Categoria: Tecnologia

Podcast

Para ouvir em qualquer lugar: 5 podcasts sobre Ciência e Tecnologia

Podcasts são programas de áudio gravados, editados, geralmente divididos em uma série de episódios e distribuídos na internet. Podem ser…

Podcasts são programas de áudio gravados, editados, geralmente divididos em uma série de episódios e distribuídos na internet. Podem ser baixados e ouvidos online. Há quem diga que seja uma reinvenção, uma nova era das rádios. Com o avanço do uso de smartphones e dispositivos móveis no Brasil, a produção e o consumo de podcasts vêm aumentando todos os anos.

Cunhado em 2004, o termo é uma junção de iPod (aparelho mp3 da Apple) e broadcast (transmissão). Hoje, é uma grande ferramenta de difusão de conteúdo e qualquer pessoa conectada à Internet pode fazer e veicular os programas de áudio. Eles tratam dos mais diversos temas, do entretenimento até temáticas profissionais e claro, ciência e tecnologia.

Até 2014 o número de podcasts com temática científica era pequeno, porém tanto no Brasil como em outros países, pesquisadores e produtores de conteúdo falam cada vez mais de temas relacionados à ciência, em diferentes formatos, com equipes distintas e um público crescente de ouvintes. Conheça alguns desses podcasts:

FRONTEIRAS DA CIÊNCIA
Este é um podcast que explica como funciona a ciência e como ela faz parte do nosso dia-a-dia. O Fronteiras da Ciência funciona com uma roda de bate-papo descontraída, onde cientistas conversam sobre temas variados e assuntos do momento, tentando preencher as lacunas deixadas de lado pela mídia e o sistema educacional.
Ouça em: http://www.ufrgs.br/frontdaciencia/

DRAGÕES DE GARAGEM
O Dragões de Garagem foi criado em 2012, é um podcast de divulgação científica que fala de ciência de forma abrangente e interessante. O papo é  natural e incentiva o pensamento crítico e a curiosidade dos ouvintes. Os episódios são divididos por temas, e os convidados têm formação ou experiência no tema escolhido, criando diálogos informais e cheios de conhecimento.
Ouça em: http://dragoesdegaragem.com/

ALÔ, CIÊNCIA?
“Alô, Ciência?” é um podcast que trata de temas voltados para a divulgação científica, levando sempre em conta sua influência e importância na sociedade. Em diálogos com linguagem informal, constituídos por uma rede de colaboradores, os programas duram geralmente mais de uma hora.
Ouça em: https://alociencia.com.br/

ROCK COM CIÊNCIA
Projeto de extensão universitária, o Rock com Ciência é realizado pelo Laboratório de Genética Ecológica e Evolutiva da Universidade Federal de Viçosa, de Rio Paranaíba. Nele, os temas da área científica e cultura em geral são discutidas sempre ao som de rock’n’roll, em todas as suas vertentes.
Ouça em: http://www.rockcomciencia.com.br/

SCICAST
Este podcast tem o objetivo de levar a ciência à todas as pessoas, cientistas ou não, de forma clara e descomplicada sem abrir mão da profundidade, tanto na abordagem do tema quanto do debate. ​São 50 colaboradores e inúmeros convidados especialistas​ ​que criam bate-papos sobre várias áreas do conhecimento científico. Os programas vão ao ar semanalmente, todas as sextas-feiras.
Ouça em: https://player.fm/series/scicast-1279242

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Então, gostou da lista? No início, pode ser difícil se concentrar e ouvir uma ou duas horas de podcasts, por isso, se você ainda não é adepto aos programas, comece ouvindo os mais curtinhos. Aos poucos você se acostuma e torna-se um ouvinte assíduo. Existem tantos conteúdos interessantes e valiosos ao nosso alcance, gratuitamente, vamos aproveitá-los!

Dia da Ciencia

16 de outubro — Dia da Ciência e Tecnologia

O Dia da Ciência e Tecnologia foi criado para causar reflexões acerca do papel do ser humano na transformação do…

O Dia da Ciência e Tecnologia foi criado para causar reflexões acerca do papel do ser humano na transformação do meio ambiente, por conta dos avanços tecnológicos e seus impactos na natureza. Neste dia são homenageadas e incentivadas as grandes descobertas e o desenvolvimento de novas pesquisas. É uma data para lembrar das transições e da evolução presente na sociedade que vivemos hoje, graças a Ciência e Tecnologia.

E, falando em incentivar, você já parou para pensar como continuar estimulando as crianças a entrarem neste mundo tão importante? São elas que, em breve, estarão a frente de tantas pesquisas e descobertas. Separamos algumas dicas para você plantar uma pequena semente científica e tecnológica no coração dos pequenos.

Experiências caseiras

Muitos de nós viu germinar um feijão plantado no algodão, um caroço de abacate no copo de água, gerar energia através de uma batatinha… Criar experiências caseiras é um modo de incentivar o experimento, aguçar a criatividade e ainda passar um tempo com os pequenos.

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Participação em feiras científicas na escola

Incentivar as crianças a participarem, criarem projetos e assistirem apresentações sobre Ciência e Tecnologia é uma maneira de inserir e apresentar o conhecimento de forma prática, entre todas as idades. É deixar que as crianças ensinem umas às outras com ajuda dos professores, que se inspirem e vejam que são capazes de realizar projetos incríveis, interativos e importantes para a sociedade.

Livros e canais no Youtube

Atualmente, com o acesso a internet, nossos futuros cientistas podem encontrar infinidades de conteúdos em blogs e canais do Youtube, sem esquecer dos livros escritos especialmente para eles, como por exemplo o livro do Manual do Mundo “50 experimentos para fazer em Casa”, que nasceu do canal no Youtube Manual do Mundo, um dos maiores canais de educação da plataforma.

Visita aos museus

Assim como o Museu WEG, o Brasil conta com diversas iniciativas que registram a história e fomentam a Ciência e Tecnologia. Por acreditar que a troca de conhecimento e o aprendizado contribui para o enriquecimento cultural e científico em todas as idades, fizemos uma lista com alguns museus no país que tem a interatividade e a Ciência e Tecnologia no seu DNA. Clique aqui para conhecê-los.

Incrível! São tantas descobertas à espera das crianças. O que seria da nossa vida sem elas? A verdade é que quanto mais pesquisamos e estudamos, mais descobrimos coisas novas. E, a cada ano, o mundo se transforma através das alterações causadas pela intervenção humana. Não deixe de trazer as crianças para conhecerem histórias e descobertas da Ciência e Tecnologia de forma divertida e interativa, esperamos por vocês!

 

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Palestra “Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico”

Faça aqui sua inscrição para a palestra “Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico”

No dia 16/10 (terça-feira) às 19h acontecerá no Museu WEG de Ciência e Tecnologia a palestra “Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico”. Na ocasião a WEG apresentará o que está desenvolvendo nesta área e apresentar alguns impactos nas regiões onde implanta parques eólicos e solares.

A palestra fará parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, onde o tema proposto é “Ciência para a Redução das Desigualdades”. O tema está relacionado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estipulados pelas Nações Unidas.

Faça sua inscrição AQUI

O que: Palestra Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico

Quando: 16/10/2018 (terça-feira)

Horário: 19h (aproximadamente 1h de duração)

Onde: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Valor: Gratuito

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Colorir e aprender: ação especial de Dia das Crianças

Outubro é o mês das crianças e, durante todo o mês, queremos ampliar o acesso à cultura e visibilidade dos museus mostrando para crianças e educadores que aprender e ensinar pode ser muito divertido.

Além das funções de preservar, conservar, expor e pesquisar, os museus são instituições a serviço da sociedade e cada vez mais buscam criar ações educativas a fim de tornarem-se elementos procurados dentro do movimento cultural das cidades.

As sessões interativas de educação estão entre as formas mais poderosas e eficazes de atender às necessidades das crianças, um público nem tão tradicional nos museus. As atividades interativas permitem aos pequenos visitantes um olhar interrogador, sem necessidade de conhecimento prévio. As conversas são estimuladas, e o museu também atua como um espelho, fazendo conexões entre as suas próprias vidas e experiências no âmbito físico, intelectual, emocional e tecnológico.

 “Quando o tema é aprendizagem de assuntos relacionados a ciência e tecnologia, os museus desempenham um papel tão importante quanto as escolas.”

 John H. Falk – Institute for Learning Innovation

A escola e a família possuem um papel muito importante para diminuir as barreiras de acesso aos museus, por meio do incentivo à visitação, traremos mais crianças e adolescentes para utilizarem nosso espaço para reflexão, entretenimento e aprendizagem.

 Ao visitarem o Museu WEG, as crianças passam por experiências interativas e desenvolvem a curiosidade pela pesquisa, ciência e tecnologia.  A história e a teoria, desde cedo e de forma simples, entram no cotidiano das crianças e às convidam para encontrar novas razões para o envolvimento com os estudos.

 ***

Para homenagear as crianças da nossa cidade, neste mês os pequenos visitantes poderão participar de uma atividade de pintura em um espaço com mesas, lápis de cor e um desenho super divertido para colorir. Os desenhos deverão ser coloridos e preenchidos com nome e contato, eles ficarão em exposição no Museu até o dia 31 de outubro, neste dia haverá sorteio de brindes entre os participantes. Se a visita for rápida, as crianças poderão levar o desenho para casa e trazê-lo outro dia, até o fim do mês.

Todos os desenhos estarão concorrendo a brindes, sem exclusões. Os ganhadores do sorteio serão divulgados em nossa página do Facebook.

Modelo do desenho para colorir

Modelo do desenho para colorir

O quê? Dia das Crianças no Museu WEG

Quando? De 03 a 31 de outubro

Para quem? Crianças (sem limite de idade)

Onde? Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Quanto? Gratuito

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FEBIC: Museu WEG sediará a palestra “Eficiência Energética”

Imagine uma iniciativa que estimule a iniciação e a pesquisa científica. É isso que a FEBIC traz para o Pavilhão…

14 de setembro de 2018
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Imagine uma iniciativa que estimule a iniciação e a pesquisa científica. É isso que a FEBIC traz para o Pavilhão de Eventos de Jaraguá do Sul, entre os dias 17 e 21 de setembro de 2018.

A FEBIC — Feira Brasileira de Iniciação Científica é um espaço para estudantes apresentarem ideias criativas e inovadoras em forma de projetos científicos, onde podem fazer experiências científicas, instigar a criatividade, a inovação, o uso de novas tecnologias e o comportamento sustentável.

A feira fornece um ambiente de integração e troca de experiências e este ano receberá estudantes e professores de 13 Estados e 4 países. A presença da comunidade incentiva as habilidades de alunos, professores e da escola no campo da pesquisa e abre oportunidade para instigar o desenvolvimento da curiosidade científica, nas suas dimensões histórica, social e cultural.

Entre os destaques do ano passado está o projeto “Hidrogel e Microrganismos: uma interação sustentável”, os responsáveis são os alunos Filipi Mesquita e Kauê Mesquita, de Palmares do Sul, Valmor Araújo, de Mostardas, e as orientadoras Kátia Airoldi e Juliana Hogetop da Escola Rural de Osório. O projeto científico alcançou os seguintes prêmios: 1°Lugar no Eixo Ciências Agrárias; 1°Lugar no quesito Inovação Científica e uma credencial para representar o Brasil na Genius Olympiad, em Nova York nos Estados Unidos.

thumbnail_Alunos-ir+úo-representar-a-regi+úo-em-Nova-YorkAlunos da Escola Rural ganharam prêmio para representar o Brasil na Genius Olympiad, em Nova York. Imagem: Jornal Bons Ventos

Museu WEG sediará palestra

Neste ano, no momento “Discutindo Ciências”, a FEBIC irá abordar um assunto de extrema importância e muito tratado aqui no Museu WEG. Por isso, estamos muito felizes de sediar a palestra “Eficiência Energética”, que busca impactar positivamente a racionalizar o insumo energia elétrica, possibilitando a redução das faturas de energia, redução de custos operacionais e até mesmo de manutenção.

Quando: 18 de setembro no Espaço de Eventos do Museu WEG.

Palestra: Eficiência Energética

Palestrante: Ademir Roberto Krause

Biografia: Formado em Eletrotécnica pelo Centro de Treinamento WEG. Engenheiro Eletricista pela FURB – Universidade Regional de Blumenau. Especialista em Comandos Elétricos, Eletrônica de Potência e Controle pela UFSC – Universidade federal de Santa Catarina. Finalizando Mestrado em Educação pela FUNIBER – Fundação Universitária Iberoamericana. Tem experiência em de 8 anos em ensaios de motores elétricos, ministrou aulas de eletricidade básica, comandos elétricos, bobinagem, acionamentos elétricos, medidas elétricas no SENAI, professor de Eficiência Energética na Pós-graduação Unisociesc e atua a mais de 10 anos no Centro de Treinamento de Clientes da WEG, ministrando cursos de Motores Elétricos, Comando e Proteção, Inversores de Frequência,
Eficiência Energética em Motores, Funções PLC incorporadas aos Inversores de
Frequência entre demais cursos.

A expectativa é receber pelo menos 30 participantes, entre alunos, professores e comunidade em geral. Ou seja, você também pode se inscrever! Para isso, basta acessar o site da FEBIC e completar sua inscrição.

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Quais as 10 últimas descobertas premiadas pelo Nobel de Física?

O Nobel de Física é entregue anualmente pela Academia Real das Ciências da Suécia aos cientistas dos vários campos da…

O Nobel de Física é entregue anualmente pela Academia Real das Ciências da Suécia aos cientistas dos vários campos da Física. É um dos cinco Prêmios Nobel estabelecidos por Alfred Nobel em 1895, premiando as contribuições excepcionais na Física. Conforme o desejo de Alfred Nobel, o prêmio é administrado pela Fundação Nobel e os premidos são escolhidos por um comitê de cinco membros, eleitos pela Academia Real das Ciências da Suécia.

O primeiro Nobel de Física foi entregue em 1901 ao alemão Wilhelm Röntgen. Cada premiado recebe uma medalha de ouro, um diploma e uma quantia em dinheiro, que é decidida pela Fundação Nobel previamente. A premiação acontece anualmente em Estocolmo no dia 10 de dezembro, o aniversário da morte de Alfred Nobel.

Mas quais foram as 10 últimas descobertas premiadas pelo Nobel de Física? Vamos descobrir a seguir:

2017
O prêmio foi para o time que descobriu as ondas gravitacionais, um fenômeno que Einstein previu, mas que jurava que jamais encontraríamos: Rainer Weiss, Barry Barish e Kip Thorne, todos dos Estados Unidos.

2016
David Thouless, Duncan Haldane e Michael Kosterlitz receberam o prêmio por seus trabalhos sobre os isolantes topológicos, materiais “exóticos” que em temperaturas mais altas, criam o quarto estado de matéria, o plasma. Mas em temperaturas extremamente baixas, desenvolvem supercondutividade e a superfluidez.

2015
Takaaki Kajita e Arthur B. McDonald, pela descoberta das oscilações dos neutrinos, que demonstram que estas enigmáticas partículas têm massa.
A descoberta de ambos os físicos “mudou nossa compreensão do funcionamento mais profundo da matéria e pode ser crucial para nossa visão do universo”, disse a Academia de Ciências da Suécia, que concede o prêmio anualmente.

2014
Por muitos anos, a indústria teve à sua disposição LEDs de cor vermelha e verde. No entanto, para obter luz LED branca, era necessário ter a componente azul. Nos anos 1990, os cientistas Isamu Akasaki e Hiroshi Amano e Shuji Nakamura conseguiram produzir essa luz, possibilitando o uso de LEDs para iluminação.

2013
François Englert e Peter Higgs receberam premiação por trabalhos sobre o bóson de Higgs, peça que faltava para legitimar o Modelo-Padrão da Física. Segundo esta teoria, formulada nos anos 1960, o universo é composto de 32 elementos fundamentais. O bóson de Higgs era o único desses elementos cuja existência fora inferida, mas nunca comprovada.

2012
Serge Haroche e David Wineland, por pesquisas em óptica quântica que possibilitaram a construção de relógios extremamente precisos e marcaram o primeiro passo para computadores extremamente rápidos.

2011
Os cientistas norte-americanos Saul Perlmutter, Adam Riess e Brian Schmidt receberam o Nobel de física de 2011 por pesquisas que mostraram como a expansão do Universo estava acelerada. Os estudos se basearam na observação da luz de supernovas – explosões que marcam o fim da vida de estrelas com muita massa.

2010
Andre Geim e Konstantin Novoselov receberam a premiação por experimentos inovadores com grafeno, um material mais forte que diamante, condutor de calor e superflexível. Um material revolucionário que transformou a eletrônica, em particular a construção de computadores e transistores.

2009
Charles Kao, Willard Boyle e George Smith, por pesquisas sobre a fibra óptica e os semicondutores, responsáveis por importantes avanços tecnológicos na telefonia, transporte de dados e fotografia.

2008
Este Prêmio Nobel de Física foi dividido entre dois cientistas. Yoichiro Nambu descobriu o mecanismo de simetria quebrada espontânea na física subatômica, e Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa descobriram a origem da simetria quebrada, que prevê a existência de pelo menos três famílias de quarks na natureza.

Quem será o grande ganhador deste ano? Façam as suas apostas!

Fontes: Jornal de Santa Catarina, G1, O Globo, Só Física e Galileu Galilei

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Programação especial de 15 anos do Museu WEG tem palestra e curso gratuitos

Vagas para as palestras esgotadas! Para o curso de “Conservação Fotográfica” inscrições até 24/08/2018.

Conhecimento e diversão sempre foram dois pilares importantes no trabalho do Museu WEG. E no nosso aniversário não é diferente! Como já é de praxe, em setembro o Museu WEG prepara e oferece diversas atividades gratuitas para a comunidade, ou seja, para você que nos lê nesse momento.

E não há jeito melhor de comemorarmos juntos esses 15 anos de história, interatividade e aprendizado senão com uma palestra e um curso bem especiais. Eles só acontecem no mês que vem, em Setembro, mas como as vagas são limitadas, vamos abrir as inscrições com antecedência, para você se programar!

Oficina de Conservação de Fotografias Históricas e Álbuns Fotográficos

Nos dias 10 a 12 de setembro, vai rolar um curso bem completo de conservação fotográfica com o historiador João Mendes Neto com apoio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

A proposta da oficina de conservação fotográfica é compartilhar informações teóricas e práticas essenciais para você lidar com acervos fotográficos históricos. O objetivo é que você conclua a oficina com subsídios para analisar o estado de conservação do acervo e do ambiente de guarda, e criar propostas de preservação, intervenção e restauração de acervos e álbuns fotográficos.

Com ensino teórico e prático, a oficina passa pela história da fotografia e fala sobre materiais, procedimentos e reconstituição. João Mendes Neto sempre exemplifica suas teorias com materiais e equipamentos de época, usando do acervo histórico da instituição e equipamentos próprios.

Não há pré-requisitos de conhecimento, mas há preferência por profissionais que trabalham na área de conservação em museus, centros-culturais, instituições públicas municipais que tenham acervos fotográficos históricos. Será selecionado um profissional por entidade. Para melhor aproveitamento do curso, disponibilizamos apenas 20 vagas, então inscrevam-se até dia 24/08 e aguarde a confirmação da sua inscrição por e-mail e/ou telefone.

Leia mais info sobre a oficina e inscreva-se aqui.

Palestra sobre o Impacto da Indústria 4.0 na manufatura tradicional e o futuro do Trabalho

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade, que transformaram drasticamente a forma de viver a partir de um novo modelo produtivo, a chamada Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente promete mudar fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

E para tratar desse assunto tão relevante para o mercado de trabalho e a indústria, convidamos o Diretor da área de Pesquisa e Inovação Tecnológica da WEG, Milton Oscar Castella, para ministrar uma palestra sobre o assunto.

Na oportunidade, o palestrante vai falar sobre o impacto da Indústria 4.0 no mercado de trabalho e nas empresas. E responder questões como: Quais serão as profissões do futuro? Que especialidades teremos que ter para continuarmos competitivos? Quais profissões deixarão de existir?

Confira tudo isso e muito mais nesta palestra gratuita e aberta ao público.
Mas as vagas são limitadas, VAGAS FECHADAS!

Palestra: Impacto da Indústria 4.0 na manufatura tradicional e o futuro do Trabalho

Data: 13/09/2018
Horários: 10h e às 19h
Local: Museu WEG de Ciência e Tecnologia
Inscrições: Vagas fechadas! Inscrições encerradas!
Entrada gratuita
Confirmação da participação: Será enviado um e-mail confirmando a inscrição.
Informações: (47) 3276 4550

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Conheça os tipos de aceleradores de partículas e o que eles fazem

Falamos aqui sobre o Projeto Sirius, um dos mais sofisticados aceleradores Síncrotron do planeta que está sendo construído em Campinas/SP….

Falamos aqui sobre o Projeto Sirius, um dos mais sofisticados aceleradores Síncrotron do planeta que está sendo construído em Campinas/SP. Mas hoje, vamos falar sobre os outros tipos de aceleradores de partículas. Afinal, o que eles fazem e qual a finalidade do seu uso por pesquisadores científicos?

simulação

Simulação: Projeto Sirius

Apesar do conceito de “acelerar partículas” existir há muito tempo e de certo modo ser comum para pesquisadores, para a população em geral isso não passa de um mistério. Por isso, resolvemos falar um pouco mais sobre essa grande revolução no mundo da ciência.

Aceleradores de partículas
Eles são laboratórios gigantes. Por fora, parecem grandes túneis, que podem ser retos ou em forma de anel e ter vários quilômetros de extensão. Dentro deles, as partículas que compõem os átomos – como prótons e elétrons – são aceleradas a velocidades próximas à da luz para que elas possam bombardear núcleos atômicos estáveis.

A utilização desse tipo de equipamento é muito importante, afinal de contas, somente com ele é possível quebrar partículas incrivelmente densas e milhões de vezes menores que o átomo.

Existem diversos tipos de aceleradores de partículas, como: Aceleradores de elétrons (o Sirius e o Max IV), Colisores de Partículas (como o CERN) e os Aceleradores de Prótons (como o PSI e o ESS).

Aceleradores de Elétrons
Quando elétrons são acelerados até velocidades próximas a da luz e têm a sua trajetória desviada por um campo magnético, eles emitem uma luz com alto brilho que penetra a matéria e revela a estrutura atômica de materiais.

Atualmente, há um acelerador de elétrons instalado no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas/SP. Ele já serviu como base para milhares de pesquisas em áreas como medicina, biologia, química, física e ciências de materiais.

Colisores de Partículas
A Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, conhecida como CERN é o maior laboratório de física de partículas do mundo, localizado em Meyrin, na fronteira Franco-Suíça e o LHC também é um dos maiores.

Ele consiste em um amplo túnel circular, com uma circunferência de 27km, enterrado sob uma camada média de 100 metros de terra e rochas. O termo colisor diz respeito ao fato do aparato ser usado para acelerar prótons em direções opostas, para colidirem e mostrarem quais partículas resultam do processo.

Fonte da imagem: Reprodução/Neatorama

Fonte da imagem: Reprodução/Neatorama

Aceleradores de Prótons

Existe um laboratório de acelerador de prótons no ESS (European Spallation Source), e o PSI (Paul Scherrer Institut) que possui um Centro de Terapia de Prótons.

É interessante como este tipo de tecnologia promove o conhecimento em outras áreas. Os aceleradores de prótons são muito úteis para tratamentos de câncer. Muitos dos componentes utilizados em aceleradores de partículas também são aplicados em equipamentos de tomografia, em menor quantidade, tamanho e precisão do que em um acelerador de partículas, mas com construção e princípio de funcionamento muito próximos.

Ou seja, existem muitos profissionais e cientistas em laboratórios gigantescos de aceleradores de partículas pelo mundo que estão pesquisando e descobrindo coisas sobre a nossa saúde, sobre a nossa existência e sobre a matéria. O que é essencial para nossa constante evolução e para o descobrimento de curas para doenças, por exemplo.

Se você quiser saber mais sobre o projeto Sirius, laboratório de aceleradores de elétrons de Campinas, acesse aqui.

Fonte: Mundo Educação, Mundo Estranho e Neatorama

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A importância da ida do homem à Lua

Você já parou para pensar por que um homem resolveu conhecer a Lua e o que isso impactou na nossa…

Você já parou para pensar por que um homem resolveu conhecer a Lua e o que isso impactou na nossa vida? Quase 50 anos depois dessa proeza, nós resolvemos descobrir quais as mudanças que a viagem do Apollo 11 provocou na história.

Há quem diga que tudo não passou de uma grande produção hollywoodiana para assustar a União Soviética e impressionar o resto do planeta. Afinal, esse foi um feito acima de qualquer expectativa ou realidade da época.

Claro que a Guerra Fria foi um grande incentivador para que essa viagem acontecesse. Era necessário para os Estados Unidos, mostrar também a sua potência e sua capacidade de explorar o espaço, após o aparecimento do satélite russo Sputnik.

Tanto que hoje, as buscas e pesquisas são feitas por robôs, pois os gastos e risco de vida são altíssimos. Mas sendo política ou científica a motivação dos norte-americanos, fato é que no dia 20 de julho de 1969, a Lua recebeu seu primeiro terráqueo, e hoje usufruímos dos resultados desse grande evento histórico da NASA.

Frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, fraldas descartáveis, velcro, micro-ondas… São tantos elementos que hoje fazem parte de nosso dia a dia por causa da aventura lunar de Armstrong e sua turma.

Incrível, né?

Os aparelhos sem fio existem devido ao aparelho que Neil usou para perfurar pedras lunares em 1969. E a medição das ondas de calor dos planetas e estrelas contribuíram para que nossos termômetros tivessem sensores infravermelhos.
A saúde dos astronautas naquela época era controlada por meio de monitores cardíacos – hoje vistos em hospitais. E as lentes de contato, por exemplo, foram criadas para proteger os aventureiros da luz ultravioleta.

O teflon, que hoje utilizamos para não deixar a omelete grudar, primeiramente serviu para proteger foguetes e os alimentos desidratados por causa da gravidade.

Viu quanta coisa foi criada a partir dessa viagem? E aí, tem alguma outra curiosidade? Conta pra gente!

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Brasil constrói um dos mais sofisticados aceleradores Síncrotron do planeta

O avanço da tecnologia depende do desenvolvimento de ferramentas cada vez melhores para enxergarmos aquilo que os nossos olhos não…

O avanço da tecnologia depende do desenvolvimento de ferramentas cada vez melhores para enxergarmos aquilo que os nossos olhos não veem. Cada vez que damos um passo em direção a ferramentas melhores, a ciência ganha novas informações e descobre novos detalhes sobre a composição dos seres e das coisas, em nível atômico.

Primeiro os cientistas criaram o microscópio, depois o microscópio com duas lentes, na sequência o microscópio eletrônico. E o grande salto nessa evolução foi a criação da Luz Síncrotron, que permite identificar os átomos e as moléculas que compõem cada material. Revolução no mundo da ciência.

Luz Síncroton

Em um acelerador de partículas, quando elétrons são acelerados até velocidades próximas a da luz e têm a sua trajetória desviada por um campo magnético, eles emitem uma luz com alto brilho que penetra a matéria e revela a estrutura atômica de materiais. Essa é a Luz Síncrotron.

Para você entender melhor, o Engenheiro Eletricista da WEG, com Especialização em Máquinas Elétricas Girantes e Gestão de Projetos, Eduardo Constantino Ramos, fez uma comparação bem simples: uma lanterna X um laser point. A diferença é que na lanterna a divergência da luz é maior, distribuindo a luz em mais direções, mas com alcance relativamente pequeno. Já um laser point, a luz é concentrada em uma única direção, permitindo maior alcance, mesmo que possua uma potência mais baixa que a lanterna.

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Luz Síncrotron no Brasil

Atualmente, há um acelerador de elétrons que funciona como fonte de luz síncrotron instalada no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), vinculado ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em Campinas/SP. Essa fonte é considerada de segunda geração, mas é a única fonte de Luz Síncrotron aberta ao uso da comunidade acadêmica e industrial na América Latina.

Entenda melhor nesse episódio do programa Brasil Ciência  na Discovery Brasil

Conheça o LNLS

Nos últimos 20 anos, esse acelerador de partículas do LNLS já serviu como base para milhares de pesquisas. Mas, é necessária uma luz mais brilhante para estudos avançados em áreas como medicina, biologia, química, física e ciências de materiais.

Nesse sentido, de olhar para o futuro da ciência e ampliar os estudo e conhecimento sobre átomos e moléculas é que foi criado o projeto Sirius, que será uma das mais sofisticadas fontes de luz síncrotron do planeta.

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Obra do Projeto Sirius em andamento

Projeto Sirius

O Sirius, que tem previsão para ser inaugurado ainda em 2018, será um superlaboratório de 68 mil m² em um terreno de 150 mil m² junto ao campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). A área total equivale a 21 campos de futebol.

A ideia é criar uma fonte de luz síncrotron de quarta geração, colocando o Brasil na liderança mundial de produção deste tipo de radiação eletromagnética. Esse novo laboratório abrirá novas perspectivas de pesquisa em áreas como ciência dos materiais, nanotecnologia, biotecnologia, física, ciências ambientais e muitas outras.

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Simulação do túnel dos aceleradores com os imãs em azul, verde e amarelo.

 

O projeto ganhou o nome de Sirius em referência à estrela de maior brilho no céu durante à noite, localizada na constelação do Cão Maior. A designação do nome Sirius em referência à estrela é justificada porque o Sirius foi concebido para entregar a luz sincrotron mais brilhante entre os aceleradores existentes ao redor do planeta na mesma classe de energia, podendo suportar até 40 pesquisas simultâneas.

Segundo Eduardo Ramos, foi adotado como premissa pelo LNLS, entidade responsável pela coordenação deste projeto, a preferência pelo desenvolvimento das demandas com indústrias nacionais, através de parcerias de cooperação para desenvolvimento tecnológico. Com a WEG, a parceria iniciada em 2012 foi uma das primeiras e mais importantes para a construção do Sirius.

WEG na Ciência

Para criar o campo magnético que guia a trajetória dos elétrons, os aceleradores de partículas precisam de eletroímãs (dipolos, quadrupolos, sextupolos e corretoras). Esses eletroímãs são de certa forma o coração do acelerador e têm que ser fabricados em uma qualidade extrema, senão, o acelerador não atinge a performance esperada.

Desde 2013, a WEG participara do desenvolvimento e vem produzindo esse componente fundamental para o Sirius.

Veja um carregamento de ímãs sendo entregue no LNLS

O Engenheiro Eletricista Eduardo Ramos explicou que existem outros aceleradores de partículas no mundo, e cada um possui um design e quantidade de eletroímãs específico, de acordo com a ótica projetada e/ou experimentos planejados. Por isso, os eletroímãs do Sirius foram desenvolvidos pelo LNLS em parceria com a WEG especialmente para a ótica do Sirius e com as melhores características magnéticas já desenvolvidos ao redor do mundo.

Ou seja, a WEG surpreende mais uma vez! Encarou o desafio de produzir eletroímãs para um acelerador de partículas, mesmo não fazendo parte do escopo de produtos da empresa. Novamente os profissionais da WEG mostram sua competência e capacidade de ampliar horizontes.

Viva a Ciência e Tecnologia!

 

Texto validado pelo LNLS – Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e CNPEM – Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais