Categoria: Ciência

Thomas Ed

Você passaria na prova para trabalhar com Thomas Edison?

Responda algumas perguntas e descubra :p

Você deve conhecer Thomas Edison como um grande empresário e também por suas invenções, como a lâmpada e o fonógrafo. Ele  é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX, patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos de grande interesse industrial e teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Thomas Edison And His Big Bulb

Thomas Edison, 1929 – Underwood Archives/Getty Images

Outra criação bem interessante de Thomas Edison, foi um teste de 164 perguntas quase impossível de ser respondido. Segundo o portal Smithsonian, o questionário foi elaborado para encontrar os colaboradores adequados para trabalhar na fábrica de Edison, no início da década de 1920. Registros históricos mostram que o inventor não se importava muito com o diploma universitário.

 

Acontece que um candidato, o estudante Charles Hansen, que foi reprovado, compartilhou todas as perguntas de que ele lembrava com o jornal The New York Times em 1921, chamando o exame de “bobo”. Dos 718 candidatos que fizeram, somente 57 obtiveram aprovação de 70%, e apenas 32 obtiveram 90% ou mais.

 

As questões se tornaram públicas, e repórteres começaram a pesquisar para ver o quão bem as pessoas poderiam se sair no teste. Se você quiser se desafiar,  listamos algumas das perguntas abaixo. No final do artigo você pode conferir as respostas que apareceram no The New York Times, porém, é importante lembrar que as respostas são consideradas corretas em 1921 e algumas conclusões podem ter mudado desde então.

Perguntas:

 

  1. 1. Que cidade dos Estados Unidos é conhecida por fazer máquinas de lavar roupa?
  2. 2. Em qual país, além da Austrália, são encontrados cangurus?
  3. 3. De que região os EUA obtêm ameixas?
  4. 4. Cite um grande corpo de água do interior que não tenha saída.
  5. 5. Qual é o maior estado dos EUA? E o segundo?
  6. 6. Qual é o nome de um famoso fabricante de violinos?
  7. 7. Quais ingredientes estão na melhor tinta branca?
  8. 8. O que causa as marés?
  9. 9. O que provoca a mudança das estações?
  10. 10. Quem descobriu o Pólo Sul?
  11. 11. Quão rápido a luz viaja em pés por segundo?
  12. 12. De que tipo de madeira são feitas as alças de machado?
  13. 13. Que cereal é usado em todo o mundo?
  14. 14. Cite três venenos poderosos.
  15. 15. Por que um termômetro Fahrenheit é chamado Fahrenheit?

 

Respostas:

  1. 1. Chicago
  2. 2. Nova Guiné
  3. 3. As ameixas são cultivadas no vale de Santa Clara e em outros lugares
  4. 4. O Grande Lago Salgado, em Utah, por exemplo
  5. 5. Texas, depois Califórnia (nota: hoje é o Alasca, depois o Texas)
  6. 6. Stradivarius
  7. 7. Óleo de linhaça, com uma pequena percentagem de terebintina e líquido “seco” (dryer), juntamente com uma mistura de chumbo branco e óxido de zinco
  8. 8. A atração gravitacional da Lua exerce força poderosa sobre os oceanos por causa de sua fluidez, que é combinada com a fraca força sobre a Terra por causa de sua rigidez comparativa
  9. 9. A inclinação da Terra para o plano da eclíptica. A rotação da Terra ao redor do Sol faz com que os raios solares sejam recebidos em inclinações diferentes, com consequentes variações de temperatura.
  10. 10. Roald Amundsen e, em seguida, Robert Falcon Scott
  11. 11. Aproximadamente 186.700 milhas por segundo no vácuo e um pouco menos pela atmosfera
  12. 12. Fraxinus é geralmente usada no Leste e Nogueira no Oeste
  13. 13. Nenhum cereal é usado em todas as partes do mundo. O trigo é usado mais frequentemente, com arroz e milho em seguida
  14. 14. Cianeto de potássio, estricnina e arsênico são respostas aceitáveis.

Tem o nome de Gabriel Daniel Fahrenheit, o físico alemão que a inventou

 

Difícil demais, né? Realmente quase impossível saber todas as respostas! Confira no portal Gizmodo a lista com todas as perguntas (em inglês).

 

Curtiu? Leia também o artigo que escrevemos sobre a batalha entre Thomas Edison e Nikola Tesla. =)

 

 

Equa+º+Áes

Dez equações que mudaram o mundo

Confira quais são as dez equações que mudaram o mundo.

Enquanto alguns fogem delas nas aulas de exatas, outros são fascinados! Desde a antiguidade as equações e teoremas matemáticos vêm causando um grande impacto para a criação do mundo atual, seja por sua importância na ciência, tecnologia e até na filosofia. O fato é que elas podem ser revolucionárias. Veja a seguir dez equações que mudaram o mundo:

 1. Teorema de Pitágoras

Século 6 a.C.

Pitágoras (570 a.C.-495 a.C.)

Um dos teoremas mais conhecidos. Se você não lembra, vamos facilitar:

 

 “Em qualquer triângulo retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos comprimentos dos catetos.”

ou ainda

“A hipotenusa ao quadrado é igual a soma dos catetos ao quadrado.”

 Lembrou? Praticamente tudo na engenharia civil passa pelo teorema de Pitágoras, que ajuda a fazer cálculos para triângulos e quaisquer outros polígonos. Grandes edifícios da Antiguidade foram construídos seguindo a equação, mesmo antes de Pitágoras escrevê-la – o mérito do matemático grego foi dar a ela uma formulação simples.

 

2. Números amigáveis

Século 9

Thābit ibn Qurra (826-901)

Qurra, nascido no Iraque, foi um dos expoentes da era de ouro do Islã. Entre seus feitos, ajudou a estabelecer conceitos importantes da álgebra, incluindo a noção de números amigáveis – são pares de números em que um deles é a soma dos divisores do outro. Sua equação foi usada, por exemplo, para cálculos de eclipses solares.

 

3. Logaritmos

1620

John Napier (1550-1617)

logaritimos

Antes do desenvolvimento do computador, o cálculo com os logaritmos era a maneira de se multiplicar grandes números.  Graças a Napier, matemático britânico, hoje é possível consultar tabelas para acelerar em muito os cálculos de matemáticos, astrônomos, engenheiros e físicos. Os logaritmos também estão na base da linguagem de programação dos computadores.

 

4. Função derivada do cálculo

1668

Isaac Newton (1643-1727)

Importantíssima, essa equação fundamenta todas as teorias que explicam como os seres vivos e os objetos se movem. Mede a taxa em que uma quantidade qualquer muda de acordo com o tempo. Está presente na ciência da computação, engenharia, economia e medicina.

A segunda lei de Newton, de 1686,  mostra que a força resultante que atua sobre um corpo é resultado da multiplicação da massa do corpo por sua aceleração. Ela ajuda a calcular a força necessária para mover determinada quantidade de massa – seja ela um carro ou um foguete.

 

 5. Lei da Gravitação Universal

1687

Isaac Newton (1643-1727)

Você lembra da história da maçã que caiu na cabeça de Isaac Newton enquanto ele admirava a lua no céu? Isso aconteceu em 1687. Também do gênio inglês, a Lei da Gravidade ou da Gravitação Universal nos fez entender não só por que as coisas caem no chão mas também como, por exemplo, um satélite artificial pode ser mantido no espaço.

 

6. Equação de onda

1746

Jean le Rond d’Alembert (1717-1783)

Uma série de descobertas e teorias sobre o comportamento das ondas culminou nesta equação do matemático francês, que descreve como o formato da corda se altera ao longo do tempo. A fórmula teve implicações importantes na teoria musical, mas é usada até para estudar terremotos.

 

7. Segunda lei da termodinâmica

1850

Ludwig Boltzmann (1844-1906)

Essa lei é um princípio de evolução porque determina em qual direção as possíveis transformações energéticas do mundo podem ser realizadas. Em uma época de grandes descobertas, o austríaco Boltzmann conseguiu explicar como os átomos interagem de forma a alterar o comportamento de grandes objetos. Sem a lei, seria quase impossível realizar a Revolução Industrial – que permitiu desenvolver motores a combustão e aparelhos refrigeradores.

8. Equação Maxwell-Faraday

1873

Michael Faraday (1791-1867) e James Clerk Maxwell (1831-1879)

Primeiro veio o inglês Faraday, que descobriu que eletricidade e magnetismo são forças relacionadas. Depois, o escocês Maxwell usou o trabalho de Faraday para desenvolver as bases do eletromagnetismo. As baterias de automóveis, as turbinas eólicas e as usinas hidrelétricas precisam dessa teoria, que é composta de quatro equações:

  • - Equação de Maxwell-Gauss
  • - Equação de Maxwell-Thomson
  • - Equação de Maxwell-Faraday
  • - Equação de Maxwell-Ampère

 

As quatro equações de Maxwell unificaram a eletricidade, o magnetismo e a óptica. Em linguagem matemática, representam os fenômenos básicos do eletromagnetismo.

Expressa a relação indissociável entre carga e campo: carga elétrica necessariamente gera campo elétrico, faz parte da sua natureza.

Indica a não existência de monopolos magnéticos na natureza. Há pesquisas em busca do monopolo magnético, mas até hoje nunca foi observado.

Traduz a geração de campo elétrico por um campo magnético variável no tempo. Este fenômeno é verificado pelo surgimento de uma corrente elétrica em um circuito, quando este é transpassado por um ímã.

Expressa a geração de campo magnético por uma corrente elétrica ou um campo elétrico que varia no tempo, fenômeno verificado pela mudança de orientação de agulhas magnéticas quando próximas de uma corrente elétrica.

 

Você encontra as equações de Maxwell expostas no Museu WEG.

Você encontra as equações de Maxwell expostas no Museu WEG.

 9. Equivalência entre massa e energia

1905

Albert Einstein (1879-1955)

relatividadeA Teoria da Relatividade de Einstein continua a revolucionar nossa vida até hoje, mostrando que a matéria pode ser convertida em energia e vice-versa. É que Einstein provou que massa é uma quantidade absurdamente condensada de energia. Isso mudou a ciência para sempre, ajudou no entendimento de buracos negros e outros fenômenos da astronomia e propiciou o surgimento da energia nuclear, inclusive da bomba atômica.

 

10. Teoria da informação

1949

Claude Shannon (1916-2001) e Warren Weaver (1894-1978)

 

As equações desta dupla americana têm muitas aplicações práticas , elas estabelecem os padrões de armazenamento e transmissão de informações. A fórmula é essencial na compressão de dados em formatos populares, do mp3 ao jpeg, e também no funcionamento das redes sociais.

 

Agora que você chegou até aqui, concorda que essas equações realmente revolucionaram nossa vida? Existem diversas outras equações importantíssimas, qual será a próxima? =)

Tabela

Tabela periódica mostra quais elementos vão desaparecer no futuro

Você já deve conhecer a Tabela periódica, um modelo que agrupa os elementos químicos conhecidos e suas propriedades. Na tabela,…

Você já deve conhecer a Tabela periódica, um modelo que agrupa os elementos químicos conhecidos e suas propriedades. Na tabela, os elementos são organizados em ordem crescente, correspondente ao números de prótons. Hélio, oxigênio, magnésio e alumínio são alguns deles. Mas, você já parou para pensar que estes elementos podem não ser infinitos e estar prestes a desaparecer em um futuro próximo?

A Sociedade Química Europeia, um grupo que representa mais de 160 mil estudiosos da União Europeia, fez uma tabela periódica bem diferente da convencional, o projeto tem como objetivo mostrar a abundância, escassez e finitude de elementos encontrados na Terra.

tabela_periodica

Tabela Periódica mostra escassez de elementos – Sociedade Química Europeia

Nesta nova tabela, a grande novidade está no modo como os elementos são expostos: em vez de seguir a ordem clássica, onde cada um dos elementos tem um quadrado simétrico, essa tabela os categoriza a partir de sua abundância ou escassez. Enquanto na tabela periódica tradicional são apresentados 118 elementos, inclusive os sintetizados, o novo projeto classifica apenas os elementos naturalmente encontrados na Terra — 90, ao todo.

Cole-Hamilton, presidente da Sociedade Química Europeia, conta que o objetivo é mostrar como os elementos em nosso planeta são finitos e podem, dentro de alguns anos, desaparecer.

Mas vamos com calma! Para nosso alívio, segundo a tabela, o oxigênio — que garante nossa respiração — não corre risco de extinção. Já elementos usados na produção de computadores e celulares, por exemplo, podem estar acabando. Um deles é o índio, que é usado em telas touch screens para celulares e computadores.

Uma das recomendações, segundo Hamilton, é diminuir a compra desenfreada de tecnologia, algo que parece quase impossível nos dias atuais. “Se continuarmos usando o elemento índio da forma como estamos nossas reservas vão se esgotar em 20 anos”, contou o presidente ao programa de rádio Marketplace.

Mas não são apenas os elementos usados para tecnologia que correm risco de extinção: o hélio, utilizado em ressonâncias magnéticas, também não anda tão bem quanto se imaginava. Hamilton conta que, apesar do elemento ser um dos mais abundantes na Terra, é consumido em um ritmo tão desenfreado que deve durar apenas mais 10 anos.

Sempre é hora de repensar e reinventar a maneira como utilizamos nossos recursos, sejam eles naturais ou não. Ainda bem que existe a Ciência para nos alertar e criar novas formas de conviver com o mundo!

Fonte: Revista Galileu.

Filmes

Filmes incríveis sobre a vida de grandes cientistas

Filmes são uma ferramenta poderosa que possuímos para conhecer as trajetórias de grandes cientistas e apreciar suas conquistas. Além de…

Filmes são uma ferramenta poderosa que possuímos para conhecer as trajetórias de grandes cientistas e apreciar suas conquistas. Além de terem contribuído com descobertas que mudaram significativamente o rumo e os conceitos que desenvolvemos como sociedade, muitos desses cientistas tiveram histórias belíssimas de superação, coragem e brilhantismo. Selecionamos alguns longas que você precisa conhecer. Confira!

A Teoria de Tudo (2015)

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Cena do filme “A Teoria de Tudo”. (Créditos da imagem: Reprodução).

O filme é baseado na vida do físico britânico Stephen Hawking, é um retrato relativamente preciso da carreira e da vida pessoal de um dos cientistas mais famosos do mundo. Hawking revolucionou nosso entendimento sobre os buracos negros, ao mesmo tempo em que travava uma batalha particular vitalícia contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA). O filme é fiel a realidade e mescla as dificuldades e sonhos de uma mente que sempre buscou compreender a vida por meio do impacto da ciência.

Alexandria (2009)

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(Cena do filme “Alexandria”. (Créditos da imagem: Reprodução)

O longa mistura ficção e história para retratar a jornada de Hipátia de Alexandria, a grega polímata à frente de seu tempo: matemática, filósofa e astrônoma, foi a primeira matemática que se tem notícias. Alexandria ousou lecionar na Academia Neoplatônica, em uma época que mulheres não podiam ter acesso ao conhecimento.

Giordano Bruno (1973)

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Cena do filme “Giordano Bruno”. (Créditos da imagem: Reprodução).

Giordano Bruno foi um dos precursores da ciência moderna e grande pensador do século 16. Sua história é um dos melhores exemplos do que pode acontecer a um cientista que ousa enxergar à frente de seu tempo e desafiar as instituições estabelecidas, sendo fatalmente injustiçado. Depois de percorrer toda a Europa pregando o heliocentrismo e a infinitude do Universo, Bruno foi condenado à fogueira em 1600 pela Inquisição católica. O filme conta de maneira impressionante a vida deste grande astrônomo e filósofo.

O Jogo da Imitação (2014)

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Cena do filme “O Jogo da Imitação”. (Créditos da imagem: Reprodução)

O filme retrata a história do matemático Alan Turing, considerado o pai da computação. Turing trabalhou para o serviço de inteligência britânico durante o período da Segunda Guerra, onde liderou uma equipe nas instalações secretas de Bletchley Park, responsável por decifrar mensagens nazistas criptografadas pela máquina Enigma — que produzia códigos considerados “indecifráveis”. Ele conseguiu. Sua contribuição foi responsável por antecipar em cerca de dois anos o fim da Segunda Guerra Mundial, poupando dezenas de milhares de vidas. No entanto, Turing foi condenado por ser homossexual e acabou morrendo pouco depois.

Uma Mente Brilhante (2001)

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Cena do filme “Uma Mente Brilhante”. (Créditos da imagem: Reprodução).

Neste filme Russell Crowe vive John Nash, matemático norte-americano que trabalhou com a teoria dos jogos e geometria diferencial, foi coroado com o Nobel de Economia em 1994. O filme apresenta de forma sensível sua genialidade matemática, bem como sua luta contra a esquizofrenia.

Criação (2009)

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(Cena do filme “Criação”. (Créditos da imagem: Reprodução)

A produção britânica retrata os bastidores da vida de Charles Darwin, baseado no livro “Annies’s Box”, escrito pelo tataraneto de Darwin. O filme é focando no desenvolvimento da obra A Origem das Espécies e os conflitos existenciais que afligiram o naturalista.

Estrelas Além do Tempo (2016)

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Cena do filme “Estrelas além do tempo”. (Créditos da imagem: Reprodução)

O filme retrata a história das mulheres negras que trabalharam na NASA, entre elas Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, e como a equipe foi elemento crucial na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação.

Bom, agora é hora de maratonar! Você conhece outros filmes que deveriam estar nessa lista? Escreve pra gente! =)

palestra-gratuita

Mulheres na Ciência

O legado das mulheres para a ciência é inquestionável. Porém, na pesquisa e tomada de decisões da área científica, elas…

O legado das mulheres para a ciência é inquestionável. Porém, na pesquisa e tomada de decisões da área científica, elas ainda são a minoria. Mas isso não quer dizer que não existam mulheres que fazem, fizeram e ainda vão fazer um trabalho incrível na área.

Já falamos aqui no blog sobre as mulheres que fizeram a diferença na história da ciência — clique aqui para ler — e, não somente no mês que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, mas em todos os dias do ano, queremos aumentar a conscientização sobre o trabalho dessas cientistas, incentivando e proporcionando oportunidades iguais para sua participação e liderança em todos os campos científicos! =)

Convite para palestra

Falando em Mulheres na Ciência e a importância de empoderá-las, no dia 14 de março vamos receber aqui no Museu a colaboradora da WEG Tintas, Cristiane Medeiros, que fará uma palestra sobre “Tecnologias Emergentes em Polímeros e Tintas”. Nela, serão tratados temas sobre o processo fabricação de tintas, seu mercado e como a indústria trabalha com inovação, sustentabilidade e polímeros.

Sobre a Cristiane:
Cristiane Medeiros é Chefe na Seção de Desenvolvimento de Resinas e Eletroisolantes / Pesquisa e Inovação Tecnológica.

Responsável pelo desenvolvimento de projetos para resinas/polímeros com aplicação em tintas líquidas, tintas em pó e materiais isolantes (resinas impregnação e esmalte para fios). Gestora da seção de Pesquisa e Inovação Tecnológica da empresa WEG Tintas, buscando novas aplicações e Inovações para a empresa em suas linhas de produtos. Possui amplo conhecimento na área de análises e processos de polímeros.

Formada em Bacharel Química pela Universidade Regional de Blumenau FURB, cursando MBA em Gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e Mestranda pela PUC em Inovação e Gestão 3.0

Venha prestigiar o trabalho de mais uma Mulher na Ciência!

Palestra: Tecnologias Emergentes em Polímeros e Tintas
Data: 14/03
Horário: 15h30
Local: Museu WEG

As inscrições podem ser feitas neste link: AQUI
Dúvidas e informações (47) 3276 4550 ou museu@weg.net.

Motor explosão

Como funciona um motor a prova de explosão

Você já ouviu falar sobre motores à prova de explosão? Eles são importantes para ambientes onde existe a presença de…

Você já ouviu falar sobre motores à prova de explosão? Eles são importantes para ambientes onde existe a presença de gases ou vapores que podem entrar em combustão, em caso de contato com faíscas ou temperaturas elevadas.

Quando o assunto é área de risco, o uso de produtos apropriados e a manutenção adequada são exigências obrigatórias para atender normas e padrões de mercado. Porém isso nem sempre é o suficiente para gerenciar as áreas de risco e preservar o patrimônio e a vida das pessoas que trabalham nelas. Atmosferas propícias a uma explosão podem ser encontradas nos mais diversos segmentos da Indústria como o Petroquímico, Alimentício, Usinas de Açúcar e Etanol, Farmacêutico, Têxtil, Papel e Celulose entre tantos outros.

Por esse motivo a WEG possui uma linha de motores trifásicos à prova de explosão, de baixa tensão, W22Xd, resultado de um intenso trabalho de pesquisa e desenvolvimento. A linha incorpora os conceitos inovadores da plataforma W22 com altos níveis de rendimento, economia de energia, baixo custo operacional, vida útil estendida, redução de manutenção e, principalmente, segurança em ambientes com a presença de atmosferas explosivas.

Além de possuir temperaturas de superfície baixas e o máximo de cuidado para evitar faíscas, o motor à prova de explosão é, construtivamente, mais robusto de maneira que, no caso de uma explosão interna ao motor, a chama não se propague para o ambiente causando uma explosão em proporções maiores, “segurando” a explosão em seu interior.

Agora que você já conhece este tipo de motor, veja neste vídeo, em detalhes, a geração de motores à prova de explosão da WEG.

Capacitação

Programa de Capacitação para Professores

Queremos convidar os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais, estaduais e particulares a se prepararem para esta experiência.

O início do ano letivo começou e já é hora de preparar as aulas! E, como vocês sabem, nós adoramos receber turmas de alunos por aqui. Por isso, queremos convidar os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais, estaduais e particulares a se prepararem para esta experiência.

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia sempre realizou visitas guiadas para grupos, sendo em sua maioria grupos escolares e, desde 2014, passou a desenvolver e aplicar ações educativas voltada às escolas, com temáticas, programação e conteúdos específicos, a fim de dinamizar o processo de comunicação dos espaços do museu, tornando estas ações em ferramentas educacionais e melhorando a comunicação entre museu e escola.

Pensando em capacitar professores para o melhor aproveitamento das ações educativas do museu, foi criado o Programa de Capacitação para Professores. O programa oportuniza o professor a conhecer a exposição previamente e as ações desenvolvidas no museu, descobrindo os potenciais do espaço para tornar este momento uma extensão da sala de aula.

Do mesmo modo, o Programa engaja o professor para que dê continuidade sobre a temática trabalhada em sala de aula e o responsabiliza em orientar o aluno para que ele aprenda de uma maneira mais autônoma e construa a sua experiência e o seu conhecimento durante a visita, aproximando-o da realidade e criando conexões.

O Programa de Capacitação para Professores acontece no Museu WEG, possui 3 horas de duração e será no dia 18 de março, segunda-feira, em dois horários: a primeira turma às 13h30 e a segunda turma às 18h30. Haverá entrega de certificado de participação.

Inscrições:

De 12/02 a 12/03, via Google Docs: https://goo.gl/forms/0kdw58tKTQ2h7NYv1

Qualquer dúvida, entre em contato pelo telefone: 3276-4550

A capacitação será realizada em dois períodos, sendo um a tarde e outro a noite, o professor poderá escolher qual período quer participar no link da inscrição. Professores já capacitados podem realizar uma nova capacitação, pois haverá novidades na programação.

Mas atenção: os agendamentos de visitas ao museu para o decorrer de 2019, deverão ser feitos a partir do dia 19/03!

Esperamos vocês! =)

19.01 LINK BLOG

1º livro técnico sobre máquinas elétricas do Brasil é lançado por engenheiro da WEG

Dividido em 4 volumes é o material mais completo e aprofundado sobre o assunto hoje no Brasil, já que compila seus 45 anos de experiência com máquinas elétricas como funcionário da WEG, pesquisador, projetista e analista de máquinas.

Esta é mais uma daquelas histórias que fazem a gente se orgulhar. Fredemar Rüncos, PhD em Engenharia Elétrica pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) começou a trabalhar na WEG e fazer a escolinha técnica da WEG com 16 anos e hoje, se diz realizado com a concretização de um sonho: registrar tudo o que sabe sobre máquinas elétricas.

Segundo ele, este livro, dividido em 4 volumes é o material mais completo e aprofundado sobre o assunto hoje no Brasil, já que compila seus 45 anos de experiência com máquinas elétricas como funcionário da WEG, pesquisador, projetista e analista de máquinas.

Talvez você esteja se perguntando como surgiu essa ideia. E nós vamos responder com as palavras dele: “Após finalizar o meu doutorado, eu pensei: O que vou fazer agora? Vou registrar tudo o que eu sei.”. E nós do Museu WEG, não poderíamos deixar de comemorar a conclusão deste feito e parabenizar por esse resultado incrível.

 

O processo de criação

Escrito ao longo de 9 anos, apenas no seu tempo livre aos finais de semana, ele nunca pensou em desistir. Afinal, o material é resultado da sua paixão pela física, pelas máquinas elétricas, pelo seu trabalho e sua determinação em cumprir a meta que propôs a si mesmo em 2009.

Com a colaboração da Editora OitoNoveTrês, o livro intitulado Projeto e Análise da Máquina Elétrica Trifásica nasce em forma de quatro volumes e mais de 1.500 páginas.

A WEG contribuiu financeiramente para a impressão da primeira tiragem, de 250 exemplares de cada volume.

 

Conheça o livro

O material é voltado para profissionais do setor, cursos de graduação e pós-graduação e estudantes de engenharia elétrica. Os quatro volumes abordam a fundo os tipos de máquinas trifásicas e contam com imagens cedidas pela própria WEG. Os livros explicam e exemplificam com ilustrações como criar um pré-projeto de máquinas elétricas, além de se aprofundar na teoria do campo girante, nos parâmetros físicos da máquina, nas perdas e adensamentos de corrente, a modelagem e aplicações.

livros

Volume I: Aspectos Construtivos da Máquina Elétrica

Volume II: As Harmônicas do Campo Girante e Parâmetros da Máquina Elétrica

Volume III: As Perdas da Máquina Elétrica

Volume IV: A Modelagem e Aplicação da Máquina Elétrica

 

O conhecimento gerado será de grande utilidade para o desenvolvimento de novas tecnologias no setor e para a formação de profissionais no país. Como o próprio Rüncos revelou em entrevista, são poucos os especialistas em máquinas elétricas no Brasil, e esta é uma especialidade que vai proporcionar ao Engenheiro com conhecimento em máquinas elétricas um mercado de trabalho por muitos e muitos anos. Isso porque, como físico, afirma que vai demorar para a ciência desenvolver uma nova teoria de conversão eletromecânica que substitua a máquina elétrica.

 

Minibiografia

Fredemar Rüncos é bacharel em Física pela Universidade Federal do Paraná (1980), tem graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Paraná (1980), mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001) e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). É professor de graduação e pós-graduação do Centro Universitário de Jaraguá do Sul (Católica SC) e Consultor em D&IT – WEG Energia S/A. Tem décadas de experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Máquinas Elétricas Girantes.

Foto de capa: Eduardo Montecino/OCP News

Fonte da matéria: OCP News e Entrevista exclusiva com o autor Fredemar Rüncos

10.01 LINK BLOG

Como se distribui energia elétrica em uma cidade?

Já imaginou se sua cidade não tivesse energia elétrica?

Já imaginou se sua cidade não tivesse energia elétrica? Talvez você não tivesse um celular ou um computador para usar. Banho quente? Só a gás. Geladeira e máquina de lavar roupas? Nada disso. Ruas iluminadas e máquinas funcionando nas fábricas? Também não.

Já sabemos o quanto a energia elétrica é importante. Mas, você sabe qual é o caminho que ela faz até chegar à tomada da sua casa? A energia surge do movimento de geradores e passa por estações transformadoras e redes de fio de alta tensão para percorrer um grande caminho e chegar até você.

Passo 01 – estação geradora

A energia elétrica pode vir de diferentes fontes. No Brasil, a mais utilizada é a das usinas hidrelétricas. Nelas, a queda d’água movimenta um gerador que cria um campo magnético, fazendo surgir uma corrente elétrica alternada.

Passo 02 – aumento de tensão

Da usina, a energia vai para subestações de transmissão, onde passa por um transformador que irá aumentar sua voltagem de 6.600 volts para 345 mil volts. Em seguida, segue pelas linhas de alta tensão.

Passo 03 – transporte

A eletricidade é levada por centenas de quilômetros através de torres de alta tensão. Neste caminho, parte da energia é perdida sob a forma de calor. Para compensar essa perda, ela é transportada em altíssima voltagem.

Torre Elétrica

Passo 04 – diminuindo a tensão

Próximo às cidades, a eletricidade chega em subestações de distribuição que diminuem sua voltagem, primeiramente para 138 mil volts e, logo em seguida, para 13.800 volts. É nesta tensão que ela segue para a rede de distribuição, percorrendo a fiação aérea ou subterrânea que a leva até as ruas, indústrias e residências.

 

A energia nas indústrias e residências

No Brasil, as indústrias são responsáveis por consumir quase metade da energia produzida. Geralmente, as empresas de grande porte possuem suas próprias subestações, com transformadores que alteram a tensão elétrica conforme a necessidade.

Para as residências, a distribuição é dividida em regiões. Cada circuito de 13.800 volts atende cerca de 5 a 10 mil lares. Mas, antes disso, o circuito passa por mais um transformador. Esse transformador é o que vemos nos postes de luz e é ali que a tensão finalmente cai para 110 ou 220 volts.

Antes de chegar nas tomadas de nossa casa, a energia passa por um quadro de luz, aquele equipamento que conhecemos como “relógio”, que é onde a fornecedora irá medir o consumo mensal de cada lar. Assim podemos usar o chuveiro elétrico, televisão, computador… e não ficar no escuro, claro! :)

 

Aprendendo com o Museu WEG

Se você quer saber mais sobre a distribuição de energia elétrica, faça uma visita ao Museu WEG de Ciência e Tecnologia! Seja sozinho ou em grupo, aqui é possível aprender de forma interativa sobre todo o processo. No equipamento abaixo, por exemplo, o visitante poderá conhecer as diferentes formas de geração de energia e suas fontes consumidoras. Ao construir cada um dos itens, é possível notar quais são os impactos sociais, ambientais e financeiros na nossa vida.

 

Cadeia integrada - Museu WEG

Cadeia integrada – Museu WEG

 

Joseph

As grandes descobertas de Joseph Henry

Joseph Henry foi um físico norte-americano, nascido em 1797, que deixou importantes descobertas nas áreas da eletricidade e magnetismo como…

Joseph Henry foi um físico norte-americano, nascido em 1797, que deixou importantes descobertas nas áreas da eletricidade e magnetismo como legado.

Uma das maiores contribuições de Joseph Henry para a ciência foi a indução eletromagnética, descoberta em 1831 enquanto construía eletroímãs. Porém, enquanto Henry fazia esta descoberta nos Estados Unidos, o cientista Michael Faraday também a fazia, na Inglaterra. Apesar dos estudos dizerem que Henry foi o primeiro a descobrir o fenômeno, a descoberta oficial é atribuída a Faraday um ano depois, por ter publicado primeiro um estudo muito mais detalhado sobre o assunto. A indução magnética é o nome que se dá ao fenômeno no qual um campo magnético variável produz uma corrente elétrica num circuito, chamada de corrente induzida.

Outra invenção creditada a Henry é a do motor elétrico, embora ele também não tenha sido o primeiro a registrar a patente. Seus estudos sobre relê eletromagnético ajudaram Morse a criar o telégrafo elétrico. Mais tarde, provou que as correntes elétricas podem ser induzidas à distância, magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilômetros de distância.

Joseph Henry foi um cientista extremamente ativo nas suas investigações, não só em eletricidade e magnetismo. Entre 1838 e 1846, publicou, por exemplo, artigos sobre capilaridade — a propriedade física que os fluidos têm de subir ou descer em tubos extremamente finos. Essa ação pode fazer com que líquidos fluam mesmo contra a força da gravidade ou à indução de um campo magnético. E, fosforescência — capacidade que uma espécie química tem de emitir luz, mesmo no escuro, devido a sua estrutura eletrônica especial.

Em 1845, Henry utilizou um termo galvanômetro, um instrumento de detecção de calor, para mostrar que as manchas solares emitem menos radiação que o resto da superfície solar. Outros artigos que escreveu foram sobre atomicidade (1846) e sobre a teoria dos imponderáveis (1859). Henry demonstrou bastante interesse sobre o daltonismo também, além de ter feito investigações sobre propagação e detecção de luz e som.

O cientista faleceu em 1878, deixando diversos estudos que permitiram novas invenções utilizadas até hoje em seu legado.

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