Curiosidades sobre museus brasileiros de importância mundial

Você sabia que boa parte dos melhores museus da América Latina fica no território brasileiro?

Você sabia que boa parte dos melhores museus da América Latina fica no território brasileiro? A cidade de São Paulo é o lugar com a maior quantidade de museus visitados por turistas anualmente. Se pararmos para comparar com outros países, no Brasil ainda há bastante descuido com museus, mas após o incêndio no Museu Nacional, em 2018, por exemplo, a reivindicação da população por preservação, cuidado e zelo pelo patrimônio tem crescido.

Já falamos aqui no blog sobre 10 museus em Santa Catarina que você precisa conhecer e hoje vamos apresentar curiosidades sobre museus brasileiros de importância mundial. Vamos lá!

1. MAM

O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. O prédio no Parque do Ibirapuera ocupado pelo museu foi construído para abrigar uma exposição sobre a Bahia, realizada em 1960,  o edifício está inserido no conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer em 1954. Ele deveria ter sido destruído, mas foi aproveitado para sediar o Museu do Presépio. O MAM mudou-se para o local em 1968. Seu jardim de esculturas ocupa 6 mil metros quadrados e abriga 25 obras feitas por 21 artistas brasileiros.

O acervo conta hoje com mais de 5.000 peças, a maioria produzida por artistas brasileiros ativos a partir da década de 1960. Possui uma das maiores bibliotecas especializadas em arte da cidade de São Paulo, com mais de 60.000 volumes. Desde 1969 organiza a mostra bienal Panorama da Arte Atual Brasileira, uma das mais tradicionais exposições periódicas do país e importante ferramenta para a ampliação do acervo.

2. MASP

Também em São Paulo, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – ou apenas MASP, é um dos museus mais importantes do Hemisfério Sul. Localizado em um dos pontos mais icônicos da Avenida Paulista, numa área de 5 mil metros quadrados com um vão livre em concreto de extensão por 8 metros de altura (o maior das Américas). O projeto é da arquiteta Lina Bo Bardi, que fez o vão para que a vista do centro da cidade não fosse perdida.

Ele recebe exposições de todo o mundo e tem em seu acervo cerca de 9 mil obras importantíssimas de artistas renomados do mundo todo, como Renoir, Botticceli, Monet, Van Gogh, Degas, Vélazquez, Goya, Bosch e muitos outros. Um verdadeiro passeio pela história da arte.

3. Instituto Inhotim

Localizado na cidade de Brumadinho em Minas Gerais, é um dos museus mais lindos do mundo e o maior museu de arte ao ar livre da América Latina, unindo natureza e criação humana de uma forma incrível. Possui um acervo repleto de arte contemporânea com mais de 500 obras, como estátuas de bronze, fuscas coloridos e esferas que flutuam na água. São mais de 96 hectares de área com exposições (sendo mais de 700 hectares ao todo de preservação ecológica) onde o visitante pode interagir com o meio ambiente e as obras, de forma harmoniosa e interessante. Outra curiosidade é que seu Jardim Botânico possui mais de 4.500 espécies nativas e exóticas e a maior coleção de palmeiras do mundo, cerca de 1.500, também se encontra no local. Uma experiência única.

4. Museu do Ipiranga

O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, ou Museu do Ipiranga, foi inaugurado no primeiro aniversário da República, em 15 de novembro de 1890, no local onde foi proclamada a Independência do Brasil. Seu estilo arquitetônico foi inspirado nos palácios renascentistas. Na época, a técnica da alvenaria em tijolos e cerâmica era inovadora na cidade, que ainda construía com taipa de pilão. É considerado um edifício-monumento, possui 123 metros de comprimento por 16 de largura.

Em exposição estão 125 mil objetos, que vão de móveis e roupas a documentos dos anos de 1600 ao século XX. Há também o equivalente a 640 metros de documentos textuais. Possui 1500 m² de jardins, construídos em 1922. Em 4 de agosto de 2013, o museu foi fechado para visitação por tempo indeterminado e deverá reabrir apenas em 2022, pois exige uma restauração e modernização muita ampla em suas instalações. Estamos torcendo para que sua reabertura aconteça em breve!

5. Pinacoteca do Estado de São Paulo

A Pinacoteca é o primeiro museu de arte da cidade de São Paulo, foi inaugurada em 1914. O prédio foi projetado por Francisco de Paula Ramos de Azevedo, em 1897, em uma área do Parque da Luz. O terreno foi comprado por 100 contos de réis. Antes de virar museu, em 1905, o local abrigou a sede do Liceu de Artes e Ofícios, o Ginásio do Estado e diversas repartições públicas. Em 1930, a Pinacoteca foi ocupada pelo exército e transformada em quartel-general durante 2 meses. Outra ocupação aconteceu em 1932, durante a Revolução Constitucionalista.

A Pinacoteca é especialmente interessante para quem gosta de arte brasileira. O acervo do museu reúne cerca de 9 mil obras, entre pinturas dos séculos XIX e XX, com destaque para os modernistas Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Di Cavalcanti e Anita Malfatti. Além disso, também recebe a Coleção Brasiliana, que traz estudos e obras feitas por artistas estrangeiros sobre o nosso país.

6. Museu de Futebol

Localizado nas arquibancadas do Estádio do Pacaembu, em São Paulo, é um museu cheio de interatividade para contar a história do esporte. Nele é possível ver jogadas históricas, ouvir narração de jogos que fizeram história e ainda se emocionar com homenagens aos clubes, jogadores e torcedores do país. Além disso, possui uma biblioteca com o maior acervo sobre futebol do mundo. O acervo é uma coleção cheia de divertimento e emoção para quem ama futebol.

7. Museu Imperial

Localizado em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, o Museu Imperial fica no antigo palácio do imperador Dom Pedro II e representa uma das arquiteturas mais bem preservadas da época imperial. Lá é possível se sentir como um Imperador e respirar o ar da nobreza brasileira, você vai poder conferir de perto objetos importantes de nossa história, como as coroas de Dom Pedro II e de seu pai, Dom Pedro I, o trono usado pelo imperador, muitas jóias e objetos pessoais e, além disso, pode fazer um passeio pelo jardim do palácio.

Existem muitos outros museus brasileiros de importância mundial, que representam e preservam a história e o patrimônio do nosso país. Resta à sociedade apoiar e criar laços com nossa história para que as futuras gerações continuem preservando o que foi construído até aqui. Deu vontade de fazer uma visita? Que tal começar fazendo um passeio virtual pelo Museu WEG de Ciência e Tecnologia? Aproveite também para conhecer o Guia dos Museus Brasileiros, organizado pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus).

Difundir a Ciência e Tecnologia é uma das missões do Museu WEG, por isso, incentivar o estudo e promover a cultura científica está em seu DNA e, há alguns anos, participa de eventos que buscam realizar atividades de desenvolvimento e divulgação científica entre alunos, professores e comunidade. Neste mês de outubro, o Museu WEG vai participar simultaneamente de dois grandes eventos incentivadores dessa cultura, a FEBIC – Feira Brasileira de Iniciação Científica e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Confira logo abaixo a programação.

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

A SNCT – Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é o maior evento de popularização da ciência do Brasil. Coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, conta com a colaboração de universidades e instituições de pesquisa; escolas; institutos de ensino tecnológico, centros e museus de C&T; entidades científicas; fundações de apoio à pesquisa; parques ambientais, unidades de conservação, jardins botânicos e zoológicos; secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação; empresas públicas e privadas; ONGs e outras entidades da sociedade civil. 

FEBIC – Feira Brasileira de Iniciação Científica

O Museu WEG é um dos apoiadores da FEBIC, que é promovida pelo Instituto Brasileiro de Iniciação Científica, com apoio de diversas instituições privadas e governamentais de nossa região, a feira é um espaço para estudantes apresentarem ideias criativas e inovadoras na forma de projetos científicos, onde possam experimentar o fazer ciência, o realizar pesquisas. É, ainda, um ambiente de fomento, integração e troca de experiências, que aproxima estudantes e professores do Ensino Infantil, Fundamental, Médio, Técnico e Superior de todas as regiões do Brasil, além do exterior, e representa mais uma ação de incentivo ao desenvolvimento e divulgação de conhecimentos científicos entre unidades de ensino, comunidade e empresas.

Visando promover a cultura científica, a experimentação, a disseminação e a popularização do conhecimento científico, a FEBIC instiga a criatividade, a inovação e o uso de novas tecnologias, de forma sustentável e inteligente. Além disso, é um espaço rico de possibilidades para a expressão da criatividade e para o desenvolvimento das habilidades do aluno, do professor e da escola no campo da pesquisa. 

Conheça a programação da FEBIC

A FEBIC está no calendário de eventos da SNCT, desta forma, a participação do Museu WEG será unificada para os dois eventos com participações no programa da FEBIC TV, em três momentos: 

QUADRO: CIÊNCIA EM FOCO
Palestra: Projeto Sírius – Acelerador de Partículas

Palestrante: Eduardo Constantino Ramos – Depto Vendas Técnicas e Revendas (WEG Motores) MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV-RJ, Pós-Graduação em Máquinas Elétricas pelo Centro Universitário de Jaraguá do Sul (UNERJ), Engenheiro Eletricista pela Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Trabalha na WEG a 22 anos e tem de experiência no desenvolvimento e aplicação de produtos. Atuou no desenvolvimento de equipamentos para o Sirius, acelerador de 4ª Geração em operação no CNPEM/LNLS (Campinas/SP).

QUADRO: FEBIC VISITA
Visita: Visita virtual no Museu WEG de Ciência e Tecnologia
Local: plataforma virtual 

QUADRO: MÃO NA MASSA
Vídeos: Experimentos
Local: plataforma virtual 

Participe! Confira a programação em:  www.febic.com.br

É possível produzir energia usando uma batata?

Com algumas placas de metal, fios, uma lâmpada e uma batata é possível produzir luz elétrica.

Imagine que você está em casa e de repente acaba a luz! No meio da escuridão você acende uma vela, usa uma lanterna ou a luz do celular, certo? Mas que tal aprender um novo jeito de produzir luz? Com algumas placas de metal, fios, uma lâmpada e uma batata também é possível produzir luz elétrica. Você não leu errado, veja agora como produzir energia usando uma batata!

O pesquisador Haim Rabinowitch, da Universidade Hebraica de Jerusalém em Israel, afirma que uma batata tem potência suficiente para iluminar um quarto com lâmpada LED por 40 dias. Você acredita? Os princípios desta técnica são conhecidos desde 1780, quando o italiano Luigi Galvani fez as primeiras experiências do tipo. Mas com o tempo e a tecnologia desenvolvida em laboratório foi possível aumentar muito a potência.

E como isso funciona? Com auxílio de dois metais é possível criar a bateria de material orgânico: um ânodo (um metal como zinco, com eletrodos negativos) e um cátodo (cobre, que possui eletrodos positivos). Nesse processo, o ácido dentro da batata forma uma reação química com o zinco e o cobre que libera elétrons, eles fluem de um material para o outro, fazendo com que a energia seja liberada.

Assista o vídeo abaixo para ver como funciona essa experiência na prática:

Super batata

Não contentes com a energia produzida no experimento que vimos, em 2010, cientistas da universidade de Jerusalém começaram a fazer experiências com diversos tipos de batatas para descobrir como aumentar sua eficiência energética. Eles descobriram, então, que ao cozinhar as batatas por oito minutos, quebram-se os tecidos orgânicos, reduzindo a resistência, facilitando o movimento dos elétrons e produzindo mais energia. Outra descoberta foi que fatiar a batata em quatro ou cinco pedaços aumenta a eficiência energética em até dez vezes.

Com isso foi possível comprovar que pode ser economicamente viável usar as batatas como fontes de energia, que apesar de ser de baixa voltagem, é suficiente para construir uma bateria que poderia carregar até celulares ou laptops.

Além disso, o custo para produzir energia com uma batata cozida ligada a placas de cobre e zinco é muito menor que o custo da energia gerada por uma pilha alcalina AA de 1,5 volt, por exemplo.

E não para por aí, em outros países, há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. No Sri Lanka, pesquisadores estudam a forma de otimizar o uso da energia elétrica com bananas. As mesmas técnicas – cozinhar e fatiar – funcionaram. Incrível, não é mesmo? 🙂

Falando nisso, você sabe como a energia elétrica é distribuída em uma cidade? 

Dicas para conservar arquivos e documentos em casa

Organizar um acervo pessoal pode facilitar processos burocráticos e preservar sua história e da sua família.

Organizar um acervo pessoal, com documentos gerados ao longo da vida, pode facilitar processos burocráticos e preservar sua história e da sua família. Você já percebeu a quantidade de documentos que produz e recebe? Alguns são muito importantes e desejamos que durem por muito tempo — eles podem ser uma prova de algum fato ou patrimônio, uma lembrança de alguém ou algum lugar, um estudo que virá à tona.

Você não precisa ter um museu só para você! Mas é importante ter consciência da necessidade de preservar um arquivo pessoal e que, com cuidados simples, você pode prevenir a deterioração acelerada dele. Para te ajudar, separamos algumas dicas para conservar arquivos e documentos em casa, veja como fazer isto na prática:

Nada de sujeira. O ambiente onde você guarda seus documentos deve ser limpo e, de preferência, arejado: sem incidência direta da luz solar e/ou artificial, para não se tornar um local quente, úmido ou com risco de infiltrações.

Cuidado com o que está por perto. Evite armazenar sua documentação perto de objetos que tragam risco de incêndios, como cozinhas, ou perto de fiações e aparelhos elétricos. Deixe, também, seus documentos longe de substâncias que possam colocá-los em risco, como alimentos ou coisas doces (que podem atrair insetos), líquidos, materiais de limpeza e/ou materiais inflamáveis ou tóxicos.

Evite pastas e caixas de plástico. Prefira pastas, caixas de papel e envelopes brancos. Pastas e livros devem ser guardados, de preferência, em pé (na vertical), em estantes abertas (arejadas).

Não abandone. Verifique periodicamente os documentos guardados, sejam papéis, fotografias ou fitas e DVDs. É importante verificá-los para saber se estão bem conservados e funcionando. 

Mais limpeza. No caso do papel, é muito importante o controle de poeira, fungos (como o mofo), e de possíveis pragas (cupins, brocas e roedores).

Cuidado ao manusear. Lave bem as mãos e seque-as bem quando for manusear seus documentos e não passe cremes, pois podem manchar os papéis. Quando forem antigos e estão guardados por muito tempo, utilize máscara e luvas. Isso irá proteger os documentos e a sua saúde de possíveis fungos.

Nada de pilhas de papel. Além de serem desorganizadas e instáveis, aumentam o risco de incêndios e dificultam o manuseio e a conservação do material, papel empilhado se deteriora mais rápido.

Truque. Ao guardar livros e outros papéis em armários e gavetas, coloque sachês de cravo da índia com pimenta do reino, louro e canela em pau junto a eles. Esse sachê é uma dica caseira que ajuda a afastar as traças.

Limpando. Para limpar os documentos em papel, utilize um pincel macio para remover a poeira e outros detritos que estiverem sobre o papel, ou com pó de borracha. Se o documento estiver muito frágil, recomenda-se fazer um sachê colocando um pedaço de algodão dentro de um retalho de pano bem fino. Rale a borracha e a espalhe sobre o papel. Com a ajuda do sachê, faça movimentos circulares tirando suavemente a sujeira do papel. Evite esta técnica caso tenha anotações em lápis.

Fotos e fatos. Para guardar fotos coloridas utilize álbuns que possuam “jaqueta de poliéster” ou um plástico neutro que não danifique a foto. Eles são encontrados em lojas que vendem material para fotografia e, normalmente, suas características vêm indicadas na etiqueta. 

Guarde fotos em álbuns que ajudem a conservar as imagens

Um erro comum. Não plastifique, utilize fitas adesivas ou cola escolar para reparar sua documentação, a substância química presente nesses materiais acidifica o papel, podendo danificar o documento com o tempo.

Não enrole. A melhor forma de guardar um documento em papel é deixá-lo plano. Se precisar amarrar algo, utilize um cadarço de algodão, evitando elásticos que podem acabar grudando com o tempo. Clipes e grampos de metal também devem ser evitados – e se possível retirados – eles enferrujam com o passar dos anos e mancham a documentação. Prefira clipes e grampos de plástico. Agora, se o documento for muito amplo e flexível e precisa ser enrolado, guarde em tubos feitos de materiais tampados, com baixo teor de lignina (colas) e que tenham 5 centímetros a mais que a largura da folha. 

Outros materiais. Fitas de vídeo e fitas cassete devem ser guardadas rebobinadas até o fim de um dos lados e guardadas na vertical, dentro de suas embalagens. Também recomenda-se armazená-las em um local com temperatura estável entre 18°C e 20°C, longe de fontes de luz e de campos magnéticos (ímãs e motores elétricos).

Outras mídias. Para limpar CDs e DVDs use um tecido não abrasivo, como os utilizados para limpar lentes fotográficas. O movimento de limpeza nunca deve ser circular, ou seja, ao longo das trilhas, e sim do centro do disco para fora. Evite colar etiquetas pois, com o tempo, a colagem irá prejudicar a leitura e acelerar o processo de desgaste dos CDs e DVDs.

Documentos digitais. Fotografias e demais documentos digitais devem estar salvos em mais de um local, não guarde apenas em seu computador. Cópias em CDs ou HD externo ajudam a garantir que os arquivos não serão perdidos. Não se esqueça de sempre fazer testes e cópias de segurança. Uma outra solução é contratar espaços na nuvem para o backup de suas fotografias, essa é uma forma que garante acesso fácil e de qualquer lugar as suas memórias.

Para concluir. Crie critérios para selecionar o que vai ser guardado, conforme função e finalidade. Seus arquivos podem ser armazenados em caixas, de acordo com o grau de importância, de modo que, se houver alguma tragédia (incêndios, inundações, desabamentos e deslizamentos), você saberá o que é mais importante para recuperar primeiro. Uma boa sugestão é colocar cores nas caixas e ordená-las de acordo com essas cores. Esse é um bom método de classificação de importância a ser seguido.

Organizar documentos por cores é uma boa dica de organização

Agora que você aprendeu a armazenar seus documentos, que tal pôr a mão na massa? Ou melhor, no papel! Além das facilidades de encontrar seus arquivos, organizar o que está pendente traz satisfação pessoal e uma sensação de leveza. Você vai se sentir tão bem! E, já que você leu até aqui, aproveite para aprender 5 experiências para fazer em casa ou na escola. Até mais!

Museu WEG participa da 14ª Primavera nos Museus

Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, ela visa mobilizar os museus brasileiros a elaborarem programações especiais voltadas para um mesmo tema.

Participar da Primavera dos Museus é uma oportunidade ímpar para que museus se aproximem da comunidade, estreitando laços sociais, culturais e afetivos. Há alguns anos o Museu WEG participa da ação anual. Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, ela visa mobilizar os museus brasileiros a elaborarem programações especiais voltadas para um mesmo tema.

Neste ano, a iniciativa vem com o tema “Mundo Digital: Museus em Transformação”, e o desafio da edição é consolidar a comunicação digital como canal fundamental de presença e interação entre as instituições e seus públicos. Visto o momento pelo qual passam a sociedade e os museus, devido à pandemia causada pelo Covid-19, este ano, em especial, todos os museus participantes irão desenvolver apenas atividades em ambiente virtual. 

Por estarmos na era digital, é visto que museus tradicionais precisam se transformar e criar novas formas de apresentar seus conteúdos e engajar seus visitantes.  Um museu que disponibiliza seu conteúdo on-line não transfere a experiência para o universo tecnológico, mas agrega novos olhares sobre a visitação, alcançando pessoas que não podem fazer a visita pessoalmente.

Ciência e Tecnologia em casa

Para ir ao encontro do tema da 14ª Primavera nos Museus, o Museu WEG preparou um conteúdo super especial para que o público possa aprender e reproduzir experiências em seus lares. No primeiro dia da Primavera, 21 de setembro, as redes sociais do museu vão começar a receber a programação com o tema #ciênciaetecnologiaemcasa. 

Durante as próximas semanas o público poderá assistir a vídeos que vão ensinar algumas curiosidades e experiências que podem ser reproduzidas com segurança e poucos materiais. Os vídeos foram gravados visando passar adiante um pouquinho do conhecimento que também é tratado durante as visitas e ações educativas do museu. Eles serão publicados a cada sexta-feira, contemplando a programação da Primavera nos Museus. 

Quer ter uma ideia do que vem por aí? Fique ligadinho que no dia 25 de setembro publicaremos o nosso primeiro vídeo.

Encontro com a Rede de Educadores de Museus

Ao longo dos últimos meses fomos conhecendo e nos adaptando a ferramentas digitais e online. Mas e depois quando a pandemia passar, como lidaremos com isso? Nos parece que estes questionamentos voltados às nossas ações presentes e futuras precisam ser debatidos de forma coletiva e colaborativa.  Para fomentar esse debate, a Rede de Educadores em Museus de Santa Catarina (REM/SC) em uma ação conjunta com o Museu WEG de Ciência e Tecnologia realizará um encontro de educadores tendo como convidados especiais a equipe do projeto Museus Virtuais. Este projeto, produzido pelo do Instituto Maratona Cultural, já vinham explorando os recursos digitais e plataformas online antes mesmo da pandemia.

Além de conhecer esta experiência e participar do debate sobre a temática, os inscritos poderão conhecer a trajetória do Museu WEG e o que o museu vêm fazendo para atrair as escolas, professores e alunos enquanto as visitas presenciais não voltam a acontecer. 

Após nosso Encontro, estão todos os participantes estão  convidados a acompanharem uma sessão ao vivo do projeto Museus Virtuais, guiada por Claudio Toscan e transmitida no canal da Maratona Cultural no YouTube. Nesse dia, Toscan fará um passeio pelas obras do pintor renascentista Rafael Sanzio.

O encontro virtual acontecerá no dia 26 de setembro, às 14h e a participação será mediante inscrições até o dia 22 através do link: http://twixar.me/7Fhm

Conheça os convidados:

Claudio Toscan Júnior: Graduado em Educação Artística  (2004) – habilitação em artes plásticas – licenciatura pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em Florianópolis / SC ; e acumula inúmeros cursos de aprimoramento profissional. Desde 2011 tem executado painéis de azulejaria e vitrais para igrejas e capelas em diversas cidades de Santa Catarina. A partir de 2013 integra o projeto do projeto “Museus Virtuais”, realizado pelo Instituto Maratona Cultural, como arte-educador e curador. Atualmente atua como professor de desenho, pintura e história da arte em seu próprio atelier em Florianópolis/SC e na Antônio Meneghetti Faculdade em Restinga Seca/RS.

Heitor Lins: Administrador com grande experiência no mercado cultural. É sócio fundador da Harmônica Arte e Entretenimento. Em 13 anos de atuação no mercado cultural, foi coordenador de importantes projetos como: Maratona Cultural de Florianópolis, Orquestra de Baterias, Viagem Teatral, Circuito Cultural, Museus Virtuais, Festival de Teatro Isnard Azevedo. Atualmente é Manager da Banda Dazaranha, sendo responsável pelo DVD Dazaranha 25 anos e Camerata Florianópolis e pela turnê da Banda em Portugal em 2019.  E também é Pai da Maria Flor e do Joaquim.

 Projeto Museus Virtuais: 

Museus Virtuais é um projeto que une tecnologia, cultura, arte e educação e que promove visitas guiadas e orientadas por um arte educador a museus do mundo, disponíveis no engenhoso programa Google Art & Culture,  realizando entre os anos de 2013 e 2019 mais de 200 sessões, impactando diretamente mais de 10 mil pessoas.

De forma gratuita, democrática e acessível, abrangendo um público heterogêneo, plural e de diversas faixas etárias, o projeto possibilita a aproximação da linguagem e a fruição dos bens materiais e imateriais a toda comunidade.

Para ver os outros, siga nossas redes sociais: Instagram | Facebook | YouTube. Nos vemos por lá!

Comemore os 17 anos do Museu WEG

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia está completando 17 anos neste mês de setembro.

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia está completando 17 anos neste mês de setembro. Já são 17 anos preservando a história da WEG, de seus fundadores e dos processos norteadores que envolvem a energia elétrica. E, tudo o que foi conquistado durante esses anos, precisa ser comemorado com o público: com as crianças e adolescentes, para que desde cedo conheçam essa história, entendam seu valor e enxerguem no museu um espaço de educação e entretenimento, e com os adultos, que veem no museu um espaço de cultura, conhecimento, e em alguns casos até de nostalgia por reconhecerem ali parte de sua história. 

Além disso, com o envolvimento dos professores como peça chave para que a relação museu-escola continue acontecendo. Para juntar todos esses públicos, frente à pandemia, a comemoração este ano acontecerá de forma totalmente on-line. 

Veja como você pode participar da comemoração de 17 anos do Museu WEG!

Concurso de desenho

Que tal criar um desenho que tenha vínculo com a história do Museu WEG e ter ele exposto no acervo do museu por até 1 ano? Para isso, basta soltar a criatividade e fazer um desenho dentro do tema “Comemore conosco os 17 anos do Museu”. Para fazer o desenho, use sua imaginação e criatividade para representar o Museu WEG.

O desenho deve ser enviado para o WhatsApp do Museu (47) 9 9155-6312 até 10 de setembro, ao meio dia. Na semana do aniversário do museu, os melhores desenhos de cada categoria irão para votação pública via stories no Instagram. E sabe o que é mais legal? O desenho mais votado de cada uma das três categorias ficará exposto no museu para contemplação de todos os visitantes.

Para todas as idades! Confira as categorias:

  • Categoria Kids – 4 a 9 anos
  • Categoria Teen – 10 a 17 anos
  • Categoria Adulto – acima de 18 anos.

Atenção ao prazo de entrega!

  • 10/09 Prazo para recebimento dos desenhos via WhatsApp até 12:00 horas.
  • 11/09 Escolha das 4 melhores fotos de cada categoria, formada por uma comissão especial.
  • 14/09 Votação pública – semifinal: votação entre os quatro desenhos de cada categoria.
  • 15/09 Votação pública – final: votação entre os dois desenhos vencedores do dia anterior de cada categoria.
  • 16/09 Divulgação dos vencedores de cada categoria.

Para maiores informações, acesse o edital completo do concurso: 1o Concurso de Desenho do Museu WEG de Ciência e Tecnologia.

Visita virtual on-line

Vamos fazer uma visita guiada ao Museu WEG sem sair de casa? No dia 18 de setembro, às 15h, acontecerá uma visita virtual ao museu, ela será transmitida através do Instagram, sem necessidade de inscrições prévias. Assim, todos os seguidores do museu, de qualquer cidade ou estado, poderão participar e conhecer a exposição.

Nos siga nas redes sociais para não perder as atividades! Nos vemos por lá =)

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Conheça alguns dos museus mais estranhos do mundo

Conheça alguns dos museus mais estranhos do mundo.

Museus têm a finalidade de conservar, estudar e valorizar de diversas maneiras elementos de valores culturais: desde coleções de objetos à narrativa de histórias. Inclusive, pelo mundo afora existem museus dedicados a coleções muito estranhas e curiosas. Uma linha tênue entre bizarrice e diversão.

Mas, independentemente da aparência estranha, todos os museus nos oferecem janelas para a história, nos ligando ao passado e abrindo caminhos para o futuro. Alguns revelam nossas preocupações mais obscuras, nossas ideias mais brilhantes e a infinita criatividade da mente humana. Conheça alguns dos museus mais estranhos do mundo.

Plastinarium – Guben, Alemanha

O Instituto de plastinação Gunther Von Hagens exibe corpos animais e humanos preservados em posições criativas para revelar as complexidades da forma humana.

Após passar 39 anos estudando medicina, dissecção e química, o alemão Gunther von Hagens desenvolveu o método de preservação de corpos chamado plastinação, o método consiste na retirada de água e lipídios do corpo humano ao aplicar polímeros sintéticos no lugar, o que evita que haja a decomposição dos tecidos.

Em Guben, na Alemanha, os visitantes que exploram o Plastinarium recebem uma lição de história da anatomia, testemunham o processo gráfico de plastinação e exposições itinerárias Body Worlds, que foram objeto de vários debates de ética sobre a obtenção de corpos e o tratamento de cadáveres humanos.   

Museu de Ramen Instantâneo de Momofuku – Osaka, Japão

Em 1958, depois de várias experiências em seu quintal, o japonês Momofuku Ando criou as primeiras fórmulas de macarrão instantâneo do mundo, o ramen de frango. O sucesso foi tanto que, os cupnoodles e macarrões instantâneos representam a cultura alimentar japonesa mundo afora e também ganharam um museu.

O Momofuku Ando Instant Ramen Museum documenta este capítulo da cultura culinária do Japão, o espaço mostra aos visitantes os diversos pacotes de macarrão instantâneo que existem pelo mundo, que também podem experimentar edições limitadas da marca Hokkaido and Tohoku e até criar sua própria embalagem na “A Minha Fábrica de Noodles Instantâneos”. A exposição Túnel de Noodles Instantâneos exibe aproximadamente 800 pacotes de noodles, mostrando a evolução do ramen ao longo de décadas.

Museu do Espião – Washington, Estados Unidos

O  Museu Internacional de Espionagem em Washington D.C. contém a maior coleção pública de artigos de espionagem. Minicâmeras, dinheiro falso, armas camufladas, máquinas de criptografia, entre mais de 200 artefatos usados por agentes da CIA e do FBI, mostram a inteligência humana e dos espiões ao longa da história.  

Além disso, algumas seções exclusivas do museu só podem ser exploradas por meio de técnicas de espionagem, aprendidas em workshops, é necessário entrar na história como um verdadeiro James Bond.

Museu das Múmias – Guanajuato, México

Na pequena cidade de Guanajuato — Patrimônio Mundial da UNESCO — centenas de corpos foram enterrados nas criptas do panteão de Santa Paula em meados do século XIX. Isso, porque se as famílias não conseguissem pagar os impostos funerários de seus entes queridos, teriam de abrir mão dos corpos para serem exumados.

Ao desenterrarem os corpos, foi descoberto que eles estavam mumificados através de um processo natural, provavelmente por fatores climáticos da região. Agora, esses cadáveres, incluindo os de crianças, são itens de exposição do Museo de Las Momias, ou Museu das Múmias de Guanajuato. Você teria coragem de fazer uma visita?

Museu Subaquático de Arte – Cancún, México

Que tal um museu no fundo do mar? Cancún, uma das cidades mais turísticas da América Central, ganhou em 2009 um museu imerso nas águas azuladas de suas praias paradisíacas. O Museu Subaquático de Arte (MUSA) conta com mais de 500 esculturas em tamanho real fixadas no fundo do mar.

As artes oceânicas, que retratam construções, carros, pessoas, animais e objetos, funcionam como um recife artificial feito especialmente para promover o crescimento de corais da região, que transformam continuamente a paisagem aquática. Os visitantes podem explorar o museu a bordo de um barco com fundo de vidro, por mergulho ou snorkeling.

Sulabh Museu Internacional de Privadas – Nova Delhi, Índia

Na agitada capital da Índia existe um museu que detalha a história da higiene e saneamento de 2500 a.C. até a atualidade. Aberta por Bindeshwar Pathak em 1970, a Fundação Sulabh reúne mais de 50 mil voluntários dedicados a difundir o uso de vasos sanitários pela Índia.

Das casas de banho douradas dos imperadores romanos às latrinas medievais, o museu documenta a evolução dos sanitários ao longo das eras. Como se os bacios com pinturas intrincadas não fossem suficientes, o museu também tem em seu acervo  uma coleção de raros poemas de latrina.

Museu da Tortura – Amsterdam, Holanda

A linda Amsterdam abriga o sinistro Museu da Tortura. Nele os visitantes fazem uma viagem através do tempo para um período obscuro na Europa, onde torturas e execuções eram comuns e aceitas pelas leis.

Entre os mais de 40 instrumentos de tortura expostos com tutoriais que explicam cada uma das histórias e seu uso na sociedade, há uma cadeira da inquisição coberta de espinhos e espadas que eram usadas para decapitação. O espaço também educa estudantes sobre as torturas que ainda são praticadas até hoje em quase 100 países — e oferece apoio à Convenção Contra a Tortura das Nações Unidas.

Museu de Marionetes Vent Haven – Fort Mitchell, Estados Unidos

Instalado no estado de Kentucky, o museu foi iniciado por William Shakespeare Berger, em 1910, quando comprou seu primeiro boneco de marionete: Tommy Baloney. Em 1947, a coleção já tinha crescido tanto que Berger renovou a sua garagem para albergar as personagens e, em 1962, teve de construir um segundo edifício.

Hoje, o museu conta com mais de 800 bonecos, livros históricos, fotos e playbills. O museu também abriga o ConVENTion, um evento anual de ventríloquos que atrai profissionais e entusiastas do mundo inteiro. O Museu Vent Haven é o único desta modalidade no mundo.

Museu do Cabelo – Avanos, Turquia

Conhecida por muitas coisas maravilhosas, como o Castelo Uchisar, as belíssimas chaminés de fadas e lojas de cerâmica, a região da Capadócia, na Turquia, abriga o Avanos Hair Museum – o único museu do mundo que exibe uma coleção exclusiva de cabelos humanos. Embora as paredes cobertas de fios possa dar uma impressão esquisita, a história original do lugar é emocionante.

O dono da coleção, Galip Körükçü, especialista local em cerâmica, recebeu uma mecha de cabelo de sua amiga íntima como lembrança antes de deixar a cidade. Körükçü resolveu pendurar o presente em sua loja. Ao longo dos anos, quando as visitantes ouviam sua comovente história, passaram a cortar e dar seus próprios cachos de cabelo como um sinal de bondade. Hoje, o museu tem mais de 16 mil mechas de cabelo em exposição, doadas por mulheres de todo o mundo.

E você, conhece algum outro museu estranho? Conta pra gente 😉

Como funciona o helicóptero?

Descubra como funciona a aeronave mais versátil e amplamente utilizada no mundo.

Podemos dizer que o helicóptero é um avião com asas móveis: as hélices (que também chamamos de rotor). E, diferentemente do avião, que só se desloca para a frente, ele pode pairar no ar, fazer manobras suaves para qualquer direção e até andar de ré, porque suas pás estão sempre em movimento. Para que esse tipo de manobra saia bem, não é nada simples, já que a tendência natural do impulso provocado pela rotação das hélices (o chamado torque) seria fazer a nave sair rodopiando como um pião. É por isso que existe uma segunda hélice que gira em pé e produz uma força lateral: para contrabalancear o rotor da cauda e deixar seu “corpo” parado enquanto as hélices giram.

Como funcionam as hélices do helicóptero?

  1. As lâminas têm a forma de perfis aéreos (asas de avião com perfil curvo), de modo que geram elevação ao girar.
  2. Cada lâmina pode girar sobre uma dobradiça emplumada.
  3. Os links verticais  empurram as lâminas para cima e para baixo, tornando-os giratórios. Os links de passo movem-se para cima e para baixo, de acordo com o ângulo das placas swash.
  4. O mastro do rotor (um eixo central conectado ao motor pela transmissão) faz girar todo o conjunto da lâmina.
  5. A tampa do cubo do rotor (acima dos rotores) ajuda a reduzir o arrasto aerodinâmico.
  6. Existem dois motores turbo-eixo, um em cada lado dos rotores. Se um motor falhar, ainda deve haver energia suficiente do outro motor para aterrar o helicóptero com segurança.

Por que o helicóptero não sai rodopiando?

“Para toda ação, sempre há uma reação oposta de mesma intensidade.” A Terceira Lei de Newton pode ser aplicada de forma simples no funcionamento de um helicóptero. 

Seguindo a lei, quando a hélice principal começa a girar (ação), a fuselagem tende a girar em igual intensidade no sentido oposto (reação). Essa força é conhecida como torque.

Para combater essa reação, Igor Sikorsky, o criador do helicóptero, teve a genialidade de instalar uma hélice na cauda da nave, que também fornece controle direcional. O funcionamento da hélice da cauda é semelhante ao da principal, exceto que elas podem ser inclinadas. O movimento da hélice na cauda evita que o torque comprometa o voo da aeronave, fazendo com que o piloto tenha condições necessárias para fazer movimentos de emergência.

A aeronave mais versátil e amplamente utilizada no mundo

Ao longo dos anos, as inovações em design de helicópteros tornaram as máquinas mais seguras, mais confiáveis ​​e fáceis de controlar. Por possuírem atributos diferentes do avião, por exemplo, eles podem ser utilizados em áreas congestionadas ou isoladas em que as aeronaves de asa fixa não seriam capazes de pousar ou decolar. A capacidade de pairar por longos períodos de tempo e de decolagem e aterragem vertical permite aos helicópteros realizar tarefas que outras aeronaves não são capazes.

Por isso, hoje, os helicópteros são utilizados para fins militares e civis, como transporte de tropas, apoio de infantaria, combate a incêndios, resgates, operações entre navios e equipes entre plataformas petrolíferas, transporte de empresários, evacuações sanitárias, guindaste aéreo, polícia e vigilância de civis, transporte de bens etc.

Fonte: Canal Piloto

Primeiras imagens do acelerador de partículas Sirius são de proteínas do novo coronavírus

Os detalhes obtidos podem auxiliar na compreensão do vírus e no desenvolvimento ou melhoramento de remédios contra o COVID-19.

Aceleradores de partículas são laboratórios onde partículas que compõem os átomos – como prótons e elétrons – são aceleradas a velocidades próximas à da luz. A utilização desse tipo de equipamento é muito importante, afinal, somente com ele é possível quebrar partículas incrivelmente densas e milhões de vezes menores que o átomo. Essas pesquisas são importantes para nossa constante evolução e para o descobrimento de curas para doenças, por exemplo. Quer entender mais sobre esses super laboratórios? Leia nosso artigo sobre aceleradores de partículas.

O maior investimento da ciência brasileira, Sirius, terminou de ser construído a pouco tempo, em Campinas (SP) e entre seus primeiros experimentos, estão imagens em 3D de estruturas de proteínas de SARS-CoV-2, os detalhes obtidos podem auxiliar na compreensão do vírus e no desenvolvimento ou melhoramento de remédios contra o COVID-19.

Esses primeiros experimentos fazem parte de um esforço do Centro Nacional de Pesquisa em Energias e Materiais (CNPEM) para disponibilizar uma ferramenta de ponta à comunidade científica brasileira dedicada a pesquisas com SARS-CoV-2. 

Dentre as 13 estações de pesquisa do Sirius previstas para a 1ª fase do projeto, duas tiveram as montagens priorizadas desde o início da pandemia, por permitirem estudos sobre o vírus e suas intenções com as células humanas: o MACANÁ e o CATERETÊ.

Sirius: acelerador de elétrons revela detalhes do coronavírus

Ao analisar uma proteína já conhecida, os profissionais puderam validar o funcionamento do MACANÁ. Para constatar que estação está dentro dos parâmetros projetados e gerando resultados confiáveis, a pesquisa foi feita com proteínas bem conhecidas (como a lisozima, presente na nossa lágrima e saliva). Após reproduzir as medidas esperadas e verificar a boa performance da máquina, seguiu-se para os experimentos reais, com cristais de proteínas do SARS-CoV-2. 

Oportunidade para pesquisadores do país

Com os testes realizados e validados, o CNPEM, que abriga o Sirius, passa a receber propostas de cientistas interessados em usar a estrutura para avançar em estudos para o enfrentamento da pandemia. Contribuir de forma direta nessa corrida global da ciência por conhecimento sobre o SARS-Cov-2 empolga os pesquisadores, que têm ferramentas e estrutura em mãos.

Com a obtenção de dados confiáveis e competitivos, serão aprofundados os estudos em biologia molecular e estrutural que integram a força-tarefa contra coronavírus. Grupos de pesquisadores estão mobilizados para investigar os mecanismos moleculares relacionados à atividade dessa proteína, buscar inibidores de sua atividade, estudar outras proteínas virais e gerar conhecimentos que podem apoiar o desenvolvimento de medicamentos contra a doença.

José Roque, diretor-geral do CNPEM e do projeto Sirius, destaca que, em resposta à uma situação emergencial, a comunidade científica está sendo chamada a apresentar suas propostas de pesquisa em SARS-CoV-2. Para utilizar o Sirius, as propostas de pesquisa da comunidade científica passarão por uma avaliação técnica dos especialistas do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron. 

Essa é uma condição de pesquisa inédita para os pesquisadores do país. Tanto falamos da importância da ciência e tecnologia para a solução de problemas, e agora temos acesso a uma máquina avançada, projetada por brasileiros e construída em parceria com a indústria nacional. Isso tudo reforça a importância da ciência para a solução dos nossos problemas e as capacidades que temos no Brasil. Um salve à ciência e tecnologia!

Fontes: G1 | CNPEM | Super

Conheça a história do primeiro site publicado

O primeiro site do mundo está completando quase 30 anos, conheça!

Todos os dias a internet recebe novos sites. Existe uma infinidade deles, de vários assuntos e para todos os gostos. Mas você já parou para pensar qual foi o primeiro site a ser publicado?

O primeiro site do mundo está completando quase 30 anos, foi criado em 06 de agosto de 1991 por Tim Berners-Lee, físico do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN), responsável por inventar a World Wide Web (WWW) em 1989 e considerado o pai da Web.

A página nomeada de “The Project” foi hospedada originalmente em um computador NeXT (marca criada por Steve Jobs, em 1985) que pertencia ao cientista britânico e ainda hoje pode ser acessada. O site conta com a descrição dos principais fundamentos da World Wide Web.

O objetivo inicial da WWW era permitir que os profissionais do CERN trocassem informações científicas a partir de seus próprios computadores. Assim, eles não precisariam necessariamente estar no mesmo espaço físico para saber sobre o andamento de um projeto, bastando apenas estar conectado ao servidor online.

Na página, os internautas podiam buscar informações sobre os códigos necessários para criar um site semelhante, os softwares utilizados, referências bibliográficas e também o contato das pessoas envolvidas no projeto. A página também serviu como demonstração de hipertextos aplicados à Internet. Bem antes, em 1980, Berners-Lee já tinha sugerido utilizar o conceito para facilitar o compartilhamento de informações. Hoje, é impossível imaginar a Internet sem os hiperlinks.

Esqueça imagens, vídeos ou animações. Em 1991 a Internet era assim: 

O The Project entrou no ar em 6 de agosto de 1991

O primeiro site do mundo ainda é mantido pelo CERN e, além dos conceitos de W3, protocolos e também de detalhes acerca dos componentes que compõem a internet, uma lista completa sobre as referências do estudo e a relação das pessoas envolvidas com o projeto que deu forma à internet podem ser acessados através do endereço.

Triste com os rumos da Web, Tim Berners-Lee quer “redescentralizar ...
Tim Bernes-Lee, criador do primeiro site

Hoje, o órgão de pesquisas dedica seus esforços para o estudo do comportamento de partículas. Berners-Lee ainda se mantém na ativa e luta contra políticas de censura na web adotadas por governos. A defesa pela neutralidade da rede é outra das bandeiras do cientista.