Categoria: Eletricidade

Invenções ligadas à eletricidade que mudaram o mundo

Muitas invenções ligadas à eletricidade mudaram o mundo, mas algumas têm destaque. Confira a lista!

Uma das principais características do ser humano é a capacidade de lidar com situações de maneira criativa, criando meios e ferramentas para solucionar problemas ou simplesmente para compreender melhor o universo. Nessa bagagem, está a descoberta do fogo, a criação da roda, a invenção da escrita e até a descoberta do DNA, citando apenas alguns exemplos.

Entre as invenções pelo mundo mais significativas e também mais importantes para nossa evolução, está a eletricidade, é dela que advém parte do mundo moderno em que vivemos hoje.

Muitas invenções ligadas à eletricidade mudaram o mundo, mas algumas têm destaque por sua importância e pela maneira que afetaram nosso modo de agir e pensar nos dias atuais. 

Invenções elétricas de importância mundial

1. Semicondutores

Os semicondutores são a base de todos os aparelhos eletrônicos da era digital moderna. São pequenos chips que fazem parte de núcleos essenciais de smartphones e smart TVs até dispositivos médicos e sistemas militares.

Por serem, em sua maioria, feitos de silício, estão por trás do apelido “Vale do Silício”, lar das maiores empresas de computação do mundo. O primeiro eletrônico com semicondutores foi apresentado em 1947 por John Bardeen, Walter Brattain e William Shockley.

A partir dos avanços feitos nas tecnologias de semicondutores, foram desenvolvidos computadores, equipamentos de telecomunicação digital e até robôs industriais.

2. Lâmpada

James Bowman Lindsay, em 1835, apresentou ao mundo a primeira lâmpada elétrica. No entanto, sem ter consciência da importância de sua invenção, ele não se preocupou em registrar sua patente e abandonou o projeto para trabalhar em tecnologias de telegrafia sem fio. Graças a inventores como Thomas Edison, o invento se manteve vivo e recebeu a devida importância, tornando-se praticamente indispensável nos dias atuais.

3. Pilhas e baterias

Em meados de 1779, o cientista italiano Alessandro Volta apresentou a pilha voltaica, dando início ao que, tempos depois, iria se transformar em baterias de íon-lítio que utilizamos em nossos aparelhos eletrônicos.

Sem essa invenção, dificilmente teríamos aparelhos que não necessitam ficar o tempo todo conectados a uma tomada para funcionar corretamente.

4. Telefone

Há controvérsias sobre a invenção do telefone. Segundo o Congresso dos Estados Unidos, o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo Italiano Antonio Meucci, que o chamou de “telégrafo falante”.

Mas coube a Alexander Graham Bell, em 1876, aprimorar o invento e apresentar as bases do que viria a se transformar nos aparelhos presentes nas casas de grande parte da população mundial. Foi Graham Bell o primeiro a produzir o dispositivo em grande escala, fazendo com que, em 1886, 150 mil residências nos Estados já tivessem a invenção.

5. Televisão

Desde 1926, a televisão tem sido utilizada como meio de levar entretenimento, notícias e educação a grande parte da população mundial. Especialistas concordam que o título de “pai da televisão” é do físico escocês John Logie Bardie. Já que seus experimentos em 1925 resultaram na primeira transmissão de imagens em nível de cinza em movimento.

Em 1928, aconteceu a primeira transmissão transatlântica, entre Londres e Nova York, e a primeira transmissão ao vivo ocorreu três anos depois. Em 1930, Bardie lançou um sistema para transmitir sons de maneira simultânea com as imagens, é aí que a televisão surgiu oficialmente.

6. Internet 

A rede mundial dos computadores começou a dar os primeiros passos durante a década de 60. Foi originalmente usada pelo exército norte-americano para transmitir dados entre redes pequenas. Em pouco tempo, a internet progrediu e cresceu em escala assustadora.

Seu potencial comercial começou a ser explorado, e hoje é uma das principais ferramentas de trabalho e comunicação no mundo todo.

O primeiro site do mundo foi criado em 06 de agosto de 1991 por Tim Berners-Lee, físico do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, considerado o pai da Web. A página nomeada de “The Project” pode ser acessada até hoje e conta com a descrição dos principais fundamentos da World Wide Web.

7. Motor elétrico

Foram quase três séculos entre os primeiros estudos, as primeiras pesquisas e invenções até o surgimento dos motores elétricos em 1886. A descoberta é atribuída ao cientista alemão Werner Siemens, inventor do primeiro gerador de corrente contínua autoinduzido.

Hoje os motores elétricos são utilizados no dia a dia doméstico e industrial, e é quase impossível pensar na vida sem eles.

Atualmente, milhares de inventos facilitam nossa vida. Eles são resultados de muito estudo e experimentos de inventores e cientistas que não mediram esforços por suas criações.

É por isso que a ciência é tão importante para nossa vida. Sem ela, não existiria a eletricidade e, consequentemente, nenhuma das invenções citadas acima. Um super viva às grandes descobertas! 🙂

Leia também: Como seria o mundo sem eletricidade?

Como seria o mundo sem eletricidade?

A energia elétrica foi responsável por diversos avanços no mundo.

A humanidade passou por diversos estágios em sua história evolutiva. Algumas descobertas nesses estágios moldaram nosso futuro – entre elas, está a eletricidade. A energia elétrica foi responsável por diversos avanços no mundo, e seu desenvolvimento pôde proporcionar a evolução da tecnologia.

Ao pensar em um mundo sem eletricidade, milhares de dispositivos não existiriam, como por exemplo: computadores, celulares, geladeiras, chuveiros elétricos, postes de luz e elevadores. Você já imaginou viver sem depender da energia elétrica? 

Vivendo em um mundo sem eletricidade

Grandes feitos da humanidade foram realizados sem eletricidade. Porém, a partir da sua descoberta, vivemos em um mundo que depende dela para continuar a evolução. 

Praticamente todas as áreas da nossa vida mudariam sem eletricidade. Ao começar pela indústria médica, que entraria em colapso. Doenças extintas poderiam voltar, e muitos diagnósticos e tratamentos deixariam de existir, ou se tornariam medievais.

Nós também teríamos que reaprender a cozinhar, lavar, transportar, se divertir e trabalhar sem os dispositivos eletrônicos que usamos no dia a dia. A eletricidade também é, praticamente, o coração da civilização trabalhadora, e muitos empregos teriam que ser reinventados.

Veremos abaixo algumas áreas que seriam extremamente afetadas caso a energia elétrica não existisse.

Fim do mundo moderno

A eletricidade é responsável pelo funcionamento de muitos aparelhos e máquinas. Sem energia elétrica, a tecnologia seria escassa, muitas pessoas iriam trabalhar nos campos até o anoitecer. Praticamente não haveria movimento à noite, muito menos trabalhos noturnos, já que não haveria iluminação adequada.

Trens elétricos não existiriam, e muitas pessoas não poderiam se deslocar para trabalhos longe de casa. Nas casas, o bombeamento de água de poços seria uma tarefa manual. Computadores, smartphones e internet também não existiriam, logo, nada de redes sociais. 

Em contrapartida, a vida sem eletricidade traria outras demandas. Sem televisão, o homem poderia procurar mais por teatros, por exemplo, e a comunicação à distância voltaria a ser por cartas. Certamente também haveria menos poluição tecnológica. 

A cozinha sem eletricidade

Um dos lugares mais importantes de uma residência, onde é preparada a alimentação da família, também sofreria muitos impactos sem eletricidade.

É assim que seria nossa cozinha: o fogão e o forno seriam a lenha, e, sem geladeira, não seria possível fazer gelo ou sorvetes, por exemplo. Os eletrodomésticos que conhecemos hoje como micro-ondas, batedeira e liquidificador também não existiriam.

Seria necessário desenvolver técnicas para conservar alimentos durante o verão e o inverno, lugares frios e escuros como cavernas poderiam armazenar o alimento de caça e coleta. Muitos alimentos deveriam ser cozidos logo após a coleta para durar mais tempo. E é na cozinha que encontramos um item capaz de gerar energia sem eletricidade, veja aqui como é possível gerar luz a partir de uma batata.

O fogo como aliado

Sem o domínio da energia elétrica, as pessoas teriam o hábito de viver conforme a luz natural. Isso significa que, no início da noite, seria a hora de dormir, e, ao raiar o sol, seria hora de começar a rotina do dia.

O fogo seria muito utilizado para iluminação. Fogueiras seriam acesas a fim de aquecer e iluminar o espaço de convivência. Não haveria estufas nem aquecedores elétricos. Nos dias frios, precisaríamos de fogo, fogão a lenha ou lareiras, que, além de aquecer, acolhem todos os membros da família em comunhão em uma noite fria.

Lista de escassez no mundo sem eletricidade

  • Não haveria aquecedor elétrico.
  • Não haveria ventilador nem condicionador de ar elétrico.
  • Faltaria luz em ruas e residências.
  • Adeus aos semáforos e pedágios automáticos.
  • Não haveria chuveiro elétrico, geladeira e todos os eletrodomésticos que conhecemos hoje.
  • Não haveria refrigeração para conservação de alimentos.
  • Fim do equipamento de escritório (copiadoras, scanners, computadores, internet e telefones).
  • A maioria dos nossos equipamentos médicos não existiria.
  • O homem só seria capaz de trabalhar durante o dia.
  • Grande parte da produção seria feita à mão porque as fábricas não teriam linhas de montagem.

Em resumo, nossa vida sem eletricidade remete ao passado. O instinto de sobrevivência dos nossos antepassados, como busca pela caça e o uso do fogo, faria parte do nosso dia a dia. Como muitas pessoas precisariam de lenha para seus fogões e suas lareiras, seria necessária uma política de regras de plantio, ou nossas matas estariam em constante perigo por causa do alto número de desmatamento. 

A comunicação global praticamente não existiria, e só saberíamos das notícias por meio do boca a boca. Muitas coisas que hoje são simples poderiam ser verdadeiros desafios no nosso dia a dia.

 Já parou para pensar que, se vivêssemos em um mundo sem eletricidade, você não estaria agora lendo este conteúdo? Neste artigo, conseguimos imaginar um pouco sobre como seria um mundo sem eletricidade, mas você já pensou como seria um mundo sem sol? Clique aqui e continue lendo para saber.

Eletricidade: países e exemplos de fiação subterrânea pelo mundo

A fiação subterrânea pode abranger toda a rede elétrica, bem como a rede de cabos de telefonia e TV.

Além da questão estética que confere um visual urbanístico mais agradável às cidades, a fiação subterrânea evita problemas de descarga na rede elétrica, diminui os apagões nos bairros e reduz riscos de queda de raios. Cidades como Barcelona, Londres, Amsterdã, Paris e Washington são citadas com frequência por engenheiros e arquitetos como exemplos de cidades que enterraram praticamente toda a sua fiação. 

Em contrapartida, a realidade brasileira possui apenas uma pequena parte da rede de eletricidade feita por redes subterrâneas. Neste artigo veremos países e exemplos de fiação subterrânea pelo mundo.

Fiação subterrânea: o que é

É comum nos depararmos com postes e fios de energia cortando o céu das cidades. Porém o cabeamento aéreo pode representar alguns perigos. Além da poluição visual e do alto custo de manutenção, ele está exposto ao risco de vandalismo, ventanias e trovoadas.

Uma das soluções inteligentes para substituir esse tipo de fiação é a subterrânea, ela pode abranger toda a rede elétrica, bem como a rede de cabos de telefonia e TV, e apresenta diversas vantagens do ponto de vista da infraestrutura das cidades. 

 Além da poluição visual, o cabeamento aéreo pode representar alguns perigos 

O procedimento para instalação da rede subterrânea consiste na instalação de dutos enterrados em valas. O sistema subterrâneo é mais duradouro e, em longo prazo, acaba sendo economicamente mais viável. Isso acontece porque os custos com reparos chegam a ser até 80% menores do que na rede aérea, exigindo menos substituições de cabos e consertos mais espaçados.

As redes subterrâneas tiveram as primeiras experiências no Brasil ainda em 1938 no Rio de Janeiro, o que na época se justificava apenas como medida estética.

Em Santa Catarina, onde está localizada a matriz da WEG, várias cidades já deram início – mesmo que em pequena porcentagem – à instalação de redes subterrâneas. É o caso, por exemplo, de Joinville, São José, Florianópolis e Lages.

Instalação da fiação subterrânea 

A fiação subterrânea possui um sistema composto por dutos embutidos separadamente no solo a uma profundidade de aproximadamente 50 cm. As concessionárias de energia elétrica utilizam geralmente o duto de PEAD – Polietileno de alta densidade – nessas instalações.

A mudança da rede elétrica aérea para a subterrânea é bastante complexa. Os dutos são apoiados em uma base de concreto. Depois, a cobertura é feita, geralmente, com areia para que seja possível acompanhar a movimentação da terra de modo que, ao passar um caminhão, por exemplo, o impacto da vibração não traga prejuízos. Dependendo da situação, no final, a via volta a ser coberta por terra ou pavimentação.

Na sua extensão, são instaladas caixas de passagem a distâncias variáveis, e pode ser preciso fazer caixas maiores denominadas câmaras de transformação – salas subterrâneas, que abrigam os equipamentos das concessionárias, como transformadores e chaves de desligamento. Essas salas são colocadas nas calçadas e, em casos específicos, em áreas também acessíveis pelos consumidores.

Depois de enterradas, as tubulações são interligadas com os imóveis dos consumidores. As caixas de passagem ao longo da extensão da via servem também de caixa de derivação para atender o consumidor final, fazendo a ligação com cada uma das casas ou dos escritórios.

Exemplos de fiação subterrânea 

São Paulo: a energia da região central da cidade de São Paulo é subterrânea há mais de 20 anos. A Enel Distribuição São Paulo realizou dois projetos de conversão: um na Vila Olímpia, onde foram enterrados fios elétricos em 13 vias da região, correspondentes a 4,2 quilômetros de extensão, e outro na área do Mercado Municipal com nove quilômetros em 40 vias. Existe um decreto que obriga a cidade a enterrar a cada ano cerca de 250 quilômetros de cabos. O projeto em ruas como a Oscar Freire foi iniciativa de empresários. 

Londres: a empresa responsável pela infraestrutura elétrica em Londres investiu mais de US $1 bilhão nos últimos anos para criar um sistema de linhas de transmissão em túneis mais profundos, substituindo a fiação que já ficava embaixo da camada de asfalto. 

Buenos Aires: apesar de ainda ter muita rede aérea, o governo da capital argentina tem avançado na troca dos cabos aéreos por fios subterrâneos. No centro da cidade, a substituição já foi feita. A medida foi incluída em uma grande reforma na área promovida pela prefeitura da cidade na década de 1950. Em outros bairros, está proibida a instalação de novas fiações sobre o solo. 

Paris: a rede elétrica subterrânea de Paris começou a ser instalada em 1910. Conhecida como Cidade Luz, a capital francesa tem toda a sua fiação no subsolo há mais de 60 anos. 

Vantagens e desvantagens da fiação subterrânea

Vantagens da fiação subterrânea

  • Maior confiabilidade
  • Menores indicadores de interrupção/queda de energia
  • Vida útil maior do que 30 anos
  • Paisagem urbana mais limpa

Desvantagens da rede subterrânea

  • Alto custo de implantação (varia de três a 15 vezes mais do que a aérea)
  • Manutenção corretiva demorada pela dificuldade de localização de defeito
  • Interferência de outras empresas (de telefonia, gás, água, TV a cabo)
  • Operação e manutenção especializadas

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre a fiação subterrânea pelo mundo, que tal conferir quais são os maiores parques eólicos do Brasil? Clique aqui e saiba mais.

Por que as antigas TVs arrepiam os pelos do braço?

Para entender esse desequilíbrio, é preciso conhecer a eletricidade estática.

Chegar perto da tela da TV e sentir os pelos do braço arrepiarem. Se você já experimentou essa sensação, conhece as televisões de tubo, certo? Isso acontece por causa de um fenômeno chamado eletricidade estática, e, com o avanço da tecnologia, os novos televisores não têm o mesmo efeito. Neste artigo, vamos descobrir por que as antigas TVs arrepiam os pelos do braço e podem causar pequenos choquinhos nas pontas dos dedos.

Como funcionam as TVs de tubo

As TVs de tubo funcionam com uma base eletromagnética. Existem três filetes de elétrons que percorrem a tela pela parte de trás em uma grande velocidade, formando a imagem, pixel por pixel, de cima para baixo e da esquerda para direita. A tarefa é tão rápida que o olho não consegue captar a formação da imagem, apenas o resultado dela pronta.

Por que os pelos do braço arrepiam ao chegar perto da tela de TVs antigas?

Quando a televisão de tubo é ligada, seus circuitos internos geram uma alta tensão para o seu funcionamento. Logo, o bombardeio de elétrons responsável pela formação de imagens estabelece uma carga negativa que recobre toda a tela do aparelho. Ao tocarmos nela, reagimos como um fio-terra, que retira a eletricidade do televisor. Os elétrons são atraídos para um corpo não polarizado, sejam as pontas dos nossos dedos ou os pelos do braço, produzindo pequenas faíscas ou deixando os pelos em pé.

De maneira resumida, a alta tensão gerada ao ligar o aparelho é aplicada internamente, bem próximo a tela, e o campo elétrico formado pela alta tensão atrai corpos não polarizados. Para entender esse desequilíbrio, é preciso conhecer a eletricidade estática, que também está relacionada ao pequeno choque que levamos ao encostar nas pessoas ou nos objetos de vez em quando.

Eletricidade estática

Basicamente, a eletricidade estática estuda o comportamento do desequilíbrio elétrico dos átomos de um corpo. Ela está muito presente no nosso dia a dia, seja ao ligar uma TV ou um monitor, ao tomarmos pequenos choques ao encostar na maçaneta de uma porta ou um vidro que, após esfregado com lã, passa a atrair pequenos pedacinhos de papel.

É comum que as pessoas associem o termo eletricidade a equipamentos, algo criado pelo ser humano. Mas, na realidade, a eletricidade se fez presente desde o surgimento do Universo. Um bom exemplo disso é o relâmpago, outro exemplo são os impulsos nervosos que ocorrem em nosso corpo. Muitas vezes, nosso corpo fica tão eletrizado (com acúmulo de elétrons) que acaba descarregando essa energia no primeiro objeto condutor (metal ou o corpo de outra pessoa, por exemplo) que aparece pela frente.

A matéria é constituída por átomos, e eles são formados por prótons, nêutrons e elétrons. Os prótons possuem carga positiva, os elétrons possuem carga negativa, e os nêutrons são eletricamente neutros. Os prótons e os nêutrons formam o núcleo, e os elétrons ficam em constante movimento envolta deste.

Estrutura de um átomo

Para eletrizar um corpo, é necessário fazer com que o número de elétrons se torne diferente do número de prótons nos átomos que formam esse corpo. Se o número de elétrons for maior que o número de prótons, o corpo estará eletrizado negativamente; se o número de elétrons for menor que o número de prótons, o corpo estará eletrizado positivamente.

É quando esse processo de eletrizar um corpo acontece que ele passa a ter eletricidade estática. Ou seja, a eletricidade é chamada estática quando as cargas elétricas se acumulam em um corpo e não se movimentam. As cargas elétricas de sinais diferentes, quando aproximadas uma das outras, atraem-se mutuamente, e cargas de sinais iguais tendem a se repelir. 

Vale lembrar que o arrepio dos pelos ou o choquinho não é igual para todo mundo, pois cada pessoa é única e composta por proporções diferentes entre os tecidos que formam o corpo. Imagine quanto estudo foi necessário para termos toda essa informação. Incrível, não é? Agora que você descobriu por que as TVs arrepiam os pelos dos braços, que tal conhecer alguns mistérios que a física ainda não conseguiu explicar?

Qual é a diferença entre Amperes, Volts, Watts e kVA?

Você lembra qual é a diferença entre Amperes, Volts, Watts e kVA?

Hoje em dia, é quase impossível imaginar uma vida sem eletricidade. Ela está presente nas tarefas mais simples do nosso cotidiano e também em incríveis e gigantescos projetos pelo mundo afora. Provavelmente você já estudou ou está estudando as características desse fenômeno nas aulas de física, mas você ainda lembra qual é a diferença entre Amperes, Volts, Watts e kVA? Entender exatamente o que significam algumas unidades de medidas do Sistema Internacional de Unidades pode ser difícil. Se você precisa de uma ajudinha para se lembrar desses conceitos, continue neste artigo.

Diferença entre Amperes, Volts, Watts e kVA

Você já deve ter visto termos como Volt, kVA e Watts estampados em produtos eletrônicos.  Eles são amplamente utilizados no mercado para expressar algumas características técnicas desses produtos. Saber o significado de cada um desses termos pode ajudar a tomar decisões na hora de comparar um eletrônico com outro.

O que são Amperes?

Usamos a medida Ampere (A) para medir a corrente elétrica. Essa corrente é gerada quando os elétrons de um átomo começam a se mover de um átomo para o outro de modo ordenado. A unidade Ampere é usada para medir quantos elétrons formam essa corrente por segundo. O nome é uma homenagem ao físico francês André-Marie Ampère.

É válido citar que “amperagem” é o termo leigo quando queremos nos referir à corrente elétrica. Podemos usar amperagem ao conversar com outra pessoa de modo coloquial, mas, para respeitar o termo técnico, usamos “corrente”.

O que são Volts?

A medida Volt (V) é utilizada para se obter a tensão elétrica, ou seja, a diferença de potencial elétrico. O nome é em homenagem a Alessandro Volta, o inventor da pilha voltaica, que pode ser considerada a precursora da bateria elétrica. Falando em pilha, sabia que o equipamento elétrico mais antigo que se tem notícia é a pilha de Bagdad?

O Volt é equivalente ao potencial de transmissão de energia (medido em Joules) dividido pela carga elétrica (medida em Coulombs) entre dois pontos distintos. Ou seja, dizer que a tensão entre dois pontos é igual a 1 Volt significa que cada carga de Coulomb que se movimenta nesse espaço transmite 1 Joule de energia elétrica. Portanto, uma pilha de 1,5 V tem uma tensão elétrica de mesmo valor.

O que são Watts?

Watt é a medida de potência que expressa a capacidade na qual a energia elétrica é capaz de realizar trabalho. Quando fazemos um exercício físico, gastamos calorias, certo? Com os equipamentos que utilizam energia elétrica, acontece a mesma coisa. Só que, para medir esse gasto energético, utilizamos a unidade de medida Watts (W). O valor de 1 Watt é equivalente a 1 joule por segundo. O nome é em homenagem ao grande cientista James Watt.

O que é kVA?

O kVA é uma unidade de medida composta por Volt (V), Ampere (A) e K (que significa mil, como quilogramas). Logo, kVA é 1 quilovolt ampere. VA é a sigla para volt-ampere, que nada mais é do que a potência aparente de uma fonte geradora de energia. Essa unidade é utilizada para planejar o circuito elétrico. De um jeito simples: se uma lâmpada consome 60 Watts, o circuito que a alimentará precisará ter no mínimo 60 VA ou 0,06 kVA.

Em resumo

Cada unidade de medida que vimos serve para mensurar uma grandeza diferente. Portanto, não são sinônimos. Usamos a medida Ampere (A) para medir a corrente elétrica. A medida Volts (V) é relacionada à tensão elétrica. Watt (W) é a medida de potência elétrica que indica a quantidade de energia em joules que é convertida, usada ou dissipada em um segundo. A unidade kVA significa 1 quilovolt ampere, sendo VA a potência aparente de uma fonte geradora de energia.

Já que estamos falando sobre energia elétrica, que tal ler algumas curiosidades sobre os raios?

A história de Werner von Siemens e suas principais invenções

Werner Von Siemens foi responsável por diversas invenções, tais como o telégrafo, o gerador elétrico e o dínamo elétrico de corrente alternada.

Para deixar um legado que perdura por mais de 200 anos depois de seu nascimento, é necessário ser visionário, e assim foi Werner Von Siemens. Nascido em 1816, na Alemanha, ele foi responsável por diversas invenções, tais como o telégrafo de ponteiro, o elevador elétrico, o fotômetro de selênio, o gerador elétrico e o dínamo elétrico de corrente alternada. São tantas invenções que daria um filme!

Werner von Siemens foi um grande inventor e um dos primeiros a ver a conexão entre pesquisa científica e desenvolvimento econômico. Sua paixão por matemática, física, química e experimentos científicos o motivou a seguir pesquisando mesmo quando quase se feriu com uma explosão em uma de suas experiências em 1840. Ele correu riscos, superou dificuldades e desenvolveu tecnologias que mudaram o futuro.

Invenções de Werner von Siemens que mudaram o mundo

Werner tem uma lista de invenções extensa. A primeira grande novidade foi o telégrafo de ponteiro com teclas distintas para cada letra do alfabeto, o que permitia ser operado por qualquer pessoa alfabetizada. Isso substituiu a exigência do conhecimento de código morse e tornou a comunicação mais confiável e acessível.

Entre suas grandes realizações, estão a construção da primeira linha de telégrafo de longa distância (ligando Berlim a Frankfurt), a instalação de toda a rede de telégrafos da Rússia que se estendia da região do Báltico até o Mar Negro e a produção e instalação dos primeiros cabos de telégrafo submarinos na Inglaterra.

Sem nunca deixar de lado a pesquisa científica, em 1866, ele descobriu o princípio dínamo elétrico, que abriu caminhos para que a eletricidade pudesse ser usada como fonte de energia. Usando um ímã, criou uma máquina que transformava energia mecânica em elétrica. Isso não só facilitava a produção de eletricidade, como era facilmente transportável para qualquer lugar. 

Máquina dínamo, criada em 1866

Em 1879, ele apresentou a primeira ferrovia elétrica do mundo e, no mesmo ano, foi responsável pela instalação dos primeiros semáforos elétricos de Berlim. Em 1880, construiu o primeiro elevador elétrico e, um ano depois, instalou o primeiro bonde elétrico do mundo em Berlim-Lichterfelde.

Foi marcante sua contribuição para que a energia elétrica se impusesse, por meio de geradores e motores elétricos, substituindo gradualmente as máquinas a vapor, abrindo, assim, uma nova fase da Revolução Industrial.

Suas contribuições para a sociedade vão além das descobertas científicas, um exemplo disso é que Werner Von Siemens foi um empreendedor ativo e ajudou a fundar a Sociedade de Engenharia (Elektrotechnischer Verein), responsável pela criação de cursos de engenharia elétrica em universidades alemãs. Também foi reconhecido ainda em vida por sua obra e recebeu várias honrarias, por exemplo, foi condecorado cavaleiro da ordem Pour le Mérite (a mais alta condecoração militar da Prússia).

Sua vida daria um filme! Não é à toa que existem diversas biografias sobre a trajetória deste grande engenheiro elétrico. Já que o assunto é grandes inventores, que tal conhecer agora a história de Benjamin Franklin?

Você sabe como escolher aparelhos que consomem menos energia?

Economizar energia elétrica é uma prática que proporciona benefícios que vão além da economia na conta de luz.

Economizar energia elétrica é uma prática que proporciona benefícios que vão além da economia na conta de luz. Ao escolher produtos certificados e mudar alguns hábitos você também estará economizando recursos naturais, contribuindo para evitar a degradação do meio ambiente e incentivando outras pessoas a seguirem o mesmo caminho.

Para começar, na hora de escolher um novo equipamento eletrodoméstico, é possível analisar os selos do Programa Nacional de Conservação da Energia Elétrica (Procel), que servem para indicar a quantidade de energia gasta por cada produto elétrico. Os selos são soluções desenvolvidas pelas empresas de energia e pelo governo para avaliar se um produto realmente é de qualidade.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem — PBE, por exemplo, foi desenvolvido com o intuito de oferecer uma métrica confiável de eficiência energética, ela está presente em diferentes categorias de produtos e a escala tem como base as letras de A a G, sendo, respectivamente, a melhor nota em relação ao gasto energético e a pior avaliação possível para um produto eletrônico.

Selo do Programa Nacional de Conservação da Energia Elétrica (Procel)

Esse é um dos principais instrumentos para avaliar a eficiência energética de um eletrodoméstico. Sabendo disso, você pode deixar de lado aqueles itens que apresentam maior consumo ou não possuem certificação.

Dicas práticas para economizar energia com aparelhos eletrodomésticos

Aparelhos que precisam fazer algum tipo de mudança de temperatura, como uma estufa elétrica ou geladeira, precisam de muita energia para executar essa função. Mas, mesmo estando ligadas o tempo todo, é possível diminuir o consumo controlando sua potência. Confira algumas dicas práticas para executar no dia a dia:

Chuveiro elétrico

O chuveiro elétrico representa, em média, 30% do valor da conta de energia. Ele consome muita energia porque esquenta a água por meio do efeito Joule, processo em que a energia elétrica é transformada em calor. A dica é que, para economizar energia, nos dias quentes, o chuveiro deve ser utilizado na posição verão. Outra forma de diminuir o consumo, tanto de energia quanto de água, é reduzir o tempo de banho e até mesmo desligá-lo enquanto se ensaboa.

Ar condicionado

Em épocas mais quentes, o ar-condicionado vira nosso melhor amigo. Mas o aparelho também é responsável por um alto consumo de energia elétrica. A dica é fazer a manutenção regularmente: os filtros desses aparelhos sempre devem estar limpos, pois a sujeira impede a circulação de ar, o que faz com que precise realizar mais força para funcionar adequadamente. Evite usar o ar-condicionado em ambientes abertos, isso prejudica o potencial de resfriamento do ambiente. Opte sempre por temperaturas medianas e que sejam agradáveis. Alguns aparelhos possuem a função de desligamento automático quando atingem a temperatura ideal, certifique-se que essa função está funcionando ou faça o controle manualmente. Procure ainda, proteger a parte externa do equipamento da iluminação solar, sem que as grades de ventilação fiquem bloqueadas; manter as janelas fechadas também é importante.

Geladeira

A maioria das geladeiras possuem níveis de resfriamento, e em épocas mais frias do ano, os níveis mais baixos são suficientes para conservar o alimento. Essas mudanças periódicas garantem um uso mais eficiente das geladeiras e reduzem boa parte do consumo. Além disso, manter a geladeira o mais longe possível de fontes de calor, como o fogão e forno elétrico, evita um consumo exagerado de energia.

Lâmpadas

Quanto à iluminação, as lâmpadas podem representar cerca de 20% da sua conta de energia. A dica para economizar é evitar acendê-las durante o dia e sempre utilizar lâmpadas fluorescentes ou de LED, que consomem menos energia quando comparadas às lâmpadas incandescentes. Clique aqui para conhecer os tipos de lâmpadas.

Resumão: comece a economizar energia

Agora você já sabe como escolher seus equipamentos eletrodomésticos e economizar energia, certo? Vamos ao resumão:

– Uma das formas de conferir se a fabricante do equipamento se preocupa com sustentabilidade e eficiência energética é verificar se há um selo de qualidade colado no produto;

– Além de não tomar banhos demorados, é interessante desligar a torneira enquanto estiver se ensaboando e utilizá-lo na posição verão nos dias mais quentes;

– Instale o ar-condicionado em um local de metragem adequada para sua potência, com boa circulação de ar. Use a opção de desligamento automático e proteja a parte externa da iluminação solar.

– Tanto a geladeira quanto o freezer devem estar posicionados com, em média, 15 centímetros da parede. Mantenha-os longe do fogão ou áreas expostas ao sol. Fique atento a potência recomendada para a estação do ano.

Com essas recomendações você já estará contribuindo com a economia de recursos naturais. Mas se quiser economizar ainda mais, considere investir na instalação de energia solar na sua residência. Dessa forma, além de conquistar uma excelente economia de energia a longo prazo, você estará colaborando para a preservação e equilíbrio do meio ambiente. 

Pronto para colocar tudo isso em prática? E que tal fazer um experimento em casa, construindo seu próprio gerador de energia utilizando uma batata? É isso mesmo, em alguns países há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. Veja como isso é possível. 😀

É possível produzir energia usando uma batata?

Com algumas placas de metal, fios, uma lâmpada e uma batata é possível produzir luz elétrica.

Imagine que você está em casa e de repente acaba a luz! No meio da escuridão você acende uma vela, usa uma lanterna ou a luz do celular, certo? Mas que tal aprender um novo jeito de produzir luz? Com algumas placas de metal, fios, uma lâmpada e uma batata também é possível produzir luz elétrica. Você não leu errado, veja agora como produzir energia usando uma batata!

O pesquisador Haim Rabinowitch, da Universidade Hebraica de Jerusalém em Israel, afirma que uma batata tem potência suficiente para iluminar um quarto com lâmpada LED por 40 dias. Você acredita? Os princípios desta técnica são conhecidos desde 1780, quando o italiano Luigi Galvani fez as primeiras experiências do tipo. Mas com o tempo e a tecnologia desenvolvida em laboratório foi possível aumentar muito a potência.

E como isso funciona? Com auxílio de dois metais é possível criar a bateria de material orgânico: um ânodo (um metal como zinco, com eletrodos negativos) e um cátodo (cobre, que possui eletrodos positivos). Nesse processo, o ácido dentro da batata forma uma reação química com o zinco e o cobre que libera elétrons, eles fluem de um material para o outro, fazendo com que a energia seja liberada.

Assista o vídeo abaixo para ver como funciona essa experiência na prática:

Super batata

Não contentes com a energia produzida no experimento que vimos, em 2010, cientistas da universidade de Jerusalém começaram a fazer experiências com diversos tipos de batatas para descobrir como aumentar sua eficiência energética. Eles descobriram, então, que ao cozinhar as batatas por oito minutos, quebram-se os tecidos orgânicos, reduzindo a resistência, facilitando o movimento dos elétrons e produzindo mais energia. Outra descoberta foi que fatiar a batata em quatro ou cinco pedaços aumenta a eficiência energética em até dez vezes.

Com isso foi possível comprovar que pode ser economicamente viável usar as batatas como fontes de energia, que apesar de ser de baixa voltagem, é suficiente para construir uma bateria que poderia carregar até celulares ou laptops.

Além disso, o custo para produzir energia com uma batata cozida ligada a placas de cobre e zinco é muito menor que o custo da energia gerada por uma pilha alcalina AA de 1,5 volt, por exemplo.

E não para por aí, em outros países, há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. No Sri Lanka, pesquisadores estudam a forma de otimizar o uso da energia elétrica com bananas. As mesmas técnicas – cozinhar e fatiar – funcionaram. Incrível, não é mesmo? 🙂

Falando nisso, você sabe como a energia elétrica é distribuída em uma cidade? 

Como funciona o helicóptero?

Descubra como funciona a aeronave mais versátil e amplamente utilizada no mundo.

Podemos dizer que o helicóptero é um avião com asas móveis: as hélices (que também chamamos de rotor). E, diferentemente do avião, que só se desloca para a frente, ele pode pairar no ar, fazer manobras suaves para qualquer direção e até andar de ré, porque suas pás estão sempre em movimento. Para que esse tipo de manobra saia bem, não é nada simples, já que a tendência natural do impulso provocado pela rotação das hélices (o chamado torque) seria fazer a nave sair rodopiando como um pião. É por isso que existe uma segunda hélice que gira em pé e produz uma força lateral: para contrabalancear o rotor da cauda e deixar seu “corpo” parado enquanto as hélices giram.

Como funcionam as hélices do helicóptero?

  1. As lâminas têm a forma de perfis aéreos (asas de avião com perfil curvo), de modo que geram elevação ao girar.
  2. Cada lâmina pode girar sobre uma dobradiça emplumada.
  3. Os links verticais  empurram as lâminas para cima e para baixo, tornando-os giratórios. Os links de passo movem-se para cima e para baixo, de acordo com o ângulo das placas swash.
  4. O mastro do rotor (um eixo central conectado ao motor pela transmissão) faz girar todo o conjunto da lâmina.
  5. A tampa do cubo do rotor (acima dos rotores) ajuda a reduzir o arrasto aerodinâmico.
  6. Existem dois motores turbo-eixo, um em cada lado dos rotores. Se um motor falhar, ainda deve haver energia suficiente do outro motor para aterrar o helicóptero com segurança.

Por que o helicóptero não sai rodopiando?

“Para toda ação, sempre há uma reação oposta de mesma intensidade.” A Terceira Lei de Newton pode ser aplicada de forma simples no funcionamento de um helicóptero. 

Seguindo a lei, quando a hélice principal começa a girar (ação), a fuselagem tende a girar em igual intensidade no sentido oposto (reação). Essa força é conhecida como torque.

Para combater essa reação, Igor Sikorsky, o criador do helicóptero, teve a genialidade de instalar uma hélice na cauda da nave, que também fornece controle direcional. O funcionamento da hélice da cauda é semelhante ao da principal, exceto que elas podem ser inclinadas. O movimento da hélice na cauda evita que o torque comprometa o voo da aeronave, fazendo com que o piloto tenha condições necessárias para fazer movimentos de emergência.

A aeronave mais versátil e amplamente utilizada no mundo

Ao longo dos anos, as inovações em design de helicópteros tornaram as máquinas mais seguras, mais confiáveis ​​e fáceis de controlar. Por possuírem atributos diferentes do avião, por exemplo, eles podem ser utilizados em áreas congestionadas ou isoladas em que as aeronaves de asa fixa não seriam capazes de pousar ou decolar. A capacidade de pairar por longos períodos de tempo e de decolagem e aterragem vertical permite aos helicópteros realizar tarefas que outras aeronaves não são capazes.

Por isso, hoje, os helicópteros são utilizados para fins militares e civis, como transporte de tropas, apoio de infantaria, combate a incêndios, resgates, operações entre navios e equipes entre plataformas petrolíferas, transporte de empresários, evacuações sanitárias, guindaste aéreo, polícia e vigilância de civis, transporte de bens etc.

Fonte: Canal Piloto

Bombeamento de água através da energia solar: uma solução para lugares remotos

O bombeamento solar é uma solução para todos, sendo uma excelente opção para a agricultura e pecuária, mas ela também ganha destaque em lugares isolados.

O bombeamento solar é uma solução para todos, sendo uma excelente opção para a agricultura e pecuária, mas ela também ganha destaque em lugares isolados, onde é preciso bombear água mas a energia elétrica não chega.

Existem muitas pessoas mundo afora que ainda não possuem acesso a energia elétrica ou à água. Por vezes, para ter acesso à água é preciso tirá-la de um poço, com muito esforço físico ou sistemas arcaicos e poluentes. O bombeamento solar permite que essas pessoas possam ter acesso a água de uma maneira muito mais fácil, usando energia renovável.

O bombeamento solar é uma técnica que permite a extração de água do subsolo através da energia solar fotovoltaica. A mesma que muitas empresas e residência vêm utilizando para gerar energia através da luz do sol. O objetivo é garantir acesso à água mesmo nas zonas distantes dos cursos de água, onde os recursos hídricos não se encontram ou não podem ser acessados com facilidade, assim como para áreas agrícolas e remotas que não permitem infraestruturas adequadas. 

O sistema pode ser utilizado em diversos setores como: residencial, irrigação (agricultura), pecuária, artesanato, indústria, combate a incêndios e purificação.

Vantagens do bombeamento solar

Geralmente, nas áreas isoladas a alimentação do sistema de bombeamento ainda passa por grupos geradores, que apresentam combustíveis caros, manutenção difícil e alta poluição. Como o bombeamento solar utiliza uma fonte de energia renovável e completamente sustentável, ele permite reduzir a utilização de combustíveis fósseis com alta emissão de CO2. As principais vantagens de um sistema de bombeamento solar são:

  • Eliminação dos custos de combustível, pois utiliza a luz solar, sempre disponível;
  • Possui longa duração de vida;
  • O sistema é confiável e durável;
  • É fácil para utilizar e manter;
  • Garante o retorno do investimento inicial;
  • É sustentável.

O vídeo abaixo, do canal da ONU, mostra de forma simples e intuitiva as vantagens e o funcionamento do bombeamento solar, olha só:

Como funciona o sistema de bombeamento alimentado por energia solar?

O ponto de partida são os raios solares, que irradiam os módulos. Ao converter a luz solar em eletricidade, o sistema aciona uma motobomba que puxa a água de poços, cursos de água, pântanos ou lagoas. A água bombeada vai para um lugar de armazenamento, geralmente colocado a uma certa altura (barragem, cisterna, reservatório, etc), a partir da qual será redistribuída pela força da gravidade.

É necessário analisar e compreender as necessidades de cada local, conforme o consumo de água, as exigências e a área de uso. Bombeamento para irrigação, por exemplo, pedirá um sistema diferente, talvez mais poderosos, do que sistemas para uso doméstico. Os fatores climáticos também devem ser avaliados.

É muito difícil que sistemas fotovoltaicos, qualquer que sejam as condições atmosféricas, fiquem inativos durante o dia: sempre vai ter radiações solares, até mínimas, para alimentá-los. Contudo, é necessário lembrar que as usinas, independentemente de sua localização, sempre precisam de manutenção, ou seja, limpeza periódica dos módulos.É muito bom ver que os antigos sistemas, geralmente poluentes, estão sendo substituídos por sistemas renováveis, não é mesmo? Se você quer saber mais detalhadamente sobre o que é e  funciona um sistema solar fotovoltaico, dê um pulinho neste artigo que escrevemos para você!