Lixo

WEG lança solução para a geração de energia elétrica a partir do lixo

Um novo jeito de produzir energia e colaborar com o planeta!

Já imaginou como a WEG, uma empresa presente no mundo todo, poderia trabalhar para a diminuição do consumo e produção de lixo, incentivando o aproveitamento de Resíduos Sólidos Urbanos?

Gerando energia a partir do lixo!

A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece princípios, objetivos, metas e ações, tais como o  Plano Nacional de Resíduos Sólidos — elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente, com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) —, para contemplar os diversos tipos de resíduos gerados, e buscar alternativas de gestão e gerenciamento dos mesmos. Suas propostas refletem entre os diversos setores da economia colaborando com o crescimento econômico e a preservação ambiental com desenvolvimento sustentável.

No Brasil mais de três mil municípios precisam se ajustar à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O Programa Lixão Zero, lançado recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente, vem sendo difundido, com ações bem sucedidas, no mundo todo. O movimento debate a diminuição do consumo e produção de lixo, o incentivo ao aproveitamento de recicláveis e orgânicos, educação ambiental, práticas sustentáveis, entre outros temas.

Buscando se adequar a estes programas, a WEG apresentou recentemente uma solução de geração de energia elétrica a partir da gaseificação de resíduos sólidos urbanos (RSU). A solução, que começará a ser comercializada na modalidade EPC (Engineering, Procurement and Construction), além de turbinas, redutores, painéis, condensadores, geradores e transformadores, prevê ainda o fornecimento de toda a engenharia, gestão de compras, integração e construção de usinas de gaseificação de resíduos sólidos.

A solução para a geração de energia elétrica a partir da gaseificação de resíduos sólidos urbanos representa uma oportunidade concreta para o atendimento da legislação brasileira, com alto impacto ambiental, econômico e social para os municípios brasileiros.

 

Como funciona?

Na tecnologia oferecida, o RSU é processado em várias etapas, transformado o gás combustível em um processo de gaseificação, totalmente livre de gases tóxicos, que ao ser queimado gera calor em uma caldeira de vapor. Este vapor pode ser utilizado no acionamento de uma turbina para produção de energia elétrica. O processo possibilita o total aproveitamento do poder calorífico dos resíduos reduzindo a geração de passivo ambiental.

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Diferente do processo de incineração (mais indicado para grandes centros urbanos) e do processo de produção de biogás (utilizado em aterros ou biodigestores), o método de aproveitamento energético através da gaseificação é o mais indicado para o lixo brasileiro, rico em orgânicos, com elevado grau de umidade e com alto potencial de geração de gases. O sistema de geração aqui apresentado é ideal para cidades de pequeno e médio porte, reduzindo ou eliminando a necessidade de aterros sanitários.

“Atenderemos integralmente ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos, incluindo os requisitos de emissões de gases dentro das diretrizes exigidas, com comprovada viabilidade técnica e ambiental”, explica Eduardo de Nóbrega, Diretor Superintendente da WEG Energia. “Nossa solução também vai ao encontro do Programa Lixão Zero”, acrescenta.

A tecnologia é 100% nacional e, além de endereçar a questão ambiental, é totalmente viável do ponto de vista econômica e financeira. “O custo de operação de uma planta de gaseificação está alinhado com a realidade das cidades brasileiras. O payback de uma usina de 2,5 MW é de aproximadamente 45 meses”, enfatiza Eduardo.

Outras vantagens do processo de gaseificação são: a possibilidade do uso de todo o lixo, sem necessidade de separação, a redução do custo logístico de destinação dos resíduos, podendo-se construir plantas em locais estratégicos e a produção de gás totalmente livre de furanos e dioxinas, o que dispensa a necessidade de sistemas complexos de tratamento dos gases.

Pilha

Pilha de Bagdad: a misteriosa pilha milenar

A pilha de Bagdad é o equipamento elétrico mais antigo que se tem notícias, segundo especialistas, ela possui aproximadamente 2000 anos.

A pilha de Bagdad é o equipamento elétrico mais antigo que se tem notícias, segundo especialistas, ela possui aproximadamente 2000 anos e, apesar de bem rústica, o artefato antigo tem todas as características de uma pilha comum.

Foi na década de 30 que o arqueólogo alemão Wilhelm Konig descobriu em um vilarejo próximo a Bagdá, no Iraque, um misterioso vaso de argila de 13 centímetros de altura, o artefato era uma ânfora de barro contendo um cilindro feito de uma liga de cobre e estanho, com uma barra de ferro suspensa dentro dele. Por possuir sinais de corrosão, foram realizados testes na peça que revelaram a presença de alguma substância ácida, possivelmente vinagre ou vinho. Em resumo, o arqueólogo havia encontrado uma antiga pilha.

No total foram encontradas 12 pilhas de Bagdad datadas de 200 anos antes de Cristo e, mesmo depois de tantos anos desde o seu descobrimento, elas continuam intrigando os pesquisadores e gerando muitas discussões: afinal, para que as pessoas de 2 mil anos atrás precisavam de pilhas? 

pilhas Fonte da imagem: Reprodução/World Mysteries

 

Mistérios e controvérsias

As pilhas intrigam estudiosos até hoje, as controvérsias começam pela própria descoberta dos artefatos. Os registros sobre as escavações são escassos, foram pobremente documentos pelo arqueólogo alemão. Até hoje não existe um consenso se Konig encontrou os objetos no sítio arqueológico ou se os encontrou nos porões do Museu de Bagdá, onde depois se tornou diretor.

Outra controvérsia é em relação à idade das baterias, já que o estilo dos vasos pertenceria a um período posterior — entre 225 e 640 d.C. —, tornando os objetos muito mais “jovens” do que o apontado por Konig. No entanto, a maior discussão mesmo fica por conta da utilidade dos misteriosos objetos, pois não existe qualquer registro histórico que se refira a eles. Teriam os persas antigos algum conhecimento sobre os princípios da eletricidade?

 

Réplicas funcionais e possíveis utilidades

Por mais que hajam discussões sobre onde foram encontradas, há quanto tempo e se os antigos tinham conhecimento suficiente para fabricá-las, as pilhas eram capazes de conduzir uma corrente elétrica, este fato foi comprovado a partir de diversas réplicas criadas por pesquisadores no mundo todo.

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Fonte da imagem: Reprodução/World Mysteries

Em 1940, o engenheiro americano Willard Gray construiu uma réplica da pilha de Bagdá e, usando uma solução de sulfato de cobre, conseguiu gerar cerca de meio volt de eletricidade. Nos anos 70, o egiptólogo alemão Arne Eggebrecht fez a bateria funcionar melhor ainda com um ingrediente abundante na antiga Mesopotâmia: com suco de uva, a pilha produziu 0,87 volt de energia. As réplicas indicam que as baterias eram capazes de produzir voltagens entre 0,8 e quase 2 volts. Se fossem conectadas — apesar de nunca terem sido descobertos fios condutores entre os artefatos —, as baterias poderiam produzir voltagens ainda mais altas.

Uma das hipóteses para o uso da pilha é a medicina – os gregos antigos, por exemplo, usavam peixes elétricos como analgésico. Mas a corrente gerada é pequena demais. Outra possibilidade é a aplicação da energia para galvanizar metais na ourivesaria. Contudo, nenhum material que pudesse conter as baterias jamais foi encontrado, e não existem registros confiáveis sobre a réplica do suposto processo de galvanização em laboratório. 

O mistério da finalidade das baterias de Bagdá continua e, embora longe de ser completamente resolvida, a polêmica exalta o imaginário popular. Se a descoberta estiver correta, os artefatos antecedem em pelo menos 1800 anos a invenção da célula eletroquímica de Alessandro Volta, que deu origem ao que conhecemos atualmente como pilha elétrica. Já imaginou?

Galileo

Galileo Ferraris e o campo magnético girante

Galileo Ferraris foi um físico e engenheiro eletricista italiano, seus estudos contribuíram para a história do motor elétrico.

Galileo Ferraris foi um físico e engenheiro eletricista italiano, seus estudos contribuíram para a história do motor elétrico. Isto porque descobriu de maneira independente o campo magnético girante, um princípio de funcionamento básico do motor de indução. Além disso, foi professor, durante mais de vinte anos, de Física Tecnológica, na escola de engenheiros de Turim, e também fundador da primeira Escola Superior de Eletrotecnia, na Itália, em 1886.

Foi durante a Exposição Internacional de Eletricidade de Turim em 1984, onde foi júri internacional, que examinou uma nova invenção – o transformador (“gerador secundário”). Iniciou seu trabalho de divulgação e investigação teórico-experimental sobre os problemas da aplicação dessa máquina elétrica estática. Tendo percebido a importância que a corrente alternada iria ter devido à utilização do transformador, realizou no seu laboratório um conjunto de experiências que fundamentaram o conceito de campo magnético girante, em 1985.

 

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Campo magnético girante trifásico.

O campo girante é um campo magnético rotativo usado em máquinas elétricas. A maneira mais simples de obter um campo girante é usar um ímã ou eletroimã e fazê-lo rodar por qualquer processo.

Galileo Ferraris preocupou-se com o problema da diferença de fase entre a intensidade de corrente elétrica primária  e secundária. Surgiu, então, um fenômeno que se relacionou com seus estudos sobre Óptica. Como, naquela época a luz era considerada uma vibração do éter, e da combinação de duas vibrações em quadratura de fase resultava uma vibração circular (luz polarizada), Galileo Farraris encontrou a forma de combinar dois campos magnéticos em quadratura de fase para obter um campo magnético girante — campo magnético criado por uma estrutura estática, mas com os pólos rodando no espaço em torno de um eixo, com uma velocidade constante.

Conseguiu realizar o campo magnético girante (elíptico ou circular) com a composição de dois campos magnéticos alternados, criados por bobinas fixas colocadas em quadratura no espaço, sendo cada uma percorrida por uma corrente elétrica alternada. 

Só em 1888 comunicou sua experiência à Academia de Ciências de Turim, onde refere-se às formas laboratoriais de obter duas correntes elétricas alternadas enfasadas entre si, a descrição de dois aparelhos eletromecânicos que mandou construir e as considerações que as experiências efetuadas resultaram em uma nova forma de converter energia elétrica em mecânica.

Seus estudos foram muito importantes para a aplicação em diversas tarefas, como a distribuição de energia em corrente alternada (divulgação do transformador) e transformação imediata dessa forma de energia em energia mecânica (motor do campo girante). Galileo Ferraris deu evolução a eletrotécnica, suas descobertas, fundamentais para a época, continuam contribuindo para a ciência e tecnologia atuais.

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A história da Mobilidade Elétrica

O primeiro carro elétrico que se tem notícias foi construído por William Morrison, nos EUA, em 1891.

A história da Mobilidade Elétrica começa nos anos de 1800, quando inovadores da Hungria, Holanda e Estados Unidos trabalharam no primeiro veículo movido a bateria. O primeiro carro elétrico que se tem notícias foi construído por William Morrison, nos EUA, em 1891. Logo, em 1900 os veículos elétricos ganharam popularidade, somando 38% de todos os veículos nas ruas dos EUA, comparados a 22% movidos a gasolina. Thomas Edison e Henry Ford trabalharam juntos para construir um veículo elétrico comprável. Em 1912, o estoque global de veículos elétricos alcançou 30.000 unidades.

Em 1908, a produção em série do Ford Model T baixou o custo dos carros a gasolina, que, por sua vez, baixou em um terço do preço de um carro elétrico. Em 1912 o preço de um carro a gasolina era por volta de US$ 650, um carro elétrico ficava em torno de US$ 1750.

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Primeiro veículo elétrico a chegar a 100 km/h.

Mais para frente, durante a década de 1920, devido ao aumento da quantidade de postos de gasolina nos EUA, a construção de um sistema de rodagem mais desenvolvido para conectar as cidades que permitia os motoristas realizarem longas distâncias, e a descoberta doméstica de petróleo (o petróleo barato do Texas), os carros elétricos perderam valor de mercado, já que esses fatores contribuíram para que os carros a gasolina dominassem a indústria.

Com novas rodovias construídas se estendendo de oceano a oceano e de Norte a Sul, abrindo os interiores para negociantes urbanos, o automóvel se tornou um “agente de férias” para os norte-americanos. Como os carros elétricos tinham uma dirigibilidade de 30 a 40 milhas (50 a 65 km) e infraestrutura de carga limitada, eles acabavam sendo impróprios para longas viagens.

Com a expansão dos postos de gasolina em todo lugar, o combustível se tornava barato e facilmente disponível no interior do país, e apenas alguns poucos norte-americanos fora das cidades tinham acesso à eletricidade naquela época. Em 1935, os carros elétricos foram extintos com o domínio do mercado pelos carros a gasolina.

Com a precoce expansão e queda dos carros elétricos, as pesquisas e o desenvolvimento sobre os mesmos continuaram, pois já na década de 1960 era preciso pensar em meios para reduzir a poluição do ar e diminuir a dependência do petróleo no rastro da crise de 1973. 

Em 1990 foram iniciadas as exigências dos  Veículos Emissão Zero da Califórnia (VEZ), que incentivaram os fabricantes automotivos a se comprometerem com um limite anual de vendas de carros elétricos através da distribuição de créditos VEZ.

Foi apenas ao final do século que os veículos elétricos começaram a voltar ao cenário. Em 1997, o Toyota Prius se transformou no primeiro veículo elétrico híbrido produzido em série. Em 2006, o Tesla Roadster foi introduzido pela fabricante automotiva novata Tesla Motors, localizada no Vale do Silício, e o carro esporte de luxo elétrico começou a alterar as percepções do público. Em 2011, a  Nissan produziu o Leaf, comercializado como “carro de família, ecológico, líder e de preço popular”.

Em 2017, as montadoras tradicionais passaram a investir em veículos elétricos. Após uma década da aceitação inicial, espera-se que os carros elétricos virem tendência de mercado até o início da década de 2020.

Novos planos foram registrados pelo mundo todo, a Inglaterra e a França, por exemplo, anunciaram planos para banir a venda de novos carros a gasolina e a diesel até 2040, enquanto a Noruega propôs a meta ambiciosa de substituir totalmente os carros a gasolina até 2025.

  

WEG na indústria da Mobilidade Elétrica

Está no DNA da companhia acompanhar as tendências de mercado e antecipar oportunidades. Na área de mobilidade elétrica, A WEG tem uma longa tradição no fornecimento de sistemas de tração elétrica para ônibus, caminhões, trólebus, trens, navios e embarcações, além de sistemas para recarga de veículos elétricos.

Recentemente a WEG apresentou ao mercado uma parceria com a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO), para o desenvolvimento do primeiro Híbrido Volksbus e-Flex projetado no Brasil e do primeiro caminhão com tração elétrica fabricado no Brasil. Ambos são tracionados por motores elétricos e controles eletrônicos fabricado pela WEG.

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Ônibus e-Flex da VWCO conta com tecnologia WEG

A experiência da companhia neste mercado de tração e mobilidade elétrica lhe rendeu também a oportunidade de participar do desenvolvimento da primeira aeronave com propulsão elétrica do país, junto com a Embraer. O projeto está em desenvolvimento e já tem data para decolar.

A tecnologia de powertrain da WEG, desenvolvida ao longo de anos, testada e em constante inovação, habilitou a WEG para estes grandiosos projetos de cooperação científica e tecnológica.  

Junto com grandes parceiros a Companhia está trabalhando não só para viabilizar a propulsão elétrica de veículos de transporte e aeronaves, mas também para elevar a capacidade tecnológica da WEG, e do Brasil, levando o nosso país a um patamar ainda mais competitivo, referência em tecnologia sustentável.

 

Conheça o último lançamento da WEG neste segmento

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Estações de Recarga de Veículos Elétricos: WEMOB – WEG Electric Mobility. 

Desenvolvida especialmente para atender as necessidades de potência, velocidade de recarga e segurança que um veículo elétrico precisa, a linha de Estações de Recarga da WEG – WEMOB – está disponível em três diferentes modelos: Wall, projetada para residências e condomínios e com instalação em parede, Parking, desenvolvida especialmente para uso compartilhado em estacionamentos públicos e privados, como shoppings e praças, e Station, voltada para postos de recarga rápida. As linhas estão disponíveis para recarga lenta, semirrápida e rápida, com potências de 7,4 a 150 kW.

 “Os veículos elétricos são uma tendência mundial, e ter estações de recarga adequadas para todas as necessidades será indispensável nesse novo cenário. Estamos ampliando nosso portfólio de soluções para este segmento e nos preparando para atender as principais necessidades da mobilidade elétrica”, enfatiza Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

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Você sabia que no calendário nacional existe uma semana dedicada à Ciência e Tecnologia?

E que o período foi criando pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para aproximar o tema da população, por meio de eventos envolvendo instituições de todo o País?

Fique ligado que a “Semana Nacional de Ciência e Tecnologia” é neste mês e acontece entre os dias 21 e 27 de outubro.

Várias instituições estão preparando ações educativas para comemorar a data e é claro que o Museu WEG de Ciência e Tecnologia não poderia ficar de fora, afinal o nosso acervo está totalmente direcionado a esta temática e nós adoramos compartilhar conhecimento com os nossos visitantes.

Para marcar a data vamos oferecer uma palestra sobre: “Geração de Energia através de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)”. O palestrante será o Engenheiro Alexandre dos Santos Fernandes, Gerente do Depto. Centro de Negócios de Energia da WEG.

A apresentação será direcionada para estudantes, colaboradores da WEG e todos que se interessam pelo tema!  A participação é gratuita e a inscrição deve ser feita antecipadamente AQUI.

Não fique de fora, aproveite a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia para atualizar conhecimentos e visitar o maior Museu de Ciência e Tecnologia do Sul do Brasil.

Palestra: Geração de Energia através de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)

Dia: 22/10/2019

Horário: 19h às 20h30

Local: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Inscrições: https://forms.gle/LDHjPX19gxtLwQ2c6

 

Tintas

WEG Tintas: história e curiosidades

A WEG Tintas, inicialmente chamada de WEG Química, foi fundada em novembro de 1983, em Guaramirim – Santa Catarina.

Você sabia que o Brasil está entre os 5 maiores mercados mundiais de tintas? A posição foi alcançada porque indústrias do setor investiram pesado em tecnologia de ponta e sustentabilidade para suprir a demanda do mercado, que está cada vez mais competitivo.

O constante desenvolvimento tecnológico na fabricação de tintas não se limita em melhorar suas propriedades químicas e mecânicas. Mas também com a obtenção de tintas ecologicamente corretas e seguras, além de outros aspectos, como a redução de custos, diminuindo, por exemplo, as exigências na preparação das superfícies ou permitindo a aplicação em condições ambientais agressivas.

 

Tintas mais resistentes

A partir da revolução industrial, com o desenvolvimento de máquinas e equipamentos, a pintura deixou de ter apenas o papel decorativo para também assumir o de proteção contra as agressividades do meio em que o produto atuará, por exemplo, um motor de uma plataforma de petróleo deverá ser resistente às intempéries e à maresia.

No processo produtivo, as tintas são aplicadas normalmente em duas etapas: a pintura de base (primer), que ocorre logo no início em alguns componentes e a pintura de acabamento, quando o aspecto visual é também importante.

 

WEG Tintas e Vernizes

De uma pequena fábrica de motores elétricos no interior de Santa Catarina, a WEG se tornou uma indústria focada em soluções eletroeletrônicas sinérgicas presente no mundo inteiro. As empresas do grupo são organizadas em 5 grandes negócios, entre eles está o mercado de Tintas.

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Balde de Tinta em frente à WEG Tintas, em Guaramirim/SC.

Foto: O Correio do Povo

A WEG Tintas, inicialmente chamada de WEG Química, foi fundada em novembro de 1983, em Guaramirim – Santa Catarina, trabalhando com tintas industriais líquidas, que tinha como principal cliente a WEG Motores. Em 2010, a empresa passou a se chamar WEG Tintas.

Desde então, os investimentos em tecnologia e treinamento da equipe são constantes. A WEG caminha frente às atualizações tecnológicas, buscando um objetivo: fabricar tintas ecologicamente corretas, preservando o meio ambiente, investindo em processos e máquinas de alta tecnologia, garantindo entrega em tempo cada vez mais reduzido e com alta qualidade.

Entre suas soluções com alto padrão de qualidade e o mínimo de impacto ambiental estão: desenvolvimento de tintas em pó; desenvolvimento de tintas líquidas (industriais e repintura automotiva) e desenvolvimento de resinas e vernizes eletroisolantes.

Presente em diferentes mercados, oferece as melhores soluções em tintas no Brasil e América Latina. A WEG atua no mercado de tintas industriais, OEM e automotivas, pesquisando e desenvolvendo produtos de alta tecnologia. Destaca-se também pela presença nos segmentos de tintas para plásticos, vidros e espelhos.

No mercado de Tintas líquidas, Industriais e anticorrosivas, a WEG tem fornecido seus sistemas de pintura a diversos estrutureiros em todo o território nacional. Essas estruturas estão presentes em obras dos mais variados segmentos como estádios, shoppings, indústrias, aeroportos, portos, plataformas marítimas e refinarias. Além disso, conta com soluções amplas e eficazes para a área marítima, atendendo embarcações de todos os portes, do barco de pesca à Marinha Brasileira.

A WEG Tintas também possui uma avançada tecnologia para o desenvolvimento de tintas em pó, os produtos podem ser utilizados em diversos segmentos como: perfis de alumínio, móveis metálicos, eletrodomésticos, luminárias, rodas etc.

Outro mercado que atende é o de esmaltação e impregnação. Os esmaltes para fios possuem alto desempenho comprovado em máquinas de aplicação com alta classe térmica, para aplicação em todas as bitolas de fios e nos mais variados tipos de máquinas. Os vernizes à base de poliéster e epóxi, possuem excelentes propriedades dielétricas, flexibilidade, dureza, resistência química e aderência para motores, transformadores e geradores de baixa e alta tensão.

 

É visto que a WEG Tintas tem ampliado seu portfólio, buscando estar presente no mercado de Tintas e Vernizes com o que há de melhor em qualidade, tecnologia e sustentabilidade. Já são 36 anos neste mercado que não para de crescer. E há muito mais por vir!

Luz

Por que nada pode viajar mais depressa que a luz?

Você já deve ter ouvido que nada é capaz de viajar mais rápido que a velocidade da luz. Mas, por um breve momento, acreditou-se que sim.

Você já deve ter ouvido que nada é capaz de viajar mais rápido que a velocidade da luz. Mas, por um breve momento, acreditou-se que sim.

A teoria de que nada pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz no vácuo significa, basicamente, que nada pode ultrapassar os 299.792.458 metros por segundo ou arredondando, 300 mil km por segundo. Essa ideia foi proposta por Albert Einstein em sua Teoria da Relatividade, baseada em estudos anteriores de diversos cientistas para estabelecer que o limite de velocidade universal é o que a luz atinge quando se desloca pelo vazio do cosmos. Você sabe por quê?

 

Impossibilidade física

Isso nos leva à Teoria da Relatividade Especial de Albert Einstein, de 1905, que diz que a velocidade da luz é o que conecta o tempo e o espaço. Segundo o catedrático de Física Antonio Ruiz de Elvira, não é possível deslocar um objeto a uma velocidade superior à da luz porque, de forma simples e resumida, a única coisa capaz de mover uma partícula com massa é outra força que viaje a essa velocidade.

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Zunindo pelo vácuo (BBC)

De acordo com Antonio, o objeto “empurrado” acabaria ganhando massa quando submetido a grandes velocidades. E, considerando que o ganho aumentaria bastante conforme o corpo se aproximasse da velocidade da luz, isso interferiria em sua capacidade de deslocamento. Sendo assim, nenhum corpo pode viajar mais depressa do que a força que o empurra.

Segundo o que prevê a Teoria da Relatividade, o aumento de massa aconteceria rapidamente conforme a velocidade do objeto se aproximasse à da luz. E, quanto mais próximo desse limite o corpo chegasse, considerando que o ganho de massa aumentaria infinitamente, seria necessária uma força — também — infinita para que o objeto se elevasse à velocidade da luz.

A famosa equação de Einstein tem uma parte “menos lembrada”, que descreve como a massa de um objeto muda quando há movimento envolvido: E = mc² (Energia é igual a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado). Na verdade, a equação completa é E²=(mc²)²+(pc)². A parte final é a que descreve como a massa do objeto muda quando há movimento envolvido.

 

Teoria ameaçada

Em 2011, foi anunciada uma descoberta que ameaçou anular tudo o que sabemos sobre a velocidade da luz, a Teoria da Relatividade e a física moderna!

Isso aconteceu na Suíça, quando físicos europeus conduziram um experimento chamado Oscillation Project with Emulsion-tRacking Apparatus (Opera, na sigla em inglês), para estudar o fenômeno da oscilação de neutrinos. Diferentemente das partículas de luz, os neutrinos são partículas que possuem uma pequena quantidade de massa. Por isso, segundo a Teoria da Relatividade Especial de Einstein, deveriam viajar a uma velocidade menor que a da luz.

No entanto, naquele ano, o projeto chamou a atenção de toda a comunidade internacional quando anunciou a detecção de neutrinos se movimentando em uma velocidade superior à da luz, o que poderia revolucionar a Física moderna.

No entanto, tudo não passou de um mal entendido por causa de um cabo de um relógio digital em um laboratório, que estava mal conectado. Quando alguém percebeu e o conectou corretamente, tudo voltou à normalidade e ficou comprovado que os neutrinos estavam viajando a uma velocidade mais baixa que a da luz.

Toda a Física moderna foi questionada, portanto, por causa de um cabo de fibra ótica solto, que fez com que a passagem do tempo fosse registrada de maneira incorreta. Acredita?

Mas é assim que a ciência funciona e deve funcionar. Cientistas cometem erros e aprendem com eles. É preciso provas muito fortes para mudar os rumos da Física, e é a partir de testes, experimentações, erros e acertos que isso é possível — mesmo que leve séculos.

 

Primavera

Museu WEG abre nova exposição temática durante a 13ª Primavera dos Museus

Atendendo a programação, neste ano o Museu WEG de Ciência e Tecnologia busca fomentar a visitação ao museu com a ampliação da temática da sala 11 – Visões do Futuro.

A primavera vem chegando e com ela a 13ª edição do Primavera dos Museus, a ação anual acontece entre os dias 23 a 29 de setembro, promovendo a reflexão e mobilizando museus brasileiros a elaborarem uma programação especial voltada para um mesmo tema, neste ano o tema escolhido é “Museus por dentro, por dentro dos Museus”.

O ano de 2019 iniciou com a experiência da perda irreparável causada pelo incêndio no Museu Nacional. Essa crise proporcionou que o IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus, aos museus, seus profissionais e a própria sociedade buscassem novas formas de prevenção, gestão e manutenção, para que possamos cumprir a função de preservação e comunicação daquilo que nos une, nossa lembrança pessoal e coletiva. 

A compreensão de que os museus são guardiões das nossas memórias, dos nossos afetos e, por excelência, espaços que auxiliam as pessoas na busca e na manutenção da sua identidade, nos envolve – enquanto indivíduos parte dessa relação – numa série de responsabilidades compartilhadas na tarefa de preservar. O ato de produzir processos, guardar artefatos e expor memoráveis coleções, sem abrir mão da segurança, demanda batalha diária contra os mais variados agentes de riscos que ameaçam de maneira incessante a integridade física e química dos museus e seus acervos, pois existir é correr riscos e resistir é combater riscos.

É este o intuito da 13ª edição da Primavera dos Museus: envolver ainda mais os públicos de museus na aventura de conhecer, preservar e compartilhar memórias. Olhar os museus por dentro para ficar por dentro dos museus permitirá explorar os aspectos do cotidiano museológico aplicados aos diversos métodos legais, éticos, técnicos e científicos, aos quais as coleções/museus são submetidas no constante processo de formação, organização, conservação e exposição para interação e apreciação pelas pessoas ou grupos sociais.

 

Nova exposição no Museu WEG

Atendendo a programação, neste ano o Museu WEG de Ciência e Tecnologia busca fomentar a visitação ao museu com a ampliação da temática da sala 11 – Visões do Futuro. O novo espaço terá como tema “Desafios e Conquistas”, onde serão expostos os principais troféus da WEG, compartilhando e preservando memórias e demonstrando sua evolução tecnológica e governança corporativa ao longo dos anos.

A nova exposição vem para lembrar que além de criar oportunidades de aprendizado e desenvolvimento em diversas áreas de atuação, a WEG tem diversificado o portfólio, ampliado a participação no mercado global e expandindo os negócios. Conquistando o respeito dos stakeholders, construiu credibilidade, reputação, força e capacidade de crescer continuamente, e tudo isso é reconhecido tanto pelo mercado de capitais, como pelos clientes e entidades.  Mais do que merecedores de todos estes troféus, a WEG é, acima de tudo, grata àqueles que sempre depositaram confiança na companhia. 

A nova exposição será aberta ao público a partir das 10h do dia 24/09. Venha conferir!

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Museu WEG na Feira Brasileira de Iniciação Científica

Neste mês, acontece em Jaraguá do Sul a Feira Brasileira de Iniciação Científica para estudantes.

A 4ª edição da FEBIC — Feira Brasileira de Iniciação Científica — acontece neste mês em Jaraguá do Sul, a feira é conhecida por ser um espaço para estudantes apresentarem ideias criativas e inovadoras na forma de projetos científicos, onde possam experimentar o fazer ciências e realizar pesquisas.

 É, ainda, um rico ambiente de fomento, integração, mostra de trabalhos, inventos, empreendedorismo e troca de experiências, que aproxima estudantes e professores, e representa mais uma ação de incentivo ao desenvolvimento e divulgação de conhecimentos científicos entre unidades de ensino, comunidade e empresas.

O objetivo da FEBIC é promover a cultura científica, a experimentação, a disseminação e a popularização do conhecimento científico; instigar a criatividade, a inovação e o uso de novas tecnologias, de forma sustentável e inteligente. Promover, na busca da solução de problemas cotidianos, o pensar criativo e inovador, o conhecimento, a utilização de novas tecnologias, a sustentabilidade e a percepção crítica do uso/preservação que se faz do meio ambiente.

No ano passado, a III FEBIC teve mais de 130 projetos participantes e, entre as atividades paralelas, no “Espaço Discutindo Ciência”, o Museu WEG foi sede da palestra “Eficiência Energética”.

 

IV FEBIC – edição 2019

Neste ano a previsão é a exposição de 250 trabalhos nas categorias Educação Infantil ao Ensino Médio, Profissionalizante, Técnico e Educação de Jovens e Adultos), além das Comunicações Orais (Estudantes/Pesquisadores de EJA, Ensino Superior e Pós-Graduações) e a área da Engenhoteca.

Os melhores trabalhos apresentados durante a IV FEBIC, avaliados por especialistas nas respectivas áreas serão premiados com troféus e medalhas, Prêmios de Destaques e Excelência, além de dezenas de credenciais de Feiras Nacionais e Internacionais.

A IV FEBIC acontecerá de 09 a 13 de setembro de 2019 na Arena Jaraguá (Rua Gustavo Hagendorn, 636 – Nova Brasília). As cerimônias de abertura e premiação acontecerão no Parque Municipal de Eventos (Rua Walter Marquardt, 910 – Barra do Rio Molha).

Quem visitar a Feira também poderá encontrar o estande do Museu WEG, onde estaremos apresentando soluções e tecnologias em Tintas, aguardamos sua visita!

Sua participação é importante para todos os envolvidos: voluntários, estudantes/pesquisadores, orientadores e inventores. Visite e ajude a incentivar a Pesquisa, a Educação e as Ciências no Brasil! =)

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Museu WEG promove visita à WEG Automação para falar sobre Profissões do Futuro e Indústria 4.0

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia completa 16 anos e vai comemorar compartilhando história e conhecimento.

Neste mês o Museu WEG de Ciência e Tecnologia completa 16 anos e, não há melhor jeito de comemorar senão compartilhando história e conhecimento. Pensando nisso, o Museu preparou uma atividade gratuita para a comunidade, desta vez, a ação é direcionada para estudantes de cursos técnicos e superiores da microrregião.

Há 16 anos o Museu WEG tem o papel primordial de preservar a história da WEG, de seus fundadores e dos processos que a norteiam através da conservação de seus acervos, bem como, oferecer espaço educativo para a sociedade dentro de sua temática. Neste ano não será diferente.

Atualmente, vivemos em constante mudança — a era da Quarta Revolução Industrial. E, assim como as demais revoluções na história da humanidade, que transformaram drasticamente a forma de viver a partir de um novo modelo produtivo, a chamada Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente promete mudar a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Desta mesma maneira, as profissões, os processos e produtos da WEG também estão mudando.

Pensando nessas mudanças e para tratar desse assunto tão relevante para o mercado de trabalho e a indústria, oferecemos para estudantes de escolas técnicas e superiores uma visita à WEG Automação, onde atuam diversos robôs. Aproveite para fazer sua inscrição!

 

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Robôs atuam na WEG Automação

No dia 16 de setembro os grupos irão participar de um bate papo com a área de recrutamento da WEG, onde será explanado o tema “Profissões do Futuro”. Após a conversa, acontece a visita à WEG Automação no parque Fabril II, onde os participantes vão conhecer a influência dos robôs e da automação na indústria 4.0. A participação e o transporte com saída e volta ao Museu são gratuitos.

 

Data: 16 de setembro
Horários: 8h às 11h30 e 13h às 16h30
Público: estudantes de escolas técnicas e superiores
Inscrições: https://museuweg.net/contato/agendamento
Dúvidas: 3276-4550