Categoria: Curiosidades

Como as areias do deserto do Saara contribuem para a biodiversidade da Amazônia

As areias do deserto são muito importantes para manter a exuberância e a biodiversidade da Amazônia.

Mais de 5 mil quilômetros separam a Floresta Amazônica do Deserto do Saara. Apesar de distantes, os dois lugares têm uma relação tão estreita que é até difícil de acreditar: as areias do deserto são muito importantes para manter a exuberância e a biodiversidade da Amazônia.

Pode até parecer pegadinha dizer que o deserto é quem beneficia a floresta, e não o contrário, mas a natureza não cansa de surpreender.

Descubra neste conteúdo como o Saara envia toneladas de nutrientes para a América do Sul e é ainda responsável pela maior parte das chuvas torrenciais que caem sobre a Região Amazônica.

A areia do Saara é rica em nutrientes

Durante a pré-história, o deserto africano era um lago repleto de algas e micro-organismos. Há 7 mil anos, esse lago secou. Dele, sobrou a areia rica em nutrientes, inclusive o fósforo. 

Parte dessa areia fica em uma depressão na região do Chade que, devido à sua geografia, é atingida por constantes e gigantescas tempestades de areia. O vento é tão forte que consegue carregar a areia rica em fósforo por quase 5 mil quilômetros até a América do Sul.

A areia rica em fósforo percorre 5 mil quilômetros até a Floresta Amazônica.

Estudada pela NASA

Um estudo da NASA feito pelo Goddard Space Flight Center mede a quantidade de areia que viaja pelo oceano Atlântico. Segundo os satélites da agência espacial, mais de 27 milhões de toneladas de areia viajam do Saara para a Amazônia a cada ano, com cerca de 22 mil toneladas de fósforo.

Para medir a formação química das substâncias na atmosfera da Amazônia, os pesquisadores usaram um instrumento óptico chamado Lidar. A certeza de que a poeira encontrada no local vem do Saara e não de um terreno próximo é dada pela sua composição química, mais especificamente pela presença e proporção de alguns elementos como alumínio, manganês, ferro e silício. 

A quantidade desses elementos nas partículas coletadas na Amazônia é a mesma que é encontrada na poeira do Saara. Além disso, há correlação entre a presença desses aerossóis e o movimento das massas de ar.

Segundo a Nasa, o próximo passo da pesquisa é entender a quanto tempo esse processo acontece e conseguir prever até quando o Saara poderá fertilizar a Amazônia. Assista ao vídeo da agência espacial americana com uma demonstração do estudo:

Fertilizante natural para os solos da Amazônia

Não são apenas simples grãos de poeira que o Saara manda para a Amazônia. O fósforo é um elemento raro na floresta, mas muito importante para sua biodiversidade e, assim como a mata ciliar, fundamental para o equilíbrio do meio ambiente. A água da chuva e dos rios carrega o fósforo da matéria orgânica em decomposição no solo amazônico, impedindo que ele se deposite e alimente as plantas locais.

O fósforo é um nutriente encontrado em fertilizantes comerciais e essencial para o crescimento das plantas. As 22 mil toneladas de fósforo que chegam à floresta amazônica são quase a mesma quantidade que a mata produz com a decomposição das árvores caídas mas que, em seguida, perde com as chuvas e inundações.

Antes de chegar na Amazônia, os fragmentos minerais que formam a nuvem de poeira do Saara caem da nuvem em movimento e se depositam na superfície ensolarada do oceano, fertilizando os organismos fotossintetizadores existentes no mar que, muitas vezes, apresentam uma grande carência desses elementos.

E essa é a mesma utilidade da areia para a Amazônia — um dos locais mais produtivos em termos biológicos do mundo, mas com solo notoriamente pobre em alguns elementos essenciais ao crescimento, sobretudo em fósforo. 

É possível encontrar muitos estudos sobre os efeitos negativos da nuvem de poeira, responsável por causar problemas respiratórios e alergias nos locais por onde passa. Apesar dos pontos negativos, não podemos negar que ela é essencial para a vida da floresta de maior importância do planeta.

Enquanto o Saara se responsabiliza por levar mais ferro e fósforo para nossa floresta, também existem milhares de pessoas preocupadas em desenvolver técnicas para ajudar nosso ecossistema por meio de inovações tecnológicas e ensinando às crianças – o futuro do nosso país – a cuidar, respeitar e entender nossa biodiversidade.

Como seria o mundo sem eletricidade?

A energia elétrica foi responsável por diversos avanços no mundo.

A humanidade passou por diversos estágios em sua história evolutiva. Algumas descobertas nesses estágios moldaram nosso futuro – entre elas, está a eletricidade. A energia elétrica foi responsável por diversos avanços no mundo, e seu desenvolvimento pôde proporcionar a evolução da tecnologia.

Ao pensar em um mundo sem eletricidade, milhares de dispositivos não existiriam, como por exemplo: computadores, celulares, geladeiras, chuveiros elétricos, postes de luz e elevadores. Você já imaginou viver sem depender da energia elétrica? 

Vivendo em um mundo sem eletricidade

Grandes feitos da humanidade foram realizados sem eletricidade. Porém, a partir da sua descoberta, vivemos em um mundo que depende dela para continuar a evolução. 

Praticamente todas as áreas da nossa vida mudariam sem eletricidade. Ao começar pela indústria médica, que entraria em colapso. Doenças extintas poderiam voltar, e muitos diagnósticos e tratamentos deixariam de existir, ou se tornariam medievais.

Nós também teríamos que reaprender a cozinhar, lavar, transportar, se divertir e trabalhar sem os dispositivos eletrônicos que usamos no dia a dia. A eletricidade também é, praticamente, o coração da civilização trabalhadora, e muitos empregos teriam que ser reinventados.

Veremos abaixo algumas áreas que seriam extremamente afetadas caso a energia elétrica não existisse.

Fim do mundo moderno

A eletricidade é responsável pelo funcionamento de muitos aparelhos e máquinas. Sem energia elétrica, a tecnologia seria escassa, muitas pessoas iriam trabalhar nos campos até o anoitecer. Praticamente não haveria movimento à noite, muito menos trabalhos noturnos, já que não haveria iluminação adequada.

Trens elétricos não existiriam, e muitas pessoas não poderiam se deslocar para trabalhos longe de casa. Nas casas, o bombeamento de água de poços seria uma tarefa manual. Computadores, smartphones e internet também não existiriam, logo, nada de redes sociais. 

Em contrapartida, a vida sem eletricidade traria outras demandas. Sem televisão, o homem poderia procurar mais por teatros, por exemplo, e a comunicação à distância voltaria a ser por cartas. Certamente também haveria menos poluição tecnológica. 

A cozinha sem eletricidade

Um dos lugares mais importantes de uma residência, onde é preparada a alimentação da família, também sofreria muitos impactos sem eletricidade.

É assim que seria nossa cozinha: o fogão e o forno seriam a lenha, e, sem geladeira, não seria possível fazer gelo ou sorvetes, por exemplo. Os eletrodomésticos que conhecemos hoje como micro-ondas, batedeira e liquidificador também não existiriam.

Seria necessário desenvolver técnicas para conservar alimentos durante o verão e o inverno, lugares frios e escuros como cavernas poderiam armazenar o alimento de caça e coleta. Muitos alimentos deveriam ser cozidos logo após a coleta para durar mais tempo. E é na cozinha que encontramos um item capaz de gerar energia sem eletricidade, veja aqui como é possível gerar luz a partir de uma batata.

O fogo como aliado

Sem o domínio da energia elétrica, as pessoas teriam o hábito de viver conforme a luz natural. Isso significa que, no início da noite, seria a hora de dormir, e, ao raiar o sol, seria hora de começar a rotina do dia.

O fogo seria muito utilizado para iluminação. Fogueiras seriam acesas a fim de aquecer e iluminar o espaço de convivência. Não haveria estufas nem aquecedores elétricos. Nos dias frios, precisaríamos de fogo, fogão a lenha ou lareiras, que, além de aquecer, acolhem todos os membros da família em comunhão em uma noite fria.

Lista de escassez no mundo sem eletricidade

  • Não haveria aquecedor elétrico.
  • Não haveria ventilador nem condicionador de ar elétrico.
  • Faltaria luz em ruas e residências.
  • Adeus aos semáforos e pedágios automáticos.
  • Não haveria chuveiro elétrico, geladeira e todos os eletrodomésticos que conhecemos hoje.
  • Não haveria refrigeração para conservação de alimentos.
  • Fim do equipamento de escritório (copiadoras, scanners, computadores, internet e telefones).
  • A maioria dos nossos equipamentos médicos não existiria.
  • O homem só seria capaz de trabalhar durante o dia.
  • Grande parte da produção seria feita à mão porque as fábricas não teriam linhas de montagem.

Em resumo, nossa vida sem eletricidade remete ao passado. O instinto de sobrevivência dos nossos antepassados, como busca pela caça e o uso do fogo, faria parte do nosso dia a dia. Como muitas pessoas precisariam de lenha para seus fogões e suas lareiras, seria necessária uma política de regras de plantio, ou nossas matas estariam em constante perigo por causa do alto número de desmatamento. 

A comunicação global praticamente não existiria, e só saberíamos das notícias por meio do boca a boca. Muitas coisas que hoje são simples poderiam ser verdadeiros desafios no nosso dia a dia.

 Já parou para pensar que, se vivêssemos em um mundo sem eletricidade, você não estaria agora lendo este conteúdo? Neste artigo, conseguimos imaginar um pouco sobre como seria um mundo sem eletricidade, mas você já pensou como seria um mundo sem sol? Clique aqui e continue lendo para saber.

Como funciona o raio-x? Descubra sua história e suas características

Os raios-x foram descobertos em novembro de 1895.

Os raios-x são um tipo de radiação de alta energia produzida a partir da colisão de feixes de elétrons com metais. Essa radiação pode não ser percebida a olho humano, pois está além da frequência máxima que o ser humano pode distinguir. Além disso, possui capacidade de penetrar em organismos vivos e atravessar tecidos de menor densidade.

É muito importante na medicina, pois o raio-x é absorvido pelas partes mais densas do corpo, como ossos e dentes. Também é usado industrialmente, para observar a estrutura interna de objetos, procurando ver se há falhas em sua estrutura.

A descoberta

Os raios-x foram descobertos em novembro de 1895 quando o físico alemão Wilhelm Conrad Röentgen (1845-1923) realizava experimentos em seu laboratório. Trabalhando com tubos de raios catódicos (descobertos por Crookes), Röentgen observou uma inesperada luminosidade e, ao interrompê-la com a mão, viu a imagem de seus ossos exposta em uma tela.

Ao investigar mais a fundo, para entender a origem dessa luminosidade, Roentgen colocou vários objetos entre a ampola e a tela e observou que todos pareciam ficar transparentes. O físico observou que a radiação era capaz de enegrecer filmes fotográficos. Visto que considerava esses raios ainda muito enigmáticos, ele os denominou raios-x.

Em dezembro de 1895, ele pediu que sua esposa, Anna Bertha Röentgen, colocasse a mão entre um filme fotográfico e o tubo no qual os raios eram produzidos. Depois de cerca de 15 minutos, ele percebeu que a imagem dos ossos e as partes moles da mão da mulher estavam impressas no filme fotográfico. Essa foi a primeira radiografia feita no mundo. Em 1901, Wilhelm Conrad Röentgen ganhou o prêmio Nobel de Física por sua descoberta.

Röentgen e a primeira radiografia realizada no mundo
Röentgen e a primeira radiografia, reproduzida em 1985.

Características dos raios-x

O raio-x é produzido em um tubo de raios catódicos. O cátodo, após ser aquecido pela passagem de corrente elétrica, libera elétrons com alta velocidade. Esses elétrons são fortemente atraídos pelo ânodo; nessa atração, eles se colidem. Logo, quando os elétrons dos átomos pertencentes ao ânodo recebem a energia oriunda dos elétrons em movimento, o resultado é a produção de radiações eletromagnéticas que são denominadas raios-x.

Assim como toda radiação eletromagnética, os raios-x não precisam de meio de propagação e movem-se na velocidade da luz (3,0 x 108 m/s). Essa radiação é ionizante, isso quer dizer que ela pode gerar danos ao corpo humano em caso de exposições prolongadas; quanto mais distante da fonte, menor será a intensidade dos raios.

Por isso, pessoas que trabalham com radiografias usam aventais de chumbo (que não permitem que essas radiações atravessem) e se mantêm longe no momento do disparo. 

O equipamento de raio-x na medicina

O grande benefício oriundo da descoberta dos raios-x foi a possibilidade de realizar diagnósticos por imagens. O equipamento de raio-x serve para tirar radiografias, que são como fotografias da parte interna do corpo.

Por meio das imagens geradas, é possível observar estruturas anatômicas, como ossos, órgãos e vasos sanguíneos, sem precisar de cirurgia e facilitando diagnósticos em diversas partes do organismo. É um exame barato, não invasivo e indolor.

O estudo de órgãos do abdômen, a radiografia do tórax para análise de doenças do pulmão e a mamografia, exame que busca identificar câncer de mama, são exemplos de aplicações dos raios-x. Inclusive, o exame é muito importante neste momento em que estamos passando pela pandemia do COVID-19, ajudando no diagnóstico da doença através de imagens do pulmão.

Impressionante como algumas descobertas que acontecem, aparentemente por acaso, podem facilitar e melhorar nossa vida, não é mesmo? Uma dessas descobertas é a bússola, quer saber como ela foi inventada? Clique aqui e descubra! =)

Faça um tour virtual em museus pelo mundo

Dentre as visitas, encontra-se o Museu Nacional do Rio de Janeiro, destruído em setembro de 2018 por um incêndio.

O Google Arts & Culture, anteriormente chamado Google Art Project, é um projeto que busca compartilhar conteúdos relacionados às artes e à cultura do mundo todo de um modo interativo. 

Utilizando a tecnologia do Street View, o visitante pode fazer tours virtuais gratuitos em algumas das maiores galerias de arte e cultura e museus pelo mundo. Ao transitar por eles, é possível visualizar imagens em alta resolução de obras selecionadas de cada museu. Dentre as visitas, encontra-se o Museu Nacional do Rio de Janeiro, destruído em setembro de 2018 por um incêndio.

Que tal fazer um tour virtual em museus pelo mundo?

Para isso acontecer, o site mantido pelo Google tem a colaboração de museus, centros culturais e locais históricos espalhados por diversos países que disponibilizam seus acervos online, superando assim as fronteiras postas pelo espaço físico de suas instalações. Dessa forma, as pessoas podem visitar e observar em 360° lugares muitas vezes inacessíveis devido a distâncias e custos financeiros.

Para facilitar, a ferramenta permite a busca pelo nome do museu, do artista ou da obra de arte que as pessoas querem conhecer. As descrições vêm com detalhes desde a data até o material utilizado na pintura, na escultura ou na fotografia. Por questões de direitos autorais, algumas das obras capturadas com o Street View foram censuradas.

Entre várias seções, está a Art Camera, na qual são disponibilizados registros fotográficos em alta resolução de obras de arte e objetos culturais acompanhados de suas informações. O conteúdo é apresentado de maneira interativa, e os registros fotográficos permitem uma experiência de visualização única. 

No caso de dúvida de qual local ou artista visitar, o site oferece experiências interativas e temáticas que levam para museus pelo mundo todo, basta escolher um tema e partir para a “viagem”.

Artes em gigapixels

E a tecnologia não para por aí. Além do tour virtual, algumas obras específicas receberam atenção especial para o projeto: elas foram digitalizadas por meio da tecnologia de gigapixel, o que permite sua visualização em até 7 bilhões de pixels. Os museus puderam escolher uma de suas obras de arte para ser capturada em resolução de um gigapixel.

No Brasil, duas obras receberam esse processo de digitalização: a obra “Saudade” de Almeida Jr, localizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo; e o painel “Os Gêmeos” da dupla Gustavo e Otávio Pandolfo, exposto no lado externo do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

“Autorretrato com Macaco”, por Frida Kahlo (1945).

Apoio aos professores

A plataforma Google Arts & Culture pode ser usada como apoio para professores, isso porque traz informações históricas de movimentos culturais, matérias e textos relacionados aos museus pelo mundo.

Para conhecer mais sobre algumas das instituições culturais mais importantes do mundo e fazer passeios virtuais, acesse o Google Arts & Culture.

Em Jaraguá do Sul, além do tour virtual pelo Museu WEG, os museus municipais Emílio da Silva, Casa do Colonizador e Museu da Paz – FEB também possuem visitas virtuais. Que tal começar o passeio pela nossa região?

Continue no blog e veja os Museus mais estranhos do mundo.

O que é mata ciliar, a importância de preservá-la e reconstituí-la

As matas ciliares são fundamentais para o equilíbrio do meio-ambiente.

As matas ciliares são fundamentais para o equilíbrio do meio-ambiente. São florestas, ou outros tipos de cobertura vegetal nativa, que ficam às margens de rios, igarapés, lagos, olhos d’água e represas. Elas oferecem proteção para as águas e o solo, reduzindo o acúmulo de terra, areia e detritos em geral, o que ajuda a manter a qualidade da água e impede a entrada de poluentes. Ela também está ligada às mudanças climáticas e à preservação da fauna e flora. 

A mata ciliar se torna diretamente responsável pelas mudanças climáticas do mundo porque, durante seu crescimento, absorve e fixa dióxido de carbono, um composto químico de extrema importância para a realização da fotossíntese, processo que é vital para a manutenção dos seres vivos. Além disso, as matas ciliares também possibilitam que as espécies (tanto da flora quanto da fauna) possam se deslocar, reproduzir e garantir a biodiversidade da região. 

O nome “mata ciliar” vem do fato de serem tão importantes para a proteção de rios e lagos como são os cílios para nossos olhos.

Quais as causas da degradação das matas ciliares?

O processo de urbanização é uma das principais causas da degradação das matas ciliares. O fato provoca o aparecimento de pragas e doenças na lavoura, além de outros prejuízos econômicos às propriedades rurais, e ainda reduz a erosão das margens, o que gera acúmulo de detritos que prejudicam a vida aquática e a qualidade da água para o uso e consumo humano.

Outra razão da destruição das matas ciliares é a pastagem. A maior umidade das várzeas e beira de rios permite o melhor desenvolvimento de pastagens na estação da seca. Por essa razão, os fazendeiros recorrem a essa opção mais simples, substituindo a mata ciliar pelo pasto.

O desmatamento e as queimadas são outras causas. Um exemplo disso é a Amazônia que sofre, ainda hoje, um processo de diminuição contínua da mata ciliar. O efeito das queimadas também leva ao empobrecimento progressivo do solo.

Leia também: Como é produzida a energia a partir da biomassa, matéria orgânica, de origem vegetal ou animal?

Preservando e reconstituindo a mata ciliar

O Código Florestal Brasileiro, Lei Nº 4.771/65, considera as matas ciliares como Áreas de Preservação Permanente (APPs). A recuperação de áreas degradadas é prevista em leis federais e estaduais. A preservação da natureza é o manejo do uso humano da natureza e compreende a preservação, a manutenção, a utilização sustentável, a restauração e a recuperação do ambiente natural.

A forma de restauração de mata ciliar de mais baixo custo é a regeneração natural, entretanto, é normalmente um processo lento. Se o objetivo é formar uma floresta em área ciliar, em um tempo relativamente curto, visando à proteção do solo e do curso d’água, determinadas técnicas que aceleram a sucessão ecológica podem ser adotadas.

Quanto mais degradada a mata ciliar estiver, maior intervenção humana será necessária, pois a capacidade de regeneração pode estar comprometida. Portanto, é preciso avaliar as condições da área degradada antes de decidir o melhor modo de recuperar e conservar. Essa escolha depende de vários fatores, entre eles: as pessoas envolvidas na recuperação, o grau de degradação da mata ciliar, a existência (ou não) de outras matas semelhantes na região e a distância entre elas e os recursos financeiros disponíveis.

Após a análise dos fatores, o método é escolhido. A seguir estão alguns métodos de recuperação que podem ser aplicados em matas ciliares degradadas.

  1. Plantio total: plantio de todos os indivíduos florestais em espaçamento uniforme por toda a área a ser recuperada.
  2. Enriquecimento: plantio de alguns indivíduos florestais para aumentar a diversidade das espécies pré-existentes.
  3. Regeneração natural: condução das condições ambientais para que a floresta regenere por si só.
  4. Nucleação: combinação de elementos, tanto do meio biótico quanto do físico, que visa proporcionar condições de nichos de regeneração e melhoria da conectividade da paisagem, atuando como base para favorecer a sucessão ecológica.
  5. Sistemas agroflorestais (SAF): sistemas de uso e ocupação do solo em que plantas lenhosas perenes são manejadas em associação com plantas herbáceas, arbustivas, arbóreas, culturas agrícolas, forrageiras e/ou em integração com animais.

Viu como as matas ciliares são importantes? Elas possuem um conjunto de funções extremamente relevantes para a qualidade de vida das populações locais, da bacia hidrográfica, e para a conservação da diversidade de animais e plantas (terrestres e aquáticas) – por isso, devem ser preservadas. Já que o assunto é natureza, você sabe quais elementos naturais são fontes de energia? Clique aqui para conhecer!

Areia mágica: conheça seus mistérios e como fazer em casa

Vamos conhecer os mistérios da areia mágica?

Também conhecida como areia cinética ou areia modelar, a areia mágica possui um aspecto diferente, uma textura que se mistura entre areia e massa de modelar. Talvez você já tenha visto vídeos nas redes sociais de pessoas cortando, batendo e escavando o material em uma experiência sensorial que parece incrível e relaxante. 

Vamos conhecer os mistérios da areia mágica?

Além de chamar atenção das crianças pelas cores vibrantes e inúmeras formas que podem ser criadas, a areia mágica ajuda no desenvolvimento da criatividade, na imaginação e na coordenação motora das crianças. O material é indicado para crianças a partir de 3 anos de idade, é atóxico e dermatologicamente testado, para evitar alergias. Entre os adultos, o brinquedo é um aliado para reduzir o estresse e passar um tempo despreocupado.

O brinquedo é composto com cerca de 98% de areia e não faz sujeira. A areia mágica, depois de espalhada, pode se juntar facilmente. É só passar um pedaço da massa de areia sobre a superfície, e a limpeza está garantida 

Explicação química

O que mais desperta curiosidade na areia mágica é o fato de ela conseguir se manter unida mesmo que sua base seja de areia. Isso acontece porque existe nela uma camada de óleo de silicone que transforma o material e dá a tão adorada consistência. Em entrevista ao LiveScience, Rick Sachleben da Sociedade Americana de Química explicou que “os óleos de silicone têm propriedades únicas, pois podem ser líquidos que fluem livremente ou semissólidos que fluem lentamente na ausência de pressão, mas agem como sólidos de borracha sob estresse”. Essa característica, conhecida como viscoelasticidade, depende do comprimento da cadeia de polímeros do óleo de silicone.

As partículas de areia envoltas em silicone possuem uma determinada continuidade e mantêm seu formato por um algum tempo. Assim, caso uma massa de areia de modelar seja deixada sobre uma mesa, ela começará a perder seu formato. De acordo com Sachleben, a grande vantagem do silicone é que, no caso dele, elas grudam somente entre si, deixando outras superfícies livres do material. Por isso, ela não é grudenta e é muito fácil de limpar.

Como fazer areia mágica em casa

Você pode encontrar a areia mágica em lojas de brinquedos e utilidades, mas também pode fazer a sua. Quer aprender? Veja o passo a passo:

Materiais: 

– Uma xícara de chá de areia fina (branca) 

– Duas colheres de sopa de amido de milho (maizena) 

– Duas colheres de chá de detergente líquido  

– Quatro colheres de sopa de água 

– Uma colher de chá de corante alimentício (da cor de sua preferência) 

Como fazer: 

Coloque a areia fina em uma tigela e acrescente o amido de milho mexendo até se misturarem. Coloque o detergente líquido e então uma colher de sopa de água e mexa até dar forma de massinha. Quando terminar de mexer, acrescente mais uma colher de água e mexa. Faça isso aos poucos até obter a consistência desejada. Depois, misture o corante até ficar uniforme e deixe a massinha secar por uma hora e meia. 

Dica: não exagere na água, vá adicionando-a aos poucos. Após secar, guarde em um pote fechado com tampa. 

Depois, é só aproveitar e botar a mão na “massa”. A areia cinética é uma experiência fácil e muito divertida para fazer em casa. Aproveite para ensinar aos pequenos. =)

Com Ciência: conheça o blog do Museu WEG

Com Ciência: conheça o blog do Museu WEG!

Já imaginou um lugar para conhecer diversas curiosidades do mundo da Ciência e Tecnologia? Essa é a proposta do Com Ciência: o blog do Museu WEG. Com conteúdos de fácil entendimento, o blog se propõe a trazer assuntos que vão desde a história da WEG e da energia elétrica, passando por conteúdos de física, bibliografias de grandes cientistas e curiosidades incríveis como o que aconteceria se a Terra parasse de girar de repente. Muitas dicas de livros, filmes, documentários e experiências científicas para todas as idades.

Nele você tem a possibilidade de conhecer desde processos básicos relacionados à energia, magnetismo e eletromagnetismo até suas aplicações no cotidiano. Compreender os fenômenos físicos e a forma como nossa sociedade se apropria deles,um exemplo é entender a complexidade das operações envolvidas no simples ato de acender uma lâmpada, ou como funcionam os complexos aceleradores de partículas – e até mesmo encontrar entrevistas com brasileiros que trabalham nesses super laboratórios pelo mundo.

Com Ciência: o blog do Museu WEG nas escolas

Turma do 4º ano do Colégio Conexão se reuniu para uma visita virtual guiada ao Museu WEG

Entre as mudanças que o ano de 2020 nos trouxe, está a adaptação ao ensino à distância, o EAD. E o blog do Museu WEG também esteve presente nas “salas” de aula virtuais. Foi o que aconteceu com a turma do 4º ano do Colégio Conexão, que realizou uma atividade com base em nossas dicas de experiências para fazer em casa ou na escola. A professora da disciplina de Cultura Maker apresentou a matéria do blog aos alunos e solicitou que eles escolhessem e desenvolvessem uma das experiências propostas, com ajuda dos pais, os alunos gravaram vídeos demonstrando o experimento. Após a apresentação dos projetos, a turma realizou uma visita virtual através do site do museu, o resultado dos experimentos você confere nas imagens abaixo.

Alunos realizam atividades propostas no blog Com Ciência

Ao conectar tanta informação num só lugar, o blog Com Ciência oferece uma experiência inclusiva, onde alunos e professores podem buscar informações e atividades para aprender brincando – e a experiência fica ainda mais completa com uma visita virtual guiada. Se você é professor e está querendo uma experiência diferente e divertida para seus alunos neste novo ano, entre em contato para agendar uma visita virtual! Será um prazer recepcionar vocês.

Tendências tecnológicas para 2021

As principais tendências tecnológicas para 2021.

Sem dúvida, um dos principais papéis da tecnologia é facilitar nossa vida – um trabalho que ela vem desempenhando muito bem. Passam os anos, e as transformações acontecem de maneira acelerada no setor da tecnologia. Sendo assim, as empresas do setor precisam estar um passo à frente tanto para poderem antecipar as tendências tecnológicas quanto para preverem os possíveis cenários e assim se inserirem neles. 

O ano mal começou, e já temos diversas notícias sobre as principais tendências tecnológicas para 2021. Apesar de não serem novidades, elas estão cada vez mais presentes dentro das empresas e no nosso dia a dia. Para falar sobre elas, é preciso analisar o ano que passou e as mudanças de comportamento que vieram com ele.

Que mudanças ocorreram em 2020?

Para compreender as tendências, é preciso analisar o panorama de transformação atual.

O ano de 2020 foi marcado pela pandemia do COVID-19, afetando economias inteiras, acelerando processos e influenciando de modo significativo o comportamento do consumidor.

O lockdown foi adotado em muitos países, o home office se tornou uma realidade, a nuvem ganhou mais importância, e o serviço de delivery se popularizou ainda mais. A área médica foi profundamente afetada deparando-se com novos desafios e novas formas de lidar com o paciente. O mercado financeiro e a segurança dos dados do usuário também tiveram avanços significativos.

Ou seja, apesar dos efeitos negativos do ponto de vista econômico, o ano também foi marcado por muitos avanços e adaptações. Em meio à crise sanitária, a demanda por novos tipos de serviços fomentou o desenvolvimento de novas tecnologias. Esse foi um momento propício para vencer as barreiras culturais e de curva de aprendizagem com o uso de algumas tecnologias já adotadas pela população. As profissões do futuro ficaram ainda mais evidentes – e a tecnologia se encontra na linha de frente deste novo cenário.

Quais são as tendências tecnológicas para 2021?

Como vimos, algumas tecnologias tiveram destaque especial no ano de 2020 e viraram tendências para 2021. Elas estão em constante desenvolvimento e prometem facilitar ainda mais nossas vidas. Veja algumas:

1 – Rede de dados 5G

O 5G foi uma das tecnologias mais comentadas em 2020 e é possível que chegue com força ao Brasil em 2021. Para que seja adotado por aqui, será preciso realizar algumas adaptações das estruturas tanto por parte das empresas quanto das operadoras de internet.

A nova rede de dados será importante para dar conta de um futuro em que trilhões de dispositivos estarão permanentemente conectados à rede, entre drones, carros autônomos, lâmpadas, cafeteiras e diversos outros objetos.

Muitos negócios já estão se preparando para sua chegada. A tecnologia 5G está impulsionando a adoção de outras tecnologias, desde a computação de ponta até a realidade virtual. Você ainda vai ler muito sobre ela!

2 – Inteligência Artificial

Com empresas cada vez mais focadas na experiência do consumidor, sabemos que a inteligência artificial já é uma realidade. O propósito deste campo da ciência é estudar, desenvolver e empregar máquinas para realizarem atividades humanas de maneira autônoma. Há alguns anos, vem sendo usada para facilitar a execução de diversos processos.

A tendência é que para 2021 o seu uso aumente ainda mais em diversas áreas da tecnologia da informação. Pequenas, médias e grandes empresas usarão a Inteligência Artificial principalmente para segurança e coleta de dados. Isso ajudará na tomada de decisões com embasamento e análise de dados, aumentando a produtividade e economizando tempo.

3 – Realidade aumentada

Com grande potencial para educação, reabilitação, entretenimento e marketing, a realidade aumentada, assim como a inteligência artificial, já existe e faz parte do cotidiano de muita gente. Um exemplo dessa tecnologia é o QR code, que pode ser escaneado pela câmera do celular e direcionar o usuário para um site, uma imagem, entre outros.

Para 2021, a tendência é que o uso da realidade aumentada venha com mais força. Muitas empresas já a adotaram para fins comerciais, como o MC Donald’s da Suécia, por exemplo, que substituiu os balões, que geralmente enchem suas lojas, por um minigame com realidade aumentada. Tudo nos diz que ela se tornará uma grande aliada do marketing para os negócios.

4 –  Automação

A automação é uma parte essencial da Indústria 4.0 e está cada vez mais em alta. Tecnologias como a Inteligência Artificial, Big Data, Robótica e Computação em Nuvem têm tirado proveito da automação, que vem revolucionando os processos produtivos e a forma como vivemos e trabalhamos a partir de redes inteligentes – que podem controlar a si mesmas.

Muitas empresas e estudiosos enxergam que a automação está a um passo de um crescimento explosivo, muito acelerado com a crise sanitária do coronavírus. O uso de robôs no processo de automação industrial deixou de ser uma ameaça para os empregos e vem sendo visto como um importante aliado, substituindo a mão de obra humana nas funções de maior risco à saúde e à segurança. 

5 – Blockchain e Cibersegurança

Com o avanço da tecnologia, também avançam os perigos globais, como as fraudes, os ataques cibernéticos e o roubo de informação. A cibersegurança surge como medida capaz de garantir que os processos sejam desenvolvidos corretamente sem interferências externas. Com isso, a identidade de uma pessoa pode ser determinada com agilidade, o que garante um perímetro de segurança e redução dos riscos. 

Impedir fraude na Internet tem sido um grande desafio, principalmente para as empresas do setor financeiro. Esta é uma tecnologia que promete bastantes novidades para 2021, e já temos uma amostra dela com o emprego do PIX no Brasil.

Cada vez mais digital

A transformação tecnológica está acontecendo de maneira cada vez mais acelerada. As previsões para o ano de 2021 estão alinhadas com as mudanças de 2020 e já se encontram em curso no mundo todo. Agora é hora de as empresas ajustarem seus processos, sua cultura organizacional e seus sistemas rapidamente para atenderem as necessidades e exigências dos novos hábitos do consumidor – que está cada vez mais digital.

O avanço da tecnologia, por vezes, parece assustador, mas é benéfico na medida em que permite a geração de resultados melhores e com custos cada vez mais baixos. Agora que você já sabe as tendências tecnológicas para 2021, que tal assistir uma série ou documentário sobre ciência e tecnologia? 

Curiosidades sobre as maiores árvores de Natal pelo mundo

Veja algumas curiosidades sobre as maiores árvores de Natal pelo mundo

Todo ano, em dezembro, as árvores de Natal tomam conta das cidades, das casas e até dos centros comerciais, e são árvores de todos os tipos: pinheirinhos de verdade, artificiais e até mesmo uma junção de objetos que criam a forma triangular dos pinheiros. Cidades pelo mundo criam árvores de Natal gigantescas com muitas luzes e enfeites. Hoje, veremos algumas curiosidades sobre elas.

Árvore flutuante no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro já foi palco da maior árvore de Natal flutuante do mundo. Localizada na Lagoa Rodrigo de Freitas, ela possui mais de 70 metros de altura e é enfeitada com o brilho de 900 mil lâmpadas coloridas de led.

Uma árvore de Natal de verdade em Nova York

A árvore de Natal montada no Rockefeller Center é um clássico de Nova York, sendo colocada no mesmo lugar desde 1933. É um dos símbolos de Natal mais conhecidos do mundo. É aos pés dela, por exemplo, que o personagem de Macaulay Culkin reencontra a mãe no clássico natalino “Esqueceram de Mim 2”.

O interessante sobre esta árvore é que se trata de uma árvore de verdade, geralmente com cerca de 30 metros de altura. Há uma pessoa responsável em procurar enormes pinheiros durante todo o ano em cidades como Connecticut, Vermont, Ohio, Nova York e New Jersey. Assim que a árvore é escolhida, ela é transportada para o Rockefeller Center por meio de um guindaste.

Desde 2007, a instalação da famosa árvore toma medidas mais sustentáveis com luzes em LED alimentadas por painéis solares. Inclusive, clique aqui se você quiser saber como economizar energia na sua casa durante o Natal. 🙂

A maior árvore de Natal do mundo

Reconhecida desde 1991 pelo Guinness Book of Records como a maior árvore de Natal do mundo, a árvore de Natal da cidade de Gubbio, aos pés do Monte Ingino, no centro da Itália, leva cerca de quatro meses para ser montada. 

A árvore natalina possui 750 metros de altura, 350 metros de largura e se estende por uma área que corresponde a pouco menos de 30 campos de futebol. Só a estrela cadente, localizada no topo, tem cerca de mil metros. Os 950 pontos de iluminação estão ligados a 7.500 metros de cabos elétricos ligados a 1.350 plugues. Toda a árvore é alimentada por luzes de baixo consumo que usam apenas 35 Kw. Ao todo, são 250 luzes amarelas utilizadas no topo, 300 para criar a imagem da árvore e 400 coloridas para preencher a decoração. Por falar em tanta luz, você sabe como funciona o pisca-pisca?

Criatividade e sustentabilidade em árvores de Natal

Não podemos deixar de falar sobre a grandiosidade das ideias espalhadas pelo mundo. Existem árvores de Natal feitas de pneus, garrafas pets, caixotes de madeira e diversos outros materiais reutilizados. Veja alguns exemplos:

A árvore abaixo possui 21 metros de altura e foi instalada em Salvador, Bahia. A novidade é que ela foi construída com 22 mil garrafas pet. Foi usada uma série de lacres para prender um recipiente ao outro. As bolas coloridas foram feitas com tesouras e tintas. 

Esta outra, em Lismore, na Austrália, mede 5,5 metros e foi feita com cerca de 150 pneus, 100 tampas, 120 garrafas pet (para formar a estrela), latas de alumínio e 40 lâmpadas antigas da pista do Aeroporto Lismore.

Lindíssimas, não é mesmo? A tradição de árvores de Natal vive há muitos anos, e amamos ver a evolução de um dos símbolos mais populares das celebrações natalinas. Você é do time das árvores gigantescas ou prefere algo mais basiquinho?

Continue no blog e leia também sobre as maiores rodas-gigantes do mundo.

Visita Guiada no Museu WEG

Venha conosco conhecer um pouco da história da WEG, da cultura de Jaraguá do Sul e das maravilhas da ciência e da tecnologia reunidas num só lugar.

Enquanto o Museu permanece com sua exposição fechada aos visitantes, que tal conferir uma visita guiada virtual?

Desta forma, mesmo longe você consegue conhecer mais sobre a história da WEG, de seus fundadores, sobre a cultura de Jaraguá do Sul e ciência e tecnologia, todas reunidas num só lugar.

Confira:

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