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Charles De Coulomb e a Lei da Força Elétrica

Neste 14 de junho, é aniversário de ninguém menos que Charles-Augustin de Coulomb. Esse físico francês nasceu na França em…

Neste 14 de junho, é aniversário de ninguém menos que Charles-Augustin de Coulomb. Esse físico francês nasceu na França em 1736 e fez uma importante contribuição para o estudo das ciências exatas. Por isso, vamos contar a sua história no dia do seu aniversário.
A vida de Charles de Coulomb
Célebre pelas suas descobertas nos campos da eletricidade e do magnetismo, Charles viveu nas Índias Ocidentais como engenheiro militar ao longo de nove anos. Nos intervalos de suas atividades profissionais, dedicava-se a investigações sobre mecânica aplicada.
Quando voltou à França, se interessou por pesquisas em relação à eletricidade e ao magnetismo, principalmente por causa de um concurso feito pela Academia de Ciências da França para a fabricação de agulhas imantadas.
Após a publicação de inúmeros artigos de grande repercussão nos meios científicos, tornou-se integrante da Academia em 1781.
Contribuições para Física
Coulomb construiu uma balança de torção para medir a intensidade da força elétrica atuante sobre duas cargas elétricas colocadas a uma determinada distância uma da outra.

E através da realização dessa experiência, verificou que a lei da atração universal de Newton também se aplicava à eletricidade.
Seus estudos o levaram a “Lei de Coulomb”, assim denominada em sua homenagem, que determina a força de interação elétrica entre materiais portadores de cargas.

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A Lei de Coulomb foi enunciada como:
“A força de atração ou de repulsão entre duas cargas é diretamente proporcional ao produto do módulo das cargas elétricas e é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas”.
Analiticamente, é expressa a seguir:
F= K x (Q1xQ2)|d2
F = força de interação elétrica entre dois portadores de carga (N – newton);
Q1 e Q2 = cargas elétricas (C – coulomb);
d = distância entre as cargas elétricas (m);
K = permissividade elétrica do vácuo (k = 9,0 x 109 N.m2.C – 2).
Os resultados de suas pesquisas foram publicados entre 1785 e 1789 na Mémoires de l’Académie Royale des Sciences.

Suas contribuições para os estudos da eletricidade e do magnetismo fizeram com que estas áreas fossem consideradas parte das ciências exatas e não da filosofia, como acontecia até então.

Charles Augustin de Coulomb morreu em Paris, no dia 23 de agosto de 1806, aos 70 anos de idade.

Fonte: Só Física e Mundo Educação

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Conversando sobre Museu: projeto estadual tem encontro marcado no Museu WEG

Conversando sobre Museu: saiba mais e inscreva-se aqui!

Cada vez mais os museus revelam o desejo de procurar novos públicos e realizar a diferença na vida das pessoas. Através de interação entre profissionais, estudantes e a comunidade é possível perceber problemas e criar soluções.

É por isso que o Sistema de Museus de Santa Catarina (SEM/SC) tem ações que geram debates a respeito do cenário museológico no Estado.
A iniciativa “Conversando sobre Museu” é uma dessas ações.

Em formato de mesa redonda, os encontros são realizados em diferentes regiões de Santa Catarina, de forma gratuita. E nesta edição, o Museu WEG será palco do evento da região Norte.
Agende-se!

No dia 18 de junho, às 13h30, você está convidado a discutir sobre “Plano Museológico: desafio permanente” com convidados profissionais com conhecimento na área para falar sobre o assunto e conversar com o público presente no encontro.

O Museu WEG convida a comunidade e estudantes de história, artes, museologia e antropologia para participarem dessa discussão, que traz justamente a reflexão sobre temas de interesse do campo museológico catarinense, assim como perspectivas e concepções de trabalho para o setor.

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Sobre o SEM/SC

O Sistema Estadual de Museus (SEM/SC), vinculado à Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundação Catarinense de Cultura (DPPC/FCC), reúne e articula as instituições museológicas no Estado de Santa Catarina.

É uma rede organizada, baseada na adesão voluntária, que visa à coordenação, articulação, mediação, qualificação, fortalecimento e à cooperação entre os museus.

Conversando sobre Museu
Dia: 18/06
Horário: 13h30 às 16h30
Tema: Plano Museológico: desafio permanente
Local: Museu WEG de Ciência e Tecnologia – Av. Getúlio Vargas, 667
Vagas limitadas, inscreva-se: https://bit.ly/2IStuuT

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William Sturgeon: o pai do eletroímã

Hoje, em 22 de maio de 1783, nascia no Reino Unido o físico Willian Sturgeon. Ele foi o responsável por…

Hoje, em 22 de maio de 1783, nascia no Reino Unido o físico Willian Sturgeon. Ele foi o responsável por uma das invenções que alterou o curso da história: o eletroímã. A partir dele, outros dispositivos centrais da tecnologia moderna puderam surgir, como o telégrafo e o motor elétrico.

A vida antes e depois da física

Willian Sturgeon nasceu em Whittington, em Lancashire, um dos condados da Inglaterra, onde foi aprendiz de sapateiro. Ele se juntou ao exército em 1802 e se dedicou ao ensino de matemática e física.

Autodidata em fenômenos elétricos e ciências naturais, passou muito tempo lecionando e conduzindo experimentos elétricos. Em 1824, tornou-se professor de Ciências e Filosofia no Royal Military College, em Addiscombe, Surrey. Foi no ano seguinte que Sturgeon apresentou seu primeiro eletroímã.

Como se deu a invenção?

Sturgeon curvou uma barra de ferro comum, criando o formato de uma ferradura. Depois, a revestiu com verniz e enrolou com fio de cobre desencapado. Quando provocou a passagem de corrente gerada por uma pilha voltaica pelo fio, a ferradura se tornou um imã capaz de sustentar o peso de quase 4 quilos, o que representava muito para a época. Surgia, assim, o eletroímã.

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Outros inventos e estudos

Em 1832 o físico também inventou o comutador, parte integrante dos motores elétricos mais modernos. Em 1836, ano em que fundou a revista mensal Annals of Electricity, Willian Sturgeon inventou o primeiro galvanômetro de bobina suspenso, um dispositivo para medir a corrente.

Ele também melhorou a bateria voltaica e trabalhou na teoria da termoeletricidade. De mais de 500 observações de pipa, estabeleceu que, em climas serenos, a atmosfera é invariavelmente carregada positivamente em relação à Terra, tornando-se mais positiva com o aumento da altitude.

Aplicações práticas

O eletroímã é, basicamente, um imã obtido por meio de corrente elétrica, portanto um imã não natural. É o que faz, por exemplo, o motor elétrico funcionar, já que sua base é composta pela repulsão entre dois ímãs, um natural e o eletroímã.

O eletroímã também é usado em campainhas, telefones, aparelhos de telégrafo, relés, alto-falantes, relógios elétricos, ventiladores, geladeiras, lavadoras, batedeiras, geradores, chaves automáticas, disjuntores. Guindastes com eletroímãs são usados para carregar e descarregar ferro, e para separar o ferro e o aço de outros materiais. O eletroímã é parte importante de uma infinidade de outros aparelhos, dispositivos e máquinas.

Conheça agora outras pesquisas e inventos que, juntos, ajudaram a dar origem ao motor elétrico.

semana nacional dos museus acontece no Museu Weg em maio

Programação especial em maio na 16ª Semana Nacional dos Museus

Entre aqui e faça a inscrição para a palestra: Os benefícios das mídias como ferramenta de marketing.

Maio é um mês particularmente especial, já que se comemora, no dia 18, o Dia Internacional dos Museus. Para registrar a data do jeito que ela merece, o Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) promove a Semana Nacional dos Museus, que este ano chega a sua 16ª edição. O Museu WEG de Ciência e Tecnologia, é claro, vai oferecer atividades especiais, na semana dos dias 15 a 20.

A proposta da semana, além de dar visibilidade aos museus – este ano serão 1.130 participantes de todo o país – é se tornar um verdadeiro instrumento de ampliação do acesso à cultura. E isso tem acontecido! Uma pesquisa feita pelo próprio Ibram mostrou que a média de visitantes nos museus participantes aumenta quase 80%.

Museus hiperconectados

Nesta edição, o tema do evento é “Museus Hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”. A intenção é que os museus se apropriem das novas tecnologias e da ampliação do acesso à informação propiciada pela internet para se (hiper) conectar aos seus antigos e novos públicos. Por isso, ressalta a importância de manter as abordagens para engajar também quem não está online, comunidades onde a conectividade ainda não está presente.

museu weg realiza semana nacional dos museus

Programação no Museu WEG

Neste viés tecnológico, o Museu WEG de Ciência e Tecnologia vai trazer uma abordagem sobre os benefícios das mídias como ferramenta de marketing. A palestra acontece no dia 17 de maio, às 19 horas, no próprio museu, com inscrições gratuitas que podem ser feitas por aqui. A apresentação ficará a cargo da Woop Comunicação, agência responsável pela comunicação do Museu WEG nas mídias sociais.

Você sabia que o Brasil é o quarto país no ranking mundial de população conectada? São 120 milhões de pessoas com acesso à internet, que estão produzindo, consumindo e compartilhando conteúdo nas mídias sociais. E dentro deste universo, elas estão, cada vez mais, falando com e sobre marcas e empresas. Por isso, o foco da palestra será explicar porque é tão importante que as organizações utilizem – de maneira adequada – as mídias sociais como um canal de diálogo com seus consumidores.

Até porque, mesmo se a sua empresa não tenha um perfil comercial on-line, é bem provável que já existem pessoas falando sobre ela em alguma mídia, seja reclamando, elogiando ou tentando tirar alguma dúvida.

Ou seja, não estar presente não significa que você possa controlar o que falam ou não da sua marca. Mas, sem dúvidas, estar lá facilita a comunicação e pode até mudar a percepção dos clientes em relação ao seu negócio.
Além disso, serão apresentados dados das principais mídias sociais, mais utilizadas pelos usuários e as vantagens para as empresas, que podem captar informações muito importantes e influentes para a gestão dos negócios.

Faça sua selfie aqui

acao faça sua selfie aqui museu weg

Aliás, com foco nas redes sociais, outra iniciativa dentro da programação será o “Faça sua selfie aqui”. Para esta ação, selecionamos seis itens que compõem o acervo o Museu WEG – dentre mais de 50 mil itens.

São peças especiais para nós que você terá a oportunidade de conhecer melhor, compreender sua finalidade e importância histórica, além de registrar e postar em seu perfil nas redes sociais. Afinal, assim como a tecnologia, a interatividade está no DNA do Museu WEG.
Então agende aí! Participe da 16ª Semana dos Museus de 15 a 20 de maio, no Museu WEG.

Serviço:

Palestra: Benefícios da mídias sociais como ferramenta de marketing

Quando: 17/05/2018

Horário: 19 horas

Onde: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

Inscrições: clique aqui

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“Família no Museu”: uma programação especial para colaboradores WEG e familiares

A WEG é como uma família, uma família bem grande. Gigante, na verdade! Pensando nisso, o Museu WEG de Ciência…

A WEG é como uma família, uma família bem grande. Gigante, na verdade! Pensando nisso, o Museu WEG de Ciência e Tecnologia criou o projeto “Família no Museu”, voltado aos colaboradores e familiares da empresa que motiva nossa existência. <3 Afinal, o Museu WEG tem como objetivo fomentar a ciência e tecnologia, em torno de uma peça essencial, que é o motor elétrico.

O projeto faz parte da programação comemorativa que o museu promove este ano para comemorar seus 15 anos. A primeira edição do “Família no Museu” acontece no próximo sábado, dia 28. E será sempre assim todos os meses: com duas horas de programação, os visitantes participarão de uma visita guiada, seguida de atividades ludo pedagógicas.

Educação, aliás, faz parte das diretrizes e objetivos do Museu que, desde 2014, desenvolve uma série de ações educativas, voltadas a estudantes e professores. “Também sou cientista”, “Minha cidade sustentável” e “Histórias e Culturas de Jaraguá” são algumas das ações disponibilizadas.

O objetivo do “Família no Museu” é permitir que os funcionários e seus familiares conheçam mais sobre a história de Jaraguá do Sul e da WEG em que atuam, apropriem-se dos conhecimentos e se reconheçam como peças fundamentais no sucesso da empresa que é uma das maiores produtoras de motores elétricos do mundo. Além, é claro, de se divertir com uma programação de lazer diferenciada.

Porque ao visitar o museu é isso que se percebe: que a participação de cada um é essencial, algo que os fundadores da WEG – Werner, Eggon e Geraldo – sempre primaram. A valorização de esforços e a diferença que só o ser humano pode fazer, com sua dedicação.

Então se você é colaborador, a partir de agora é assim. No último sábado de cada mês, traga sua família e participe do “Família no Museu”. Ah, e fique de olho nas redes sociais para confirmação das datas!

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CentroWEG completa 50 anos

Centro de Treinamento da WEG já capacitou mais de 3.600 alunos

No intuito de formar mão de obra qualificada para atender as demandas de crescimento da empresa, em abril de 1968 foi criado o Centro de Treinamento WEG (CentroWEG), localizado dentro do parque fabril da WEG em Jaraguá do Sul (SC). Em 2018 a iniciativa completa 50 anos tendo capacitado mais de 3.600 alunos. Atualmente são 264 jovens que estudam no CentroWEG e estão em formação profissional, com faixa etária entre 16 e 18 anos, distribuídos em oito cursos de aprendizagem que englobam as áreas de mecânica, eletricidade, eletrônica, química e informática.

Para estudar os alunos recebem um salário de aprendiz e são registrados como colaboradores WEG, assim possuem todos os benefícios oferecidos pela empresa, incluindo a Participação nos Lucros. O curso é totalmente gratuito e os alunos ainda recebem todo o material didático necessário para as aulas teóricas e práticas. O certificado do curso de aprendizagem é emitido pelo SENAI SC e tem validade em todo o Brasil.

A estrutura do CentroWEG possui cerca de 2.550m², tendo 21 laboratórios, cinco salas de aula e 13 instrutores dedicados em tempo integral exclusivamente para capacitar os jovens aprendizes. Ao todo são oito cursos: usinagem, montagem eletromecânica, eletrônica, eletrotécnica, mecânica de manutenção, mecânica de ferramentaria, química e programação de sistema de informação. “Percebo que o principal motivador é a qualidade da formação e oportunidade de então continuarem na WEG, sendo efetivados em diversas áreas que demandam conhecimento técnico”, completa Hilton Faria, Diretor de RH e Relações Institucionais.

O processo seletivo ocorre todos os anos e é sempre muito concorrido, por exemplo, em 2017 houveram 1620 inscritos para 144. Há pré-requisitos relacionados a idade e a escolaridade. Primeiramente, os candidatos acompanham uma palestra para conhecer melhor os cursos e em seguida participam de testes de raciocínio e matemática. Os candidatos melhores classificados neste primeiro teste participam de uma semana de ambientação, onde fazem provas teóricas e práticas específicas do curso. Os candidatos ainda passam por entrevista com psicólogo e exames médicos. Os aprovados são divulgados no site da WEG e começam a estudar no ano seguinte.

Destaque Internacional
Em 2017, prestes a completar 50 anos, o CentroWEG foi destaque em jornal britânico, o The Economist, como um exemplo mundial em educação técnica para o mercado de trabalho em uma reportagem que abordava iniciativas que contribuem para a redução da desigualdade por meio da capacitação de jovens.

Inspiração
A iniciativa de criação de uma escola dentro das instalações da empresa partiu dos três fundadores após uma viagem de negócios à Alemanha em 1968, onde constataram durante visitas às fábricas, que as mesmas ofereciam cursos profissionalizantes para jovens. Na época Jaraguá do Sul ainda era uma pequena cidade no norte de Santa Catarina, pouco industrializada e onde a maioria das pessoas viviam basicamente da agricultura e não se dispunha de operários com conhecimento para atuar na indústria.

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Indústria 4.0: as fábricas inteligentes que vão dominar o mundo

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade,…

Você sabia que estamos vivendo a era da Quarta Revolução Industrial? Assim como as demais revoluções na história da humanidade, que transformaram drasticamente a forma de viver a partir de um novo modelo produtivo, a chamada Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente promete mudar fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

E essa revolução já está em curso, em países como Alemanha e nos Estados Unidos, onde o conceito foi definido pela primeira vez. Ela é marcada, sobretudo, pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Em outras palavras, os processos industriais integram o mundo virtual e o mundo real, em que máquinas, produtos e componentes compartilham e processam informações de forma inteligente via internet, big data e computação cognitiva.

Segundo o professor de Inovação e Competitividade e coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda, a inteligência descentralizada permite criar um networking de ‘coisas e máquinas inteligentes’, fazendo o gerenciamento de processos de forma independente.

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A automatização acontece através de sistemas ciberfísicos, possíveis graças à internet das coisas e à computação na nuvem. Isso permitirá, por exemplo, que máquinas como robôs ‘conversem’ entre si sem estarem em um mesmo espaço físico e tomem decisões descentralizadas, de forma autônoma. São redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas.

O resultado?
A quarta revolução tem o potencial de elevar os níveis globais de rendimento e melhorar a qualidade de vida de populações inteiras, preveem especialistas. Com uma cadeia produtiva totalmente conectada, os processos podem ser adaptados as necessidades de produção, os recursos passam a ser usados com maior eficiência e os produtos são customizados de acordo com a necessidade do cliente.

“De fato, há um novo horizonte para empresas inovadoras, sejam elas maduras ou nascentes”, prevê o professor Arruda.

Vocabulário inteligente
Aprenda o significado de algumas das expressões relacionadas à Indústria 4.0.

Sistema Ciber-Físico (CPS): refere-se a uma nova geração de sistemas com integração de realidades virtuais e reais.
Internet das Coisas (IoT): base de comunicação entre mundo real e virtual. São objetos conectados à internet com tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados.
Big Data: análise de volumes massivos de dados, estruturados e não estruturados.
Nanotecnologia: estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, com objetivo de construir novas estruturas e materiais a partir dos átomos.
Biologia sintética: na engenharia genética, concentra-se em extrair peças intercambiáveis entre os sistemas vivos para criar unidades e dispositivos que podem ou não ser análogas com sistemas biológicos existentes.

As revoluções industriais anteriores

  • 1ª Revolução Industrial – Fim do séc. XVIII
    Produção deixou de ser artesanal e se agrupou em fábricas a partir, entre outras coisas, do uso da água e do vapor.

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  • 2ª Revolução Industrial – Fim do séc. XIX
    A energia elétrica, a divisão do trabalho e a produção em massa marcaram essa fase, que impulsou o crescimento da economia capitalista moderna.

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  • 3ª Revolução Industrial – 1968
    A criação dos primeiros Controladores Lógicos Programáveis trouxe a automatização para a indústria e o controle por sistemas centrais de informação.

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Fonte: WEG em Revista

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O que faz do Museu WEG um dos 5 mais acessíveis do Brasil

Fazer valer o direito constitucional de ir e vir, através de espaços mais inclusivos e acessíveis, é o ideal que…

Fazer valer o direito constitucional de ir e vir, através de espaços mais inclusivos e acessíveis, é o ideal que organizações públicas e privadas, em menor ou maior grau, vem perseguindo. O Museu WEG de Ciência e Tecnologia faz parte desse movimento e está entre os cinco museus com mais acessibilidade no Brasil.

E o que isso significa?
Segundo o decreto-lei 5296, que normatiza a questão no Brasil, acessibilidade é a “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Assim, a acessibilidade é uma forma de resguardar o direito a toda a pessoa, independentemente de sua condição, para que ela possa ingressar e transitar em diferentes lugares, além de ter acesso à informação disponível em variados meios.

Com uma proposta tecnológica e interativa, o Museu WEG possui uma estrutura preparada para receber quem desejar conhecer e, principalmente, apropriar-se do conhecimento nele disponível com autonomia. Além do suporte físico, conta com uma equipe treinada para receber visitantes com necessidades especiais.

Conheça os recursos e equipamentos acessíveis:

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O que é um gerador elétrico?

Gerador elétrico (Alternadores, Turbo e Hidrogeradores) é uma das máquinas elétricas mais utilizada para conversão de energia mecânica – na…

Gerador elétrico (Alternadores, Turbo e Hidrogeradores) é uma das máquinas elétricas mais utilizada para conversão de energia mecânica – na forma de torque – em energia elétrica. Para essa função também são utilizados, mas em menor escala, o gerador de corrente contínua, o gerador assíncrono e o alternador de ímãs permanentes.

Os aspectos construtivos dos alternadores sofrem variações dependendo da escolha da máquina acionante, ou máquina primária.

Aplicações do gerador elétrico

Para aplicação em turbinas hidráulicas, de geração de energia em hidroelétricas, se dará atenção ao sistema de excitação de rápida resposta e às fixações dos polos do rotor, que precisam ser resistentes à velocidade de disparo dessas turbinas.

Para aplicação em turbinas à gas e à vapor se deposita atenção aos mancais e seus sistemas de lubrificação, bem como aos sistemas de refrigeração dedicados. Para aplicação em motores à combustão, seja do Ciclo Otto ou Diesel, se dá atenção à suportabilidade do alternador a níveis de vibração severos.

Listadas as características associadas à cada máquina primária, os conceitos eletromagnéticos e mecânicos para projeto, fabricação e controle de qualidade dos alternadores são comuns a todas as aplicações.

Alternadores

Os alternadores são utilizados para fornecimento de energia ao Sistema Elétrico Interligado, através das hidroelétricas e termelétricas, para geração em regime de emergência.

Por exemplo, em casos de falta de energia da concessionária, geradores a diesel, gás ou etanol podem ser montados em grupos ou em sistemas remotos isolados, como grupos geradores em regiões não cobertas pelo Sistema Elétrico Interligado ou em micro e pequenas centrais elétricas.

Em menores quantidades os alternadores são utilizados para tração híbrida, nobreaks rotativos e em conversores rotativos de frequência.

Geradores elétricos (Alternadores, Turbo e Hidrogeradores)

Em termos construtivos, um gerador basicamente contém:

– Estator (Armadura) que, através de seus terminais fornece energia para carga ou rede;
– Rotor (Campo ou Induzido) que normalmente é formado por eletroímãs, mas pode ser fabricado com ímãs permanentes. Nos dois casos há o agrupamento de pares de polos, sempre se intercalando um polo de polaridade Norte com um de polaridade Sul;

Nos casos em que o rotor é formado por eletroímãs, a energia que chega a esse rotor pode ser conduzida por anéis e escovas, ou pode ser fornecida por uma segunda máquina elétrica chamada Excitatriz Principal ou Excitatriz Rotativa.

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Como surgiu o gerador elétrico?

Em 1820, o Dinamarquês Hans Christian Oersted identificou, durante suas aulas, que ao circular corrente elétrica em um fio condutor, esta corrente gerava um campo magnético ao redor deste mesmo condutor, e essa constatação permitiu que outros cientistas pudessem buscar criar movimento usando eletricidade.

Em 1831, Michael Faraday descobriu que se a posição entre ímãs e condutor (ou superfície condutora) sofresse diferença durante o passar do tempo era gerada Energia Elétrica (Potencial Elétrico). E contruiu o primeiro Gerador Elétrico Experimental.

Essa foi a demonstração do primeiro gerador que transforma a energia mecânica em energia elétrica. Até então, as únicas fontes de energia elétrica eram as pilhas e baterias.

Faraday criou seu próprio gerador com um disco de cobre que girava no campo magnético formado pelos polos de um ímã com formato semelhante a uma ferradura, onde, ao girar a manivela produzia uma corrente elétrica contínua.

Graças aos esforços destes cientistas, e dos que se seguiram, hoje temos acesso à energia elétrica em nossos lares com segurança, controle e qualidade. Podemos utilizar essa energia gerada pelos geradores nas nossas mais diversas necessidades, desde iluminação, ar condicionado até os diversos eletrodomésticos, portões eletrônicos e elevadores.

Quer saber mais? Venha visitar o Museu WEG, a entrada é gratuita!

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5 motivos para você visitar o Museu WEG em 2018

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia considerado pelo TripAdvisor o 2º principal ponto turístico “O que fazer: Jaraguá do Sul,…

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia considerado pelo TripAdvisor o 2º principal ponto turístico “O que fazer: Jaraguá do Sul, SC”. Aberto de terça a domingo, das 10 horas às 18 horas. Aqui você encontra um museu diferente, um campo aberto e amplo para o conhecimento, tudo de forma divertida, interativa e ainda por cima sem precisar pagar por isso.

As visitas também podem ser agendadas para grupos e escolas. E se você quer ter ainda mais razões, elegemos aqui 5 motivos especiais para incluir definitivamente a visita ao museu na sua agenda este ano.

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Transitar pela história
Visitar o Museu WEG é fazer um verdadeiro passeio pela história da energia elétrica no Brasil e no mundo. Fundada em 1961, a empresa WEG faz parte dessa história, já que tem a eletricidade como base de todos os processos e soluções da companhia, uma das líderes mundiais na fabricação de motores, geradores e transformadores.

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Descobrir o novo
Assim como o exercício de voltar ao passado, o Museu WEG também permite descobrir o novo, seja através de invenções e registros até então não conhecidos para quem o visita pela primeira vez, seja pela sua proposta altamente tecnológica e interativa.

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Aprender outras línguas
Em todos os ambientes há QR Codes que ao acessar você lê o texto traduzido para o inglês. E em outro ambientes, um áudio faz a tradução para o inglês. Além de comunicar o que está disposto, a narrativa traz informações sobre o funcionamento dos objetos e as possibilidades de interação.

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Ter um dia de cientista
Além dos conceitos básicos de física, no Museu você pode conhecer os processos geradores de energia, suas aplicações no cotidiano e aprender como se constrói um motor elétrico, para entender sobre o seu funcionamento e os fenômenos físicos envolvendo a corrente elétrica.

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Aumentar o número de neurônios
Expandir o conhecimento é sempre uma forma de fazer o cérebro trabalhar. Afinal, são 100 bilhões de células, os neurônios, ávidos por fazer as sinapses, ou seja, transmitir as informações.

Com tantos motivos para visitar o museu, que tal então se programar? Espalhe esse conteúdo entre seus amigos e parentes e …. seja muito bem-vindo!