Categoria: Tecnologia

CENTROWEG - 24

CentroWEG completa 50 anos

Centro de Treinamento da WEG já capacitou mais de 3.600 alunos

No intuito de formar mão de obra qualificada para atender as demandas de crescimento da empresa, em abril de 1968 foi criado o Centro de Treinamento WEG (CentroWEG), localizado dentro do parque fabril da WEG em Jaraguá do Sul (SC). Em 2018 a iniciativa completa 50 anos tendo capacitado mais de 3.600 alunos. Atualmente são 264 jovens que estudam no CentroWEG e estão em formação profissional, com faixa etária entre 16 e 18 anos, distribuídos em oito cursos de aprendizagem que englobam as áreas de mecânica, eletricidade, eletrônica, química e informática.

Para estudar os alunos recebem um salário de aprendiz e são registrados como colaboradores WEG, assim possuem todos os benefícios oferecidos pela empresa, incluindo a Participação nos Lucros. O curso é totalmente gratuito e os alunos ainda recebem todo o material didático necessário para as aulas teóricas e práticas. O certificado do curso de aprendizagem é emitido pelo SENAI SC e tem validade em todo o Brasil.

A estrutura do CentroWEG possui cerca de 2.550m², tendo 21 laboratórios, cinco salas de aula e 13 instrutores dedicados em tempo integral exclusivamente para capacitar os jovens aprendizes. Ao todo são oito cursos: usinagem, montagem eletromecânica, eletrônica, eletrotécnica, mecânica de manutenção, mecânica de ferramentaria, química e programação de sistema de informação. “Percebo que o principal motivador é a qualidade da formação e oportunidade de então continuarem na WEG, sendo efetivados em diversas áreas que demandam conhecimento técnico”, completa Hilton Faria, Diretor de RH e Relações Institucionais.

O processo seletivo ocorre todos os anos e é sempre muito concorrido, por exemplo, em 2017 houveram 1620 inscritos para 144. Há pré-requisitos relacionados a idade e a escolaridade. Primeiramente, os candidatos acompanham uma palestra para conhecer melhor os cursos e em seguida participam de testes de raciocínio e matemática. Os candidatos melhores classificados neste primeiro teste participam de uma semana de ambientação, onde fazem provas teóricas e práticas específicas do curso. Os candidatos ainda passam por entrevista com psicólogo e exames médicos. Os aprovados são divulgados no site da WEG e começam a estudar no ano seguinte.

Destaque Internacional
Em 2017, prestes a completar 50 anos, o CentroWEG foi destaque em jornal britânico, o The Economist, como um exemplo mundial em educação técnica para o mercado de trabalho em uma reportagem que abordava iniciativas que contribuem para a redução da desigualdade por meio da capacitação de jovens.

Inspiração
A iniciativa de criação de uma escola dentro das instalações da empresa partiu dos três fundadores após uma viagem de negócios à Alemanha em 1968, onde constataram durante visitas às fábricas, que as mesmas ofereciam cursos profissionalizantes para jovens. Na época Jaraguá do Sul ainda era uma pequena cidade no norte de Santa Catarina, pouco industrializada e onde a maioria das pessoas viviam basicamente da agricultura e não se dispunha de operários com conhecimento para atuar na indústria.

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Por que é importante compreender a automação

Bastante difundida atualmente, automação é uma palavra que lembra automático e realmente as duas têm relação. Também é comum ouvir…

Bastante difundida atualmente, automação é uma palavra que lembra automático e realmente as duas têm relação. Também é comum ouvir falar em automatização, mas elas não se referem exatamente a mesma coisa, portanto, não são sinônimos. E por que é importante entender a automação?

A automação é uma parte essencial da Indústria 4.0. Um conceito emergente nos últimos anos e que promete revolucionar os processos produtivos, a forma como vivemos e trabalhamos a partir de redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas. Não é à toa que a Indústria 4.0 já é considerada a Quarta Revolução Industrial.

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Então o que é automação?
A palavra vem do grego autómatos, que significa mover-se por si ou que se move sozinho. Portanto, sua origem já revela sua própria definição, como sistema que emprega processos automáticos para comandar e controlar seu próprio funcionamento.

A automação foi determinante para a indústria a partir da segunda metade do século XX, quando surgiu. Com a informática e a evolução da eletrônica, a automação representou a modernização dos processos industriais, que passaram inclusive a empregar a robótica, substituindo o trabalho humano na produção de bens e mercadorias.

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A evolução no desempenho dos processos também refletiu o desenvolvimento da microeletrônica, aliado à informática.

Os equipamentos perderam tamanho, ganharam velocidade e eficiência, passando a executar tarefas antes feitas manualmente a partir de novos sistemas eletrônicos. Alguns merecem destaque:

– servomotores para sequências de manobras repetitivas de precisão;
– capacitores com controles eletrônicos para correção de fator de potência dos motores;
– inversores de frequência para variar a velocidade;
– sistemas de acionamento eletrônico que permitem partir, parar e proteger os motores;
– inversores regenerativos que recuperam parte da energia despendida na frenagem de elevadores e veículos híbridos.

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A automação, portanto, intensificou ainda mais o conceito de linha de produção idealizado por Henry Ford, com a aplicação de técnicas computadorizadas e mecânicas para controlar e otimizar a produção. E agora, promete consolidar o avanço tecnológico com a Indústria 4.0.

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Indústria 4.0: as fábricas inteligentes que vão dominar o mundo

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade,…

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade, que transformaram drasticamente a forma de viver a partir de um novo modelo produtivo, a chamada Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente promete mudar fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

E essa revolução já está em curso, em países como Alemanha e nos Estados Unidos, onde o conceito foi definido pela primeira vez. Ela é marcada, sobretudo, pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Em outras palavras, os processos industriais integram o mundo virtual e o mundo real, em que máquinas, produtos e componentes compartilham e processam informações de forma inteligente via internet, big data e computação cognitiva.

Segundo o professor de Inovação e Competitividade e coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda, a inteligência descentralizada permite criar um networking de ‘coisas e máquinas inteligentes’, fazendo o gerenciamento de processos de forma independente.

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A automatização acontece através de sistemas ciberfísicos, possíveis graças à internet das coisas e à computação na nuvem. Isso permitirá, por exemplo, que máquinas como robôs ‘conversem’ entre si sem estarem em um mesmo espaço físico e tomem decisões descentralizadas, de forma autônoma. São redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas.

O resultado?
A quarta revolução tem o potencial de elevar os níveis globais de rendimento e melhorar a qualidade de vida de populações inteiras, preveem especialistas. Com uma cadeia produtiva totalmente conectada, os processos podem ser adaptados as necessidades de produção, os recursos passam a ser usados com maior eficiência e os produtos são customizados de acordo com a necessidade do cliente.

“De fato, há um novo horizonte para empresas inovadoras, sejam elas maduras ou nascentes”, prevê o professor Arruda.

Vocabulário inteligente
Aprenda o significado de algumas das expressões relacionadas à Indústria 4.0.

Sistema Ciber-Físico (CPS): refere-se a uma nova geração de sistemas com integração de realidades virtuais e reais.
Internet das Coisas (IoT): base de comunicação entre mundo real e virtual. São objetos conectados à internet com tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados.
Big Data: análise de volumes massivos de dados, estruturados e não estruturados.
Nanotecnologia: estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, com objetivo de construir novas estruturas e materiais a partir dos átomos.
Biologia sintética: na engenharia genética, concentra-se em extrair peças intercambiáveis entre os sistemas vivos para criar unidades e dispositivos que podem ou não ser análogas com sistemas biológicos existentes.

As revoluções industriais anteriores

  • 1ª Revolução Industrial – Fim do séc. XVIII
    Produção deixou de ser artesanal e se agrupou em fábricas a partir, entre outras coisas, do uso da água e do vapor.

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  • 2ª Revolução Industrial – Fim do séc. XIX
    A energia elétrica, a divisão do trabalho e a produção em massa marcaram essa fase, que impulsou o crescimento da economia capitalista moderna.

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  • 3ª Revolução Industrial – 1968
    A criação dos primeiros Controladores Lógicos Programáveis trouxe a automatização para a indústria e o controle por sistemas centrais de informação.

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Fonte: WEG em Revista

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Museu WEG de Ciência e Tecnologia oferece Programa de Capacitação para professores

Programa voltado para professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e particulares.

O Museu WEG sempre realizou visitas guiadas para grupos, sendo em sua maioria grupos escolares. Desde sua reinauguração em 2014, passou a desenvolver e aplicar ações educativas voltadas para as escolas, com temáticas, programações e conteúdos específicos, a fim de dinamizar o processo de comunicação dos espaços do museu, tornando estas ações em ferramentas educacionais, melhorando o diálogo entre museu x escola.

O Programa de Capacitação para Professores vem ao encontro deste processo, onde oportuniza o professor a conhecer as ações desenvolvidas no museu e os potenciais para tornar este momento uma extensão da sala de aula, do mesmo modo que o engaja para que dê continuidade da temática trabalhada em sala de aula e o responsabiliza em orientar o aluno para que ele, de uma maneira mais autônoma, construa a sua experiência e o seu conhecimento durante a visita.

Para participar da programação o Museu convida os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e das escolas particulares de toda a microrregião.

As inscrições vão do dia 19.03 até o dia 30.03.

A capacitação será dividida por 7 módulos, sendo que um independe do outro (o professor poderá escolher qual módulo quer participar, sem restrição de participação).

Módulos:                                                                                                 Data

Módulo 1: Minha Cidade Sustentável                                                 02/04/2018

Módulo 2: Fenômenos Eletromagnéticos                                          05/04/2018

Módulo 3: A Evolução das Máquinas e a Revolução Industrial      06/04/2018

Módulo 4: Montando um Motor Elétrico Didático                             09/04/2018

Módulo 5: Histórias e Culturas de Jaraguá do Sul                            11/04/2018

Módulo 6: Gerando e Transformando Energia                                   13/04/2018

Módulo 7: Também sou Cientista                                                        16/04/2018

 

Metodologia:

- Nome: Programa de Capacitação para Professores

- Data: 02 a 16/abril

- Horários: 14h às 17h ou 18h30 às 21h30

- Duração: 3 horas (haverá entrega de certificado de participação)

- Local do curso: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

- Período para inscrições: 19 a 30/03

- Inscrições: inscrições encerradas

Mais informações pelo telefone 3276-4551 ou museu@weg.net

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3 coisas comuns hoje que eram high-tech há 100 anos ou menos

O século XX foi marcado por inúmeros avanços tecnológicos, criando facilidades na vida moderna, da rotina doméstica ao ambiente industrial….

O século XX foi marcado por inúmeros avanços tecnológicos, criando facilidades na vida moderna, da rotina doméstica ao ambiente industrial. O curioso é que muitos desses avanços considerados high tech à época são hoje objetos comuns.
Isso é resultado da própria tecnologia, que se desenvolve em um ritmo muito acelerado. Assim, um produto high tech pode, rapidamente, transformar-se em algo de baixa tecnologia ou obsoleto.

De toda forma, os high tech de ontem não perderam sua utilidade. Pelo contrário, continuam firmes e fortes cumprindo seus propósitos no meio de nós.

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1. Geladeiras domésticas (1911)

Parece loucura pensar que a humanidade viveu até pouco mais de 100 anos – portanto quase toda a sua história – sem geladeira. Seu surgimento provocou uma verdadeira revolução, na medicina, na indústria e, por fim, no cotidiano das pessoas.

A primeira geladeira elétrica surgiu em 1911. A Domelre (Domestic Electric Refrigerator) foi uma invenção da General Eletric, que depois passou a ser chamada de Kelvinator. Assim como a maioria das geladeiras modernas, ela era arrefecida por uma bomba de calor de duas fases.

Vale dizer que tudo começou com o londrino Michael Faraday, no começo de 1800, e seus estudos sobre a liquefação da amônia. Ele descobriu que bombas mecânicas poderiam transformar o gás em um líquido e depois ser evaporada para causar resfriamento, levando a refrigeração comercial.

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2. Linha de produção de automóveis (1913)

Na fábrica de Highland Park (EUA), a linha de montagem começou a se mover no dia 7 de outubro de 1913 e pela, primeira vez na história, os carros passavam na frente dos operários, que ficavam parados, ao contrário do que acontecia antes.

Na tocada da Revolução Industrial, a criação da linha de montagem, concebida por Henry Ford, desenvolveu conceitos que podem ser vistos até hoje na indústria. A produção, na época, se tornou mais eficiente e permitiu uma enorme redução de preços, sonho de Ford de produzir “um carro para as massas”.

A forma de produção em série com operários e engenhos metálicos, em funções especializadas e realizadas em repetição, foi reproduzida à exaustão em diversos setores, do próprio setor automotivo até as cadeias de fast-food.

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3. Os foguetes de Robert Goddard (1915)

O engenheiro e físico experimental Robert Hutchings Goddard é o inventor do foguete espacial de combustível líquido. O interesse pelos foguetões o levou a provar, em 1915, que estes aparelhos poderiam progredir no vácuo, recorrendo às leis de ação e reação.

E propôs que eles poderiam chegar à lua, como registrou na publicação “A Method of Reaching Extreme Altitudes” (Um Método para Alcançar Altitudes Extremas). Goddard lançou o primeiro foguete com combustível líquido em 16 de março de 1926. Ele utilizava uma mistura de petróleo e oxigênio líquido.

O aparelho atingiu uma altura de 12,5 metros e percorreu 56 metros durante 2,5 segundos. As contribuições de Goodard foram consideradas precursoras dos modernos mísseis bélicos e dos foguetes de lançamento de naves espaciais.

Quando morreu, Goddard tinha registrado 214 patentes.

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Programação especial de aniversário de 14 anos do Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Nós estamos de aniversário no dia 16 de setembro e vamos presentear a comunidade com uma ação especial. Vai ser…

Nós estamos de aniversário no dia 16 de setembro e vamos presentear a comunidade com uma ação especial. Vai ser compartilhado conhecimento em uma série de palestras gratuitas com o tema “Eficiência Energética na Indústria” ministradas por profissionais da WEG.

Alunos de cursos técnicos e superiores, colaboradores e demais interessados no tema estão convidados a marcar presença no evento. Basta acessar esse link (inscrições encerradas) e confirmar a sua presença. O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas.

Um dos palestrantes, o engenheiro eletricista Ademir Roberto Krause, contou que “A palestra em eficiência energética vai muito além de uma palestra. Eu considero como algo real, palpável e que tem condição de mostrar os benefícios que a aplicação deste tema traz para a vida.” Isso porque, a eficiência energética:

Na indústria, impacta na manutenção dos lucros e no repasse dos custos aos produtos vendidos;
Na natureza, significa ser sustentável, fazer mais com menos recurso e minimizando as necessidades de construção de novas fontes geradoras;
Na sociedade, significa ter um ambiente preservado e garante um futuro das próximas gerações.

Em 2016, o nosso aniversário foi um sucesso, com palestras sobre “Energia Solar Fotovoltaica: soluções para o alto consumo”. Neste ano, queremos novamente impactar o público com informações relevantes para a indústria e sociedade.

Participe!

Serviço – Semana de Aniversário Museu WEG de Ciência e Tecnologia
Tema da palestra: Eficiência Energética na Indústria
Datas e horários:

12/09 – 15h
13/09 – 10h e 19h
14/09 – 15h e 19h
15/09 – 10h
Local: Museu WEG de Ciência e Tecnologia – Espaço de eventos
Inscrições: Inscrições encerradas!
Quanto: Entrada gratuita
Confirmação da participação: Será enviado um e-mail confirmando a inscrição.
Informações: (47) 3276 4550 / museuweg.net

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5 atrações indispensáveis para você interagir no museu

Se você ainda não conhece o Museu WEG de Ciência e Tecnologia, nós preparamos bons motivos para conhecer. O nosso…

Se você ainda não conhece o Museu WEG de Ciência e Tecnologia, nós preparamos bons motivos para conhecer. O nosso acervo conta os principais fenômenos científicos sobre ciência e tecnologia, mas de um jeito bem diferente, muito interativo e dinâmico. Pensando nisso, nós selecionamos 5 atrações indispensáveis para você interagir no museu e descobrir como aprender pode ser muito divertido.
Mapeamento do Campo Elétrico

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Assim como a força da gravidade, a força elétrica atua à distância. Objetos com cargas elétricas, ou seja, corpos eletrizados, agem uns sobre os outros graças à criação de um campo elétrico.

Esse campo é constituído por linhas de forças, que podem ser mapeadas, uma a uma. Dependendo de como as cargas estão dispostas, as linhas apresentam configurações diferentes.

E é aí que está o pulo do gato. No gerador de Van de Graaf, é possível visualizar, em duas dimensões, o campo produzido por duas cargas de sinais opostos, o eletrodo positivo e o negativo.

Na demonstração do fenômeno, são usadas sementes de mostarda, que se orientam por indução e mapeiam as linhas de força do campo elétrico. Uma oportunidade incrível para você ver a transformação acontecer e entender como funciona nos objetos do cotidiano.

Prancheta Virtual 

Como são os componentes da parte interior dos geradores, transformadores e motores elétricos?

No aplicativo da prancheta virtual, você pode conhecer e descobrir cada detalhe por trás destas invenções tão importantes.

Basta tocar na peça apresentada na tela, que ela irá mostrar o design interno e os componentes de cada equipamento, como se fosse um raio-x.

Maquete

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Já pensou em ter uma visão ampla e completa de Jaraguá do Sul? Aqui no museu isso é possível com a nossa maquete.

Com uma projeção interativa de luz e som, você pode viver uma experiência única, conhecendo os principais pontos históricos, turísticos e culturais da cidade, além de ter um conhecimento macro da localização de cada fábrica da WEG.

Poço de Boas-Vindas

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Em quantas línguas você sabe dizer “Bem-vindo”? Aqui no museu, aprendemos várias.

Afinal, a WEG está presente em tantos países, que homenagear e receber bem todas as pessoas no espaço dedicado à comunidade e turistas é uma maneira de agradecer a reciprocidade.

Como nada aqui é muito óbvio, criamos uma maneira de dar boas-vindas de um jeito divertido e curioso, que só descobre quem interage com a obra.

WEG no Mundo  

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Aqui, você verá com olhos diferentes a presença mundial da WEG. Vai descobrir sobre todos os parques fabris, filiais e representações em cada continente.

É como viajar no mundo sem sair do lugar. Basta selecionar o país, que o globo se movimenta e você confere todas as curiosidades sobre a unidade. São tantas informações, que você vai se surpreender.

E aí, já sabe quando será sua visita no museu? O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 18 horas e a entrada é gratuita.

E não se esqueça de fazer uma foto e publicar nas suas redes sociais com a hashtag #MuseuWEG ;)

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Nossa história: como tudo começou?

Se um museu conta histórias sobre acontecimentos e fatos, quem é que conta a história do museu? Difícil responder, não é mesmo? É por isso que hoje, decidimos falar sobre nós mesmos, sobre a nossa história, nunca antes revelada. E você é o nosso convidado para fazer parte deste momento.

Se um museu conta histórias sobre acontecimentos e fatos, quem é que conta a história do museu? Difícil responder, não é mesmo? É por isso que hoje, decidimos falar sobre nós mesmos, sobre a nossa história, nunca antes revelada. E você é o nosso convidado para fazer parte deste momento.

A iniciativa de criar um acervo histórico surgiu em janeiro de 1982, com o diretor superintendente da Eletromotores WEG S/A, Vicente Donini durante a XVII CONWEG, convenção anual de representantes da empresa. O anúncio da criação do “Museu do Motor Elétrico”, teria como objetivo criar um registro histórico da evolução do motor elétrico.

Para compor o acervo, foi adotado como critério a antiguidade das peças, que deveriam ter acima de 40 anos. A coleta dos motores foi realizada através de cartas, com pedidos de doação a empresas brasileiras de motores e as pessoas chaves de empresas que haviam encerrado as atividades. Em 10 meses, já haviam sido coletados 20 motores.

Em paralelo, também foram realizadas pesquisas de livros e revistas com motores antigos, para contribuir com o projeto. O Parque Fabril WEG II, na área de administração das empresas, foi o local escolhido para abrigar o museu, com 210 metros quadrados de área para a exposição permanente.

A expectativa era captar 60 unidades para a inauguração oficial. A ação causou muito envolvimento dos colaboradores no período, que se engajaram com a causa, como o engenheiro e diretor técnico, Moacyr Rogério Sens:

– Pelo que sabemos, não há registro no mundo de um museu exclusivamente de máquinas elétricas girantes – disse Moacyr, na época.

Extraído Ata nº 02/82 de 25/10/1982 Acervo Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Extraído Ata nº 02/82 de 25/10/1982
Acervo Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Uma curiosidade da exposição foi a escolha dos pedestais para apoiar os motores. Todos eles eram feitos de troncos de madeiras de lei, com diversas espécies de árvores nativas, vindas de todo o país.

Entre as peças adquiridas, duas despertavam mais interesse. A primeira era um motor fabricado em 1883, pela Damoulin Froment, de Paris. A segunda e tão importante quanto, foi o primeiro motor elétrico fabricado pela WEG, em 1961.

De acordo com Rudi Zerbien, que participou da criação do Museu do Motor Elétrico, o processo de resgate dos motores antigos e a criação do museu foi um processo enriquecedor. Segundo ele, o projeto permitiu conhecer, a partir de um novo olhar, a história de um produto que a empresa fabricava, até então desconhecida.

A inauguração do Museu do Motor Elétrico ocorreu em 1986, no aniversário de 25 anos da WEG. A exposição ficava disponível para todos os colaboradores e visitantes da empresa.

Extraído do Notícias WEG nº 115 de Março/1988 Acervo Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Extraído do Notícias WEG nº 115 de Março/1988
Acervo Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Criação do Museu WEG

Em 2001, durante o evento de celebração aos 40 anos da empresa, foi anunciada a criação do Museu WEG. A cerimônia contou com a presença de diretores, colaboradores, autoridades do município e comunidade.

Para concretizar a ideia, foi feito um novo projeto arquitetônico, para ampliar a área de instalação do museu para 960 metros quadrados, com estrutura adaptada para com espaços interativos e de exposições.

O prédio adquirido, foi a primeira sede da WEG, em 1961, que começou com apenas seis funcionários e  abrigou a produção por cerca de quatro anos.

A inauguração do Museu WEG aconteceu em 16 de setembro de 2003. Os três primeiros visitantes de honra foram os sócios fundadores da empresa, Eggon João da Silva, Werner Ricardo Voigt, Lilian Werninghaus, esposa de Geraldo Werninghaus.

O sucesso do museu foi imediato.  Com apenas um mês de funcionamento, mais de 4 mil visitantes passaram por lá, entre colaboradores, comunidade e turistas.

Extraído do Notícias WEG Colaborador nº 187 de Outubro/2003 Acervo Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Extraído do Notícias WEG Colaborador nº 187 de Outubro/2003
Acervo Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Mais mudanças

De 1986 para cá, muita coisa mudou. Inclusive o Museu WEG. Em 2013, ano em que completou 10 anos, houve a necessidade de uma reformulação.

O acervo e as atrações foram renovados e o nome também mudou. Passou a se chamar Museu WEG de Ciência e Tecnologia e contou com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, um passo muito importante para o reconhecimento cultural.

Hoje, além de conhecer os conceitos básicos de física, essenciais para a compreensão da elétrica e do magnetismo, o visitante pode interagir com as atrações e descobrir na prática, a aplicação no cotidiano, além de conhecer a história da WEG e o impacto para a cidade de Jaraguá do Sul.

Agora que você já sabe como tudo começou, aproveite para visitar o Museu WEG de Ciência e Tecnologia e ver de perto e vivenciar cada detalhe dessa história.

 

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Novas ações educativas no museu

Para continuar estimulando o conhecimento em torno de ciência e tecnologia, o Museu WEG ampliou o seu programa educacional com duas novas ações educativas.

Para continuar estimulando o conhecimento em torno de ciência e tecnologia, o Museu WEG ampliou o seu programa educacional com duas novas ações educativas, “Também sou cientista” e “Gerando e transformando energia”, direcionadas para alunos do 6º ao 9º do Ensino Fundamental e Médio. Ao todo, são sete opções de ações educativas para professores e alunos participarem.

Cada ação educativa é composta por uma temática, com conteúdo e ações específicas sobre o tema. Com uma dinâmica divertida, os alunos aprendem conceitos técnicos e práticos sobre ciência, integrando o assunto abordado na sala de aula.

Novidades

O programa “Também sou cientista” permite que os estudantes conheçam as histórias e descobertas dos cientistas, reconstruam suas experiências e aprendam a identificar onde essas técnicas são aplicadas no dia a dia.

Com a ação “Gerando e transformando energia” os estudantes podem aprender sobre os geradores e o sistema de funcionamento e claro, as diversas maneiras que promovem a transformação e a geração de energia.

Nas duas ações educativas são aplicadas as técnicas de cognição, metacognição, cooperação, sócio-afetiva e aprendizagem para a vida. As atividades possuem duas horas de duração.

Com o programa educacional, as ações se transformam em ferramentas de comunicação próxima entre escola e Museu WEG, transformando o espaço em um sistema de educação continuada para alunos e professores.

Como participar

Todas as ações educativas são gratuitas e incluem material de atividade e monitoria da equipe do museu. Para participar, o professor deve escolher a ação educativa e agendar um horário aqui. www.museuweg.net/contato/agendamento

Ainda não conhece o Museu WEG? Faça um tour virtual e prepare uma atividade educacional com seus alunos aqui.