Categoria: Tecnologia

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Como se distribui energia elétrica em uma cidade?

Já imaginou se sua cidade não tivesse energia elétrica?

Já imaginou se sua cidade não tivesse energia elétrica? Talvez você não tivesse um celular ou um computador para usar. Banho quente? Só a gás. Geladeira e máquina de lavar roupas? Nada disso. Ruas iluminadas e máquinas funcionando nas fábricas? Também não.

Já sabemos o quanto a energia elétrica é importante. Mas, você sabe qual é o caminho que ela faz até chegar à tomada da sua casa? A energia surge do movimento de geradores e passa por estações transformadoras e redes de fio de alta tensão para percorrer um grande caminho e chegar até você.

Passo 01 – estação geradora

A energia elétrica pode vir de diferentes fontes. No Brasil, a mais utilizada é a das usinas hidrelétricas. Nelas, a queda d’água movimenta um gerador que cria um campo magnético, fazendo surgir uma corrente elétrica alternada.

Passo 02 – aumento de tensão

Da usina, a energia vai para subestações de transmissão, onde passa por um transformador que irá aumentar sua voltagem de 6.600 volts para 345 mil volts. Em seguida, segue pelas linhas de alta tensão.

Passo 03 – transporte

A eletricidade é levada por centenas de quilômetros através de torres de alta tensão. Neste caminho, parte da energia é perdida sob a forma de calor. Para compensar essa perda, ela é transportada em altíssima voltagem.

Torre Elétrica

Passo 04 – diminuindo a tensão

Próximo às cidades, a eletricidade chega em subestações de distribuição que diminuem sua voltagem, primeiramente para 138 mil volts e, logo em seguida, para 13.800 volts. É nesta tensão que ela segue para a rede de distribuição, percorrendo a fiação aérea ou subterrânea que a leva até as ruas, indústrias e residências.

 

A energia nas indústrias e residências

No Brasil, as indústrias são responsáveis por consumir quase metade da energia produzida. Geralmente, as empresas de grande porte possuem suas próprias subestações, com transformadores que alteram a tensão elétrica conforme a necessidade.

Para as residências, a distribuição é dividida em regiões. Cada circuito de 13.800 volts atende cerca de 5 a 10 mil lares. Mas, antes disso, o circuito passa por mais um transformador. Esse transformador é o que vemos nos postes de luz e é ali que a tensão finalmente cai para 110 ou 220 volts.

Antes de chegar nas tomadas de nossa casa, a energia passa por um quadro de luz, aquele equipamento que conhecemos como “relógio”, que é onde a fornecedora irá medir o consumo mensal de cada lar. Assim podemos usar o chuveiro elétrico, televisão, computador… e não ficar no escuro, claro! :)

 

Aprendendo com o Museu WEG

Se você quer saber mais sobre a distribuição de energia elétrica, faça uma visita ao Museu WEG de Ciência e Tecnologia! Seja sozinho ou em grupo, aqui é possível aprender de forma interativa sobre todo o processo. No equipamento abaixo, por exemplo, o visitante poderá conhecer as diferentes formas de geração de energia e suas fontes consumidoras. Ao construir cada um dos itens, é possível notar quais são os impactos sociais, ambientais e financeiros na nossa vida.

 

Cadeia integrada - Museu WEG

Cadeia integrada – Museu WEG

 

Brincadeiras

Brincadeiras educativas para as férias

Férias também é tempo de aprender!

Férias também é tempo de aprender! Brincar é uma atividade essencial para as crianças. A partir das brincadeiras, elas constroem seu conhecimento sobre o mundo, aprendem a se relacionar e experimentam novas sensações. Abaixo você encontra algumas dicas para preencher o tempo das férias com atividades para os pequenos aprenderem enquanto se divertem!

 

Terrário – um pequeno jardim particular

Construir um terrário é uma oportunidade muito divertida de explicar um ecossistema para os pequenos. As pequenas plantas ganham vida dentro de um recipiente transparente, normalmente de vidro. Mexer com terra e plantas é sempre divertido e uma forma de deixar as crianças em contato com a natureza.

Modelo de Terrários

Materiais

Materiais necessários:

– Recipiente de vidro (um pote de geleia, por exemplo)

– Pedrinhas pequenas

– Carvão ativado

– Terra

– Musgo ou outras plantas pequenas como carpete-dourado, aortia, orelha-de-gato, planta-pérola e echevéria.

– Colher de plástico para improvisar uma pequena pá

Modo de fazer:

  1. Adicionar as pedrinhas primeiro, para criar um sistema de drenagem.
  2. Faça uma camada fina de carvão ativado. Ele vai ajudar a manter a água fresca e prevenir o mofo.
  3. Adicione uma camada de terra.
  4. Use a colher para cavar pequenos buracos e posicione suas plantas no terrário.

Para entender melhor o processo de montagem de um terrário, veja esse vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=7FtLxaJZkaU

 

Bolha de sabão gigante – hipnotizante!

Materiais necessários:

– 7 copos de água

– 1 copo de detergente de cozinha

– 2 colheres de sopa de açúcar (ou 1 colher de sopa de mel)

 

Modo de fazer:

Misture tudo com delicadeza, para não criar muita espuma. Para espalhar bolhas gigantes pelo ar, você vai precisar de um instrumento especial, feito com varetas e barbantes. Veja como confeccioná-lo:

Fonte: www.marisol.com.br

Fonte: www.marisol.com.br

 

Museu da Natureza – o que será que você encontra?

 Organizar e catalogar os elementos que você conhece é um jeito bastante eficiente de organizar seu próprio conhecimento em relação a eles. Os primeiros museus funcionavam mais ou menos assim: algumas pessoas com espírito científico colecionavam pedras, conchas, fósseis e plantas, organizavam esses elementos em suas casas e agendavam visitas para que outras pessoas pudessem conhecer essas maravilhas da natureza.

Joseph

As grandes descobertas de Joseph Henry

Joseph Henry foi um físico norte-americano, nascido em 1797, que deixou importantes descobertas nas áreas da eletricidade e magnetismo como…

Joseph Henry foi um físico norte-americano, nascido em 1797, que deixou importantes descobertas nas áreas da eletricidade e magnetismo como legado.

Uma das maiores contribuições de Joseph Henry para a ciência foi a indução eletromagnética, descoberta em 1831 enquanto construía eletroímãs. Porém, enquanto Henry fazia esta descoberta nos Estados Unidos, o cientista Michael Faraday também a fazia, na Inglaterra. Apesar dos estudos dizerem que Henry foi o primeiro a descobrir o fenômeno, a descoberta oficial é atribuída a Faraday um ano depois, por ter publicado primeiro um estudo muito mais detalhado sobre o assunto. A indução magnética é o nome que se dá ao fenômeno no qual um campo magnético variável produz uma corrente elétrica num circuito, chamada de corrente induzida.

Outra invenção creditada a Henry é a do motor elétrico, embora ele também não tenha sido o primeiro a registrar a patente. Seus estudos sobre relê eletromagnético ajudaram Morse a criar o telégrafo elétrico. Mais tarde, provou que as correntes elétricas podem ser induzidas à distância, magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilômetros de distância.

Joseph Henry foi um cientista extremamente ativo nas suas investigações, não só em eletricidade e magnetismo. Entre 1838 e 1846, publicou, por exemplo, artigos sobre capilaridade — a propriedade física que os fluidos têm de subir ou descer em tubos extremamente finos. Essa ação pode fazer com que líquidos fluam mesmo contra a força da gravidade ou à indução de um campo magnético. E, fosforescência — capacidade que uma espécie química tem de emitir luz, mesmo no escuro, devido a sua estrutura eletrônica especial.

Em 1845, Henry utilizou um termo galvanômetro, um instrumento de detecção de calor, para mostrar que as manchas solares emitem menos radiação que o resto da superfície solar. Outros artigos que escreveu foram sobre atomicidade (1846) e sobre a teoria dos imponderáveis (1859). Henry demonstrou bastante interesse sobre o daltonismo também, além de ter feito investigações sobre propagação e detecção de luz e som.

O cientista faleceu em 1878, deixando diversos estudos que permitiram novas invenções utilizadas até hoje em seu legado.

Quer conhecer mais nomes da física? Fique sempre ligado aqui no blog e na nossa página do Facebook! Quem será o próximo? ;)

Entrevista

Como a terapia de prótons está mudando a maneira como tratamos o câncer

Dezembro já está chegando, mas assuntos como o #OutubroRosa e #NovembroAzul não podem ficar para trás. A ciência e tecnologia…

Dezembro já está chegando, mas assuntos como o #OutubroRosa e #NovembroAzul não podem ficar para trás. A ciência e tecnologia vêm trazendo avanços incríveis para minimizar os efeitos do tratamento e combater o câncer. Hoje falaremos sobre um método incrível com contribuição de um dos maiores aceleradores de partículas do mundo.

O PSI, Instituto Paul Scherrer, tem décadas de experiência na área de terapia de prótons e já ajudou mais de 8.000 pacientes com câncer. Anos atrás, com contribuições pioneiras, como o desenvolvimento de uma nova técnica de irradiação – a chamada spot scanning -, os pesquisadores do PSI revolucionaram a terapia com prótons. Com a introdução desta técnica, o tratamento tornou-se tão preciso e de baixo risco que médicos em cada vez mais países estão usando a terapia de prótons para tratar pacientes com câncer.

Isso porque, com spot scanning, até mesmo tumores em partes do corpo que estão próximos a estruturas críticas sensíveis à radiação podem ser tratados. Entre estes estão, por exemplo, certos tumores cerebrais, como meningiomas, tumores na região do ouvido-nariz-e-garganta, tumores próximos à medula espinhal e vários tipos de tecido conjuntivo e tumores ósseos.

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PSI Institute e SLS: síncrotron 3ª geração, em operação desde 2000 na Suíça

Ao contrário da radioterapia tradicional, que utiliza fótons para irradiar e matar células tumorais, a terapia de prótons é uma forma avançada de tratamento. Algumas das vantagens deste tratamento são:

– Menos radiação fora do tumor

– Menos efeitos colaterais

– Menor risco de transtornos induzidos

– Melhor qualidade de vida durante e após o tratamento do câncer

Disponível em 40 centros médicos ou hospitais localizados na Ásia, Europa, Estados Unidos e África do Sul, a hadronterapia — nome dado a essa abordagem terapêutica contra o câncer

—já foi empregada em aproximadamente 112 mil pessoas nos últimos 20 anos.

Particle Therapy Systems: como funciona a Próton Terapia

A terapia de prótons se baseia em feixes de prótons ou de íons de carbono que, acelerados a até 225 mil metros por segundo, penetram no interior do corpo humano praticamente sem causar danos ao tecido biológico atravessado.

Quase toda a energia desse fluxo de partículas subatômicas eletricamente carregadas é canalizada para o exato momento e lugar em que prótons ou íons cessam de se movimentar. Esse ponto de parada pode ser controlado com precisão milimétrica e direcionado para um tumor, que, assim, receberá uma dose de energia concentrada maior do que a atualmente fornecida pela radioterapia convencional. Nesta abordagem terapêutica contra o câncer, é grande a chance das células com tumor, e quase exclusivamente elas, morrerem em razão da radiação ionizante. (Fonte: Revista Pesquisa FAPESP)

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Aplicação Particle Therapy Systems

Para explorar as possibilidades dessa forma de radioterapia, os centros médicos precisam de um cíclotron, aceleradores circulares de partículas responsáveis por colocar prótons ou íons na velocidade adequada para uso clínico.

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Equipamento de terapia por partículas (repare no tamanho do paciente, ao centro)

A vantagem desta máquina, é que o feixe disparado é incrivelmente potente e preciso – atinge apenas o tumor, sem danificar as células que estão em volta

03Exemplos de aplicação e precisão de tratamento por partículas

Reparou na imagem acima como a radioterapia convencional não consegue “parar” o feixe de luz, que passa para outras partes do corpo? Já, no caso da terapia de prótons, a precisão milimétrica que os feixes penetram no corpo humano param exatamente na área do tumor, sem que outras partes sejam afetadas. Ou seja, com menos desgaste ao corpo do paciente. Infelizmente essa tecnologia ainda não chegou ao Brasil. Mas esperamos muito vê-la por aqui! =)

Se quiser saber ainda mais sobre a terapia de prótons, convidamos você a acessar o site do PSI

Imagem de capa: PSI, Instituto Paul Scherrer.

Podcast

Para ouvir em qualquer lugar: 5 podcasts sobre Ciência e Tecnologia

Podcasts são programas de áudio gravados, editados, geralmente divididos em uma série de episódios e distribuídos na internet. Podem ser…

Podcasts são programas de áudio gravados, editados, geralmente divididos em uma série de episódios e distribuídos na internet. Podem ser baixados e ouvidos online. Há quem diga que seja uma reinvenção, uma nova era das rádios. Com o avanço do uso de smartphones e dispositivos móveis no Brasil, a produção e o consumo de podcasts vêm aumentando todos os anos.

Cunhado em 2004, o termo é uma junção de iPod (aparelho mp3 da Apple) e broadcast (transmissão). Hoje, é uma grande ferramenta de difusão de conteúdo e qualquer pessoa conectada à Internet pode fazer e veicular os programas de áudio. Eles tratam dos mais diversos temas, do entretenimento até temáticas profissionais e claro, ciência e tecnologia.

Até 2014 o número de podcasts com temática científica era pequeno, porém tanto no Brasil como em outros países, pesquisadores e produtores de conteúdo falam cada vez mais de temas relacionados à ciência, em diferentes formatos, com equipes distintas e um público crescente de ouvintes. Conheça alguns desses podcasts:

FRONTEIRAS DA CIÊNCIA
Este é um podcast que explica como funciona a ciência e como ela faz parte do nosso dia-a-dia. O Fronteiras da Ciência funciona com uma roda de bate-papo descontraída, onde cientistas conversam sobre temas variados e assuntos do momento, tentando preencher as lacunas deixadas de lado pela mídia e o sistema educacional.
Ouça em: http://www.ufrgs.br/frontdaciencia/

DRAGÕES DE GARAGEM
O Dragões de Garagem foi criado em 2012, é um podcast de divulgação científica que fala de ciência de forma abrangente e interessante. O papo é  natural e incentiva o pensamento crítico e a curiosidade dos ouvintes. Os episódios são divididos por temas, e os convidados têm formação ou experiência no tema escolhido, criando diálogos informais e cheios de conhecimento.
Ouça em: http://dragoesdegaragem.com/

ALÔ, CIÊNCIA?
“Alô, Ciência?” é um podcast que trata de temas voltados para a divulgação científica, levando sempre em conta sua influência e importância na sociedade. Em diálogos com linguagem informal, constituídos por uma rede de colaboradores, os programas duram geralmente mais de uma hora.
Ouça em: https://alociencia.com.br/

ROCK COM CIÊNCIA
Projeto de extensão universitária, o Rock com Ciência é realizado pelo Laboratório de Genética Ecológica e Evolutiva da Universidade Federal de Viçosa, de Rio Paranaíba. Nele, os temas da área científica e cultura em geral são discutidas sempre ao som de rock’n’roll, em todas as suas vertentes.
Ouça em: http://www.rockcomciencia.com.br/

SCICAST
Este podcast tem o objetivo de levar a ciência à todas as pessoas, cientistas ou não, de forma clara e descomplicada sem abrir mão da profundidade, tanto na abordagem do tema quanto do debate. ​São 50 colaboradores e inúmeros convidados especialistas​ ​que criam bate-papos sobre várias áreas do conhecimento científico. Os programas vão ao ar semanalmente, todas as sextas-feiras.
Ouça em: https://player.fm/series/scicast-1279242

***

Então, gostou da lista? No início, pode ser difícil se concentrar e ouvir uma ou duas horas de podcasts, por isso, se você ainda não é adepto aos programas, comece ouvindo os mais curtinhos. Aos poucos você se acostuma e torna-se um ouvinte assíduo. Existem tantos conteúdos interessantes e valiosos ao nosso alcance, gratuitamente, vamos aproveitá-los!

Dia da Ciencia

16 de outubro — Dia da Ciência e Tecnologia

O Dia da Ciência e Tecnologia foi criado para causar reflexões acerca do papel do ser humano na transformação do…

O Dia da Ciência e Tecnologia foi criado para causar reflexões acerca do papel do ser humano na transformação do meio ambiente, por conta dos avanços tecnológicos e seus impactos na natureza. Neste dia são homenageadas e incentivadas as grandes descobertas e o desenvolvimento de novas pesquisas. É uma data para lembrar das transições e da evolução presente na sociedade que vivemos hoje, graças a Ciência e Tecnologia.

E, falando em incentivar, você já parou para pensar como continuar estimulando as crianças a entrarem neste mundo tão importante? São elas que, em breve, estarão a frente de tantas pesquisas e descobertas. Separamos algumas dicas para você plantar uma pequena semente científica e tecnológica no coração dos pequenos.

Experiências caseiras

Muitos de nós viu germinar um feijão plantado no algodão, um caroço de abacate no copo de água, gerar energia através de uma batatinha… Criar experiências caseiras é um modo de incentivar o experimento, aguçar a criatividade e ainda passar um tempo com os pequenos.

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Participação em feiras científicas na escola

Incentivar as crianças a participarem, criarem projetos e assistirem apresentações sobre Ciência e Tecnologia é uma maneira de inserir e apresentar o conhecimento de forma prática, entre todas as idades. É deixar que as crianças ensinem umas às outras com ajuda dos professores, que se inspirem e vejam que são capazes de realizar projetos incríveis, interativos e importantes para a sociedade.

Livros e canais no Youtube

Atualmente, com o acesso a internet, nossos futuros cientistas podem encontrar infinidades de conteúdos em blogs e canais do Youtube, sem esquecer dos livros escritos especialmente para eles, como por exemplo o livro do Manual do Mundo “50 experimentos para fazer em Casa”, que nasceu do canal no Youtube Manual do Mundo, um dos maiores canais de educação da plataforma.

Visita aos museus

Assim como o Museu WEG, o Brasil conta com diversas iniciativas que registram a história e fomentam a Ciência e Tecnologia. Por acreditar que a troca de conhecimento e o aprendizado contribui para o enriquecimento cultural e científico em todas as idades, fizemos uma lista com alguns museus no país que tem a interatividade e a Ciência e Tecnologia no seu DNA. Clique aqui para conhecê-los.

Incrível! São tantas descobertas à espera das crianças. O que seria da nossa vida sem elas? A verdade é que quanto mais pesquisamos e estudamos, mais descobrimos coisas novas. E, a cada ano, o mundo se transforma através das alterações causadas pela intervenção humana. Não deixe de trazer as crianças para conhecerem histórias e descobertas da Ciência e Tecnologia de forma divertida e interativa, esperamos por vocês!

 

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Palestra “Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico”

Faça aqui sua inscrição para a palestra “Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico”

No dia 16/10 (terça-feira) às 19h acontecerá no Museu WEG de Ciência e Tecnologia a palestra “Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico”. Na ocasião a WEG apresentará o que está desenvolvendo nesta área e apresentar alguns impactos nas regiões onde implanta parques eólicos e solares.

A palestra fará parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, onde o tema proposto é “Ciência para a Redução das Desigualdades”. O tema está relacionado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estipulados pelas Nações Unidas.

Faça sua inscrição AQUI

O que: Palestra Energia Renovável: desenvolvimento social e econômico

Quando: 16/10/2018 (terça-feira)

Horário: 19h (aproximadamente 1h de duração)

Onde: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Valor: Gratuito

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Colorir e aprender: ação especial de Dia das Crianças

Outubro é o mês das crianças e, durante todo o mês, queremos ampliar o acesso à cultura e visibilidade dos museus mostrando para crianças e educadores que aprender e ensinar pode ser muito divertido.

Além das funções de preservar, conservar, expor e pesquisar, os museus são instituições a serviço da sociedade e cada vez mais buscam criar ações educativas a fim de tornarem-se elementos procurados dentro do movimento cultural das cidades.

As sessões interativas de educação estão entre as formas mais poderosas e eficazes de atender às necessidades das crianças, um público nem tão tradicional nos museus. As atividades interativas permitem aos pequenos visitantes um olhar interrogador, sem necessidade de conhecimento prévio. As conversas são estimuladas, e o museu também atua como um espelho, fazendo conexões entre as suas próprias vidas e experiências no âmbito físico, intelectual, emocional e tecnológico.

 “Quando o tema é aprendizagem de assuntos relacionados a ciência e tecnologia, os museus desempenham um papel tão importante quanto as escolas.”

 John H. Falk – Institute for Learning Innovation

A escola e a família possuem um papel muito importante para diminuir as barreiras de acesso aos museus, por meio do incentivo à visitação, traremos mais crianças e adolescentes para utilizarem nosso espaço para reflexão, entretenimento e aprendizagem.

 Ao visitarem o Museu WEG, as crianças passam por experiências interativas e desenvolvem a curiosidade pela pesquisa, ciência e tecnologia.  A história e a teoria, desde cedo e de forma simples, entram no cotidiano das crianças e às convidam para encontrar novas razões para o envolvimento com os estudos.

 ***

Para homenagear as crianças da nossa cidade, neste mês os pequenos visitantes poderão participar de uma atividade de pintura em um espaço com mesas, lápis de cor e um desenho super divertido para colorir. Os desenhos deverão ser coloridos e preenchidos com nome e contato, eles ficarão em exposição no Museu até o dia 31 de outubro, neste dia haverá sorteio de brindes entre os participantes. Se a visita for rápida, as crianças poderão levar o desenho para casa e trazê-lo outro dia, até o fim do mês.

Todos os desenhos estarão concorrendo a brindes, sem exclusões. Os ganhadores do sorteio serão divulgados em nossa página do Facebook.

Modelo do desenho para colorir

Modelo do desenho para colorir

O quê? Dia das Crianças no Museu WEG

Quando? De 03 a 31 de outubro

Para quem? Crianças (sem limite de idade)

Onde? Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Quanto? Gratuito

Febic

FEBIC: Museu WEG sediará a palestra “Eficiência Energética”

Imagine uma iniciativa que estimule a iniciação e a pesquisa científica. É isso que a FEBIC traz para o Pavilhão…

14 de setembro de 2018
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Imagine uma iniciativa que estimule a iniciação e a pesquisa científica. É isso que a FEBIC traz para o Pavilhão de Eventos de Jaraguá do Sul, entre os dias 17 e 21 de setembro de 2018.

A FEBIC — Feira Brasileira de Iniciação Científica é um espaço para estudantes apresentarem ideias criativas e inovadoras em forma de projetos científicos, onde podem fazer experiências científicas, instigar a criatividade, a inovação, o uso de novas tecnologias e o comportamento sustentável.

A feira fornece um ambiente de integração e troca de experiências e este ano receberá estudantes e professores de 13 Estados e 4 países. A presença da comunidade incentiva as habilidades de alunos, professores e da escola no campo da pesquisa e abre oportunidade para instigar o desenvolvimento da curiosidade científica, nas suas dimensões histórica, social e cultural.

Entre os destaques do ano passado está o projeto “Hidrogel e Microrganismos: uma interação sustentável”, os responsáveis são os alunos Filipi Mesquita e Kauê Mesquita, de Palmares do Sul, Valmor Araújo, de Mostardas, e as orientadoras Kátia Airoldi e Juliana Hogetop da Escola Rural de Osório. O projeto científico alcançou os seguintes prêmios: 1°Lugar no Eixo Ciências Agrárias; 1°Lugar no quesito Inovação Científica e uma credencial para representar o Brasil na Genius Olympiad, em Nova York nos Estados Unidos.

thumbnail_Alunos-ir+úo-representar-a-regi+úo-em-Nova-YorkAlunos da Escola Rural ganharam prêmio para representar o Brasil na Genius Olympiad, em Nova York. Imagem: Jornal Bons Ventos

Museu WEG sediará palestra

Neste ano, no momento “Discutindo Ciências”, a FEBIC irá abordar um assunto de extrema importância e muito tratado aqui no Museu WEG. Por isso, estamos muito felizes de sediar a palestra “Eficiência Energética”, que busca impactar positivamente a racionalizar o insumo energia elétrica, possibilitando a redução das faturas de energia, redução de custos operacionais e até mesmo de manutenção.

Quando: 18 de setembro no Espaço de Eventos do Museu WEG.

Palestra: Eficiência Energética

Palestrante: Ademir Roberto Krause

Biografia: Formado em Eletrotécnica pelo Centro de Treinamento WEG. Engenheiro Eletricista pela FURB – Universidade Regional de Blumenau. Especialista em Comandos Elétricos, Eletrônica de Potência e Controle pela UFSC – Universidade federal de Santa Catarina. Finalizando Mestrado em Educação pela FUNIBER – Fundação Universitária Iberoamericana. Tem experiência em de 8 anos em ensaios de motores elétricos, ministrou aulas de eletricidade básica, comandos elétricos, bobinagem, acionamentos elétricos, medidas elétricas no SENAI, professor de Eficiência Energética na Pós-graduação Unisociesc e atua a mais de 10 anos no Centro de Treinamento de Clientes da WEG, ministrando cursos de Motores Elétricos, Comando e Proteção, Inversores de Frequência,
Eficiência Energética em Motores, Funções PLC incorporadas aos Inversores de
Frequência entre demais cursos.

A expectativa é receber pelo menos 30 participantes, entre alunos, professores e comunidade em geral. Ou seja, você também pode se inscrever! Para isso, basta acessar o site da FEBIC e completar sua inscrição.

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Quais as 10 últimas descobertas premiadas pelo Nobel de Física?

O Nobel de Física é entregue anualmente pela Academia Real das Ciências da Suécia aos cientistas dos vários campos da…

O Nobel de Física é entregue anualmente pela Academia Real das Ciências da Suécia aos cientistas dos vários campos da Física. É um dos cinco Prêmios Nobel estabelecidos por Alfred Nobel em 1895, premiando as contribuições excepcionais na Física. Conforme o desejo de Alfred Nobel, o prêmio é administrado pela Fundação Nobel e os premidos são escolhidos por um comitê de cinco membros, eleitos pela Academia Real das Ciências da Suécia.

O primeiro Nobel de Física foi entregue em 1901 ao alemão Wilhelm Röntgen. Cada premiado recebe uma medalha de ouro, um diploma e uma quantia em dinheiro, que é decidida pela Fundação Nobel previamente. A premiação acontece anualmente em Estocolmo no dia 10 de dezembro, o aniversário da morte de Alfred Nobel.

Mas quais foram as 10 últimas descobertas premiadas pelo Nobel de Física? Vamos descobrir a seguir:

2017
O prêmio foi para o time que descobriu as ondas gravitacionais, um fenômeno que Einstein previu, mas que jurava que jamais encontraríamos: Rainer Weiss, Barry Barish e Kip Thorne, todos dos Estados Unidos.

2016
David Thouless, Duncan Haldane e Michael Kosterlitz receberam o prêmio por seus trabalhos sobre os isolantes topológicos, materiais “exóticos” que em temperaturas mais altas, criam o quarto estado de matéria, o plasma. Mas em temperaturas extremamente baixas, desenvolvem supercondutividade e a superfluidez.

2015
Takaaki Kajita e Arthur B. McDonald, pela descoberta das oscilações dos neutrinos, que demonstram que estas enigmáticas partículas têm massa.
A descoberta de ambos os físicos “mudou nossa compreensão do funcionamento mais profundo da matéria e pode ser crucial para nossa visão do universo”, disse a Academia de Ciências da Suécia, que concede o prêmio anualmente.

2014
Por muitos anos, a indústria teve à sua disposição LEDs de cor vermelha e verde. No entanto, para obter luz LED branca, era necessário ter a componente azul. Nos anos 1990, os cientistas Isamu Akasaki e Hiroshi Amano e Shuji Nakamura conseguiram produzir essa luz, possibilitando o uso de LEDs para iluminação.

2013
François Englert e Peter Higgs receberam premiação por trabalhos sobre o bóson de Higgs, peça que faltava para legitimar o Modelo-Padrão da Física. Segundo esta teoria, formulada nos anos 1960, o universo é composto de 32 elementos fundamentais. O bóson de Higgs era o único desses elementos cuja existência fora inferida, mas nunca comprovada.

2012
Serge Haroche e David Wineland, por pesquisas em óptica quântica que possibilitaram a construção de relógios extremamente precisos e marcaram o primeiro passo para computadores extremamente rápidos.

2011
Os cientistas norte-americanos Saul Perlmutter, Adam Riess e Brian Schmidt receberam o Nobel de física de 2011 por pesquisas que mostraram como a expansão do Universo estava acelerada. Os estudos se basearam na observação da luz de supernovas – explosões que marcam o fim da vida de estrelas com muita massa.

2010
Andre Geim e Konstantin Novoselov receberam a premiação por experimentos inovadores com grafeno, um material mais forte que diamante, condutor de calor e superflexível. Um material revolucionário que transformou a eletrônica, em particular a construção de computadores e transistores.

2009
Charles Kao, Willard Boyle e George Smith, por pesquisas sobre a fibra óptica e os semicondutores, responsáveis por importantes avanços tecnológicos na telefonia, transporte de dados e fotografia.

2008
Este Prêmio Nobel de Física foi dividido entre dois cientistas. Yoichiro Nambu descobriu o mecanismo de simetria quebrada espontânea na física subatômica, e Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa descobriram a origem da simetria quebrada, que prevê a existência de pelo menos três famílias de quarks na natureza.

Quem será o grande ganhador deste ano? Façam as suas apostas!

Fontes: Jornal de Santa Catarina, G1, O Globo, Só Física e Galileu Galilei