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Dez equações que mudaram o mundo

Confira quais são as dez equações que mudaram o mundo.

Enquanto alguns fogem delas nas aulas de exatas, outros são fascinados! Desde a antiguidade as equações e teoremas matemáticos vêm causando um grande impacto para a criação do mundo atual, seja por sua importância na ciência, tecnologia e até na filosofia. O fato é que elas podem ser revolucionárias. Veja a seguir dez equações que mudaram o mundo:

 1. Teorema de Pitágoras

Século 6 a.C.

Pitágoras (570 a.C.-495 a.C.)

Um dos teoremas mais conhecidos. Se você não lembra, vamos facilitar:

 

 “Em qualquer triângulo retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos comprimentos dos catetos.”

ou ainda

“A hipotenusa ao quadrado é igual a soma dos catetos ao quadrado.”

 Lembrou? Praticamente tudo na engenharia civil passa pelo teorema de Pitágoras, que ajuda a fazer cálculos para triângulos e quaisquer outros polígonos. Grandes edifícios da Antiguidade foram construídos seguindo a equação, mesmo antes de Pitágoras escrevê-la – o mérito do matemático grego foi dar a ela uma formulação simples.

 

2. Números amigáveis

Século 9

Thābit ibn Qurra (826-901)

Qurra, nascido no Iraque, foi um dos expoentes da era de ouro do Islã. Entre seus feitos, ajudou a estabelecer conceitos importantes da álgebra, incluindo a noção de números amigáveis – são pares de números em que um deles é a soma dos divisores do outro. Sua equação foi usada, por exemplo, para cálculos de eclipses solares.

 

3. Logaritmos

1620

John Napier (1550-1617)

logaritimos

Antes do desenvolvimento do computador, o cálculo com os logaritmos era a maneira de se multiplicar grandes números.  Graças a Napier, matemático britânico, hoje é possível consultar tabelas para acelerar em muito os cálculos de matemáticos, astrônomos, engenheiros e físicos. Os logaritmos também estão na base da linguagem de programação dos computadores.

 

4. Função derivada do cálculo

1668

Isaac Newton (1643-1727)

Importantíssima, essa equação fundamenta todas as teorias que explicam como os seres vivos e os objetos se movem. Mede a taxa em que uma quantidade qualquer muda de acordo com o tempo. Está presente na ciência da computação, engenharia, economia e medicina.

A segunda lei de Newton, de 1686,  mostra que a força resultante que atua sobre um corpo é resultado da multiplicação da massa do corpo por sua aceleração. Ela ajuda a calcular a força necessária para mover determinada quantidade de massa – seja ela um carro ou um foguete.

 

 5. Lei da Gravitação Universal

1687

Isaac Newton (1643-1727)

Você lembra da história da maçã que caiu na cabeça de Isaac Newton enquanto ele admirava a lua no céu? Isso aconteceu em 1687. Também do gênio inglês, a Lei da Gravidade ou da Gravitação Universal nos fez entender não só por que as coisas caem no chão mas também como, por exemplo, um satélite artificial pode ser mantido no espaço.

 

6. Equação de onda

1746

Jean le Rond d’Alembert (1717-1783)

Uma série de descobertas e teorias sobre o comportamento das ondas culminou nesta equação do matemático francês, que descreve como o formato da corda se altera ao longo do tempo. A fórmula teve implicações importantes na teoria musical, mas é usada até para estudar terremotos.

 

7. Segunda lei da termodinâmica

1850

Ludwig Boltzmann (1844-1906)

Essa lei é um princípio de evolução porque determina em qual direção as possíveis transformações energéticas do mundo podem ser realizadas. Em uma época de grandes descobertas, o austríaco Boltzmann conseguiu explicar como os átomos interagem de forma a alterar o comportamento de grandes objetos. Sem a lei, seria quase impossível realizar a Revolução Industrial – que permitiu desenvolver motores a combustão e aparelhos refrigeradores.

8. Equação Maxwell-Faraday

1873

Michael Faraday (1791-1867) e James Clerk Maxwell (1831-1879)

Primeiro veio o inglês Faraday, que descobriu que eletricidade e magnetismo são forças relacionadas. Depois, o escocês Maxwell usou o trabalho de Faraday para desenvolver as bases do eletromagnetismo. As baterias de automóveis, as turbinas eólicas e as usinas hidrelétricas precisam dessa teoria, que é composta de quatro equações:

  • - Equação de Maxwell-Gauss
  • - Equação de Maxwell-Thomson
  • - Equação de Maxwell-Faraday
  • - Equação de Maxwell-Ampère

 

As quatro equações de Maxwell unificaram a eletricidade, o magnetismo e a óptica. Em linguagem matemática, representam os fenômenos básicos do eletromagnetismo.

Expressa a relação indissociável entre carga e campo: carga elétrica necessariamente gera campo elétrico, faz parte da sua natureza.

Indica a não existência de monopolos magnéticos na natureza. Há pesquisas em busca do monopolo magnético, mas até hoje nunca foi observado.

Traduz a geração de campo elétrico por um campo magnético variável no tempo. Este fenômeno é verificado pelo surgimento de uma corrente elétrica em um circuito, quando este é transpassado por um ímã.

Expressa a geração de campo magnético por uma corrente elétrica ou um campo elétrico que varia no tempo, fenômeno verificado pela mudança de orientação de agulhas magnéticas quando próximas de uma corrente elétrica.

 

Você encontra as equações de Maxwell expostas no Museu WEG.

Você encontra as equações de Maxwell expostas no Museu WEG.

 9. Equivalência entre massa e energia

1905

Albert Einstein (1879-1955)

relatividadeA Teoria da Relatividade de Einstein continua a revolucionar nossa vida até hoje, mostrando que a matéria pode ser convertida em energia e vice-versa. É que Einstein provou que massa é uma quantidade absurdamente condensada de energia. Isso mudou a ciência para sempre, ajudou no entendimento de buracos negros e outros fenômenos da astronomia e propiciou o surgimento da energia nuclear, inclusive da bomba atômica.

 

10. Teoria da informação

1949

Claude Shannon (1916-2001) e Warren Weaver (1894-1978)

 

As equações desta dupla americana têm muitas aplicações práticas , elas estabelecem os padrões de armazenamento e transmissão de informações. A fórmula é essencial na compressão de dados em formatos populares, do mp3 ao jpeg, e também no funcionamento das redes sociais.

 

Agora que você chegou até aqui, concorda que essas equações realmente revolucionaram nossa vida? Existem diversas outras equações importantíssimas, qual será a próxima? =)

Tabela

Tabela periódica mostra quais elementos vão desaparecer no futuro

Você já deve conhecer a Tabela periódica, um modelo que agrupa os elementos químicos conhecidos e suas propriedades. Na tabela,…

Você já deve conhecer a Tabela periódica, um modelo que agrupa os elementos químicos conhecidos e suas propriedades. Na tabela, os elementos são organizados em ordem crescente, correspondente ao números de prótons. Hélio, oxigênio, magnésio e alumínio são alguns deles. Mas, você já parou para pensar que estes elementos podem não ser infinitos e estar prestes a desaparecer em um futuro próximo?

A Sociedade Química Europeia, um grupo que representa mais de 160 mil estudiosos da União Europeia, fez uma tabela periódica bem diferente da convencional, o projeto tem como objetivo mostrar a abundância, escassez e finitude de elementos encontrados na Terra.

tabela_periodica

Tabela Periódica mostra escassez de elementos – Sociedade Química Europeia

Nesta nova tabela, a grande novidade está no modo como os elementos são expostos: em vez de seguir a ordem clássica, onde cada um dos elementos tem um quadrado simétrico, essa tabela os categoriza a partir de sua abundância ou escassez. Enquanto na tabela periódica tradicional são apresentados 118 elementos, inclusive os sintetizados, o novo projeto classifica apenas os elementos naturalmente encontrados na Terra — 90, ao todo.

Cole-Hamilton, presidente da Sociedade Química Europeia, conta que o objetivo é mostrar como os elementos em nosso planeta são finitos e podem, dentro de alguns anos, desaparecer.

Mas vamos com calma! Para nosso alívio, segundo a tabela, o oxigênio — que garante nossa respiração — não corre risco de extinção. Já elementos usados na produção de computadores e celulares, por exemplo, podem estar acabando. Um deles é o índio, que é usado em telas touch screens para celulares e computadores.

Uma das recomendações, segundo Hamilton, é diminuir a compra desenfreada de tecnologia, algo que parece quase impossível nos dias atuais. “Se continuarmos usando o elemento índio da forma como estamos nossas reservas vão se esgotar em 20 anos”, contou o presidente ao programa de rádio Marketplace.

Mas não são apenas os elementos usados para tecnologia que correm risco de extinção: o hélio, utilizado em ressonâncias magnéticas, também não anda tão bem quanto se imaginava. Hamilton conta que, apesar do elemento ser um dos mais abundantes na Terra, é consumido em um ritmo tão desenfreado que deve durar apenas mais 10 anos.

Sempre é hora de repensar e reinventar a maneira como utilizamos nossos recursos, sejam eles naturais ou não. Ainda bem que existe a Ciência para nos alertar e criar novas formas de conviver com o mundo!

Fonte: Revista Galileu.

palestra-gratuita

Mulheres na Ciência

O legado das mulheres para a ciência é inquestionável. Porém, na pesquisa e tomada de decisões da área científica, elas…

O legado das mulheres para a ciência é inquestionável. Porém, na pesquisa e tomada de decisões da área científica, elas ainda são a minoria. Mas isso não quer dizer que não existam mulheres que fazem, fizeram e ainda vão fazer um trabalho incrível na área.

Já falamos aqui no blog sobre as mulheres que fizeram a diferença na história da ciência — clique aqui para ler — e, não somente no mês que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, mas em todos os dias do ano, queremos aumentar a conscientização sobre o trabalho dessas cientistas, incentivando e proporcionando oportunidades iguais para sua participação e liderança em todos os campos científicos! =)

Convite para palestra

Falando em Mulheres na Ciência e a importância de empoderá-las, no dia 14 de março vamos receber aqui no Museu a colaboradora da WEG Tintas, Cristiane Medeiros, que fará uma palestra sobre “Tecnologias Emergentes em Polímeros e Tintas”. Nela, serão tratados temas sobre o processo fabricação de tintas, seu mercado e como a indústria trabalha com inovação, sustentabilidade e polímeros.

Sobre a Cristiane:
Cristiane Medeiros é Chefe na Seção de Desenvolvimento de Resinas e Eletroisolantes / Pesquisa e Inovação Tecnológica.

Responsável pelo desenvolvimento de projetos para resinas/polímeros com aplicação em tintas líquidas, tintas em pó e materiais isolantes (resinas impregnação e esmalte para fios). Gestora da seção de Pesquisa e Inovação Tecnológica da empresa WEG Tintas, buscando novas aplicações e Inovações para a empresa em suas linhas de produtos. Possui amplo conhecimento na área de análises e processos de polímeros.

Formada em Bacharel Química pela Universidade Regional de Blumenau FURB, cursando MBA em Gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e Mestranda pela PUC em Inovação e Gestão 3.0

Venha prestigiar o trabalho de mais uma Mulher na Ciência!

Palestra: Tecnologias Emergentes em Polímeros e Tintas
Data: 14/03
Horário: 15h30
Local: Museu WEG

As inscrições podem ser feitas neste link: AQUI
Dúvidas e informações (47) 3276 4550 ou museu@weg.net.

19.01 LINK BLOG

1º livro técnico sobre máquinas elétricas do Brasil é lançado por engenheiro da WEG

Dividido em 4 volumes é o material mais completo e aprofundado sobre o assunto hoje no Brasil, já que compila seus 45 anos de experiência com máquinas elétricas como funcionário da WEG, pesquisador, projetista e analista de máquinas.

Esta é mais uma daquelas histórias que fazem a gente se orgulhar. Fredemar Rüncos, PhD em Engenharia Elétrica pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) começou a trabalhar na WEG e fazer a escolinha técnica da WEG com 16 anos e hoje, se diz realizado com a concretização de um sonho: registrar tudo o que sabe sobre máquinas elétricas.

Segundo ele, este livro, dividido em 4 volumes é o material mais completo e aprofundado sobre o assunto hoje no Brasil, já que compila seus 45 anos de experiência com máquinas elétricas como funcionário da WEG, pesquisador, projetista e analista de máquinas.

Talvez você esteja se perguntando como surgiu essa ideia. E nós vamos responder com as palavras dele: “Após finalizar o meu doutorado, eu pensei: O que vou fazer agora? Vou registrar tudo o que eu sei.”. E nós do Museu WEG, não poderíamos deixar de comemorar a conclusão deste feito e parabenizar por esse resultado incrível.

 

O processo de criação

Escrito ao longo de 9 anos, apenas no seu tempo livre aos finais de semana, ele nunca pensou em desistir. Afinal, o material é resultado da sua paixão pela física, pelas máquinas elétricas, pelo seu trabalho e sua determinação em cumprir a meta que propôs a si mesmo em 2009.

Com a colaboração da Editora OitoNoveTrês, o livro intitulado Projeto e Análise da Máquina Elétrica Trifásica nasce em forma de quatro volumes e mais de 1.500 páginas.

A WEG contribuiu financeiramente para a impressão da primeira tiragem, de 250 exemplares de cada volume.

 

Conheça o livro

O material é voltado para profissionais do setor, cursos de graduação e pós-graduação e estudantes de engenharia elétrica. Os quatro volumes abordam a fundo os tipos de máquinas trifásicas e contam com imagens cedidas pela própria WEG. Os livros explicam e exemplificam com ilustrações como criar um pré-projeto de máquinas elétricas, além de se aprofundar na teoria do campo girante, nos parâmetros físicos da máquina, nas perdas e adensamentos de corrente, a modelagem e aplicações.

livros

Volume I: Aspectos Construtivos da Máquina Elétrica

Volume II: As Harmônicas do Campo Girante e Parâmetros da Máquina Elétrica

Volume III: As Perdas da Máquina Elétrica

Volume IV: A Modelagem e Aplicação da Máquina Elétrica

 

O conhecimento gerado será de grande utilidade para o desenvolvimento de novas tecnologias no setor e para a formação de profissionais no país. Como o próprio Rüncos revelou em entrevista, são poucos os especialistas em máquinas elétricas no Brasil, e esta é uma especialidade que vai proporcionar ao Engenheiro com conhecimento em máquinas elétricas um mercado de trabalho por muitos e muitos anos. Isso porque, como físico, afirma que vai demorar para a ciência desenvolver uma nova teoria de conversão eletromecânica que substitua a máquina elétrica.

 

Minibiografia

Fredemar Rüncos é bacharel em Física pela Universidade Federal do Paraná (1980), tem graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Paraná (1980), mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001) e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). É professor de graduação e pós-graduação do Centro Universitário de Jaraguá do Sul (Católica SC) e Consultor em D&IT – WEG Energia S/A. Tem décadas de experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Máquinas Elétricas Girantes.

Foto de capa: Eduardo Montecino/OCP News

Fonte da matéria: OCP News e Entrevista exclusiva com o autor Fredemar Rüncos

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Como se distribui energia elétrica em uma cidade?

Já imaginou se sua cidade não tivesse energia elétrica?

Já imaginou se sua cidade não tivesse energia elétrica? Talvez você não tivesse um celular ou um computador para usar. Banho quente? Só a gás. Geladeira e máquina de lavar roupas? Nada disso. Ruas iluminadas e máquinas funcionando nas fábricas? Também não.

Já sabemos o quanto a energia elétrica é importante. Mas, você sabe qual é o caminho que ela faz até chegar à tomada da sua casa? A energia surge do movimento de geradores e passa por estações transformadoras e redes de fio de alta tensão para percorrer um grande caminho e chegar até você.

Passo 01 – estação geradora

A energia elétrica pode vir de diferentes fontes. No Brasil, a mais utilizada é a das usinas hidrelétricas. Nelas, a queda d’água movimenta um gerador que cria um campo magnético, fazendo surgir uma corrente elétrica alternada.

Passo 02 – aumento de tensão

Da usina, a energia vai para subestações de transmissão, onde passa por um transformador que irá aumentar sua voltagem de 6.600 volts para 345 mil volts. Em seguida, segue pelas linhas de alta tensão.

Passo 03 – transporte

A eletricidade é levada por centenas de quilômetros através de torres de alta tensão. Neste caminho, parte da energia é perdida sob a forma de calor. Para compensar essa perda, ela é transportada em altíssima voltagem.

Torre Elétrica

Passo 04 – diminuindo a tensão

Próximo às cidades, a eletricidade chega em subestações de distribuição que diminuem sua voltagem, primeiramente para 138 mil volts e, logo em seguida, para 13.800 volts. É nesta tensão que ela segue para a rede de distribuição, percorrendo a fiação aérea ou subterrânea que a leva até as ruas, indústrias e residências.

 

A energia nas indústrias e residências

No Brasil, as indústrias são responsáveis por consumir quase metade da energia produzida. Geralmente, as empresas de grande porte possuem suas próprias subestações, com transformadores que alteram a tensão elétrica conforme a necessidade.

Para as residências, a distribuição é dividida em regiões. Cada circuito de 13.800 volts atende cerca de 5 a 10 mil lares. Mas, antes disso, o circuito passa por mais um transformador. Esse transformador é o que vemos nos postes de luz e é ali que a tensão finalmente cai para 110 ou 220 volts.

Antes de chegar nas tomadas de nossa casa, a energia passa por um quadro de luz, aquele equipamento que conhecemos como “relógio”, que é onde a fornecedora irá medir o consumo mensal de cada lar. Assim podemos usar o chuveiro elétrico, televisão, computador… e não ficar no escuro, claro! :)

 

Aprendendo com o Museu WEG

Se você quer saber mais sobre a distribuição de energia elétrica, faça uma visita ao Museu WEG de Ciência e Tecnologia! Seja sozinho ou em grupo, aqui é possível aprender de forma interativa sobre todo o processo. No equipamento abaixo, por exemplo, o visitante poderá conhecer as diferentes formas de geração de energia e suas fontes consumidoras. Ao construir cada um dos itens, é possível notar quais são os impactos sociais, ambientais e financeiros na nossa vida.

 

Cadeia integrada - Museu WEG

Cadeia integrada – Museu WEG

 

Brincadeiras

Brincadeiras educativas para as férias

Férias também é tempo de aprender!

Férias também é tempo de aprender! Brincar é uma atividade essencial para as crianças. A partir das brincadeiras, elas constroem seu conhecimento sobre o mundo, aprendem a se relacionar e experimentam novas sensações. Abaixo você encontra algumas dicas para preencher o tempo das férias com atividades para os pequenos aprenderem enquanto se divertem!

 

Terrário – um pequeno jardim particular

Construir um terrário é uma oportunidade muito divertida de explicar um ecossistema para os pequenos. As pequenas plantas ganham vida dentro de um recipiente transparente, normalmente de vidro. Mexer com terra e plantas é sempre divertido e uma forma de deixar as crianças em contato com a natureza.

Modelo de Terrários

Materiais

Materiais necessários:

– Recipiente de vidro (um pote de geleia, por exemplo)

– Pedrinhas pequenas

– Carvão ativado

– Terra

– Musgo ou outras plantas pequenas como carpete-dourado, aortia, orelha-de-gato, planta-pérola e echevéria.

– Colher de plástico para improvisar uma pequena pá

Modo de fazer:

  1. Adicionar as pedrinhas primeiro, para criar um sistema de drenagem.
  2. Faça uma camada fina de carvão ativado. Ele vai ajudar a manter a água fresca e prevenir o mofo.
  3. Adicione uma camada de terra.
  4. Use a colher para cavar pequenos buracos e posicione suas plantas no terrário.

Para entender melhor o processo de montagem de um terrário, veja esse vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=7FtLxaJZkaU

 

Bolha de sabão gigante – hipnotizante!

Materiais necessários:

– 7 copos de água

– 1 copo de detergente de cozinha

– 2 colheres de sopa de açúcar (ou 1 colher de sopa de mel)

 

Modo de fazer:

Misture tudo com delicadeza, para não criar muita espuma. Para espalhar bolhas gigantes pelo ar, você vai precisar de um instrumento especial, feito com varetas e barbantes. Veja como confeccioná-lo:

Fonte: www.marisol.com.br

Fonte: www.marisol.com.br

 

Museu da Natureza – o que será que você encontra?

 Organizar e catalogar os elementos que você conhece é um jeito bastante eficiente de organizar seu próprio conhecimento em relação a eles. Os primeiros museus funcionavam mais ou menos assim: algumas pessoas com espírito científico colecionavam pedras, conchas, fósseis e plantas, organizavam esses elementos em suas casas e agendavam visitas para que outras pessoas pudessem conhecer essas maravilhas da natureza.

Joseph

As grandes descobertas de Joseph Henry

Joseph Henry foi um físico norte-americano, nascido em 1797, que deixou importantes descobertas nas áreas da eletricidade e magnetismo como…

Joseph Henry foi um físico norte-americano, nascido em 1797, que deixou importantes descobertas nas áreas da eletricidade e magnetismo como legado.

Uma das maiores contribuições de Joseph Henry para a ciência foi a indução eletromagnética, descoberta em 1831 enquanto construía eletroímãs. Porém, enquanto Henry fazia esta descoberta nos Estados Unidos, o cientista Michael Faraday também a fazia, na Inglaterra. Apesar dos estudos dizerem que Henry foi o primeiro a descobrir o fenômeno, a descoberta oficial é atribuída a Faraday um ano depois, por ter publicado primeiro um estudo muito mais detalhado sobre o assunto. A indução magnética é o nome que se dá ao fenômeno no qual um campo magnético variável produz uma corrente elétrica num circuito, chamada de corrente induzida.

Outra invenção creditada a Henry é a do motor elétrico, embora ele também não tenha sido o primeiro a registrar a patente. Seus estudos sobre relê eletromagnético ajudaram Morse a criar o telégrafo elétrico. Mais tarde, provou que as correntes elétricas podem ser induzidas à distância, magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilômetros de distância.

Joseph Henry foi um cientista extremamente ativo nas suas investigações, não só em eletricidade e magnetismo. Entre 1838 e 1846, publicou, por exemplo, artigos sobre capilaridade — a propriedade física que os fluidos têm de subir ou descer em tubos extremamente finos. Essa ação pode fazer com que líquidos fluam mesmo contra a força da gravidade ou à indução de um campo magnético. E, fosforescência — capacidade que uma espécie química tem de emitir luz, mesmo no escuro, devido a sua estrutura eletrônica especial.

Em 1845, Henry utilizou um termo galvanômetro, um instrumento de detecção de calor, para mostrar que as manchas solares emitem menos radiação que o resto da superfície solar. Outros artigos que escreveu foram sobre atomicidade (1846) e sobre a teoria dos imponderáveis (1859). Henry demonstrou bastante interesse sobre o daltonismo também, além de ter feito investigações sobre propagação e detecção de luz e som.

O cientista faleceu em 1878, deixando diversos estudos que permitiram novas invenções utilizadas até hoje em seu legado.

Quer conhecer mais nomes da física? Fique sempre ligado aqui no blog e na nossa página do Facebook! Quem será o próximo? ;)

Entrevista

Como a terapia de prótons está mudando a maneira como tratamos o câncer

Dezembro já está chegando, mas assuntos como o #OutubroRosa e #NovembroAzul não podem ficar para trás. A ciência e tecnologia…

Dezembro já está chegando, mas assuntos como o #OutubroRosa e #NovembroAzul não podem ficar para trás. A ciência e tecnologia vêm trazendo avanços incríveis para minimizar os efeitos do tratamento e combater o câncer. Hoje falaremos sobre um método incrível com contribuição de um dos maiores aceleradores de partículas do mundo.

O PSI, Instituto Paul Scherrer, tem décadas de experiência na área de terapia de prótons e já ajudou mais de 8.000 pacientes com câncer. Anos atrás, com contribuições pioneiras, como o desenvolvimento de uma nova técnica de irradiação – a chamada spot scanning -, os pesquisadores do PSI revolucionaram a terapia com prótons. Com a introdução desta técnica, o tratamento tornou-se tão preciso e de baixo risco que médicos em cada vez mais países estão usando a terapia de prótons para tratar pacientes com câncer.

Isso porque, com spot scanning, até mesmo tumores em partes do corpo que estão próximos a estruturas críticas sensíveis à radiação podem ser tratados. Entre estes estão, por exemplo, certos tumores cerebrais, como meningiomas, tumores na região do ouvido-nariz-e-garganta, tumores próximos à medula espinhal e vários tipos de tecido conjuntivo e tumores ósseos.

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PSI Institute e SLS: síncrotron 3ª geração, em operação desde 2000 na Suíça

Ao contrário da radioterapia tradicional, que utiliza fótons para irradiar e matar células tumorais, a terapia de prótons é uma forma avançada de tratamento. Algumas das vantagens deste tratamento são:

– Menos radiação fora do tumor

– Menos efeitos colaterais

– Menor risco de transtornos induzidos

– Melhor qualidade de vida durante e após o tratamento do câncer

Disponível em 40 centros médicos ou hospitais localizados na Ásia, Europa, Estados Unidos e África do Sul, a hadronterapia — nome dado a essa abordagem terapêutica contra o câncer

—já foi empregada em aproximadamente 112 mil pessoas nos últimos 20 anos.

Particle Therapy Systems: como funciona a Próton Terapia

A terapia de prótons se baseia em feixes de prótons ou de íons de carbono que, acelerados a até 225 mil metros por segundo, penetram no interior do corpo humano praticamente sem causar danos ao tecido biológico atravessado.

Quase toda a energia desse fluxo de partículas subatômicas eletricamente carregadas é canalizada para o exato momento e lugar em que prótons ou íons cessam de se movimentar. Esse ponto de parada pode ser controlado com precisão milimétrica e direcionado para um tumor, que, assim, receberá uma dose de energia concentrada maior do que a atualmente fornecida pela radioterapia convencional. Nesta abordagem terapêutica contra o câncer, é grande a chance das células com tumor, e quase exclusivamente elas, morrerem em razão da radiação ionizante. (Fonte: Revista Pesquisa FAPESP)

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Aplicação Particle Therapy Systems

Para explorar as possibilidades dessa forma de radioterapia, os centros médicos precisam de um cíclotron, aceleradores circulares de partículas responsáveis por colocar prótons ou íons na velocidade adequada para uso clínico.

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Equipamento de terapia por partículas (repare no tamanho do paciente, ao centro)

A vantagem desta máquina, é que o feixe disparado é incrivelmente potente e preciso – atinge apenas o tumor, sem danificar as células que estão em volta

03Exemplos de aplicação e precisão de tratamento por partículas

Reparou na imagem acima como a radioterapia convencional não consegue “parar” o feixe de luz, que passa para outras partes do corpo? Já, no caso da terapia de prótons, a precisão milimétrica que os feixes penetram no corpo humano param exatamente na área do tumor, sem que outras partes sejam afetadas. Ou seja, com menos desgaste ao corpo do paciente. Infelizmente essa tecnologia ainda não chegou ao Brasil. Mas esperamos muito vê-la por aqui! =)

Se quiser saber ainda mais sobre a terapia de prótons, convidamos você a acessar o site do PSI

Imagem de capa: PSI, Instituto Paul Scherrer.

capa

Música e Qualidade de Vida

A Música apresenta uma grande influência na qualidade de vida das pessoas e possui condições suficientes para ser um instrumento terapêutico, no que diz respeito ao alívio das tensões.

Os conflitos do dia-a-dia, assim como o “stress” colaboram para que o indivíduo se torne cada vez mais afastado de si e longe de seu referencial enquanto pessoa. Sob o ponto de vista de que educação é um processo que modifica o indivíduo, a música pode ser um referencial positivo para tal afirmação.

Escutar um som é educar-se, é escutar-se por dentro. Neste caso, a música não pode ser vista como uma substância ou matéria, mas como um instrumento provocador de mudança. Ouvir com o corpo, com a alma, é mudar, é reconstruir novas ideias, novos pensamentos. Sendo assim, um ponto de partida para promover saúde mental na sua totalidade.

A música é antiga, como a humanidade, ela sempre ocupou um lugar de destaque entre os povos, pois sua linguagem é universal. Seu valor é imensurável, atua como um feitiço, pois possui um efeito que desperta os mais nobres sentimentos até o desencadeamento dos mais baixos instintos. Possui características próprias. Pode ao mesmo tempo exteriorizar o júbilo; a tristeza; o amor; a crença e a vontade. Música é vida, é emoção; é movimento, é sentimento, é mudança.

Não existe sequer uma partícula da essência do ser humano ou da vida, que escape da influência da música. O Cosmos e a natureza estão cheios de sons, para serem ouvidos e explorados.

Todos os seres humanos nascem com capacidade musical, voz e ouvido e cada um a utiliza conforme seu temperamento, educação, cultura, raça e época.

A música também funciona como instrumento para promover saúde mental, pois atua diretamente no sistema nervoso, a energia advinda dela e a força vibratória do som, podem provocar respostas psicológicas satisfatórias para estabelecer um ambiente propício facilitando o processo curativo e bem estar.

No passado, os gregos descobriram este caminho, através de civilizações anteriores, utilizavam a música como tratamento, era uma espécie de remédio para a alma, criam que tocando a alma com o som, o corpo era livre das doenças.

Hoje havendo passado milhares de anos a teoria fortificou-se ainda mais, estudos incansáveis, conseguiram provar que os gregos estavam certos. A música pode ser aplicada para ação terapêutica.

Nos Estados Unidos o centro médico Kaiser utiliza a música como tranqüilizante, os pacientes ouvem, selecionam as músicas clássicas e atingem um grau de relaxamento. Em vários relatos destes médicos e enfermeiras, vítimas de derrame. Eles conseguiram recuperar a fala. A música reduz o “stress” e traz uma profunda calma ao espírito.

A musicoterapia trouxe uma grande contribuição para esta área. Os profissionais utilizam especialidades tais como a música, o som, o silêncio, os instrumentos musicais para provocar respostas positivas. O profissional musicoterapeuta intui, propõe, intervém, instala modelos, acompanha o indivíduo a cada momento.

A música tem como finalidade, provocar idéias e pensamentos novos, aumentar a memória, reduzir o “stress” e melhorar a qualidade de vida.

 

A relação da WEG com a música

 

Dia 01 de outubro comemorou-se o dia da Música e dia 22 de novembro é o dia do Músico e estamos aqui, para incentiva-lo a buscar a música como instrumento para a qualidade de vida e bem estar, a WEG patrocina alguns projetos de música na cidade de Jaraguá do Sul através da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, os projetos se entrelaçam passando a ser uma grande escola musical.

Projeto Música para Todos (MPT) – SCAR

Poderia ser apenas um projeto de formação musical. Mas o MPT é muito mais: um projeto social capaz de mudar a vida de seus participantes para melhor. O projeto Música para Todos (MPT) é um processo de educação musical abrangente, que promove a formação de crianças, jovens e adultos. Em atividade desde 2003, o MPT alia tradição e reconhecimento, já tendo formado mais de 3 mil alunos. Crianças, jovens e adultos aprendem música de forma gratuita em mais de 20 instrumentos, além de receber aulas de educação musical, canto coral e prática de conjunto, num sistema de ensino eficaz e completo para a educação artística de novos talentos. A seleção abre no início do ano e toda a comunidade pode participar.

Orquestra Jovem – SCAR

Estudantes de música de Jaraguá do Sul e região reúnem seus talentos em uma só orquestra, ganhando experiência ao mesmo tempo em que levam sua arte para a comunidade. Na Orquestra Jovem da SCAR, 40 músicos se preparam para os desafios profissionais da música, capacitando-se para ingressar em universidades, conservatórios e grandes orquestras.

Orquestra Filarmônica – SCAR

Composta por 40 músicos com ampla experiência, a Orquestra Filarmônica da SCAR tem se estabelecido como uma das mais atuantes orquestras catarinenses. Seus projetos de circulação têm percorrido o estado formando plateias, estimulando a carreira dos músicos participantes e encorajando a formação de novos artistas. Com concertos que combinam repertório erudito e popular, a Orquestra Filarmônica da SCAR populariza o gênero e preserva a música ativa na região.

FEMUSC – Instituto FEMUSC

O Festival de Música de Santa Catarina, também conhecido como Femusc, é o maior festival-escola não competitivo do Brasil, realizado anualmente na cidade de Jaraguá do Sul. Reúne músicos profissionais e estudantes, que dividem a sala de aula em formações específicas para instrumentos musicais, regência, bandas e outras combinações, e compartilham o palco em grandes apresentações abertas ao público, com entrada franca. Ao longo da programação, que costuma contar com duas semanas ininterruptas, o público é convidado a interagir com os músicos, provindos de mais de 15 países, seja durante as apresentações, que transcendem os teatros e casas especializadas e chegam a igrejas, escolas e entidades comunitárias em toda a região de Jaraguá do Sul, seja ao longo dos dias de convivência, em que os músicos circulam pela cidade e conhecem as atrações turísticas do Vale do Itapocu.

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Fonte: pesquisa de Ana Lúcia Feitosa Belem, 2002 pela Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro/RJ

Podcast

Para ouvir em qualquer lugar: 5 podcasts sobre Ciência e Tecnologia

Podcasts são programas de áudio gravados, editados, geralmente divididos em uma série de episódios e distribuídos na internet. Podem ser…

Podcasts são programas de áudio gravados, editados, geralmente divididos em uma série de episódios e distribuídos na internet. Podem ser baixados e ouvidos online. Há quem diga que seja uma reinvenção, uma nova era das rádios. Com o avanço do uso de smartphones e dispositivos móveis no Brasil, a produção e o consumo de podcasts vêm aumentando todos os anos.

Cunhado em 2004, o termo é uma junção de iPod (aparelho mp3 da Apple) e broadcast (transmissão). Hoje, é uma grande ferramenta de difusão de conteúdo e qualquer pessoa conectada à Internet pode fazer e veicular os programas de áudio. Eles tratam dos mais diversos temas, do entretenimento até temáticas profissionais e claro, ciência e tecnologia.

Até 2014 o número de podcasts com temática científica era pequeno, porém tanto no Brasil como em outros países, pesquisadores e produtores de conteúdo falam cada vez mais de temas relacionados à ciência, em diferentes formatos, com equipes distintas e um público crescente de ouvintes. Conheça alguns desses podcasts:

FRONTEIRAS DA CIÊNCIA
Este é um podcast que explica como funciona a ciência e como ela faz parte do nosso dia-a-dia. O Fronteiras da Ciência funciona com uma roda de bate-papo descontraída, onde cientistas conversam sobre temas variados e assuntos do momento, tentando preencher as lacunas deixadas de lado pela mídia e o sistema educacional.
Ouça em: http://www.ufrgs.br/frontdaciencia/

DRAGÕES DE GARAGEM
O Dragões de Garagem foi criado em 2012, é um podcast de divulgação científica que fala de ciência de forma abrangente e interessante. O papo é  natural e incentiva o pensamento crítico e a curiosidade dos ouvintes. Os episódios são divididos por temas, e os convidados têm formação ou experiência no tema escolhido, criando diálogos informais e cheios de conhecimento.
Ouça em: http://dragoesdegaragem.com/

ALÔ, CIÊNCIA?
“Alô, Ciência?” é um podcast que trata de temas voltados para a divulgação científica, levando sempre em conta sua influência e importância na sociedade. Em diálogos com linguagem informal, constituídos por uma rede de colaboradores, os programas duram geralmente mais de uma hora.
Ouça em: https://alociencia.com.br/

ROCK COM CIÊNCIA
Projeto de extensão universitária, o Rock com Ciência é realizado pelo Laboratório de Genética Ecológica e Evolutiva da Universidade Federal de Viçosa, de Rio Paranaíba. Nele, os temas da área científica e cultura em geral são discutidas sempre ao som de rock’n’roll, em todas as suas vertentes.
Ouça em: http://www.rockcomciencia.com.br/

SCICAST
Este podcast tem o objetivo de levar a ciência à todas as pessoas, cientistas ou não, de forma clara e descomplicada sem abrir mão da profundidade, tanto na abordagem do tema quanto do debate. ​São 50 colaboradores e inúmeros convidados especialistas​ ​que criam bate-papos sobre várias áreas do conhecimento científico. Os programas vão ao ar semanalmente, todas as sextas-feiras.
Ouça em: https://player.fm/series/scicast-1279242

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Então, gostou da lista? No início, pode ser difícil se concentrar e ouvir uma ou duas horas de podcasts, por isso, se você ainda não é adepto aos programas, comece ouvindo os mais curtinhos. Aos poucos você se acostuma e torna-se um ouvinte assíduo. Existem tantos conteúdos interessantes e valiosos ao nosso alcance, gratuitamente, vamos aproveitá-los!