove o avanço da inteligência artificial de maneira benéfica para a humanidade buscando manter a ética e a segurança dos usuários. 

Também conhecido como Generative Pre-trained Transformer, o ChatGPT é um modelo de linguagem baseado em inteligência artificial, seguindo a arquitetura GPT-3.5 e buscando garantir uma interação mais natural com seus usuários.

De modo resumido, o ChatGPT é como se fosse uma espaçonave de última geração dedicada à exploração do Universo. Ao entrarmos nela (ao acessarmos a plataforma) podemos encontrar conhecimentos limitados dos mais variados assuntos.

Quais são os impactos do ChatGPT na educação?

Como toda biblioteca de informações (como o Google e a Barsa, por exemplo) o ChatGPT tem tudo para auxiliar o ensino atual, tanto da visão de professores quanto de alunos. 

Claro, ele não substitui o ensino e a estruturação educacional de um profissional formado e com experiência na função, mas ele pode auxiliar no dia a dia.

Ele pode ser usado como uma ferramenta de apoio para estudantes e professores auxiliando os alunos a tirarem dúvidas, fornecerem explicações extras sobre o que foi trabalhado em sala de aula e trazendo exemplos práticos da realidade de cada aluno. 

Além disso, pode ajudar na prática de habilidades textuais ao propor exercícios e corrigir textos. Tudo que você precisa saber é como perguntar as coisas para ele.

Porém, ele também causa impactos negativos ao ser associado com a educação. Como é uma inteligência artificial, ele não pode ser um substituto de interações humanas nem de conhecimentos adquiridos com a prática. 

Como facilita a busca de informações em minutos, é muito comum que ele gere uma dependência em seu usuário, diminuindo assim a participação ativa dos alunos nas aulas; por isso, é importante orientar que ele é uma ferramenta de auxílio para as aulas.

Como usar o ChatGPT de modo benéfico para a educação?

Existem várias práticas benéficas do ChatGPT na educação que você aplicar nos seus estudos ou na sala de aula, veja a seguir quais são elas:

  • Ferramenta de suporte: auxiliando o aprendizado com informações adicionais e exemplos práticos.
  • Correção 24 horas por dia: não que o ChatGPT substitua a correção de um professor, mas sabe quando você está fazendo seus deveres, precisa de ajuda e não tem para quem perguntar? Ele pode lhe ajudar com algumas dessas dúvidas.
  • Estímulo da criatividade: criatividade é saber transformar o que já se sabe em algo diferente, e nada melhor do que adquirir conhecimento por meio de atividades de escrita criativa. 

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Fontes:
Conheça o ChatGPT e suas possibilidades de uso na Educação – Nova Escola
Quais os impactos do ChatGPT e da Inteligência Artificial na Educação? – IFSC
ChatGPT na educação – Brasil Escola

O que é Fusão Nuclear e por que ela pode ser o futuro da Energia Limpa?

Neste conteúdo você irá descobrir o que é fusão nuclear e por que essa alternativa é mais viável para o meio ambiente.

Já pensou em unir núcleos de um átomo e criar um núcleo ainda maior e mais estável? Esse é o princípio da Fusão Nuclear, que funde dois núcleos atômicos em um! Essa energia é tão poderosa que dá vida às estrelas, como é o caso do nosso Sol. 

Agora imagine toda a energia do Sol sendo produzida aqui na Terra. 

Cientistas da Califórnia descobriram uma forma de produzir energia limpa por meio da Fusão Nuclear, que vem sendo chamado de Santo Graal da produção energética mundial. 

Quer saber mais sobre a invenção que irá revolucionar o mundo da geração de energia limpa? Então primeiro vamos aprender o que é Fusão Nuclear e alguns conceitos básicos sobre ela.

O que é Fusão Nuclear?

A fusão nuclear é uma união de dois núcleos atômicos através de uma colisão. 

Mas, para acontecer uma fusão de átomos, é preciso haver uma energia cinética muito forte para que ela ultrapasse a repulsão natural desses núcleos. 

Quer um exemplo real de fusão nuclear? Então observe o nosso Sol (não olhe para ele diretamente, só estude sobre, viu?).

A energia gerada e liberada pelo Sol é milhões de vezes mais forte que uma reação química comum. Justamente por isso, muitos cientistas já vinham procurando um meio de utilizar essa energia para produzir uma alternativa limpa para a sociedade, reduzindo assim a poluição energética no mundo. 

Antes de falarmos sobre essa tão inovadora descoberta, você sabe a diferença entre Fusão e Fissão Nuclear? Vamos falar sobre isso a seguir.

Fusão Nuclear VS Fissão Nuclear

A fissão nuclear é atualmente utilizada na geração de energia de usinas elétricas, porém, diferente da fusão nuclear, ela não é nada limpa. A fissão nuclear é tão poluente que gera resíduos que podem durar por toda a eternidade. 

Mas, por que inventaram isso? Porque, na natureza, quando um átomo de urânio (um átomo pesado) entra em processo de fissão, ele libera um nêutron que gira e vai atingindo outros átomos de urânio. Em outras palavras, acontece um efeito bola de neve. 

Porém, em uma usina, esse processo libera muito calor, fervendo a água para que seu vapor gire uma turbina, liberando contaminação radioativa para o meio ambiente. 

Já a geração de energia através da fusão nuclear poluiria bem menos o meio ambiente, já que ela acontece através da junção de átomos leves. Diferente da fissão nuclear, a fusão produz muito mais energia e descarta pequenas quantidades de resíduos radioativos de curta duração. 

O mais legal do processo de fusão nuclear está no fato de que ele não produz gases de efeito estufa, e não prejudica o clima do planeta. Para haver uma fusão nuclear, é preciso contar com alta pressão e temperatura. 

O Santo Graal da energia limpa

Cientistas da Califórnia desenvolveram recentemente um reator de fusão nuclear que gera mais energia do que a gasta, o que ainda não era uma realidade. 

Essa invenção não só acelerou as pesquisas sobre o assunto como, também, possibilitou que a energia gerada por fusão nuclear pudesse ser uma alternativa de energia limpa para o planeta. Mas, esse reator ainda está sendo aperfeiçoado, já que, por enquanto, só conseguiu gerar energia suficiente para ligar uma televisão. 

Os cientistas descobriram que se colocassem uma pequena quantidade de hidrogênio em um grão de pimenta e usassem um laser de 192 feixes para aquecê-lo, seria possível aquecer a pequena cápsula em até 100 milhões de graus Celsius, uma temperatura que ultrapassa o centro do Sol. 

A descoberta é extremamente importante para o mundo científico e, possivelmente, estamos caminhando para ainda mais perto de um mundo movido a energia limpa. Mas vale lembrar que estamos falando de um experimento que custou bilhões de dólares e que ainda está sendo aperfeiçoado, sem data para ser lançado até o momento.

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Fonte:

Fusão Nuclear – Brasil Escola

Fusão nuclear: como cientistas alcançaram ‘Santo Graal’ da energia limpa – BBC News Brasil

Qual a diferença entre fusão e fissão nuclear? – Olhar Digital

Relógio Solar digital: conheça o relógio solar que possui display digital

Conheça o relógio solar que apresenta as horas e os minutos em um display digital.

Não é por a tecnologia ser antiga que você precisa conferir as horas em visão analógica.

Já pensou conferir as horas através de um display digital, porém sem usar energia elétrica?

Agora isso é possível com um relógio solar com display. Mas, antes de aprofundar as explicações sobre como este relógio funciona, confira como surgiram os relógios de sol.

Como surgiu o relógio solar?

Criado para possibilitar que as pessoas soubessem as horas do dia, o relógio solar é uma das invenções mais antigas da humanidade, sendo o mais antigo encontrado, contando com mais de 5 mil anos, tendo sido construído no Antigo Egito! 

Desenvolvidos e aprimorados com o passar dos séculos, é possível encontrar diversos modelos retratados na internet, desde os planos até os mais inclinados. 

Seu funcionamento é bem simples, tendo seus mostradores divididos em linhas que significam horas e uma haste na vertical que funciona como um ponteiro. Conforme o Sol vai caminhando para o fim do dia, sua posição se altera no céu e, por consequência, também altera a sombra da haste-ponteiro no relógio, mostrando a hora correspondente.

O Digital Sundial

Seguindo o princípio de apresentar as horas com base na luz solar, o Digital Sundial é um projeto para impressão 3D desenvolvido na França pela empresa Mojoptix, sendo extremamente diferente de todos os relógios solares criados nos últimos milhares de anos. 

Você não leu errado: você pode fazê-lo em casa se tiver acesso a uma impressora 3D.

Como este relógio não possui motor ou bateria, assim como os relógios solares originais, tudo que você vai precisar é configurá-lo de acordo com as coordenadas geográficas em que você vive. 

Essa invenção parece mágica, mas, na verdade, é só a junção entre matemática, criatividade e luz solar. 

Como funciona o Relógio solar Digital Sundial?

Projetado para trazer o display digital para os relógios solares, o Digital Sundial é um equipamento de alta precisão que, durante os horários das 10 horas da manhã até às 4 horas da tarde, com intervalos em 20 em 20 minutos, pode apresentar com clareza o horário, sem que haja a necessidade de usar eletricidade ou qualquer outra tecnologia. 

Foi desenvolvido para ser prático e fácil de usar, por isso foi projetado para ser acoplado em um pote de vidro de conserva qualquer, além de contar apenas com três peças impressas conectadas por parafusos. 

Ficou com vontade de fazer em casa? Então clique aqui para baixar o molde de montagem na impressora 3D e veja na prática como montar:

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Fontes:

Relógio de Sol – Brasil Escola

Relógio solar que mostra as horas na sombra – Noctula Channel

Relógio de Sol – Toda Matéria

O que é inteligência artificial e como ela ajudará espécies ameaçadas de extinção?

Entenda, de uma vez por todas, o que é inteligência artificial e descubra como ela ajudará espécies ameaçadas de extinção!

Diferente do que muitos filmes de ficção científica nos mostram, a Inteligência Artificial não precisa ser temida. Ela pode servir como ferramenta para auxiliar os humanos em variadas situações.

Muito se fala em Inteligência Artificial (IA) atualmente, mas ainda existem informações incorretas que são divulgadas. Nem todos possuem entendimento de tudo que essa temática abrange, como por exemplo, poucos sabem o quanto ela pode auxiliar na preservação de espécies em extinção.

Nesse conteúdo vamos explicar o que é Inteligência Artificial e como ela ajudará na preservação de espécies em extinção. Para descobrir, continue a leitura.

Leia também: Robôs serão colegas dos seres humanos, não rivais

O que é Inteligência Artificial?

A Inteligência Artificial é um agrupamento de várias tecnologias que, como o cérebro humano, processam as informações que recebem e simulam capacidades “pensantes” para executar uma tarefa.

De forma resumida, a IA é uma tecnologia que identifica padrões e consegue agir de forma inteligente sem que seja necessário um ser humano coordená-la para tal.

Parece algo bem recente, mas na realidade o conceito de IA surgiu na década de 1920.

O primeiro artigo publicado sobre o assunto foi escrito por McCulloch e Pitts, em 1943, onde denominaram estruturas de raciocínio artificial que tinha como base de decisão modelos matemáticos. Confira os tipos de Inteligência Artificial:

Como a IA funciona?

A Inteligência Artificial usa como base algumas tecnologias específicas para funcionar, assim como para que ela evolua por si só. Atualmente existem quatro funcionalidades para os tipos de IA:

IA Reativa: Que funciona através de ordens pré-programadas, ou seja, que não é capaz de aprender com a experiência.

IA de Memória Limitada: Consegue se lembrar de ações que já fez anteriormente e usa sua experiência para informar novas possíveis decisões.

IA de Teoria da Mente: “Empática”, essa IA consegue compreender crenças, intenções e desejos.

IA Autoconsciente: Como o nome já diz, essa IA conseguiria compreender seus próprios “sentimentos” e tomar decisões próprias, assim como raciocinar sobre o mundo no geral.

Inteligência Artificial e Espécies Ameaçadas de Extinção

Agora que ficou mais claro sobre o que é a Inteligência Artificial e quais as funcionalidades, você deve estar se perguntando o que toda essa tecnologia tem haver com as espécies ameaçadas de extinção.

A resposta é simples: apuração de dados.

As espécies são organizadas em oito categorias distintas referente à sua probabilidade de extinção: Pouco Preocupante; Quase Ameaçada; Vulnerável; Em Perigo; Criticamente em Perigo; Extinta na Natureza; Extinta; e Deficiente de Dados.

Para que sejam catalogadas corretamente as espécies que entram nessas classificações, cientistas utilizaram IA para fazer uma “prova real” da lista de animais na categoria Deficiente de Dados.

Ao analisarem mais de 7 mil espécies, os cientistas puderam compreender algumas da lista de Deficiente de Dados estão ainda mais em perigo que outras espécies mais conhecidas. Ou seja, a IA utilizada no estudo desses cientistas possibilitou que descobrissem espécies que precisavam de proteção com maior rapidez para que continuassem existindo.

Curtiu esse conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para você poder conferir muito mais conteúdos como esse!

Fontes:

Como a inteligência artificial pode ajudar espécies ameaçadas de extinção – Superinteressante

Inteligência Artificial: o guia completo sobre o assunto! – TOTVS

O que é inteligência artificial? – Tecnoblog

Som surround: o que é e como funciona a tecnologia que cria áudios 8D

Já ouviu falar em som surround e áudios 8D? Conheça a tecnologia que garante entregar uma experiência de imersão para o usuário.

Já imaginou se sentir em um show ao ouvir as músicas de suas bandas favoritas ou receber “massagens” no seu cérebro? Conheça a tecnologia som surround que garante entregar uma experiência de imersão para o usuário.

A tecnologia som surround passa a sensação de o usuário ser rodeado pelo som, garantindo uma imersão sonora ainda mais realista. Quer saber mais? Então é só continuar a leitura!

O que é tecnologia som surround?

De modo resumido, a tecnologia som surround possibilita que o ouvinte sinta o áudio rotacionando ao seu redor, precisando de múltiplas caixas de som ou sistemas que simulem o movimento do áudio.

Em salas de cinema e jogos do tipo FPS, já são utilizados sistemas som surround, aumentando a experiência dos usuários para que se sintam dentro daquelas histórias, como um integrante das cenas.

Mas não é preciso contar com estímulo visual para viajar nesse mar de experiências inovadoras, as músicas recebem ainda mais qualidade de reprodução quando fazem uso dessa tecnologia.

Graças ao sistema de imersão proporcionado pelo som surround, é possível identificar com mais facilidade vozes, instrumentos e efeitos sonoros, possibilitando sons mais “limpos”. Você encontra diversos áudios gratuitos com efeito som surround no YouTube, como é o caso do canal 8D Tunes.

Justamente pelo fator “qualidade de imersão”, é aconselhável ouvir áudios 8D com fones de ouvido. A maioria dos fones de ouvido vendidos atualmente conta com uma boa isolação sonora, impedindo que sons externos atrapalhem a imersão.

Existem dois estilos de fones de ouvido que causam o efeito som surround: o real e o virtual. A diferença dos dois está na qualidade da imersão, já que o real faz uso de drives diferentes dentro do fone (como o sistema de caixas de som) e o virtual simula essa imersão.

Como é criado um som surround?

Para ficar mais claro, primeiro é preciso diferenciar som 8D de som 3D. Na experiência, as diferenças são poucas, mas, em questão de criação, são bem diferentes.

Enquanto o som 3D é mais associado a efeitos proporcionados pelas gravações (localização dos músicos no estúdio), o 8D abraça a mixagem por meio de ferramentas de software, criando as rotações digitalmente.

Para que um sistema de som possa ser categorizado como “sistema som surround” é necessário que ele possa transmitir (ou similar a transição) do áudio em diversas direções.

Como saber, em dados técnicos, se um áudio é surround? De modo técnico, um áudio precisa estar classificado como 5.1, 6.1 ou 7.1 (sete alto-falantes por uma caixa de som, por exemplo).

O que som surround tem a ver com ASMR?

O ASMR (Resposta Sensorial Meridiana Autônoma) é uma técnica de reprodução sonora que é relaxante e causa arrepios cerebrais e corporais para a maioria das pessoas. Ainda não existem estudos validados sobre o que esse efeito causa no cérebro, já que não são todas as pessoas que sentem esse estímulo.

Mesmo que ainda não existam estudos comprovados, muitas terapias psicológicas fazem uso de sons suaves e sussurros para fazerem os pacientes pararem de pensar nas preocupações do dia a dia.

Justamente pelo seu efeito calmante, esses vídeos e conteúdos são muito utilizados por seus adeptos para curar insônia e transtornos psicológicos, como a ansiedade e o estresse, por exemplo.

Quando casado com um sistema som surround, é possível potencializar a “massagem” no cérebro, simulando sensações profundas e únicas.

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Você também pode conferir no Blog do Museu WEG outros assuntos mega interessantes.

Fonte:

Música 8D: cinco perguntas e respostas sobre a tecnologia de áudio – Techtudo

O mistério dos sussurros que são um sucesso no YouTube – El país

A ciência confirma: vídeos de ASMR (os sussurros do YouTube) funcionam – Superinteressante

Entenda o que é ASMR e que efeitos causa no corpo – Portal comunicare

Saiba tudo sobre James Webb, o maior telescópio espacial já lançado

Estamos próximos de descobrir ainda mais sobre o surgimento do universo! Saiba tudo sobre James Webb, o maior telescópio já lançado.

Visualizar o passado e compreender o futuro do espaço com ainda mais detalhes? Agora é possível! Uma das missões recentes mais importantes da NASA já está no espaço coletando dados e fotos em qualidade que nunca foram possíveis antes: a missão do James Webb.

Esse é o nome que os amantes da ciência mais têm ouvido nos últimos dias. O telescópio lançado no dia 25 de dezembro de 2021 já está dando o que falar, reproduzindo imagens em alta resolução que, além de lindas, são carregadas de significado para o mundo da ciência.

O maior investimento que a NASA já fez em uma missão, o telescópio James Webb promete revolucionar todo o conhecimento que possuímos até agora.

Com 25 anos de desenvolvimento e investimento de US$ 10 bilhões, o telescópio James Webb abrirá portas para o que conhecemos sobre o universo. Quer saber mais? Continue a leitura!

Tá, mas o que é esse Telescópio James Webb?

O presente de Natal de 2021 foi bem memorável para os amantes da ciência. Contando com milhares de cientistas, engenheiros e técnicos, 14 países participaram da criação do telescópio James Webb.

Esse gigante foi criado com o intuito de observar objetos e eventos extremamente distantes no universo, alcançando 13,5 bilhões de anos e possibilitando que sejam vistos a formação e o nascimento das primeiras galáxias.

Outro ponto revolucionário desse telescópio está na sua capacidade de responder perguntas como “quais exoplanetas são potencialmente habitáveis”. Ou seja, o Webb pode revolucionar os conhecimentos da humanidade respondendo algumas das maiores perguntas da ciência.

Como foi criado o Telescópio James Webb?

Juntando as forças de 14 países, o Telescópio James Webb foi desenvolvido com o apoio e o investimento da NASA (Estados Unidos), que dirigiu o projeto; da ESA (Europa), que forneceu sistema de infravermelho e o foguete em sua base de lançamento; e da CSA (Canadá), que ofereceu sistema de infravermelho e o sensor responsável pela criação das imagens coletadas.

É um trabalho em equipe que trará inúmeros benefícios para o mundo da tecnologia espacial e muita ansiedade para os amantes da ciência.

Você deve estar se perguntando “por que esse telescópio tem nome de gente”. Seu nome foi inspirado em James Edwin Webb, o segundo administrador da NASA (entre 1961 e 1968), responsável pelo desenvolvimento do programa Apollo (que levou o homem à Lua).

Qual é a diferença entre o Hubble e o Webb?

As diferenças entre o Hubble e o Webb são gigantescas. O Webb é o segundo mais avançado desenvolvimento científico da humanidade, e o Hubble é seu antecessor.

Para ficar mais fácil de compreender a dimensão dessa diferença, enquanto o Hubble está localizado a 500 km da Terra, o Webb ficará a exposto a 1,5 milhões de km do nosso planeta (no Ponto de Lagrange, local onde a força gravitacional de dois corpos cancela a aceleração centrípeta).

Além da distância gritante e da evidente superioridade tecnológica: enquanto o Hubble pode (e precisa) receber manutenção de tempos em tempos, o Webb está longe demais para receber melhorias e consertos.

Justamente por isso, o lançamento do Webb causou tensão entre os cientistas. Por ser muito grande, esse telescópio precisou ser dobrado para ser acomodado dentro do foguete de lançamento, necessitando que se desdobrasse sozinho no espaço.

Outro ponto que diferencia esses dois telescópios está na sua capacidade de observação.

Enquanto o Hubble reflete imagens de galáxias que se formaram a 400 milhões de anos após o Big Bang, o Webb poderá apresentar imagens de 250 milhões de anos após o Big Bang, cerca de 150 milhões de anos mais potente que seu antecessor.

Parece irreal, não é? Mas, com as primeiras imagens coletadas pelo Webb, já é possível compreender a potência desse telescópio. O James Webb coletou imagens do espaço profundo, confira abaixo e veja a resolução incrível desse telescópio.

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Fontes:

NASA

Como o novo telescópio espacial James Webb deve revolucionar a ciência – UOL

James Webb: saiba tudo sobre o telescópio que é a missão mais cara na história da Nasa – Olhar digital

Telescópio James Webb: o arqueólogo das estrelas – Superinteressante

Telescópio espacial James Webb: saiba tudo sobre o maior observatório da NASA – Canal Tech

Saiba o que é Turismo Espacial e curiosidades sobre esse assunto

Já imaginou civis viajando para o espaço? Sim, está acontecendo! Entenda o que é o turismo espacial em nosso conteúdo.

Civis viajando pelo espaço através de excursões milionárias, sim, já está acontecendo! Até o ano de 2021, essa realidade era possível apenas para astronautas treinados, mas, com o crescente interesse de bilionários no assunto, o turismo espacial se tornou realidade.

Para entender melhor o que é turismo espacial e saber mais curiosidades, continue a leitura!

O que é Turismo Espacial?

Star Wars, Interestelar, Guardiões da Galáxia… filmes como esses, parecem muito distantes da nossa realidade. Realmente, não descobrimos nenhuma forma de vida fora do nosso planeta ainda, mas esses filmes carregam um conceito que já não é mais impossível: a viagem espacial.

A ideia de uma viagem espacial seduziu muitas pessoas, inclusive as mais ricas do mundo, gerando uma “corrida” entre as empresas privadas para conquistar esse mercado que, até então, não existia.

Essa “corrida”, que impulsionou o desenvolvimento desse mercado, trouxe à tona o conceito de turismo espacial. Esse conceito resume o envio de civis, ou seja, pessoas comuns, que não são astronautas, para a atmosfera da Terra através de um foguete.

Curiosidades sobre o turismo espacial

Atualmente, pessoas que podem arcar com uma pequena fortuna, podem passear pelo espaço, como foi o caso do primeiro voo espacial da Blue Origin, que cobrou US$28 milhões pelo único assento vago.

Outra gigante do mercado, a SpaceX, de Elon Musk, foi a primeira empresa privada do mundo a levar apenas civis para uma viagem de turismo espacial.

Mas calma, para participar de uma viagem espacial é preciso atender a alguns requisitos que serão solicitados pela empresa responsável pelo voo.

De modo geral, o padrão é ter mais de 18 anos, medir de 1,50 m a 1,92 m, pesar de 50 a 101 kg, passar por uma série de testes de resistência e participar de um treinamento.

Lembrando que não existe um padrão definido, como é o caso da SpaceX que ainda não definiu suas diretrizes de lançamento de turistas.

Mesmo que o turismo espacial tenha se tornado recorrente no mundo, ainda é uma modalidade de viagem muito nova e que está realizando seus primeiros testes reais em campo, o que irá, com certeza, gerar aprimoramentos para o futuro da viagem espacial.

Como é o caso do futuro das viagens da SpaceX, que planeja acrescentar um forno ao foguete. Por que? Porque uma das refeições oferecidas na viagem era pizza e, com o tempo de viagem, acabou ficando fria.

Mas e quanto custa, em média, uma viagem como essa? Tomando como base o preço da Virgin Galatic, a “passagem econômica” custa US$250 mil (ou seja, R$ 1,4 milhão), fora o preço da fila de espera que custa US$1 mil (R$5,65 mil).

A Blue Origin ainda não divulgou valores sobre suas viagens, mas, como mencionamos, sua primeira passagem custou US$28 milhões. E, por fim, a SpaceX cobrou cerca de US$55 milhões por passageiro para participarem da primeira viagem comercial totalmente privada para a ISS.

Mesmo parecendo algo apenas luxuoso e focado em entretenimento, essa não é a única função do turismo espacial. Com a possibilidade de algum dia a Terra não existir mais, será preciso desenvolver um transporte capaz de levar a humanidade para outro lugar, quem sabe um exoplaneta.

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Natureza como inspiração tecnológica: conheça 5 invenções inspiradas na natureza

A criatividade está presente em quem sabe observar o que acontece ao seu redor. Confira 5 invenções que foram inspiradas na natureza.

Estamos constantemente aprendendo algo com a natureza, mas, com a correria do dia a dia, fica difícil prestar atenção em todos os detalhes e esses aprendizados acabam guardados em nosso subconsciente.

Porém, quando se analisa com o olhar de aprendiz alguns fenômenos naturais, a criatividade voa pelos ares das invenções. Já ouviu a expressão “nada se cria, tudo se transforma”? Tendo ela em mente, fica mais fácil exemplificar o que será abordado neste conteúdo.

Continue a leitura e confira 5 invenções inspiradas na natureza.

5 invenções inspiradas na natureza

A natureza é a fonte de muitos recursos essenciais para a vida humana, assim como é uma fonte de inspiração também. Confira abaixo 5 invenções que foram inspiradas pela natureza:

1.Painéis Girassolares

Os girassóis são flores conhecidas por “perseguirem” a luz solar, voltando-se sempre para onde o sol se encontra.

Com a recente popularização das energias renováveis, a energia solar ganhou muito destaque. Além de muito mais eficiente que as demais, a energia fotovoltaica é ainda menos prejudicial ao meio ambiente.

Com base no estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), foi desenvolvido uma forma de captação solar otimizada, sendo inspirada nas flores dos girassóis.

Essa estratégia reduziu em 20% o espaço necessário para a geração energética, assim como se aproximou do “ângulo dourado” de 137° presente nessas flores.

2.Ventosas de Lagartixa

Já ouviu falar na fita Gecko Tape? Essa fita adesiva possui alta fixação, sendo inspirada nas patas das lagartixas, permitindo que objetos de peso muito elevado sejam fixados na parede e no teto sem causar nenhum perigo.

Como as lagartixas, a fita Gecko Tape não deixa vestígios nas paredes e pode ser retirada facilmente quando puxada em direção oposta à fixação.

Isso acontece porque as patas das lagartixas contam com vilosidades minúsculas, permitindo sua movimentação em qualquer ângulo.

3.Olhos de Gatos

Já percebeu como os olhos dos gatos refletem a luz durante a noite? Esse fenômeno acontece porque, ao refletir a luz, os gatos conseguem enxergar melhor durante a escuridão.

Analisado esse efeito de “brilho” foi inventado o revestimento refletivo, presente em sinais de trânsito e roupas de pilotagem.

4.Escaravelho do Deserto e o poder de criar água

Está bem, não é bem “criar” água, mas sim “captar” a água do ar. O couro desses insetos tem o poder de captar a umidade do ar e transformá-la em água para sua sobrevivência.

Analisando sua fisiologia, os cientistas inventaram um material que capta a humidade do ar e o transforma em água, transferindo o líquido pra regiões mais secas.

Levando em consideração o aumento da temperatura global e, por consequente, a evaporação das águas, essa tecnologia poderá manter um recurso hídrico para as populações.

Outro ponto legal que essa invenção pode auxiliar, está em poder inspirar projetos de resfriamento evaporativo mais eficientes que reduzam o consumo de água em usinas de energia e instalações industriais.

5.Olhos de borboleta e a absorção de luz

Já percebeu como os olhos de uma borboleta sempre parecem pretos nas fotos? Isso acontece porque os olhos das borboletas absorvem totalmente a luz visível (como um buraco negro, mas sem causar mal a ninguém).

Esse fenômeno ocorre porque seus olhos são formados por várias filas de microesferas que, quando a luz as atravessa, não consegue ser refratada.

Tendo essa fisiologia incrível, os cientistas desenvolveram um plástico que é utilizado em baterias de energia solar, mantendo seu funcionamento durante a noite e dentro dos edifícios.

A capacidade de projetar uma superfície bidimensional final para a captura de luz em uma faixa espectral é necessária para aplicações de energia, optoeletrônica e espectroscopia.

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