Categoria: Tecnologia

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A importância da ida do homem à Lua

Você já parou para pensar por que um homem resolveu conhecer a Lua e o que isso impactou na nossa…

Você já parou para pensar por que um homem resolveu conhecer a Lua e o que isso impactou na nossa vida? Quase 50 anos depois dessa proeza, nós resolvemos descobrir quais as mudanças que a viagem do Apollo 11 provocou na história.

Há quem diga que tudo não passou de uma grande produção hollywoodiana para assustar a União Soviética e impressionar o resto do planeta. Afinal, esse foi um feito acima de qualquer expectativa ou realidade da época.

Claro que a Guerra Fria foi um grande incentivador para que essa viagem acontecesse. Era necessário para os Estados Unidos, mostrar também a sua potência e sua capacidade de explorar o espaço, após o aparecimento do satélite russo Sputnik.

Tanto que hoje, as buscas e pesquisas são feitas por robôs, pois os gastos e risco de vida são altíssimos. Mas sendo política ou científica a motivação dos norte-americanos, fato é que no dia 20 de julho de 1969, a Lua recebeu seu primeiro terráqueo, e hoje usufruímos dos resultados desse grande evento histórico da NASA.

Frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, fraldas descartáveis, velcro, micro-ondas… São tantos elementos que hoje fazem parte de nosso dia a dia por causa da aventura lunar de Armstrong e sua turma.

Incrível, né?

Os aparelhos sem fio existem devido ao aparelho que Neil usou para perfurar pedras lunares em 1969. E a medição das ondas de calor dos planetas e estrelas contribuíram para que nossos termômetros tivessem sensores infravermelhos.
A saúde dos astronautas naquela época era controlada por meio de monitores cardíacos – hoje vistos em hospitais. E as lentes de contato, por exemplo, foram criadas para proteger os aventureiros da luz ultravioleta.

O teflon, que hoje utilizamos para não deixar a omelete grudar, primeiramente serviu para proteger foguetes e os alimentos desidratados por causa da gravidade.

Viu quanta coisa foi criada a partir dessa viagem? E aí, tem alguma outra curiosidade? Conta pra gente!

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Brasil constrói um dos mais sofisticados aceleradores Síncrotron do planeta

O avanço da tecnologia depende do desenvolvimento de ferramentas cada vez melhores para enxergarmos aquilo que os nossos olhos não…

O avanço da tecnologia depende do desenvolvimento de ferramentas cada vez melhores para enxergarmos aquilo que os nossos olhos não veem. Cada vez que damos um passo em direção a ferramentas melhores, a ciência ganha novas informações e descobre novos detalhes sobre a composição dos seres e das coisas, em nível atômico.

Primeiro os cientistas criaram o microscópio, depois o microscópio com duas lentes, na sequência o microscópio eletrônico. E o grande salto nessa evolução foi a criação da Luz Síncrotron, que permite identificar os átomos e as moléculas que compõem cada material. Revolução no mundo da ciência.

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Em um acelerador de partículas, quando elétrons são acelerados até velocidades próximas a da luz e têm a sua trajetória desviada por um campo magnético, eles emitem uma luz com alto brilho que penetra a matéria e revela a estrutura atômica de materiais. Essa é a Luz Síncrotron.

Para você entender melhor, o Engenheiro Eletricista da WEG, com Especialização em Máquinas Elétricas Girantes e Gestão de Projetos, Eduardo Constantino Ramos, fez uma comparação bem simples: uma lanterna X um laser point. A diferença é que na lanterna a divergência da luz é maior, distribuindo a luz em mais direções, mas com alcance relativamente pequeno. Já um laser point, a luz é concentrada em uma única direção, permitindo maior alcance, mesmo que possua uma potência mais baixa que a lanterna.

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Luz Síncrotron no Brasil

Atualmente, há um acelerador de elétrons que funciona como fonte de luz síncrotron instalada no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), vinculado ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em Campinas/SP. Essa fonte é considerada de segunda geração, mas é a única fonte de Luz Síncrotron aberta ao uso da comunidade acadêmica e industrial na América Latina.

Entenda melhor nesse episódio do programa Brasil Ciência  na Discovery Brasil

Conheça o LNLS

Nos últimos 20 anos, esse acelerador de partículas do LNLS já serviu como base para milhares de pesquisas. Mas, é necessária uma luz mais brilhante para estudos avançados em áreas como medicina, biologia, química, física e ciências de materiais.

Nesse sentido, de olhar para o futuro da ciência e ampliar os estudo e conhecimento sobre átomos e moléculas é que foi criado o projeto Sirius, que será uma das mais sofisticadas fontes de luz síncrotron do planeta.

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Obra do Projeto Sirius em andamento

Projeto Sirius

O Sirius, que tem previsão para ser inaugurado ainda em 2018, será um superlaboratório de 68 mil m² em um terreno de 150 mil m² junto ao campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). A área total equivale a 21 campos de futebol.

A ideia é criar uma fonte de luz síncrotron de quarta geração, colocando o Brasil na liderança mundial de produção deste tipo de radiação eletromagnética. Esse novo laboratório abrirá novas perspectivas de pesquisa em áreas como ciência dos materiais, nanotecnologia, biotecnologia, física, ciências ambientais e muitas outras.

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Simulação do túnel dos aceleradores com os imãs em azul, verde e amarelo.

 

O projeto ganhou o nome de Sirius em referência à estrela de maior brilho no céu durante à noite, localizada na constelação do Cão Maior. A designação do nome Sirius em referência à estrela é justificada porque o Sirius foi concebido para entregar a luz sincrotron mais brilhante entre os aceleradores existentes ao redor do planeta na mesma classe de energia, podendo suportar até 40 pesquisas simultâneas.

Segundo Eduardo Ramos, foi adotado como premissa pelo LNLS, entidade responsável pela coordenação deste projeto, a preferência pelo desenvolvimento das demandas com indústrias nacionais, através de parcerias de cooperação para desenvolvimento tecnológico. Com a WEG, a parceria iniciada em 2012 foi uma das primeiras e mais importantes para a construção do Sirius.

WEG na Ciência

Para criar o campo magnético que guia a trajetória dos elétrons, os aceleradores de partículas precisam de eletroímãs (dipolos, quadrupolos, sextupolos e corretoras). Esses eletroímãs são de certa forma o coração do acelerador e têm que ser fabricados em uma qualidade extrema, senão, o acelerador não atinge a performance esperada.

Desde 2013, a WEG participara do desenvolvimento e vem produzindo esse componente fundamental para o Sirius.

Veja um carregamento de ímãs sendo entregue no LNLS

O Engenheiro Eletricista Eduardo Ramos explicou que existem outros aceleradores de partículas no mundo, e cada um possui um design e quantidade de eletroímãs específico, de acordo com a ótica projetada e/ou experimentos planejados. Por isso, os eletroímãs do Sirius foram desenvolvidos pelo LNLS em parceria com a WEG especialmente para a ótica do Sirius e com as melhores características magnéticas já desenvolvidos ao redor do mundo.

Ou seja, a WEG surpreende mais uma vez! Encarou o desafio de produzir eletroímãs para um acelerador de partículas, mesmo não fazendo parte do escopo de produtos da empresa. Novamente os profissionais da WEG mostram sua competência e capacidade de ampliar horizontes.

Viva a Ciência e Tecnologia!

 

Texto validado pelo LNLS – Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e CNPEM – Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais

CentroWEG completa 50 anos

Centro de Treinamento da WEG já capacitou mais de 3.600 alunos

No intuito de formar mão de obra qualificada para atender as demandas de crescimento da empresa, em abril de 1968 foi criado o Centro de Treinamento WEG (CentroWEG), localizado dentro do parque fabril da WEG em Jaraguá do Sul (SC). Em 2018 a iniciativa completa 50 anos tendo capacitado mais de 3.600 alunos. Atualmente são 264 jovens que estudam no CentroWEG e estão em formação profissional, com faixa etária entre 16 e 18 anos, distribuídos em oito cursos de aprendizagem que englobam as áreas de mecânica, eletricidade, eletrônica, química e informática.

Para estudar os alunos recebem um salário de aprendiz e são registrados como colaboradores WEG, assim possuem todos os benefícios oferecidos pela empresa, incluindo a Participação nos Lucros. O curso é totalmente gratuito e os alunos ainda recebem todo o material didático necessário para as aulas teóricas e práticas. O certificado do curso de aprendizagem é emitido pelo SENAI SC e tem validade em todo o Brasil.

A estrutura do CentroWEG possui cerca de 2.550m², tendo 21 laboratórios, cinco salas de aula e 13 instrutores dedicados em tempo integral exclusivamente para capacitar os jovens aprendizes. Ao todo são oito cursos: usinagem, montagem eletromecânica, eletrônica, eletrotécnica, mecânica de manutenção, mecânica de ferramentaria, química e programação de sistema de informação. “Percebo que o principal motivador é a qualidade da formação e oportunidade de então continuarem na WEG, sendo efetivados em diversas áreas que demandam conhecimento técnico”, completa Hilton Faria, Diretor de RH e Relações Institucionais.

O processo seletivo ocorre todos os anos e é sempre muito concorrido, por exemplo, em 2017 houveram 1620 inscritos para 144. Há pré-requisitos relacionados a idade e a escolaridade. Primeiramente, os candidatos acompanham uma palestra para conhecer melhor os cursos e em seguida participam de testes de raciocínio e matemática. Os candidatos melhores classificados neste primeiro teste participam de uma semana de ambientação, onde fazem provas teóricas e práticas específicas do curso. Os candidatos ainda passam por entrevista com psicólogo e exames médicos. Os aprovados são divulgados no site da WEG e começam a estudar no ano seguinte.

Destaque Internacional
Em 2017, prestes a completar 50 anos, o CentroWEG foi destaque em jornal britânico, o The Economist, como um exemplo mundial em educação técnica para o mercado de trabalho em uma reportagem que abordava iniciativas que contribuem para a redução da desigualdade por meio da capacitação de jovens.

Inspiração
A iniciativa de criação de uma escola dentro das instalações da empresa partiu dos três fundadores após uma viagem de negócios à Alemanha em 1968, onde constataram durante visitas às fábricas, que as mesmas ofereciam cursos profissionalizantes para jovens. Na época Jaraguá do Sul ainda era uma pequena cidade no norte de Santa Catarina, pouco industrializada e onde a maioria das pessoas viviam basicamente da agricultura e não se dispunha de operários com conhecimento para atuar na indústria.

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Por que é importante compreender a automação

Bastante difundida atualmente, automação é uma palavra que lembra automático e realmente as duas têm relação. Também é comum ouvir…

Bastante difundida atualmente, automação é uma palavra que lembra automático e realmente as duas têm relação. Também é comum ouvir falar em automatização, mas elas não se referem exatamente a mesma coisa, portanto, não são sinônimos. E por que é importante entender a automação?

A automação é uma parte essencial da Indústria 4.0. Um conceito emergente nos últimos anos e que promete revolucionar os processos produtivos, a forma como vivemos e trabalhamos a partir de redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas. Não é à toa que a Indústria 4.0 já é considerada a Quarta Revolução Industrial.

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Então o que é automação?
A palavra vem do grego autómatos, que significa mover-se por si ou que se move sozinho. Portanto, sua origem já revela sua própria definição, como sistema que emprega processos automáticos para comandar e controlar seu próprio funcionamento.

A automação foi determinante para a indústria a partir da segunda metade do século XX, quando surgiu. Com a informática e a evolução da eletrônica, a automação representou a modernização dos processos industriais, que passaram inclusive a empregar a robótica, substituindo o trabalho humano na produção de bens e mercadorias.

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A evolução no desempenho dos processos também refletiu o desenvolvimento da microeletrônica, aliado à informática.

Os equipamentos perderam tamanho, ganharam velocidade e eficiência, passando a executar tarefas antes feitas manualmente a partir de novos sistemas eletrônicos. Alguns merecem destaque:

– servomotores para sequências de manobras repetitivas de precisão;
– capacitores com controles eletrônicos para correção de fator de potência dos motores;
– inversores de frequência para variar a velocidade;
– sistemas de acionamento eletrônico que permitem partir, parar e proteger os motores;
– inversores regenerativos que recuperam parte da energia despendida na frenagem de elevadores e veículos híbridos.

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A automação, portanto, intensificou ainda mais o conceito de linha de produção idealizado por Henry Ford, com a aplicação de técnicas computadorizadas e mecânicas para controlar e otimizar a produção. E agora, promete consolidar o avanço tecnológico com a Indústria 4.0.

Indústria 4.0: as fábricas inteligentes que vão dominar o mundo

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade,…

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade, que transformaram drasticamente a forma de viver a partir de um novo modelo produtivo, a chamada Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente promete mudar fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

E essa revolução já está em curso, em países como Alemanha e nos Estados Unidos, onde o conceito foi definido pela primeira vez. Ela é marcada, sobretudo, pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Em outras palavras, os processos industriais integram o mundo virtual e o mundo real, em que máquinas, produtos e componentes compartilham e processam informações de forma inteligente via internet, big data e computação cognitiva.

Segundo o professor de Inovação e Competitividade e coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda, a inteligência descentralizada permite criar um networking de ‘coisas e máquinas inteligentes’, fazendo o gerenciamento de processos de forma independente.

A automatização acontece através de sistemas ciberfísicos, possíveis graças à internet das coisas e à computação na nuvem. Isso permitirá, por exemplo, que máquinas como robôs ‘conversem’ entre si sem estarem em um mesmo espaço físico e tomem decisões descentralizadas, de forma autônoma. São redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas.

O resultado?
A quarta revolução tem o potencial de elevar os níveis globais de rendimento e melhorar a qualidade de vida de populações inteiras, preveem especialistas. Com uma cadeia produtiva totalmente conectada, os processos podem ser adaptados as necessidades de produção, os recursos passam a ser usados com maior eficiência e os produtos são customizados de acordo com a necessidade do cliente.

“De fato, há um novo horizonte para empresas inovadoras, sejam elas maduras ou nascentes”, prevê o professor Arruda.

Vocabulário inteligente
Aprenda o significado de algumas das expressões relacionadas à Indústria 4.0.

Sistema Ciber-Físico (CPS): refere-se a uma nova geração de sistemas com integração de realidades virtuais e reais.
Internet das Coisas (IoT): base de comunicação entre mundo real e virtual. São objetos conectados à internet com tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados.
Big Data: análise de volumes massivos de dados, estruturados e não estruturados.
Nanotecnologia: estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, com objetivo de construir novas estruturas e materiais a partir dos átomos.
Biologia sintética: na engenharia genética, concentra-se em extrair peças intercambiáveis entre os sistemas vivos para criar unidades e dispositivos que podem ou não ser análogas com sistemas biológicos existentes.

As revoluções industriais anteriores

  • 1ª Revolução Industrial – Fim do séc. XVIII
    Produção deixou de ser artesanal e se agrupou em fábricas a partir, entre outras coisas, do uso da água e do vapor.

  • 2ª Revolução Industrial – Fim do séc. XIX
    A energia elétrica, a divisão do trabalho e a produção em massa marcaram essa fase, que impulsou o crescimento da economia capitalista moderna.

  • 3ª Revolução Industrial – 1968
    A criação dos primeiros Controladores Lógicos Programáveis trouxe a automatização para a indústria e o controle por sistemas centrais de informação.

Fonte: WEG em Revista

Museu WEG de Ciência e Tecnologia oferece Programa de Capacitação para professores

Programa voltado para professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e particulares.

O Museu WEG sempre realizou visitas guiadas para grupos, sendo em sua maioria grupos escolares. Desde sua reinauguração em 2014, passou a desenvolver e aplicar ações educativas voltadas para as escolas, com temáticas, programações e conteúdos específicos, a fim de dinamizar o processo de comunicação dos espaços do museu, tornando estas ações em ferramentas educacionais, melhorando o diálogo entre museu x escola.

O Programa de Capacitação para Professores vem ao encontro deste processo, onde oportuniza o professor a conhecer as ações desenvolvidas no museu e os potenciais para tornar este momento uma extensão da sala de aula, do mesmo modo que o engaja para que dê continuidade da temática trabalhada em sala de aula e o responsabiliza em orientar o aluno para que ele, de uma maneira mais autônoma, construa a sua experiência e o seu conhecimento durante a visita.

Para participar da programação o Museu convida os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e das escolas particulares de toda a microrregião.

As inscrições vão do dia 19.03 até o dia 30.03.

A capacitação será dividida por 7 módulos, sendo que um independe do outro (o professor poderá escolher qual módulo quer participar, sem restrição de participação).

Módulos:                                                                                                 Data

Módulo 1: Minha Cidade Sustentável                                                 02/04/2018

Módulo 2: Fenômenos Eletromagnéticos                                          05/04/2018

Módulo 3: A Evolução das Máquinas e a Revolução Industrial      06/04/2018

Módulo 4: Montando um Motor Elétrico Didático                             09/04/2018

Módulo 5: Histórias e Culturas de Jaraguá do Sul                            11/04/2018

Módulo 6: Gerando e Transformando Energia                                   13/04/2018

Módulo 7: Também sou Cientista                                                        16/04/2018

 

Metodologia:

– Nome: Programa de Capacitação para Professores

– Data: 02 a 16/abril

– Horários: 14h às 17h ou 18h30 às 21h30

– Duração: 3 horas (haverá entrega de certificado de participação)

– Local do curso: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

– Período para inscrições: 19 a 30/03

– Inscrições: inscrições encerradas

Mais informações pelo telefone 3276-4551 ou museu@weg.net

3 coisas comuns hoje que eram high-tech há 100 anos ou menos

O século XX foi marcado por inúmeros avanços tecnológicos, criando facilidades na vida moderna, da rotina doméstica ao ambiente industrial….

O século XX foi marcado por inúmeros avanços tecnológicos, criando facilidades na vida moderna, da rotina doméstica ao ambiente industrial. O curioso é que muitos desses avanços considerados high tech à época são hoje objetos comuns.
Isso é resultado da própria tecnologia, que se desenvolve em um ritmo muito acelerado. Assim, um produto high tech pode, rapidamente, transformar-se em algo de baixa tecnologia ou obsoleto.

De toda forma, os high tech de ontem não perderam sua utilidade. Pelo contrário, continuam firmes e fortes cumprindo seus propósitos no meio de nós.

1. Geladeiras domésticas (1911)

Parece loucura pensar que a humanidade viveu até pouco mais de 100 anos – portanto quase toda a sua história – sem geladeira. Seu surgimento provocou uma verdadeira revolução, na medicina, na indústria e, por fim, no cotidiano das pessoas.

A primeira geladeira elétrica surgiu em 1911. A Domelre (Domestic Electric Refrigerator) foi uma invenção da General Eletric, que depois passou a ser chamada de Kelvinator. Assim como a maioria das geladeiras modernas, ela era arrefecida por uma bomba de calor de duas fases.

Vale dizer que tudo começou com o londrino Michael Faraday, no começo de 1800, e seus estudos sobre a liquefação da amônia. Ele descobriu que bombas mecânicas poderiam transformar o gás em um líquido e depois ser evaporada para causar resfriamento, levando a refrigeração comercial.

2. Linha de produção de automóveis (1913)

Na fábrica de Highland Park (EUA), a linha de montagem começou a se mover no dia 7 de outubro de 1913 e pela, primeira vez na história, os carros passavam na frente dos operários, que ficavam parados, ao contrário do que acontecia antes.

Na tocada da Revolução Industrial, a criação da linha de montagem, concebida por Henry Ford, desenvolveu conceitos que podem ser vistos até hoje na indústria. A produção, na época, se tornou mais eficiente e permitiu uma enorme redução de preços, sonho de Ford de produzir “um carro para as massas”.

A forma de produção em série com operários e engenhos metálicos, em funções especializadas e realizadas em repetição, foi reproduzida à exaustão em diversos setores, do próprio setor automotivo até as cadeias de fast-food.

3. Os foguetes de Robert Goddard (1915)

O engenheiro e físico experimental Robert Hutchings Goddard é o inventor do foguete espacial de combustível líquido. O interesse pelos foguetões o levou a provar, em 1915, que estes aparelhos poderiam progredir no vácuo, recorrendo às leis de ação e reação.

E propôs que eles poderiam chegar à lua, como registrou na publicação “A Method of Reaching Extreme Altitudes” (Um Método para Alcançar Altitudes Extremas). Goddard lançou o primeiro foguete com combustível líquido em 16 de março de 1926. Ele utilizava uma mistura de petróleo e oxigênio líquido.

O aparelho atingiu uma altura de 12,5 metros e percorreu 56 metros durante 2,5 segundos. As contribuições de Goodard foram consideradas precursoras dos modernos mísseis bélicos e dos foguetes de lançamento de naves espaciais.

Quando morreu, Goddard tinha registrado 214 patentes.

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Programação especial de aniversário de 14 anos do Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Nós estamos de aniversário no dia 16 de setembro e vamos presentear a comunidade com uma ação especial. Vai ser…

Nós estamos de aniversário no dia 16 de setembro e vamos presentear a comunidade com uma ação especial. Vai ser compartilhado conhecimento em uma série de palestras gratuitas com o tema “Eficiência Energética na Indústria” ministradas por profissionais da WEG.

Alunos de cursos técnicos e superiores, colaboradores e demais interessados no tema estão convidados a marcar presença no evento. Basta acessar esse link (inscrições encerradas) e confirmar a sua presença. O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas.

Um dos palestrantes, o engenheiro eletricista Ademir Roberto Krause, contou que “A palestra em eficiência energética vai muito além de uma palestra. Eu considero como algo real, palpável e que tem condição de mostrar os benefícios que a aplicação deste tema traz para a vida.” Isso porque, a eficiência energética:

Na indústria, impacta na manutenção dos lucros e no repasse dos custos aos produtos vendidos;
Na natureza, significa ser sustentável, fazer mais com menos recurso e minimizando as necessidades de construção de novas fontes geradoras;
Na sociedade, significa ter um ambiente preservado e garante um futuro das próximas gerações.

Em 2016, o nosso aniversário foi um sucesso, com palestras sobre “Energia Solar Fotovoltaica: soluções para o alto consumo”. Neste ano, queremos novamente impactar o público com informações relevantes para a indústria e sociedade.

Participe!

Serviço – Semana de Aniversário Museu WEG de Ciência e Tecnologia
Tema da palestra: Eficiência Energética na Indústria
Datas e horários:

12/09 – 15h
13/09 – 10h e 19h
14/09 – 15h e 19h
15/09 – 10h
Local: Museu WEG de Ciência e Tecnologia – Espaço de eventos
Inscrições: Inscrições encerradas!
Quanto: Entrada gratuita
Confirmação da participação: Será enviado um e-mail confirmando a inscrição.
Informações: (47) 3276 4550 / museuweg.net

5 atrações indispensáveis para você interagir no museu

Se você ainda não conhece o Museu WEG de Ciência e Tecnologia, nós preparamos bons motivos para conhecer. O nosso…

Se você ainda não conhece o Museu WEG de Ciência e Tecnologia, nós preparamos bons motivos para conhecer. O nosso acervo conta os principais fenômenos científicos sobre ciência e tecnologia, mas de um jeito bem diferente, muito interativo e dinâmico. Pensando nisso, nós selecionamos 5 atrações indispensáveis para você interagir no museu e descobrir como aprender pode ser muito divertido.
Mapeamento do Campo Elétrico

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Assim como a força da gravidade, a força elétrica atua à distância. Objetos com cargas elétricas, ou seja, corpos eletrizados, agem uns sobre os outros graças à criação de um campo elétrico.

Esse campo é constituído por linhas de forças, que podem ser mapeadas, uma a uma. Dependendo de como as cargas estão dispostas, as linhas apresentam configurações diferentes.

E é aí que está o pulo do gato. No gerador de Van de Graaf, é possível visualizar, em duas dimensões, o campo produzido por duas cargas de sinais opostos, o eletrodo positivo e o negativo.

Na demonstração do fenômeno, são usadas sementes de mostarda, que se orientam por indução e mapeiam as linhas de força do campo elétrico. Uma oportunidade incrível para você ver a transformação acontecer e entender como funciona nos objetos do cotidiano.

Prancheta Virtual 

Como são os componentes da parte interior dos geradores, transformadores e motores elétricos?

No aplicativo da prancheta virtual, você pode conhecer e descobrir cada detalhe por trás destas invenções tão importantes.

Basta tocar na peça apresentada na tela, que ela irá mostrar o design interno e os componentes de cada equipamento, como se fosse um raio-x.

Maquete

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Já pensou em ter uma visão ampla e completa de Jaraguá do Sul? Aqui no museu isso é possível com a nossa maquete.

Com uma projeção interativa de luz e som, você pode viver uma experiência única, conhecendo os principais pontos históricos, turísticos e culturais da cidade, além de ter um conhecimento macro da localização de cada fábrica da WEG.

Poço de Boas-Vindas

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Em quantas línguas você sabe dizer “Bem-vindo”? Aqui no museu, aprendemos várias.

Afinal, a WEG está presente em tantos países, que homenagear e receber bem todas as pessoas no espaço dedicado à comunidade e turistas é uma maneira de agradecer a reciprocidade.

Como nada aqui é muito óbvio, criamos uma maneira de dar boas-vindas de um jeito divertido e curioso, que só descobre quem interage com a obra.

WEG no Mundo  

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Aqui, você verá com olhos diferentes a presença mundial da WEG. Vai descobrir sobre todos os parques fabris, filiais e representações em cada continente.

É como viajar no mundo sem sair do lugar. Basta selecionar o país, que o globo se movimenta e você confere todas as curiosidades sobre a unidade. São tantas informações, que você vai se surpreender.

E aí, já sabe quando será sua visita no museu? O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 18 horas e a entrada é gratuita.

E não se esqueça de fazer uma foto e publicar nas suas redes sociais com a hashtag #MuseuWEG 😉