Categoria: Museu WEG

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“Família no Museu”: uma programação especial para colaboradores WEG e familiares

A WEG é como uma família, uma família bem grande. Gigante, na verdade! Pensando nisso, o Museu WEG de Ciência…

A WEG é como uma família, uma família bem grande. Gigante, na verdade! Pensando nisso, o Museu WEG de Ciência e Tecnologia criou o projeto “Família no Museu”, voltado aos colaboradores e familiares da empresa que motiva nossa existência. <3 Afinal, o Museu WEG tem como objetivo fomentar a ciência e tecnologia, em torno de uma peça essencial, que é o motor elétrico.

O projeto faz parte da programação comemorativa que o museu promove este ano para comemorar seus 15 anos. A primeira edição do “Família no Museu” acontece no próximo sábado, dia 28. E será sempre assim todos os meses: com duas horas de programação, os visitantes participarão de uma visita guiada, seguida de atividades ludo pedagógicas.

Educação, aliás, faz parte das diretrizes e objetivos do Museu que, desde 2014, desenvolve uma série de ações educativas, voltadas a estudantes e professores. “Também sou cientista”, “Minha cidade sustentável” e “Histórias e Culturas de Jaraguá” são algumas das ações disponibilizadas.

O objetivo do “Família no Museu” é permitir que os funcionários e seus familiares conheçam mais sobre a história de Jaraguá do Sul e da WEG em que atuam, apropriem-se dos conhecimentos e se reconheçam como peças fundamentais no sucesso da empresa que é uma das maiores produtoras de motores elétricos do mundo. Além, é claro, de se divertir com uma programação de lazer diferenciada.

Porque ao visitar o museu é isso que se percebe: que a participação de cada um é essencial, algo que os fundadores da WEG – Werner, Eggon e Geraldo – sempre primaram. A valorização de esforços e a diferença que só o ser humano pode fazer, com sua dedicação.

Então se você é colaborador, a partir de agora é assim. No último sábado de cada mês, traga sua família e participe do “Família no Museu”. Ah, e fique de olho nas redes sociais para confirmação das datas!

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CentroWEG completa 50 anos

Centro de Treinamento da WEG já capacitou mais de 3.600 alunos

No intuito de formar mão de obra qualificada para atender as demandas de crescimento da empresa, em abril de 1968 foi criado o Centro de Treinamento WEG (CentroWEG), localizado dentro do parque fabril da WEG em Jaraguá do Sul (SC). Em 2018 a iniciativa completa 50 anos tendo capacitado mais de 3.600 alunos. Atualmente são 264 jovens que estudam no CentroWEG e estão em formação profissional, com faixa etária entre 16 e 18 anos, distribuídos em oito cursos de aprendizagem que englobam as áreas de mecânica, eletricidade, eletrônica, química e informática.

Para estudar os alunos recebem um salário de aprendiz e são registrados como colaboradores WEG, assim possuem todos os benefícios oferecidos pela empresa, incluindo a Participação nos Lucros. O curso é totalmente gratuito e os alunos ainda recebem todo o material didático necessário para as aulas teóricas e práticas. O certificado do curso de aprendizagem é emitido pelo SENAI SC e tem validade em todo o Brasil.

A estrutura do CentroWEG possui cerca de 2.550m², tendo 21 laboratórios, cinco salas de aula e 13 instrutores dedicados em tempo integral exclusivamente para capacitar os jovens aprendizes. Ao todo são oito cursos: usinagem, montagem eletromecânica, eletrônica, eletrotécnica, mecânica de manutenção, mecânica de ferramentaria, química e programação de sistema de informação. “Percebo que o principal motivador é a qualidade da formação e oportunidade de então continuarem na WEG, sendo efetivados em diversas áreas que demandam conhecimento técnico”, completa Hilton Faria, Diretor de RH e Relações Institucionais.

O processo seletivo ocorre todos os anos e é sempre muito concorrido, por exemplo, em 2017 houveram 1620 inscritos para 144. Há pré-requisitos relacionados a idade e a escolaridade. Primeiramente, os candidatos acompanham uma palestra para conhecer melhor os cursos e em seguida participam de testes de raciocínio e matemática. Os candidatos melhores classificados neste primeiro teste participam de uma semana de ambientação, onde fazem provas teóricas e práticas específicas do curso. Os candidatos ainda passam por entrevista com psicólogo e exames médicos. Os aprovados são divulgados no site da WEG e começam a estudar no ano seguinte.

Destaque Internacional
Em 2017, prestes a completar 50 anos, o CentroWEG foi destaque em jornal britânico, o The Economist, como um exemplo mundial em educação técnica para o mercado de trabalho em uma reportagem que abordava iniciativas que contribuem para a redução da desigualdade por meio da capacitação de jovens.

Inspiração
A iniciativa de criação de uma escola dentro das instalações da empresa partiu dos três fundadores após uma viagem de negócios à Alemanha em 1968, onde constataram durante visitas às fábricas, que as mesmas ofereciam cursos profissionalizantes para jovens. Na época Jaraguá do Sul ainda era uma pequena cidade no norte de Santa Catarina, pouco industrializada e onde a maioria das pessoas viviam basicamente da agricultura e não se dispunha de operários com conhecimento para atuar na indústria.

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Por que é importante compreender a automação

Bastante difundida atualmente, automação é uma palavra que lembra automático e realmente as duas têm relação. Também é comum ouvir…

Bastante difundida atualmente, automação é uma palavra que lembra automático e realmente as duas têm relação. Também é comum ouvir falar em automatização, mas elas não se referem exatamente a mesma coisa, portanto, não são sinônimos. E por que é importante entender a automação?

A automação é uma parte essencial da Indústria 4.0. Um conceito emergente nos últimos anos e que promete revolucionar os processos produtivos, a forma como vivemos e trabalhamos a partir de redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas. Não é à toa que a Indústria 4.0 já é considerada a Quarta Revolução Industrial.

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Então o que é automação?
A palavra vem do grego autómatos, que significa mover-se por si ou que se move sozinho. Portanto, sua origem já revela sua própria definição, como sistema que emprega processos automáticos para comandar e controlar seu próprio funcionamento.

A automação foi determinante para a indústria a partir da segunda metade do século XX, quando surgiu. Com a informática e a evolução da eletrônica, a automação representou a modernização dos processos industriais, que passaram inclusive a empregar a robótica, substituindo o trabalho humano na produção de bens e mercadorias.

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A evolução no desempenho dos processos também refletiu o desenvolvimento da microeletrônica, aliado à informática.

Os equipamentos perderam tamanho, ganharam velocidade e eficiência, passando a executar tarefas antes feitas manualmente a partir de novos sistemas eletrônicos. Alguns merecem destaque:

– servomotores para sequências de manobras repetitivas de precisão;
– capacitores com controles eletrônicos para correção de fator de potência dos motores;
– inversores de frequência para variar a velocidade;
– sistemas de acionamento eletrônico que permitem partir, parar e proteger os motores;
– inversores regenerativos que recuperam parte da energia despendida na frenagem de elevadores e veículos híbridos.

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A automação, portanto, intensificou ainda mais o conceito de linha de produção idealizado por Henry Ford, com a aplicação de técnicas computadorizadas e mecânicas para controlar e otimizar a produção. E agora, promete consolidar o avanço tecnológico com a Indústria 4.0.

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Museu WEG de Ciência e Tecnologia oferece Programa de Capacitação para professores

Programa voltado para professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e particulares.

O Museu WEG sempre realizou visitas guiadas para grupos, sendo em sua maioria grupos escolares. Desde sua reinauguração em 2014, passou a desenvolver e aplicar ações educativas voltadas para as escolas, com temáticas, programações e conteúdos específicos, a fim de dinamizar o processo de comunicação dos espaços do museu, tornando estas ações em ferramentas educacionais, melhorando o diálogo entre museu x escola.

O Programa de Capacitação para Professores vem ao encontro deste processo, onde oportuniza o professor a conhecer as ações desenvolvidas no museu e os potenciais para tornar este momento uma extensão da sala de aula, do mesmo modo que o engaja para que dê continuidade da temática trabalhada em sala de aula e o responsabiliza em orientar o aluno para que ele, de uma maneira mais autônoma, construa a sua experiência e o seu conhecimento durante a visita.

Para participar da programação o Museu convida os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e das escolas particulares de toda a microrregião.

As inscrições vão do dia 19.03 até o dia 30.03.

A capacitação será dividida por 7 módulos, sendo que um independe do outro (o professor poderá escolher qual módulo quer participar, sem restrição de participação).

Módulos:                                                                                                 Data:

Módulo 1: Minha Cidade Sustentável                                                 02/04/2018

Módulo 2: Fenômenos Eletromagnéticos                                          05/04/2018

Módulo 3: A Evolução das Máquinas e a Revolução Industrial     06/04/2018

Módulo 4: Montando um Motor Elétrico Didático                            09/04/2018

Módulo 5: Histórias e Culturas de Jaraguá do Sul                           11/04/2018

Módulo 6: Gerando e Transformando Energia                                  13/04/2018

Módulo 7: Também sou Cientista                                                       16/04/2018

 

Metodologia:

- Nome: Programa de Capacitação para Professores

- Data: 02 a 16/abril

- Horários: 14h às 17h ou 18h30 às 21h30

- Duração: 3 horas (haverá entrega de certificado de participação)

- Local do curso: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

- Período para inscrições: 19 a 30/03

- Inscrições: clique aqui

Mais informações pelo telefone 3276-4551 ou museu@weg.net

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O que faz do Museu WEG um dos 5 mais acessíveis do Brasil

Fazer valer o direito constitucional de ir e vir, através de espaços mais inclusivos e acessíveis, é o ideal que…

Fazer valer o direito constitucional de ir e vir, através de espaços mais inclusivos e acessíveis, é o ideal que organizações públicas e privadas, em menor ou maior grau, vem perseguindo. O Museu WEG de Ciência e Tecnologia faz parte desse movimento e está entre os cinco museus com mais acessibilidade no Brasil.

E o que isso significa?
Segundo o decreto-lei 5296, que normatiza a questão no Brasil, acessibilidade é a “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Assim, a acessibilidade é uma forma de resguardar o direito a toda a pessoa, independentemente de sua condição, para que ela possa ingressar e transitar em diferentes lugares, além de ter acesso à informação disponível em variados meios.

Com uma proposta tecnológica e interativa, o Museu WEG possui uma estrutura preparada para receber quem desejar conhecer e, principalmente, apropriar-se do conhecimento nele disponível com autonomia. Além do suporte físico, conta com uma equipe treinada para receber visitantes com necessidades especiais.

Conheça os recursos e equipamentos acessíveis:

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Museu WEG de Ciência e Tecnologia oferece Programa de Capacitação para professores

Programa voltado para professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e particulares.

O Museu WEG sempre realizou visitas guiadas para grupos, sendo em sua maioria grupos escolares. Desde sua reinauguração em 2014, passou a desenvolver e aplicar ações educativas voltadas para as escolas, com temáticas, programações e conteúdos específicos, a fim de dinamizar o processo de comunicação dos espaços do museu, tornando estas ações em ferramentas educacionais, melhorando o diálogo entre museu x escola.

O Programa de Capacitação para Professores vem ao encontro deste processo, onde oportuniza o professor a conhecer as ações desenvolvidas no museu e os potenciais para tornar este momento uma extensão da sala de aula, do mesmo modo que o engaja para que dê continuidade da temática trabalhada em sala de aula e o responsabiliza em orientar o aluno para que ele, de uma maneira mais autônoma, construa a sua experiência e o seu conhecimento durante a visita.

Para participar da programação o Museu convida os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais e das escolas particulares de toda a microrregião.

As inscrições vão do dia 19.03 até o dia 30.03.

A capacitação será dividida por 7 módulos, sendo que um independe do outro (o professor poderá escolher qual módulo quer participar, sem restrição de participação).

Módulos:                                                                                                 Data

Módulo 1: Minha Cidade Sustentável                                                 02/04/2018

Módulo 2: Fenômenos Eletromagnéticos                                          05/04/2018

Módulo 3: A Evolução das Máquinas e a Revolução Industrial      06/04/2018

Módulo 4: Montando um Motor Elétrico Didático                             09/04/2018

Módulo 5: Histórias e Culturas de Jaraguá do Sul                            11/04/2018

Módulo 6: Gerando e Transformando Energia                                   13/04/2018

Módulo 7: Também sou Cientista                                                        16/04/2018

 

Metodologia:

- Nome: Programa de Capacitação para Professores

- Data: 02 a 16/abril

- Horários: 14h às 17h ou 18h30 às 21h30

- Duração: 3 horas (haverá entrega de certificado de participação)

- Local do curso: Museu WEG de Ciência e Tecnologia

- Período para inscrições: 19 a 30/03

- Inscrições: inscrições encerradas

Mais informações pelo telefone 3276-4551 ou museu@weg.net

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5 motivos para você visitar o Museu WEG em 2018

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia considerado pelo TripAdvisor o 2º principal ponto turístico “O que fazer: Jaraguá do Sul,…

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia considerado pelo TripAdvisor o 2º principal ponto turístico “O que fazer: Jaraguá do Sul, SC”. Aberto de terça a domingo, das 10 horas às 18 horas. Aqui você encontra um museu diferente, um campo aberto e amplo para o conhecimento, tudo de forma divertida, interativa e ainda por cima sem precisar pagar por isso.

As visitas também podem ser agendadas para grupos e escolas. E se você quer ter ainda mais razões, elegemos aqui 5 motivos especiais para incluir definitivamente a visita ao museu na sua agenda este ano.

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Transitar pela história
Visitar o Museu WEG é fazer um verdadeiro passeio pela história da energia elétrica no Brasil e no mundo. Fundada em 1961, a empresa WEG faz parte dessa história, já que tem a eletricidade como base de todos os processos e soluções da companhia, uma das líderes mundiais na fabricação de motores, geradores e transformadores.

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Descobrir o novo
Assim como o exercício de voltar ao passado, o Museu WEG também permite descobrir o novo, seja através de invenções e registros até então não conhecidos para quem o visita pela primeira vez, seja pela sua proposta altamente tecnológica e interativa.

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Aprender outras línguas
Em todos os ambientes há QR Codes que ao acessar você lê o texto traduzido para o inglês. E em outro ambientes, um áudio faz a tradução para o inglês. Além de comunicar o que está disposto, a narrativa traz informações sobre o funcionamento dos objetos e as possibilidades de interação.

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Ter um dia de cientista
Além dos conceitos básicos de física, no Museu você pode conhecer os processos geradores de energia, suas aplicações no cotidiano e aprender como se constrói um motor elétrico, para entender sobre o seu funcionamento e os fenômenos físicos envolvendo a corrente elétrica.

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Aumentar o número de neurônios
Expandir o conhecimento é sempre uma forma de fazer o cérebro trabalhar. Afinal, são 100 bilhões de células, os neurônios, ávidos por fazer as sinapses, ou seja, transmitir as informações.

Com tantos motivos para visitar o museu, que tal então se programar? Espalhe esse conteúdo entre seus amigos e parentes e …. seja muito bem-vindo!

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Aula no Museu: Oportunidade de interação com o conhecimento

Professores de plantão, vocês já pensaram em fazer uma aula diferente para os seus alunos neste ano? Talvez uma aula…

Professores de plantão, vocês já pensaram em fazer uma aula diferente para os seus alunos neste ano? Talvez uma aula no Museu WEG fosse uma ótima oportunidade de trazer seus alunos para conhecerem um museu. Um espaço não formal, que vira extensão da sala de aula onde pode-se aprender fazendo e possibilitando que o aluno se torne um investigador ativo dos temas trabalhados.

Aqui no Museu WEG as ações educativas são perfeitas para as crianças e adolescentes dividirem espaço, trabalharem em grupo e expandirem seu conhecimento sobre Ciência e Tecnologia.

Você pode aproveitar datas comemorativas como o Dia do Inventor, o Dia da Ciência ou o dia do aniversário de cientistas importantes, datas muitas vezes pouco lembradas, e combinar com uma visita guiada.

No Museu WEG você tem a possibilidade de conhecer desde os processos geradores de energia até suas aplicações no cotidiano. Compreender os fenômenos e a forma como nossa sociedade se apropria deles, levará você a entender a complexidade das operações envolvidas no simples ato de acender uma lâmpada.

Perceber como, em tão pouco tempo, as máquinas evoluíram tecnologicamente e entender a revolução industrial. Estudar a História e Geografia da cidade de Jaraguá do Sul através de uma maquete.

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Aula no Museu
É muito importante que você conheça a exposição para poder usa-la no máximo de sua potencialidade e montar as atividades ou roteiros para seus alunos. Uma pré-visita pode estimular você a planejar as atividades educacionais a serem desenvolvidas no Museu WEG de Ciência e Tecnologia.

Pode ser uma visita guiada ou você pode levar a sua turma para uma ação educativa específica e trabalhar apenas um tema.

Aprenda com o Museu
Caso não seja possível fazer a visita in-loco, você também pode desfrutar de toda interatividade do museu disponíveis no site para complementar as suas aulas.
Seja no tour virtual, aqui no nosso blog, jogo da memória, Quiz para testar os conhecimentos sobre a WEG ou na aba Aprenda com o Museu, onde falamos sobre eletricidade, magnetismo, eletromagnetismo, motores, automação, geradores e transformadores.

Programe-se, faça uma aula diferente e mostre a história de Jaraguá do Sul e da WEG para alunos de diferentes idades. Entre em contato conosco e faça o seu agendamento clicando aqui.

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Conheça museus que fomentam a Ciência e Tecnologia pelo Brasil

Assim como o Museu WEG, o Brasil conta com diversas outras iniciativas, privadas e públicas, para registrar a história e…

Assim como o Museu WEG, o Brasil conta com diversas outras iniciativas, privadas e públicas, para registrar a história e fomentar a ciência e tecnologia em diferentes espaços. Por acreditar que o intercâmbio, a troca de conhecimento e o aprendizado contribui para o enriquecimento cultural e científico, apresentamos aqui outros museus no país que tem a interatividade como um dos seus pontos fortes e, acima de tudo, a ciência e tecnologia no seu DNA.

Museu de Ciência e Tecnologia (MCT) – PUCRS 

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Suas coleções abrigam um vasto acervo de fósseis, espécimes representantes da biodiversidade e peças provenientes de escavações arqueológicas, que são objetos de pesquisa de mestrandos e doutorandos de várias partes do mundo.
As exposições no museu gaúcho são elaboradas para despertar a curiosidade e o gosto pelas ciências, valorizando a participação do visitante com experiências lúdicas e inusitadas. São cerca de 700 experimentos interativos, em 22 áreas do conhecimento.

Os eventos e atividades também são outro atrativo para públicos distintos, como Férias no Museu, Aniversário genial, Minuto da Ciência e show de eletrostática.

Catavento Cultural e Educacional

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Tocar um meteorito de verdade, encontrar Gandhi em uma escalada, conhecer o corpo humano por dentro, entender como funciona um gerador de energia ou ainda descobrir que o Sol, visto de perto, não é tão redondo como parece quando se está na praia. São estas algumas das experiências proporcionadas no Catavento Cultural.

O museu fica em São Paulo e, dividido entre os eixos Universo, Vida, Engenho e Sociedade, tem como atrações o miniplanetário, o passeio digital, a seção de eletromagnetismo e o aquário com peixes de água salgada.

Museu de Astronomia e Ciências Afins – MAST

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Uma iniciativa pública, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, o MAST tem sua sede na cidade do Rio de Janeiro. É o lugar ideal para quem se interessa pelo espaço sideral e seus elementos: estrelas, planetas e cometas.

O acervo do MAST conta com aparelhos usados pelo Observatório Nacional (ON) para a observação da luz dos astros, como diversos tipos de luneta. No Programa de Observação do Céu, o público pode fazer visitas noturnas para enxergar através de telescópios, binóculos e até por uma luneta centenária.

Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas

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No prédio da primeira instituição brasileira a formar geólogos, em Ouro Preto, funciona o Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas. Nele, o visitante pode conferir de perto fósseis e esqueletos de animais atuais, como porco, golfinho e ornitorrinco.

Um dos destaques é a sala de mineralogia, onde estão expostas rochas e minerais do mundo inteiro. O passeio termina em uma sala onde crianças e adultos podem se divertir com experimentos científicos de eletricidade, cinética e ótica.

A diversidade do nosso país se reflete na composição e na diversidade dos acervos museológicos. Anote essas indicações e, quando visitar alguma dessas cidades, aproveite para se divertir ao mesmo tempo em que aprende sobre ciência e tecnologia.

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A história do motor elétrico que você precisa conhecer

No mundo atual, repleto de tecnologias e constantes inovações, fica até difícil imaginar a vida longe dos motores elétricos e…

No mundo atual, repleto de tecnologias e constantes inovações, fica até difícil imaginar a vida longe dos motores elétricos e todas as facilidades que eles trouxeram, do dia a dia doméstico às indústrias. Mas se hoje tudo isso parece tão simples como ter um liquidificador, saiba que atingir esse estágio foi um processo lento e gradativo.

Levou quase três séculos entre os primeiros estudos, pesquisas e invenções até o surgimento dos motores elétricos, propriamente, em 1886. A descoberta é atribuída ao cientista alemão Werner Siemens, inventor do primeiro gerador de corrente contínua auto induzido.

Voltando no tempo…

Em 1600 o cientista inglês William Gilbert publicou uma obra descrevendo a força de atração magnética. A primeira máquina eletrostática foi construída em 1663, pelo alemão Otto Guericke, e aperfeiçoada em 1774 pelo suíço Martin Planta.

Já o professor de Medicina italiano Aloiso Galvani notou, em 1786, que ao tocar com o bisturi em coxas de rãs que estavam penduradas numa grade de ferro, estas apresentavam uma contração, a qual chamou “eletricidade animal”. Outro italiano, Alessandro Volta, descobriu que entre dois metais diferentes, imersos em líquido condutor, surgia uma tensão elétrica.

Em 1799 ele desenvolveu uma fonte de energia que chamou de “coluna de Volta”, que podia fornecer corrente elétrica. O físico dinamarquês Hans Christian Oersted, em 1820, verificou por acaso que a agulha magnética de uma bússola era desviada de sua posição norte-sul quando passava perto de um condutor no qual circulava corrente elétrica. Essa observação foi o primeiro passo em direção ao desenvolvimento do motor elétrico.

O físico e matemático André-Marie Ampère, com base nesses e outros estudos e constatações, construiu o primeiro eletroímã. Esse dispositivo foi fundamental para a invenção de vários aparelhos, como o telefone, o microfone, o alto-falante, o telégrafo. Depois, o inglês Michael Faraday descobriu, em 1831, a indução eletromagnética.

Em 1832 o cientista italiano S. Dal Negro construiu a primeira máquina de corrente alternada com movimento de vaivém. No ano seguinte, o inglês W. Ritchie inventou o comutador, construindo um pequeno motor elétrico em que o núcleo de ferro enrolado girava em torno de um ímã permanente. Para dar uma rotação completa, a polaridade do eletroímã era alternada a cada meia volta, através do comutador.

O professor alemão Moritz Hermann von Jacobi, em 1838, desenvolveu um motor elétrico e aplicou-o a uma lancha. A aplicação prática da energia elétrica em trabalho mecânico ficou assim comprovada. Entretanto, toda a energia provinha de baterias, que eram caras e de uso restrito. A preocupação, então, voltou-se à geração de energia elétrica de baixo custo.

A era Siemens

Em 1856 o eletrotécnico Werner Siemens relatou o sucesso obtido na construção de um gerador de corrente, magnético, com induzido T duplo. Mas esse aparelho não podia gerar energia suficiente para alimentar indústrias e equipamentos domésticos. Os ímãs permanentes eram de ação restrita.

Somente dez anos depois Siemens construiu um gerador sem ímã permanente, provando que a tensão necessária para o magnetismo podia ser retirada do próprio enrolamento do rotor, isso é, que a máquina podia auto excitar-se. O primeiro dínamo de Werner Siemens possuía uma potência de aproximadamente 30 watts e uma rotação de 1.200 rpm. A máquina também podia funcionar como motor, desde que se aplicasse uma corrente contínua aos seus bornes.

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Em 1879 a firma Siemens & Halske apresentou a primeira locomotiva elétrica, com potência de 2 kW. Mas a máquina tinha alto custo e era vulnerável em serviço, exigindo o desenvolvimento de um motor mais barato, robusto e de menor custo de manutenção.

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Mais avanços

1885: o engenheiro eletricista italiano Galileu Ferraris construiu um motor de corrente alternada de duas fases.
1887: o iugoslavo Nicola Tesla apresentou um pequeno protótipo de motor de indução bifásico com rotor em curto-circuito.

1889: o engenheiro eletricista russo Michael von Dolivo Dobrowolsky, da firma AEG, de Berlim, persistindo na pesquisa do motor de corrente alternada, entrou com pedido de patente de um motor trifásico com rotor de gaiola. Ele era simples, silencioso, tinha menos manutenção e alta segurança em operação.

1891: Dobrowolsky iniciou a fabricação em série de motores assíncronos, nas potências de 0,4 a 7,5 kW.

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Em resumo, cientistas, físicos e outros profissionais nem sempre ligados à ciência contribuíram para a descoberta do motor elétrico, que acelerou a industrialização mundial e transformou radicalmente o modo de vida das pessoas. Essa história, de forma completa, está disponível no livro “O Motor Elétrico” que está disponível no site do Museu WEG.